quarta-feira, agosto 10, 2016

Madeira, a Epopeia Rural


J. [JOAQUIM] VIEIRA NATIVIDADE

Funchal, 1954
Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal
2.ª edição
21,5 cm x 15,5 cm
44 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência realizada pelo agrónomo e silvicultor Vieira Natividade (1899-1968) na Associação Industrial Portuense.

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Ilha de Gonçalo Velho


JAIME DE FIGUEIREDO (nasc. 1896)

Lisboa, 1954
C. de Oliveira, Limitada (Editores)
1.ª edição
21,6 cm x 15,4 cm
220 págs. + 16 págs. em extra-texto
subtítulo: Da Descoberta até ao Aeroporto!
ilustrado em separado, reproduções fotográficas impressas em rotogravura
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Instituição de Oiro



ANTONIO DA COSTA

Lisboa, 1878
Imprensa Nacional
1.ª edição
19,7 cm x 12,8 cm
40 págs.
subtítulo: Associação de Protecção e Instrucção do Sexo Feminino Funchalense
exemplar estimado, com pequena falha de papel na capa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da história da origem de uma associação de socorros mútuos não governamental para o sexo feminino na Madeira, que teve, na sua origem, em 1876, a vontade benemérita de Maria Helena Jervis de Atouguia e Almeida. A uma primeira fase de auxílio puro, logo ocorreu a ideia de ensino profissional («para evitar o mal futuro») das protegidas e mesmo da sua prole, ficando elas «[...] obrigadas a mandar ás escolas primarias as filhas ou menores, que [estivessem] debaixo de sua direcção, de seis a nove annos de idade; e á escola profissional da associação, dos nove aos doze annos, sob pena de perderem pelo espaço de dois mezes todos os direitos deb socias por cada mez que [deixassem] de cumprir esses preceitos. [...]» Mas o relato de António da Costa não fica pelo mero testemunho, pretende-se também exemplo instigador do engenho e da vontade das mulheres do continente, exortando-as a tomarem em suas mãos o seu próprio destino, porque – denuncia ele – dos 965:000$00 réis pelo Estado destinados à instrução pública, apenas uma pequena fatia de 72:000$00 réis tem por objectivo o sexo feminino, e apenas para a escola elementar!

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Poemêtos da Ilha


JAYME CAMARA

Funchal, 1929
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
23,1 cm x 16,8 cm
184 págs.
subtítulo: Insulares
exemplar estimado, restauros toscos na lombada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jaime Sanches Câmara (1881-1946) passou a sua vida na Madeira, onde trabalhou como ajudante de conservador do Registo Predial. Poeta e jornalista, mas também dramaturgo, era, na opinião dos seus contemporâneos, um homem de carácter inquieto e com um núcleo limitado de amigos; participou em tertúlias do restrito grupo Artistas Independentes (1918-1933), que se reunia no Café Golden Gate. (Fonte: Aprender Madeira, página electrónica)

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segunda-feira, agosto 08, 2016

Terra Fria



FERREIRA DE CASTRO

Lisboa, 1934
Editorial «Seculo»
1.ª edição
18,9 cm x 12,6 cm
352 págs.
encadernação de amador gravada a ouro na lombada
aparado, conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do Pórtico, redigido pelo autor:
«[...] É, especialmente, nas gentes que vivem entre cadeias de montanhas que vamos encontrar, de novo, o homem metido em si proprio, o homem que reduziu o enigma do infinito a uma simples crença, e a colocou ao canto da alma como um bordão, para se servir dela nos momentos de vicissitude ou quando a morte lhe bate á porta. Tradicionalista, página viva de antropologia, a sua atitude ante o mundo de hoje dir-se-á igual á dos seus maiores perante o mundo de ontem e de todos os dias que já se perderam no cinerario do tempo. Mas não é assim. Agora e logo, nêste raciocinio, naquela fala, no desenrolar das ambições e dos intentos, descobre-se a força da evolução que o vai penetrando, hoje um pouco,  amanhã mais, num trabalho lento de pua furando granito.
[...] Dir-se-á que encontramos, nesses homens, farrapos da vida de todos nós, que foram abandonados ao longo da inermina jornada, de geração para geração, de século para século, porque todos nós, um dia, teriamos sido assim. E surge, então, como que um sentimento de preterita fraternidade, que se projecta no presente, abrindo-se em compreensão e em amôr. [...]»

