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sábado, maio 30, 2020

O Pensamento Politico do Exercito



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, Junho de 1926
Emprêsa Literária Fluminense, L.da
1.ª edição
185 mm x 119 mm
52 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto escrito em cima da entrada radical das Forças Armadas portuguesas na política pura e dura, dando origem a um regime de treva que durou 48 anos, Fidelino de Figueiredo revela uma fina capacidade de análise do golpe militar a 28 de Maio.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, março 13, 2020

Novela Para Todos




Lisboa, 1 de Abril a Agosto de 1929
Edições SCPTP – Sociedade Comercial Portuguesa de Publicações e Telegrafia, Ld.
1.ª edição
7 fascículos enc. em 1 volume (completo)
241 mm x 178 mm
7 x 40 págs.
profusamente ilustrado
belíssima encadernação moderna inteira em seda com o título bordado
pouco aparados
incluem todas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma «publicação quinzenal de novelas», e basta ler a lista dos colaboradores para que se tenha uma ideia da importância literária deste periódico: entre muitos outros, Américo Durão, Armando Ferreira, Fidelino de Figueiredo, Bourbon e Meneses, Diana de Lis, Mário Domingues, Assis Esperança, Augusto Ferreira Gomes, Sara Beirão, Norberto de Araújo, Nogueira de Brito, Reinaldo Ferreira (Repórter X), Virgínia Lopes de Mendonça, etc. Entre os ilustradores, sobressai o nome de Roberto Nobre.

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segunda-feira, outubro 21, 2019

Brinde de “Civilização”




FIDELINO DE FIGUEIREDO
LOURENÇO CAYOLLA
FERREIRA DE CASTRO
ARMANDO FERREIRA
CAMPOS MONTEIRO
capas e ilust. Roberto Nobre

Porto, 1929
Civilização – Grande Magazine Mensal
1.ª edição [única]
5 fascículos (completo)
18,2 cm x 11,8 cm (fascículos) / 19,1 cm x 12,1 cm (estojo)
5 x 32 págs.
títulos: 1 – Revoada Romantica; 2 – Esfinge; 3 – Carta de Reabilitação; 4 – Mentir; 5 – A Promessa
ilustrados
acabamento com um ponto em arame
exemplares estimados; miolo limpo
voluminhos acondicionados em estojo de manufactura recente
peça de colecção
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto significativo de textos literários de autores que de alguma maneira marcaram a época.

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terça-feira, agosto 29, 2017

Refúgio


BERNARDO DE PASSOS
pref. Fidelino de Figueiredo
capa de Roberto Nobre

Lisboa, 1936
s.e.
1.ª edição
19,6 cm x 13,3 cm
184 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o prefaciador, filósofo e amigo íntimo do poeta republicano, o lirismo regionalista de Passos – que atinge neste livro póstumo o pico do despojamento (à maneira de João de Deus) – «[...] Refúgio é, seguramente, o mais característico e o mais belo dos seus livros. Aquela litania em favor das feias reflecte bem a sua imaginação bondosa, por tôda a parte rebuscando um sofrimento para o dourar de inesperados prestígios; e as poesias de simpatia social, de solidariedade com a servidão dos trabalhadores, revelam as inquietações do seu sentido da justiça. [...]»

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domingo, novembro 27, 2016

Sob a Cinza do Tédio


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Coimbra, 1944
Editorial Nobel
4.ª edição
19,6 cm x 13,2 cm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Romance de uma consciência
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente volume inclui ainda a reedição dos livros autónomos Revoada Romântica e Uma Viagem à Fobolândia.

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Critica do Exilio



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1930
Livraria Classica Editora
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
272 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Summario: Eça de Queiroz inédito – Parenthesis anti-geographico – Garcia de Rezende – Sciencia e espionagem – Donjuanismo e anti-donjuanismo em Portugal
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Portugal nas Guerras Europêas


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1914
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
21,9 cm x 14,9 cm
90 págs.
subtítulo: Subsidios para a comprehensão dum problema de politica contemporanea
encadernação modesta de amador em tela de fantasia, sóbria gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fidelino passa em revista os motivos diplomáticos ou políticos da presença bélica de Portugal, após a Restauração, em conflitos alguns nem directamente relacionados com a integridade das fronteiras do nosso território. E conclui, num brilhante resumo das causas múltiplas na origem da Primeira Guerra Mundial, qual o papel que aí nos caberia, como país obrigado a tomar posição aliada de potências empenhadas em conter a arrogância imperial germânica.

