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sábado, agosto 03, 2019

Primeiro Volume de Teatro



JOSÉ RÉGIO
capa de Julio [Maria dos Reis Pereira, ou Saúl Dias]

Porto, 1940
[ed. Autor]
1.ª edição
24 cm x 17,5 cm
168 págs.
subtítulos: Jacob e o Anjo – mistério em três actos, um prólogo e um epílogo. Três Máscaras – fantasia dramática em um acto. Post-Fácio
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
350,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Primeiro Volume de Teatro



JOSÉ RÉGIO
capa de Julio [Maria dos Reis Pereira, ou Saúl Dias]

Porto, 1940
[ed. Autor]
1.ª edição
24,5 cm x 18 cm
168 págs.
subtítulos: Jacob e o Anjo – mistério em três actos, um prólogo e um epílogo. Três Máscaras – fantasia dramática em um acto. Post-Fácio
impresso sobre papel superior avergoado
luxuosa encadernação autenticada na seixa inferior «Fersil – Porto» em meia-francesa com cantos em pele, remates da pele com filete em ouro, gravação e ouro na lombada
aparado somente à cabeça
conserva as capas de brochura e a lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Poemas de Deus e do Diabo




JOSÉ RÉGIO
capa de Júlio [Reis Pereira]

Coimbra, s.d. [1925]
«Lvmen» [tipografia]
1.ª edição
28 cm x 19,9 cm (estojo); 27,3 cm x 19 cm (capa); 24 cm x 16,2 (miolo)
90 págs.
composto manualmente, capitulares móveis
frontispício impresso a verde escuro
exemplar em bom estado de conservação, pequenos restauros na capa; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
brochura acondicionada num estojo próprio de fabrico recente, em tela impressa a negro
PEÇA DE COLECÇÃO
2.100,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Quando José Régio publica, em 1925, os Poemas de Deus e do Diabo, que antecediam, de dois anos, o aparecimento do primeiro número da presença, o seu livro vinha inserir-se, em contraste violento, num panorama literário de um modo geral dessorado e linfático: pelo menos no que respeitava àquela literatura que existia aos olhos do público. Os homens do Orpheu e da Renascença, ou se tinham extinguido, ou arrastavam uma esquecida existência de sombras inactuantes. [...]
[...] nas palavras impressivas de Torga [Traço de União, Coimbra, 1969], o que [...] vingava, era “uma poética velha, apegada ao sentimentalismo piegas, às rimas de almanaque, por vezes grandiloquente, e sempre banal e medíocre”. Um nacionalismo e um regionalismo estreitos, livrescos, poeirentos, a que apetecia responder como o fez Fernando Pessoa: “Amar a nossa terra não é gostar do nosso quintal. E isto de quintal também tem interpretações. O meu quintal em Lisboa está ao mesmo tempo em Lisboa, em Portugal e na Europa.” [...]
Tornava-se necessário reacender o fogo com um combustível mais duradouro e retirar de entre parêntesis os valores interrompidos do Orpheu e do Portugal Futurista, reintegrando-os no discurso normal da vida corrente. Essa tarefa ia caber aos jovens da presença, com Régio à frente. [...]» (Eugénio Lisboa, José Régio – Uma Literatura Viva, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, 2.ª ed., Lisboa, 1992)

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Literatura Livresca e Literatura Viva


JOSÉ RÉGIO
pref. Petrus [Pedro Veiga]

s.l., s.d.
presença – Documentos Literários – Portugal
«edição privada» [1.ª edição (em brochura, fora do mercado)]
25,3 cm x 18 cm
32 págs.
subtítulo: Manifesto Literário
composição manual em elzevir e elegantemente impresso sobre papel tipo-manteigueiro
cadernos não cosidos, apenas dobrados e encasados
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
tiragem declarada de 300 exemplares
PEÇA DE COLECÇÃO
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

O vertente texto-“manifesto” ocupa todo o n.º 9 (Coimbra, 9 de Fevereiro, 1928) da revista presença, a que o número seguinte do periódico vem acrescentar substância de modernidade por ser integralmente antológico de poetas. Segundo o antiquário-alfarrabista Manuel Ferreira (Biblioteca do Dr. Laureano de Barros, vol. I, Porto, Maio de 2010), a vertente edição recuperadora desse documento foi «[...] feita à revelia do autor [...]».