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O Instinto Supremo




FERREIRA DE CASTRO
ilustrações de Artur Bual

Lisboa, 1968
Guimarães Editores
1.ª edição
21,2 cm x 15,2 cm
368 págs. + 3 folhas em extra-texto (quadricromias)
na capa: Cândido Rondon
ilustrado
miolo impresso a três cores sobre papel superior, é um modelo tipográfico de elegância a ter em conta para a história da impressão; capa protegida com papel de cristal, gravuras protegidas com papel vegetal
exemplar como novo; miolo limpo parcialmente por abrir
com o ex-libris do Autor (carimbo) na última página
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

O marechal e explorador sertanejo Cândido Rondon, republicano e abolicionista, que viveu atravessando quase inteiro o século que teve início em 1865, é o grande inspirador do vertente romance de Ferreira de Castro. Oportunidade de desenhar um Brasil profundo, colado à fronteira com a Bolívia, terras que beneficiaram do paciente empenho do referido explorador em aí levar as comunicações telegráficas.
Quanto ao estilo literário daquele que foi o último livro escrito e publicado pelo autor, poderemos inseri-lo na caracterização que deste seu género de obras fazem António José Saraiva e Óscar Lopes, na História da Literatura Portuguesa (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989):
«[...] Ferreira de Castro, irredutível à novelística inspirada pela introspecção dos impulsos impremeditados, que entretanto ganhava o favor do público mais à moda, manteve e aperfeiçoou o tipo do romance de inquérito aos meios e problemas sociais, onde supre uma certa elementaridade psicológica e insegurança formal com a palpitação, que nos comunica, de algo de vivido. As afinidades deste género de ficção com um tipo superior de reportagem foram depreciativamente encaradas pela crítica psicologística, tornando-se opinião vulgar [...].»

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Sendas de Lirismo e de Amor



FERREIRA DE CASTRO
capa de [Roberto] Nobre

Lisboa, 1925
Edições Spartacus
1.ª milhar
19 cm x 12,2 cm
168 págs.
subtítulo: Novelas
composto manualmente
exemplar estimado, capa um pouco danificada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Numa editorial dirigida pelo anarco-sindicalista Campos Lima, é esta uma reunião das muitas novelas ligeiras que o Autor veio a espalhar por magazines como Civilização e ABC, ou breves colecções populares como Novelas Sucesso ou as Novelas & Contos da editora Delta. «Carta de Reabilitação», por exemplo, será uma das mais conhecidas, distribuída em 1929 como brinde de leitura da referida Civilização.

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A Peregrina do Mundo Novo


FERREIRA DE CASTRO
capa de Jorge Barradas

Lisboa, 1926
Edição do “ABC”
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
2 págs. + 152 págs. + 2 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, restauros na capa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Boca da Esfinge



FERREIRA DE CASTRO
EDUARDO FRIAS
capa de Bernardo Marques

Paris–Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1924
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição (em livro)
19,5 cm x 13,4 cm
176 págs.
variante da capa em verde e negro
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas de posse no ante-rosto e no rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Boca da Esfinge


FERREIRA DE CASTRO
EDUARDO FRIAS
capa de Bernardo Marques

Paris-Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1924
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição (em livro)
19,6 cm x 13,5 cm
176 págs.
variante da capa em amarelo e negro
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela inicialmente publicada em folhetins no jornal O Tempo, com início a 28 de Junho de 1922, aqui enriquecida por um texto, «A Legenda do Portico», em duas partes, assinadas respectivamente por Ferreira de Castro e por Eduardo Frias, ganhando a primeira com a importância do seu cariz autobiográfico.

