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sexta-feira, janeiro 24, 2020

Nos Bastidores...



DA CUNHA DIAS

Lisboa, Maio de 1941
Edições Delta
1.ª edição
14,8 cm x 11,4 cm
72 págs.
exemplar brochado mas com elegantes folhas-de-guarda impressas e corte carminado à cabeça, muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pequeno ensaio acerca da guerra mundial em curso, em que o autor – erradamente – profetiza a vitória da Alemanha sobre a Inglaterra, porque «[...] não é a pátria alemã logradoiro de alguns privelegiados da fortuna: nem preconceitos de casta, nem prejuízos de classe predominam, actualmente, na Alemanha. E alcançam as ideias mais longe e mais fundo que as espadas. A Alemanha já venceu!... [...]»
Todavia, o fulcro e o maior interesse do texto consiste num ataque cerrado às Maçonaria.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Factos e Não Palavras



HENRIQUE PEREIRA RIBEIRO

Lisboa, 1916
Typ. do Annuario Commercial
1.ª edição
20,4 cm x 18 cm
2 págs. + 176 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato de Da Cunha Dias*)
subtítulo: O Sequestro do Dr. Da Cunha Dias
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de argumentação, jurídica e outra, em defesa de Da Cunha Dias, cujo internamento compulsivo num manicómio suscitou, após a sua «fuga», outros dois volumes de autoria do próprio: Sobre um Decreto (publicado em Lisboa, 1918) e Um Lance (publicado em Coimbra, 1919), sendo este último um violento libelo contra Júlio de Matos, médico que o internara.

* Legendado assim: «Um louco de uma “lucida serenidade” / Fotografia tirada em Leiria junto á casa de V. Hasse no dia da sua fuga do H. C. F. [Hospital Conde de Ferreira]»

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Sobre um Decreto [junto com] Um Lance


DA CUNHA DIAS

Lisboa, 1917 [aliás, 1918] / Coimbra, 1919
Sociedade Typographica Editora Lamas, Motta & C.ª / França e Arménio – Livreiros-Editores [ed. Autor]
1.ª edição (ambos)
[22,8 cm x 16,5 cm] + [23 cm x 17,2 cm]
122 págs. + [76 págs. + 2 págs. em extra-texto (justificação da errata)]
subtítulo: [a] Uma campanha jornalistica; [b] «Julio de Matos» na Casa de Orates: Comentarios e Replicas de «Da Cunha Dias»
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir [a], corte carminado à cabeça [b]
valorizados pelas dedicatórias manuscritas do Autor ao escritor Carlos Amaro
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Polémica do tempo em que Da Cunha Dias ainda professava um republicanismo que, com o advento do “estado novo”, se colará ao radicalismo de extrema-direita das hostes de Rolão Preto. Havia o autor sido internado num manicómio, em 1916, sob o diagnóstico de paranóia e delírio, pelo médico Júlio de Matos, médico que também fôra anteriormente chamado a corroborar uma campanha de difamação jornalística contra as expressões artísticas patenteadas na revista Orpheu. Desse revés, já em liberdade, veio a público Da Cunha Dias limpar o seu nome em sucessivos artigos pelos jornais da época, dando origem a estas duas diferentes compilações: Sobre um Decreto, de cariz apenas esclarecedor, e Um Lance, mais agressivo, visando directamente o referido clínico, tido por raposo a que seria preciso cortar as orelhas, como «trofeu de montaria».

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O Desfalque do Tesouro



DA CUNHA DIAS

Lisboa, 1925
Livrarias Aillaud & Bertrand (Paris – Lisboa) (depositária)
1.ª edição
15,7 cm x 12 cm
280 págs.
subtítulo: Factos & Comentarios á Administração Pública
carminado no corte à cabeça
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

A figura principal aqui visada é Francisco Rego Chaves – na altura sucessor de Norton de Matos no cargo de alto-comissário da República em Angola –, mais conhecido por o Batata:
«[...] Fôra o Batata, em 1919, – ministério da presidência Sá Cardoso – ministro das finanças, e desfalcara o tesouro público num milhão e trinta mil libras, com que, sob o pretexto de melhorar o câmbio, favorecera vários banqueiros.
O caso tinha sido quatro anos depois, em 1923, levantado no parlamento, discutido na imprensa.
[...] contaram-me, então, como a própria banca ministeriara o Batata em 1919, para se salvar da grave crise que atravessou, lógica conseqüência dos desmandos da jogatina parvoalha em que se havia lançado após o armistício...
[...] E como disputára [o Batata] o govêrno de Timor...
E como o Banco Nacional Ultramarino, vendo nêle o homem maleável que lhe servia, numa hábil manobra oculta, conseguira fazê-lo indigitar para o alto-comissariado de Angola...
De surprêsa em surprêsa tomou-me um mixto de cólera, de nojo, de indignação. [...]»

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Nação, Família, Corporação


DA CUNHA DIAS

Lisboa, 1934
Edições Delta
1.ª edição
15,5 cm x 11,1 cm
36 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breviário de propaganda nacionalista e patriótica.

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Conservas de Peixe



DA CUNHA DIAS

Lisboa, 1932
Edições Delta
1.ª edição
16,1 cm x 12 cm
252 págs.
subtítulo: Subsídios para o estudo de um problema nacional
ilustrado
encadernação de amador inteira em tela com rótulo colado na pasta anterior
aparado e carminado somente à cabeça, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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