domingo, maio 24, 2020

As Horas de Maria




ANTÓNIO DE MACEDO
capa e grafismo de Carlos Alves

Lisboa, 1977
Cinequanon
1.ª edição
20,6 cm x 12,6 cm
116 págs. + 20 págs. em extra-texto
subtítulo: Guião do filme com o diálogo integral
exemplar em bom estado de conservação, sem qualquer quebra na lombada; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESPECIALISTA EM COMUNICAÇÃO TELEVISIVA RUI CADIMA
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O filme estreou a 3 de Abril de 1979 no cinema Nimas, sob o ataque cerrado de protestos e rezas de manifestantes beatos a soldo da Igreja. A posição do cineasta António de Macedo (nasc. 1931) é inequívoca desde a primeira linha do livro:
«Na noite de 6 de Março de 1922 explodiram quatro bombas na capela das Aparições, em Fátima. Uma quinta bomba, colocada junto às raízes da azinheira onde uma “dama de grande beleza” aparecera a três crianças sub-alimentadas, não explodiu.
A notícia do “sacrilégio” correu o país, e imediatamente se organizaram peregrinações de desagravo. [...]
É por demais evidente que o atentado partiu dos que estavam ansiosos pelo desenvolvimento do “fenómeno Fátima”, e não daqueles que o pretendiam desmascarar. [...]»

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