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A Epopeia do Trabalho



FERREIRA DE CASTRO
desenhos de Roberto Nobre

Lisboa, 1926
Livraria Renascença – Joaquim Cardoso, Editor
2.ª edição [aliás, é o miolo da 1.ª edição com uma variante da capa original]
19 cm x 14,2 cm
144 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto com 21 desenhos de página inteira a negro
exemplar muito estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

O cólofon inscrito na penúltima página merece destaque, dada a sua ingenuidade:
«A Epopeia do Trabalho imprimiu-se na Imprensa Belesa, em Lisboa, no ano 26 do seculo 20, quando a sciência e o progresso iniciavam a libertação da humanidade.»
Não era verdade. A “ciência” e o “progresso”, de mãos dadas com o Estado corporativo, preparavam-se então para avançar sobre as liberdades fundamentais e deprimir a humanidade...

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Ferreira de Castro e o Amazonas


JUDITH NAVARRO
ilust. Martins da Costa

Porto, 1958
Livraria Civilização Editora
1.ª edição
18,8 cm x 12,5 cm
176 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, agosto 05, 2016

A Boa Conservação do Vinho


TOMÁS TAVARES DE SOUSA

Lisboa, 1949
Ministério da Economia – Direcção Geral dos Serviços Agrícolas
[1.ª edição]
20,3 cm x 14,2 cm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

É aqui tratado muito genericamente, mas com propriedade, todo o processo de envasilhamento, atesto, trasfega e engarrafamento do vinho após a sua obtenção nos lagares.

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Uva de Mesa


[JORGE] TRANCOSO VAZ

Lisboa, 1955
Livraria Luso-Espanhola, L.da
1.ª edição
16,1 cm x 12,7 cm
288 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
impresso sobre papel avergoado
colecção dirigida pelo engenheiro agrónomo Luís Quartin Graça
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, agosto 04, 2016

Sisal


JÚLIO CÉSAR MEDINA, eng. agrónomo

São Paulo (Brasil), 1954
Secretaria da Agricultura – Directoria de Publicidade Agrícola
1.ª edição
23 cm x 16,4 cm
290 págs. (1 das quais desdobrável) + 38 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto e em separado
exemplar manuseado mas aceitável, capa envelhecida; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante monografia agrícola, a que se juntaram duas cartas que traçam o percurso do vertente exemplar, a saber: uma delas, da Directoria de Publicidade Agrícola, datada de São Paulo, em Fevereiro de 1955, dá notícia do envio do livro para José da Costa Proença, morador em Lourenço Marques; a outra (cópia), da Companhia de Culturas de Angoche, datada de Outubro de 1963, solicita à Directoria a oferta de novo exemplar, dirigido aos directores da referida Companhia (moçambicana?), com endereço na Agava Trading Limited, na Suíça.

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Conservas de Frutas e Hortaliças


MARIA EMÍLIA ABREU SEMEDO
pref. Luís Quartin Graça
capa e ilust. Vasco Sam Payo

Lisboa, 1956
Campanha Nacional de Educação de Adultos
1.ª edição
16,4 cm x 11,6 cm
132 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado a negro no corpo do texto e a cor em separado
exemplar estimado, sem sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve conjunto de lições para as donas-de-casa aprenderem a não desperdiçar «a grande quantidade de fruta de refugo na maior parte perdida todos os anos» (do prefácio), promovendo «o valor alimentar e higiénico das compotas» (idem); curso que era ministrado pela engenheira agrónoma Maria Emília Abreu Semedo às filiadas da Mocidade Portuguesa nas escolas do professorado primário.

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quarta-feira, agosto 03, 2016

As Monjas de Semide


T. [TOMÁS]  LINO D’ASSUMPÇÃO

Coimbra, 1900
França Amado – Editor
1.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
268 págs.
subtítulo: Reconstituição do Viver Monastico
exemplar estimado, discreto restauro na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tomás Lino de Assunção (1844-1902), jornalista, historiador, dramaturgo, também Inspector-Geral da Bibliotecas e Arquivos, evidencia-se pelo seu espírito anticlerical, a traço grosso, como é de uso na propaganda dirigida ao vulgo.

