ERNESTO «CHE» GUEVARA
org., trad. e pref. Adriano de Carvalho e João Bernardo
s.l. [Porto], 1967
Novo Rumo
1.ª edição
20,9 cm x 13,5 cm
136 págs. + 8 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE ADRIANO DE
CARVALHO
30,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Conjunto de importantes escritos do Comandante, reunidos no
imediato após o seu assassinato na Bolívia, em Outubro de 1967, a que os
antologiadores juntaram na contracapa um poema, em sua homenagem, de Nicolás
Guillén.
Acerca do jornalista Adriano de Carvalho (1937-2000), escreveu
o poeta Carlos Loures (Estrolábio,
pág. electrónica, 10 de Julho, 2010): «[...] Quando a maioria dos jornalistas
se exprime num português que deve mais às telenovelas do que à leitura de
clássicos, o Adriano merecia e deveria ter ocupado um lugar entre os melhores
da sua profissão. [...]» Deve assinalar-se ainda a constante coragem política
de Adriano de Carvalho, quer antes quer depois do dia 25 Abril, o que fez dele
um dos “populares” promotores do assalto à PIDE e ali mesmo alvejado, a poucas
horas da capitulação do quartel da Rua António Maria Cardoso.
João Bernardo (nasc. 1946) é hoje um conceituado pensador
nos meios do comunismo radical. Fundador do jornal Combate, é com o livro Para
uma Teoria do Modo de Produção Comunista que se torna uma referência
teórica para o comunismo conselhista português contemporâneo. No conjunto, toda
a sua obra de reflexão insere-se na crítica ao processo de transnacionalização
do capital e aos gestores desse capital, entendidos como classe.
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