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segunda-feira, abril 13, 2020

Micropaisagem


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1968
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
180 mm x 109 mm
96 págs.
é o n.º 1 da prestigiada colecção Cadernos de Poesia
exemplar estimado, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo, papel esfolado no canto inferior esquerdo da primeira folha
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Neste preciso livro, Carlos de Oliveira – autor ligado ao melhor do neo-realismo – elevava a sua poesia “de combate” («Não há machado que corte a raiz ao pensamento», etc.) a um nível tão duramente objectivo que não pactuava com a literatura salvífica para o povo. A via literária foi a da aproximação microscópica ao motivo, experiência que, após a poesia, com sucesso irá levar a cabo no seu último livro de prosa, Finisterra. Aliás, toda a sua obra, revista até à exaustão em sucessivas edições melhoradas, vinha caminhando para esta depuração. O neo-realismo, esse, teve que ir alhures à procura de novos “amanhãs cantantes”.

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telemóvel: 919 746 089

terça-feira, maio 14, 2019

Uma Abelha na Chuva




CARLOS DE OLIVEIRA
ilust. Júlio Pomar
grafismo de Armando Alves
posf. Maria Alzira Seixo

Lisboa, 1976
Limiar
edição monumental
26,5 cm x 18 cm
264 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
encadernação editorial inteira em sintético gravado a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva a capa anterior da brochura
exemplar como novo
é o n.º 1.264 de uma tiragem de 1.600 exemplares assinados pelo Autor
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a estudiosa no seu posfácio:
«[...] Uma Abelha na Chuva pode entender-se essencialmente como um romance da opressão. [...]
A opressão a que aqui me refiro pode ser entendida como um processo físico e psíquico de abatimento do outro ou de si próprio, a existência de um peso de aniquilação que, mantendo-se, gera a duração do texto (o seu tempo) até à destruição final [...].»

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domingo, agosto 26, 2018

Alcateia



CARLOS DE OLIVEIRA
capa de [Vítor] Palla

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição («nova edição»)
19,1 cm x 13,9 cm
252 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO CRÍTICO LITERÁRIO ÁLVARO SALEMA
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Alcateia


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de [Vítor] Palla

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição («nova edição»)
192 mm x 139 mm
252 págs.
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, outubro 18, 2017

Uma Abelha na Chuva




CARLOS DE OLIVEIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1963
Portugália Editora
3.ª edição (revista)
19,2 cm x 13,2 cm
224 págs.
exemplar bem conservado; miolo limpo
visto de leitura datado por Agostinho Fernandes na pág. 215
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO EDITOR AGOSTINHO FERNANDES
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance que está na origem de um dos raros notáveis filmes do cinema português, realizado por Fernando Lopes em 1971. Notável pela fixação fantasmal do seu «[...] conflito social feito de silêncio, de frustrações reprimidas, de subjacentes rancores, de pequenos gestos logo reprimidos, de breves exteriorizações logo lamentadas. [...]» (Vitor Silva Tavares, in Suplemento Literário, Diário de Lisboa, 7 de Abril de 1972)

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segunda-feira, julho 17, 2017

Poesias (1945-1960)


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição [única]
20,3 cm x 14 cm
180 págs.
composto manualmente e impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação, lombada oxidada pela contínua presença da luz; miolo irrepreensível
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reunião revista dos primeiros livros de versos do escritor, cobrindo um período de década e meia. Para além da invulgar excelência do trabalho o poeta – a quem se deve a mais radical revisão de um neo-realismo que, em português, foi sempre óbvio –, temos na vertente peça tipográfica o sóbrio e modelar exemplo de como deve ser paginado um livro de poemas. A Tipografia Ideal, sita à Calçada de São Francisco em Lisboa, teve no seu operário compositor tipográfico João Apolinário Ramos a mão-de-obra justa e perfeita para a sua realização.

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O Aprendiz de Feiticeiro


CARLOS DE OLIVEIRA
capa do pintor Lima de Freitas
fotografias de Augusto Cabrita

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
17,9 cm x 11,8 cm
294 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado, reproduções fotográficas impressas sobre couché
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aqui se reúnem, na sua forma última remodelada, textos de reflexão do notável poeta Carlos de Oliveira, abrangendo um vasto período que vai de 1945 a 1970. Interessante acompanhar como da aparentemente inócua observação do real se ascende à Poesia.

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quinta-feira, abril 27, 2017

Poemas


POLÍBIO GOMES DOS SANTOS
nota de abertura de Carlos de Oliveira
prefácio de José Marmelo e Silva
poema homenagem de Vitorino Nemésio
nota de badana de Fernando Namora


Porto, 1981
Limiar
1.ª edição [da obra reunida]
20,5 cm x 12,4 cm
96 págs.
direcção literária do poeta Egito Gonçalves
direcção gráfica de Armando Alves
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A par do poeta Carlos de Oliveira, foi um dos expoentes da geração contemporânea da II Guerra Mundial, e da resistência a uma sociedade pantanosa. Esta edição, para além do extenso estudo que é o prefácio de Marmelo e Silva, junta os seus dois únicos livros publicados: As Três Pessoas e Voz Que Escuta.