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terça-feira, agosto 02, 2016

Le Port de Lourenço Marques


Lourenço Marques – Paris, 1931
Exposition Coloniale Internationale (Imprimerie Nationale)
[1.ª edição]
texto em francês
24,8 cm x 17,3 cm
28 págs. + 4 folhas em extra-texto (três das quais desdobráveis de grande formato)
subtítulo: Portugal – Colonie de Moçambique
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, julho 28, 2016

Gentio Branco


HUGO ROCHA
capa de Stuart de Carvalhais

Porto, 1943
Editôra Educação Nacional, L.da (Civilização, L.da)
1.ª edição
19,4 cm x 13,1 cm
296 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Hugo Rocha (1907-1993), escritor de vasta obra – especial relevo para as suas notas acerca da Galiza – e jornalista, tendo mesmo sido director de O Comércio do Porto.

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A Cal e a Fertilidade das Terras


M. [MAURICE] LENGLEN
trad. Luís Gama

Porto, Fevereiro de 1931
Edição da Enciclopédia da Vida Rural
[1.ª edição]
19,3 cm x 13,4 cm
40 págs.
ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve guia instrutivo destinado aos lavradores, mas também ao público em geral.
Uma passagem do texto:
«[...] As ervas, os fenos, as forragens, as palhas colhidas em terrenos pobres em cal, constituem, geralmente, uma inferior alimentação para os gados, porque lhes não podem dar cal nas proporções que lhes são indispensáveis. [...]»

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quarta-feira, julho 27, 2016

Da Vida e da Morte dos Bichos






HENRIQUE GALVÃO
TEODÓSIO CABRAL
ABEL PRATAS
capas de Vasco, Stuart, Güy Manuel e Moura

Lisboa, 1936, 1938, 1941, 1944 e 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição (I e II vols.), 1.ª edição (III, IV e V vols.)
5 volumes (completo)
24,4 cm x 17 cm
[256 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa a cor)] + 228 págs. + 240 págs. + 236 págs. + 256 págs.
subtítulos gerais: Subsídios para o estudo da fauna de Angola e notas de caça [I, II, III e IV]; Narrativas da caça grossa em África [V*]
subtítulos por volume: [I] Elefantes e rinocerontes; [II] O hipopótamo – A girafa – O Crocodilo – Os Javalis; [III] O lião; [IV] Búfalos, gorila, leopardos, antílopes, etc.
profusamente ilustrados
exemplares estimados, alguns restauros nas lombadas; no geral miolo limpo
acondicionados em estojo próprio de fabrico recente
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

É preciso sublinhar que o vertente “estudo” teve por fonte de “informação” animais mortos em safaris levados a cabo por colonizadores africanistas: os supracitados autores da obra. A profusão e a diversidade das espécies “estudadas” dá-nos uma pálida ideia, não da fauna que existia então em África, mas sim daquilo que caminhava a passos largos para a irremediável extinção. Por muito menos, ainda recentemente se viu o rei de Espanha obrigado a retirar-se para os bastidores.

* Este volume extra-série já só indica Henrique Galvão como autor.

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Revolução



HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
16,6 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa manchada e com pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Comédia dramática representada no Teatro Nacional Almeida Garrett no ano anterior à sua publicação em livro, numa época em que o oficial do exército Henrique Carlos da Malta Galvão não havia ainda – longe disso, antes pelo contrário – declarado guerra ao regime saído da ditadura implantada a 28 de Maio de 1926.

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O Velo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO
SILVA TAVARES
[maquettes de Eduardo Malta*]

Lisboa, 1936
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
2 págs. + 134 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de Silva Tavares
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação teatral do romance homónimo de Galvão.

* Os referidos esquiços do pintor Eduardo Malta não se encontram reproduzidos no livro.

