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quarta-feira, outubro 05, 2016

A Borboleta Sem Asas


ESTHER DE LEMOS
ilust. Quito

Lisboa, Janeiro de 1974
Edições Ática
2.ª edição
23,4 cm x 16,7 cm
76 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Borboleta Sem Asas


ESTHER DE LEMOS
ilust. Quito

Lisboa, 1958
Edições Ática
1.ª edição
23,1 cm x 16,8 cm
80 págs.
profusamente ilustrado a cor
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Companheiros [junto com] carta manuscrita de Esther de Lemos




ESTER DE LEMOS

Lisboa, 1959
Edições Ática
1.ª edição
[19,7 cm x 14 cm (livro)] + [21 cm x 13,5 cm (manuscrito)]
768 págs. + 1 folha (carta autógrafa redigida a vermelho apenas na frente)
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
inclui da cinta promocional «Prémio Eça de Queirós 1960 Atribuído por unanimidade»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome inteiro Maria Esther Guerne Garcia de Lemos, notabilizou-se por uma escrita que ora expõe os jovens perante o adulto, ora é mesmo dirigida à juventude. No geral, a sua obra entronca naquilo que António José Saraiva / Óscar Lopes sublinham algures na História da Literatura Portuguesa (Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989):
«[...] Uma das feições mais notáveis do pós-guerra é o desenvolvimento da ficção de autoria feminina, fenómeno aliás universal, mas entre nós de extraordinário relevo histórico-social e temático. Algumas das autoras celebradas pela crítica dos anos 50-60 não passaram de um bom livro, ou parecem nele ter dado o essencial do seu recado, o que evidencia o aspecto social do fenómeno como consciência acerca de situações femininas típicas na sociedade portuguesa; e isso liga-se a factores como a crescente entrada das mulheres nas profissões intelectuais e a dissolução das dependências domésticas. [...]»
Nem todas, porém, se ficaram pelo pouco fôlego de obra isolada, caso a que Esther de Lemos faz jus.

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A 'Clépsidra' de Camilo Pessanha


ESTER DE LEMOS

Porto, 1956
Livraria Tavares Martins
1.ª edição
19,2 cm x 13,8 cm
192 págs.
subtítulo: Notas e Reflexões
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ensaio de grande sensibilidade, escrito à partida em 1952 sob a forma de dissertação para licenciatura, somente publicado em livro em 1956, e a que a romancista Esther de Lemos continuará a atribuir importância nos anos 80, embora os estudos universitários já houvessem sido, entretanto, minados pela praga estruturalista. «[...] Daí que parecesse hoje [1981] mais oportuno e talvez até mais útil apresentar de novo esta velha leitura da Clepsidra – com toda a sua carga de subjectivismo, todo o seu juvenil entusiasmo e, porventura único factor positivo, com a sua profunda e calorosa adesão à beleza quase inefável de um texto que se negaria às interpretações lineares e passaria pelas malhas de uma análise que o decompusesse e recompusesse, sem poder ainda assim decifrar o segredo intacto da verdadeira poesia. [...]»
Assim se justifica a escritora em nota à segunda edição desta obra, na Editorial Verbo em 1981.

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sexta-feira, abril 17, 2015

D. Maria II (A Rainha e a Mulher)


ESTER DE LEMOS
capitulares e vinhetas de Júlio Gil

Lisboa, 1954
Fundação da Casa de Bragança
1.ª edição
26,1 cm x 19,7 cm
20 págs. + 216 págs. + 18 folhas em extra-texto
subtítulo: No Centenário da Sua Morte
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Biografia de Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança (1819-1853), que, tendo começado a reinar em 1826, só teve um papel determinante após o conturbado período das guerras civis que puseram em confronto liberais e absolutistas. Não terá sido de somenos a influência do seu segundo marido, D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha, um alemão, e artista, que trouxe à corte uma lufada de inteligência civilizadora.

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