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quarta-feira, março 19, 2014

Revoada Romantica



FIDELINO DE FIGUEIREDO
capa e ilust. de [Roberto] Nobre

Porto, s.d. [1929]
[edição do magazine] “Civilização”
1.ª edição *
18,1 cm x 11,8 cm
32 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve narrativa, entre a ficção e a crónica, mas espelho de um escritor vastamente culto.
* A BNP dava, em 1989, notícia da existência, na biblioteca da Faculdade de Letras de Lisboa, de uns «recortes de jornal» de Pernambuco datados de 1926, a que atribui o princeps desta novela.

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A Luta pela Expressão



FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1960
Edições Ática Limitada
2.ª edição [prólogo em 1.ª edição]
16,4 cm x 11,9 cm
208 págs.
subtítulo: Prolegómenos para uma Filosofia da Literatura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do frontispício
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Este livro surge num contexto em que os estudos filosóficos literários da escola de Ermatinger e do grupo da revista Helicon cedem a sua influência à ligeireza da “literatura comparada”, cujo interesse é para Fidelino de Figueiredo «quase novelesco, mas inesgotável e jamais susceptível de sistematização». E insurge-se mesmo contra a universalização do comparativismo, porque «[...] [desaparecem] as últimas esperanças de se chegar a alguma solução dos problemas gerais ou fundamentais da literatura. Tal amplitude estonteante equivale à decomposição estilística dos textos para apreender a essência do fenómeno literário. Dará trabalho para exércitos de eruditos, sustentará cátedras inúmeras e pretextará congressos sucessivos, suas excursões, seus discursos e seus banquetes, mas não contribuirá para o alargamento do verdadeiro saber, porque a sistematização filosófica esperará indefinidamente pela integração documental dos factos. [...]»

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Como dirigi a Bibliotheca Nacional


FIDELINO DE FIGUEIREDO

Lisboa, 1919
Livraria Clássica Editora, A. M. Teixeira
1.ª edição
22,5 cm x 15 cm
128 págs.
subtítulo: Fevereiro de 1918 a Fevereiro de 1919
exemplar estimado com restauro na lombada; miolo limpo parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Assim começa Fidelino:
«Escrevo estas breves linhas de introducção ao relatorio da minha direcção da Bibliotheca Nacional no dia em que, pela dissolução do Parlamento, de que fazia parte, se fecha o período da minha vida aberto pela revolução de Dezembro, chefiada por Sidonio Paes. A situação politica, que dessa revolução se derivou e que hoje está relegada para o mundo das recordações, fez-me chefe de gabinete da instrucção publica, director da Bibliotheca Nacional e deputado. Servi os dois cargos e o mandato parlamentar com desinteressada dedicação que foi sempre até ao sacrificio.
[...] Como me desempenhei do cargo de bibliothecario, que o Presidente Sidonio Paes e o Ministro da Instrucção me confiaram, digo-o no presente relatório, cujo conteúdo esteve para ser exposto na Camara dos Deputados sob a forma mais viva de interpellação a um ministro. Para que essa interpellação se não fizesse, envidaram-se diligencias activas que não excluiram ameaças. O golpe de Estado facilitou a realização do designio dos adversarios da justiça e dos que põem as rivalidades pessoaes e as solidariedades partidarias acima dos altos interesses do paiz. [...]»
É neste contexto, e numa Biblioteca ainda (mal) instalada no convento de São Francisco da Cidade, onde hoje se encontra a Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, que o erudito historiador e ensaísta desenvolve a sua primeira gestão. Voltará às mesmas funções mais tarde, em 1927.


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terça-feira, junho 11, 2013

Verbo Austero


FRANCISCO COSTA
prefácio de Fidelino de Figueiredo

capa de Martins Barata

Lisboa, 1925
Parceria Antonio Maria Pereira, Livraria Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
XVI págs. + 116 págs.
cartonagem editorial com a capa de brochura espelhada
exemplar em muito bom estado de conservação
20,00 eur

Conhecido, anos mais tarde, como romancista – «romancista católico», segundo ele próprio –, possibilitou-nos profissionalmente, enquanto director da Biblioteca Municipal de Sintra, o legado da «maior camiliana do mundo» [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998].


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