domingo, junho 13, 2021

Salazar


ANTÓNIO FERRO
pref. Oliveira Salazar

Lisboa, 1933
Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
201 mm x 138 mm
XLVI págs. + 234 págs. + 4 págs. em extra-texto com reproduções fotográficas
subtítulo: O Homem e a Obra
ilustrado
encadernação recente inteira em imitação de pele elegantemente gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Lisboa, 1933.
Frente a frente, dois homens. Salazar, o jovem ditador. António Ferro, o jornalista moderno. É no gabinete de trabalho do chefe do Governo. Entre ambos, a larga secretária com tampo de vidro que o jornalista acha ter “o arrumo e a limpidez de um orçamento geral do Estado, de um dos seus (dele, Salazar) orçamentos...” É uma entrevista de Ferro para o Diário de Notícias.
O jornalista permite-se dizer a Salazar:
“... alguns dos seus admiradores gostariam de o ver aproveitar mais a lição da Itália, a lição do Duce...”
Isto porque Salazar lhe parece frio, distante, a pique. [...]»
Assim começa o capítulo II do livro de Artur Portela, filho, Salazarismo e Artes Plásticas (ICLP – Biblioteca Breve, Lisboa, 1982), definindo o espírito optimista de Ferro nessa época.

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