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segunda-feira, maio 04, 2015

Terra de Harmonia



CARLOS DE OLIVEIRA

Lisboa, 1950
Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,2 cm x 13,6 cm
64 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na sua geração, aquela que se designa por neo-realista, é Carlos de Oliveira o escritor nuclear, tanto na prosa como na poesia. E assim é um escritor exemplar, porque levou o seu instinto de depuramento da escrita a extremos radicais. Se o domínio da arte poética o fez levar a escassez retórica para dentro da prosa (ver Finisterra, já perto do fim da vida), o seu trabalho de revisão constante dos romances inequivocamente contaminou o ofício dos versos, pondo-os a salvo dos perigos naturais da tendência liricista menor na poesia portuguesa. O vertente livro saía dessa lamúria tradicional com alguns exemplos que fizeram escola, inclusivamente ao serem devolvidos ao universo da canção popular donde haviam partido, como seja o poema «Livre» (mais tarde suprimido pelo poeta – talvez cansado de o ouvir na rádio, ou de ouvir, talvez, aquilo que a voz de um intérprete sempre acrescenta aos versos alheios) – aquando da segunda oportunidade de reunir o seu trabalho poético):

«Não há machado que corte
a raiz ao pensamento:
não há morte para o vento,
não há morte.

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida,
sem razão seria a vida,
sem razão.

Nada apaga a luz que vive
num amor, num pensamento,
porque é livre como o vento,
porque é livre.»

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Colheita Perdida


CARLOS DE OLIVEIRA

Coimbra, 1948
edição do Autor
1.ª edição
19,4 cm x 13,7 cm
68 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poema final do livro, «Legenda para um livro futuro»:

«Aço na forja dos dicionários,
as palavras são feitas de aspereza:
O primeiro vestígio da beleza
é a cólera dos versos necessários.»

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Mãe Pobre


CARLOS DE OLIVEIRA

Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19 cm x 13,5 cm
64 págs.
exemplar estimado, contracapa suja; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Apenas um poema de grande actualidade, «O Viandante»:

«Trago notícias da fome
que corre nos campos tristes:
soltou-se a fúria do vento
e tu, miséria, persistes.
Tristes notícias vos dou:
caíram espigas da haste,
foi-se o galope do vento
e tu, miséria, ficaste.
Foi-se a noite, foi-se o dia,
fugiu a côr às estrêlas.
– Nesta negra solidão
só tu, miséria, nos velas!»

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segunda-feira, março 30, 2015

Casa na Duna


CARLOS DE OLIVEIRA
capa de Manuel Ribeiro Pavia

Coimbra, 1944
Coimbra Editora, Limitada
2.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
216 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Como sempre, num Autor da craveira de Carlos de Oliveira, trata-se de um texto recriado a partir da edição anterior, trabalho literário que nunca findará ao correr das sucessivas edições posteriores.
Chama-se a atenção em particular para a força gráfica da capa.

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Casa na Duna


CARLOS DE OLIVEIRA
prefácio de Mário Dionísio
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
3.ª edição (revista)
19,2 cm x 13,2 cm
220 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem incisiva do Prefácio do escritor Mário Dionísio:
«[...] o que, sem dúvida, separa o realista de todos os anti-realistas não é o reconhecimento, ou não, do clima angustioso que uns e outros respiram e nenhuma teoria poderia deixar de fazê-los respirar, mas a convicção, para uns, de que tal clima é o clima normal da natureza humana e, para outros, um clima provocado por circunstâncias históricas determinadas ou determináveis, apesar da extrema complexidade de que se revestem; a convicção, para os primeiros, de que a grande tarefa é levar cada vez mais longe a consciência dessa angústia, cujo fim é a própria angústia; a convicção, para os segundos, de que tal tomada de consciência é apenas uma fase e esta fase uma das várias condições de superá-la. [...]
Desde sempre sentiu Carlos de Oliveira esta necessidade de estreitíssima ligação com o que há de mais decisivo numa realidade nacional: o povo e a sua língua. [...]
E é precisamente neste domínio, no imenso domínio da linguagem – no sentido mais lato do termo – que me parece ver na presente edição [revista] de Casa na Duna um acontecimento notável na obra do autor. Nela culmina, com efeito, um longo processo evolutivo. [...]»

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Pequenos Burgueses



CARLOS DE OLIVEIRA

Coimbra, 1948
Coimbra Editora, Ld.ª
1.ª edição
19,2 cm x 13,9 cm
232 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, pequena falha de cartolina no bordo superior direito da capa; miolo nuito limpo
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de Carlos J. Vieira
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o escritor de referência do neo-realismo português, exactamente pela sua capacidade artística em superar os limites de uma estética pretensamente dirigida às massas.

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Pequenos Burgueses


CARLOS DE OLIVEIRA
Augusto Cabrita, fotos
capa de Lima de Freitas

Lisboa, 1972
Publicações Dom Quixote
4.ª edição, revista
17,9 cm x 11,8 cm
210 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, capa um pouco gasta; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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