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Biografia



JOSÉ RÉGIO
capa e ilust. Júlio

Lisboa, s.d.
Portugália Editora
4.ª edição
21,9 cm x 14,9 cm
96 págs. + 6 folhas em extra-texto (ilust.)
subtítulo: Sonetos
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

sábado, maio 11, 2019

Há Mais Mundos



JOSÉ RÉGIO
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,3 cm
272 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, sublinhados na pág. 58
visto de leitura e posse do editor Agostinho Fernandes na pág. 264
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugénio Lisboa, no seu José Régio para a Livraria Tavares Martins (Porto, 1957), diz:
«[...] Da leitura cuidada da sua Obra já vasta [...] se desprende um nobre incitamento à independência do buscar; um convite a que recorra cada um às forças que lhe são próprias; o exemplo de uma coragem que arrostou sempre com a ameaça de uma solidão crescente; a provocação a um estado de tensão interior, de alerta permanente. E também um leal aviso: de esperar que uma crítica invergàvelmente livre e altiva acabe por gelar qualquer fervor menos crítico que aos pés nos venham depor [...].
Com Herculano e António Sérgio, José Régio ficará como um dos mais puros exemplos de independência crítica de que as nossas Letras possam orgulhar-se.»

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domingo, fevereiro 17, 2019

«as mais belas poesias da língua portuguesa» [colecção]






escolhidas por JOSÉ RÉGIO:
1. CAMÕES, os mais belos sonetos
2. BOCAGE, os mais belos sonetos
3. CRISFAL, a mais bela écloga portuguesa
4. RODRIGUES LOBO, as mais belas poesias
5. TROVADORESCAS, as mais belas poesias
6. TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA, as mais belas poesias
7. SÁ DE MIRANDA, as mais belas poesias
8. ANTÓNIO FERREIRA, as mais belas poesias
9. CANCIONEIRO GERAL DE GARCIA DE RESENDE, as mais belas poesias
10. DIOGO BERNARDES, as mais belas poesias
11. CAMÕES, as mais belas redondilhas
12. FREI AGOSTINHO DA CRUZ, as mais belas poesias
13. CAMÕES, as mais belas canções e odes
14. GONÇALVES DIAS, os mais belos cantos
15. GONGÓRICAS, as mais belas poesias
16. CASTRO ALVES, as mais belas poesias
17. OLAVO BILAC, as mais belas poesias
18. ANTERO, os mais belos sonetos
19. BERNARDIM RIBEIRO, as mais belas poesias

Lisboa, 1958 a 1967
Realizações Artis
1.ª edição
24,6 cm x 21,4 cm
[40 págs. + 40 págs. + 64 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 68 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 56 págs.] + 4 extra-textos em cada volume
19 volumes (completo)
ilustrações em heliogravura de João Abel Manta, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Rogério Ribeiro, Alice Jorge, Maria Keil e Sá Nogueira
capas impressas a duas cores e relevo seco
miolo impresso a preto e laranja sobre papel superior (semi-cartolina)
compostos manualmente
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
os volumes 2 e 16 são da tiragem especial numerada e assinada por José Régio, respectivamente n.º 71 e n.º 82
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa


JOSÉ RÉGIO

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
96 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do romantismo garrettiano ao modernismo de Mário de Sá-Carneiro e de Pessoa, este fundador da revista presença mostra um breve, mas notável, esforço de encontrar nexos e linhas de continuidade na produção poética de uma época de viragem cultural em toda a Europa.

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quarta-feira, abril 18, 2018

Poemas


REINALDO FERREIRA
pref. José Régio
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, s.d.
Portugália Editora
4.ª edição
201 mm x 138 mm
XX págs. + 200 págs.
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acrescenta ao que de Reinaldo Ferreira se conhecia um bom núcleo de poemas dispersos e o longo estudo de José Régio.

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sábado, janeiro 13, 2018

Fernando Pessoa e os do Seu Tempo nas Encruzilhadas do Mundo e do Tempo


FERNANDO PESSOA
et alii
org. e posf. Petrus

Porto, s.d.
Selecções “Périplo” [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição [conjunta]
20,3 cm x 13,3 cm
256 págs. + 1 encarte (folha 98-A)
subtítulos: Subsidio Para Outra Civilização – Escritos Públicos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante reunião de manifestos literários que definiram uma certa modernidade em Portugal. Inclui os seguintes documentos:
[1] Ultimatum, de Álvaro de Campos; [2] Manifesto Anti-Dantas, de Almada-Negreiros; [3] Sátira Académica, de Bernardo Marques; [4] Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX, e [5] 1.ª Conferência Futurista, ambos de Almada-Negreiros; [6] Sátira Literária – A Literatura Oficial Contempla o Orpheu; [7] Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, por Almada-Negreiros; [8] O Elogio da Loucura – Reportagem da 1.ª Conferência Futurista (A Capital); [9] A Ideia Futurista na Ribalta, de Almada-Negreiros; [10] Sátira Social – Monumento ao Drama Humano, de Arlindo Vicente; [11] Negreiros – Dantas, uma Página para a História da Literatura Nacional, por Francisco Levita; [12] Sátira Política, de Augusto Gomes; [13] Nós, de António Ferro; [14] Aviso por Causa da Moral, de Álvaro de Campos; [15] Manifesto, de Mário Coutinho, Celestino Gomes, Abel Almada e António Navarro; [16] Literatura Viva, e [17] Literatura Livresca e Literatura Viva, ambos de José Régio; [18] Cartaz, de Almada-Negreiros; [19] Presença da “presença” na Literatura e na Crítica do Nossso Tempo, de João Gaspar Simões e José Régio; [20] A Dissidência Presencista, de Adolfo Rocha, Edmundo Bettencourt e Branquinho da Fonseca; [21] Imagens do Movimento Presencista, de Edmundo de Bettencourt, Albano Nogueira e José Régio; [22] Apoteose ao Lirismo Provinciano; [23] Assuada ao Templo das Múmias; [24] Carta Aberta aos Imortais, e [25] Manifesto, ambos de Artur Augusto; [26] História Muda; [27] Fora o Neo-Classicismo; [28] Do Modernismo, de Armando de Basto; [29] Manifesto Resumo do Dimensionismo, e [30] Manifesto do 1.º Salão dos Independentes, ambos de António Pedro.

