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sexta-feira, março 27, 2020

Rima Pobre



JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES

Lisboa, 1999
Editorial Presença
1.ª edição
210 mm x 140 mm
328 págs.
subtítulo: Poesia Portuguesa de Agora
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da extensão de um percurso de estudo acerca dos autores e aspectos mais operativos da poesia portuguesa do século XX, um trabalho de minúcia intelectual que o poeta Joaquim Manuel Magalhães já vinha registando nos seus dois anteriores livros, Os Dois Crepúsculos (1981) e Um Pouco da Morte (1989).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sábado, março 14, 2020

Livro de Artistas



AL BERTO | JOSÉ PEDRO CROFT
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE | ANA JOTTA*
ANTÓNIO OSÓRIO | PEDRO CABRITA REIS
FÁTIMA MALDONADO | PAULA REGO
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE | PEDRO CALAPEZ
JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES | RUI SANCHES
JOSÉ AMARO DIONÍSIO | EDUARDO BATARDA
MARIA GABRIELA LLANSOL | JULIÃO SARMENTO
NUNO JÚDICE | RUI CHAFES
colecção coord. Alexandre Melo e Margarida Lages
capa, paginação* e supervisão gráfica de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 1991
Comissariado Para a Europália 91
1.ª edição [única]
9 volumes (colecção completa)
bilingue português – francês
301 mm x 255 mm (estojo)
40 págs. + 44 págs. + 56 págs. (16 das quais em papel vegetal) + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs.
títulos individuais: [1] Canto do amigo morto; [2] Sumário*; [3] Inquirição; [4] Caça e persuasões; [5] Sobre o mar e a casa; [6] Sloten; [7] A sombra do sangue; [8] O raio sobre o lápis; [9] Uma sequência de Outubro
ilustrados
brochuras acondicionadas num elegante estojo artístico de fabrico recente
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de participações poéticas e pictóricas inéditas** levadas em representação de Portugal a Bruxelas, numa época em que, por parte dos governantes das nações europeias, havia algum interesse na cultura… Ou, pelo menos, havia basta liquidez financeira para transformar as culturas nacionais num amálgama transnacional ao serviço da captação de votos para os políticos.

* As ilustrações apresentadas por Ana Jotta, como solução gráfica para os poemas de António Franco Alexandre, nunca foram aprovadas por Paulo da Costa Domingos, responsável pelo figurino da colecção.
** Também António Franco Alexandre não levou a sério a sua resposta ao convite da Europália, preferindo não apresentar inéditos, com uma colheita avulsa na obra publicada.

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quarta-feira, fevereiro 05, 2020

Ruy Cinatti


JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES [org. e posf.]

Lisboa, 1986
Editorial Presença
1.ª edição
21 cm x 14 cm
320 págs. + 4 págs. em extra-texto
subtítulo: Antologia Poética
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Senhor, Eu Não Sou Digno», o “posfácio” de Joaquim Manuel Magalhães, é, afinal, um dos mais notáveis poemas do século XX português. Numa dúzia de páginas, em defesa e louvor de Cinatti, dá Manuel Magalhães (aos que se interessam pelos destinos da língua escrita) uma lição de medida e ritmo invulgares, sem que por um segundo nos distraia com chavões líricos ou estopa retórica.

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domingo, setembro 15, 2019

Obra Poética



RUY BELO
org. e posf. Joaquim Manuel Magalhães e Maria Jorge Vilar de Figueiredo (vol. 3)
capas de Saldanha Coutinho

Lisboa, 1981 e 1984 (vol. 3)
Editorial Presença, Lda.
1.ª edição
3 volumes (completo)
20,8 cm x 14 cm
248 págs. + 348 págs. + 496 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poeta (e ensaísta) Joaquim Manuel Magalhães evoca, em duas citações, a lúcida posição de Ruy Belo (1933-1978) perante a matéria comezinha, de pouca sabedoria, de quem julga um texto literário por padrões de legalidade linguística:
«E, na escola, o professor falará aos seus alunos [a propósito do poema] de sinónimos e fá-los-á construir orações e analisar regras gramaticais. Nessa altura, a palavra foi deslocada da sua missão original. Resta-lhe a possibilidade de ser purificada através da parábola ou da metáfora, ou da imagem, ou do símbolo. […]
A arte é precisamente passagem da quotidiana matéria da natureza, de afectos e ideias, a um estado poético de símbolo e de sonho.»

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terça-feira, dezembro 04, 2018

Um Toldo Vermelho [junto com] Galopam



JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES
grafismo de Vera Velez

s.l., 2014
s.i. [ed. Autor]
2.ª e 1.ª edições [edições privadas]
ilustrados
exemplares como novos
tiragens declaradas de 100 exemplares cada
RARO LOTE DE COLECÇÃO E ESTUDO
600,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de duas obras poéticas que o Autor não quis dar a conhecer através do mercado livreiro. Ambas resultado da depuração dos seus versos, num minimalismo rés ao osso frásico. Ou, como diz na nota final a Galopam: «[...] Nos mais recentes dois volumes, estabeleci um critério linguístico e apliquei-o em ambos de modo inteiramente igual. A vantagem reside em que todos os versos destes livros estão sujeitos a uma constrição fonética e morfológica absolutamente idêntica. A desvantagem talvez resulte num efeito de eco ou reiteração formal que comparece, de vez em quando, em ambos os livros. [...]»
Muitos fãs da escrita de Magalhães ficaram em estado de choque quando, em 2010, a 1.ª edição de Um Toldo Vermelho foi publicada. Ouviram-se e leram-se, então, as maiores iniquidades acerca do legítimo trabalho deste poeta, num coro passadista pela “obra perdida”, ou cuja antiga significação lhes fugia agora entre os dedos. Em 2014 (a vertente edição), somente para os escassos destinatários a quem Magalhães quis dirigir-se, esclarecia, também em nota de encerramento: «[...] Todos os volumes de poesia e suas sucessivas re-edições e alterações, desde Envelope (com António Palolo), 1974, até Um Toldo Vermelho, 1.ª ed., 2010, existem editorialmente. Sobre eles, a minha vontade, que os exclui e substitui, não conta senão como uma amostra do meu gosto pessoal em 2014. É provável que esse gosto venha a mudar com o tempo, embora isso pouco possa influir sobre o já publicado, a não ser como tema da minha relação com a minha obra. [...]»
Recentemente o poeta reuniu estes dois livros axiais, sob o título Para Comigo (Lisboa, 2018), após nova revisão, para o público consumidor em geral, mas sem as respectivas notas aqui brevemente citadas, o que lhes confere, afinal, um carácter de recado com destinatário.

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António Palolo


JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES
[capa e ilust. João B. (Botelho)]

s.l., 1978
A Regra do Jogo, Edições
1.ª edição
20,8 cm x 13,3 cm
4 págs. + 56 págs. + 1 cromo colado na portada
exemplar estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO POETA MANUEL CINTRA
rara peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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