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sexta-feira, fevereiro 09, 2018

As Cores da Infâmia


ALBERT COSSERY
trad. Ernesto Sampaio

Lisboa, 2000
Antígona
1.ª edição
20,9 cm x 13 cm
160 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ainda outro livro (de um autor dito subversivo... lá fora) publicado «com a ajuda do Ministério da Cultura francês» (vd. nota editorial, pág. 6).

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terça-feira, janeiro 12, 2016

Para uma Cultura Fascinante


ERNESTO SAMPAIO

Lisboa, 1959
[ed. Autor]
1.ª edição
24,8 cm x 19,4 cm
28 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar em bom muito estado de conservação; miolo irrepreensível
165,00 eur (IVA e portes incluídos)

Maria de Fátima Marinho refere-se-lhe nos seguintes termos, no seu O Surrealismo em Portugal (Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 1987):
«[...] texto teórico que resume os dados principais do surrealismo – Para Uma Cultura Fascinante. Neste livro, Ernesto Sampaio frisa de novo a importância dos elementos primordiais da Natureza e da sua transformação alquímica. A concepção de amor é semelhante à expressa por Breton em L’Amour Fou. A definição de teatro aponta directamente para os ensinamentos de Artaud [...]. Finalmente, Ernesto Sampaio termina com a definição ideal de poeta, que deve ter ligação com os iniciados para que possa “substituir o seu inconsciente particular pelo inconsciente colectivo”. [...]»

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Ideias Lebres


ERNESTO SAMPAIO
desenho gráfico de João Bicker

Lisboa, 1999
Fenda Edições
1.ª edição
19 cm x 12 cm
148 págs.
exemplar como novo
tiragem declarada de 750 exemplares
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de reflexões de fulcral interesse para a história do surrealismo.

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A Literatura no Estômago

JULIEN GRACQ
trad. de Ernesto Sampaio

Lisboa, s.d. [circa 1963]
A Barca Solar
1.ª edição
18 cm x 11,8 cm
56 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente e um outro (que reunia Benjamin Péret e André Breton sob a mesma capa) representam incontornável conjunto de breves livros publicados num contexto de disseminação literária do movimento surrealista em português, já no início dos anos 60 do século XX, e não referidos no catálogo Surrealismo em Portugal 1934-1952 de Perfecto E. Cuadrado / María Jesús Ávila [Museu do Chiado / Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo, Lisboa / Badajoz, 2001]. Apenas o editor da casa & etc, Vitor Silva Tavares, a propósito da Contraponto de Luiz Pacheco [ver 1 Homem Dividido Vale por 2, Biblioteca Nacional / Publicações Dom Quixote, Lisboa, 2009], relembrará essa fugaz intervenção de Ernesto Sampaio e Fernanda Barros enquanto tradutor (ele) e simultaneamente editores (ambos), incorporando VST a aventura de A Barca Solar num mais vasto exercício de agressão à saloíce nacional:
«[...] a Contraponto – paralela a aventuras como a de A Antologia em 58 do Mário Cesariny, da Barca Solar do Ernesto Sampaio, ou da Minotauro do Bruno da Ponte –, até nos seus desaires, ou talvez por via deles, deixou sequelas: porque a mais antiga, à cabeça a & etc; mas lembre-se a Afrodite, do Fernando Ribeiro de Melo; chame-se à colação a Frenesi quando frenética e a Antígona quando refractária; a Hiena, os 4 Elementos Editores, a Fenda, a Black Sun; mais perto, a Averno – cometas tracejando luz no negrume editorial. Agindo nos interstícios da engrenagem mercantil, expulsas por mérito próprio de montras publicitárias, encaram o livro tão-só como produtor de mais-valias artísticas e culturais, objecto de uma entrega que funde o risco com a projecção política, diga-se, poética – ou vice-versa, também vale. [...]»

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