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terça-feira, setembro 12, 2017

As Canções de António Botto



ANTONIO BOTTO
posf. José Régio e Manuel Teixeira Gomes
[ilust. Eduardo Malta ?]

Lisboa, s.d. [1940, seg. BGUC]
s.e. [Tipografia Henrique Torres]
s.i.
18,9 cm x 12,2 cm
376 págs. (não numeradas) + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
é o n.º 142 da «tiragem especial e restrita, fora do mercado, rubricada e numerada pelo autor»
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reúne-se aqui não só toda a poesia de António Botto, mas ainda o livro Cartas que Me Foram Devolvidas, onde o poeta pungentemente se defende da chacota com que o país sempre o envergonhou:
«Tenho direito ás minhas ideias embora não tenha direito à minha vida. Das minhas Canções, da minha arte, muitissima coisa se tem dito! E eu ainda nem sequer tentei explicar publicamente este ou aquele pormenor erradamente comprehendido. Explical-os, – para quê? Os inferiores teem outro entendimento e falam outra linguagem... [...].»

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sexta-feira, agosto 25, 2017

Música Ligeira


JOSÉ RÉGIO
posf. Alberto de Serpa
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1970
Portugália Editora
1.ª edição
20,3 cm x 14,3 cm
116 págs.
exemplar como novo, por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do derradeiro e póstumo livro de versos de José Régio (1901-1969), edição cuidadosamente preparada pelo poeta e seu amigo Alberto de Serpa.

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segunda-feira, janeiro 16, 2017

Davam Grandes Passeios aos Domingos...


JOSÉ RÉGIO
capa e ilust. Lima de Freitas

Lisboa, s.d. [1962]
Editorial Inquérito, Lda.
2.ª edição (1.ª edição ilustrada)
16,8 cm x 12,4 cm
120 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 02, 2015

José Régio (O Último Coice)


AUGUSTO DIAS

Porto, 1970
Edições «Beira e Douro»
1.ª edição
20,7 cm x 14,6 cm
24 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura onde parcamente conseguimos entender o fundo da questão, e a questão parece ser a seguinte: um tal Carlos Passos, editor de uma tal revista Lusíada (1952-1960), assim como Óscar Lopes, terão dito mal de Régio. Coisa literária, nada mais. Augusto Dias (1915-1977), um abelhudo autorzeco de compêndios escolares e de elogios a Salazar e a Marcello Caetano, tomando as dores do poeta, tentou por seu turno, sem sucesso, a chance de ver publicado, na imprensa periódica, o seu protesto. Pelo que fez da coisa esta separata, que, segundo ele, «justifica-se porque o Dr. António Cruz não deixou sair o artigo no “Diário do Norte” e o poeta Alberto de Serpa, filho do Dr. Mário Esteves, não o quis publicar em “O Primeiro de Janeiro”.» Uma curiosidade, portanto, a vertente brochura, para a grande história da intriga à portuguesa.

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Fado


JOSÉ RÉGIO
ilust. Stuart Carvalhais

Lisboa, 1957
Portugália Editora
2.ª edição
21,7 cm x 15 cm
164 págs. + 6 folhas em extra-texto
exemplar da 1.ª variante de capa (o miolo em nada difere do da 2.ª variante de capa, nem no conteúdo literário, nem no suporte físico)
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de posse no canto superior direito do ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Chaga do Lado


JOSÉ RÉGIO

Lisboa, 1954
Portugália Editora
1.ª edição
22,6 cm x 17,3 cm
96 págs.
subtítulo: Sátiras e Epigramas
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Cinco Personalidades Literárias


ÓSCAR LOPES

Porto, s.d. [1961, seg. BNP]
Livraria Civilização
1.ª edição
20,2 cm x 11,3 cm
184 págs.
subtítulo: Jaime Cortesão – Aquilino Ribeiro – José Rodrigues Miguéis – José Régio – Miguel Torga
exemplar muito estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de cinco importantes ensaios anteriormente publicados avulso em periódicos.

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