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O Vélo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
Depositária Parceria António Maria Pereira
2.ª edição
17,1 cm x 13 cm
292 págs.
subtítulo: Romance Colonial
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, contracapa e últimas folhas com duas manchas de estearina; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o canhoto da Livraria, Papelaria, Tipografia e Encadernação Minerva Central de Lourenço Marques
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Castelos em África


ELAINE SANCEAU
trad. José Francisco dos Santos

Porto, 1961
Livraria Civilização
1.ª edição
22,1 cm x 15,1 cm
446 págs. + 18 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Historiadora inglesa radicada no Porto após 1930, especialista na área dos Descobrimentos, Elaine Sanceau (1896-1978) contribuiu largamente para a difusão e o conhecimento do papel mercantil, mas também científico, de Portugal no mundo durante o Renascimento.

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Os Portugueses em Marrocos


ELAINE SANCEAU
capa e ilust. António Lucena [pseud. António Quadros]

Porto, 1964
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
18,5 cm x 12,7 cm
220 págs.
ilustrado
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação, para a juventude, dos livros da autora D. Henrique, o Navegador e Castelos em África.

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Os Portugueses na Etiópia


ELAINE SANCEAU
capa e ilust. António Lucena [pseud. António Quadros]

Porto, 1961
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
18,4 cm x 12,8 cm
232 págs.
ilustrado
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação, para a juventude, do livro de Sanceau Em Demanda do Preste João, aqui com singelas ilustrações do pintor António Quadros.

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D. Henrique, o Navegador


ELAINE SANCEAU
trad. José Francisco dos Santos

Porto – Lisboa – Rio de Janeiro, 1942
Livraria Civilização – Editora / Casa do Livro / Livros de Portugal, L.da
1.ª edição
20 cm x 13,4 cm
482 págs. + 14 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Caminho da Índia



ELAINE SANCEAU
trad. António Álvaro Dória

Porto, 1948
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
22,1 cm x 15,2 cm
280 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, vagas manchas nas primeiras e últimas folhas
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Espelho Poliédrico


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS

Lisboa, 1972 (aliás, Janeiro de 1973)
Editorial Estúdios Cor, SARL
1.ª edição
20,4 cm x 12,5 cm
340 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco com sobrecapa a três cores directas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, sem qualquer sinal de quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas publicadas pelo autor nas páginas da imprensa periódica, a que juntou «uma ou duas [que] estavam inéditas».

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Um Homem Sorri à Morte com Meia Cara



JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,4 cm x 13 cm
156 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco
tratamento gráfico de uma foto do Autor na dupla página de abertura
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem da abertura:
«[...] Sim, foi para os hipocondríacos – os aterrados da doença, os obcecados do fim – que eu, sobretudo, escrevi estas páginas de jornal: para os que queiram saber como se reage num leito de hospital, quando a morte ronda. E talvez também para aqueles médicos a quem interesse saber como os vêem os seus doentes.
Procurei pintar um ambiente real: o dos hospitais duma grande metrópole moderna, onde a dor e a brutalidade, a doçura e o humor, e em particular a devoção de médicos e enfermeiras põem traços de tragédia e de epopeia, diante dos quais o caso pessoal se apaga e some. [...]»

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Um Homem Sorri à Morte – Com Meia Cara


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Manuel Correia

Lisboa, 1965
Editorial Estúdios Cor, Lda.
2.ª edição
18,5 cm x 12 cm
128 págs.
exemplar estimado, sem qualquer quebra na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Uma Aventura Inquietante


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
19,3 cm x 14,9 cm
324 págs.
exemplar como novo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Das notáveis notas finais do Autor:
«[...] Não tencionava reformar o mundo nem sublevar as almas. Queria, a par disso, e fugindo às tintas sombrias da Páscoa [Feliz], fazer a sátira do burguês solitário, comodista e misógino (que dormita no fundo de tantos homens), procurando levá-lo a tirar-se das dificuldades e contradições do seu carácter específico, sem o aniquilar. É sempre este “burguês” que eu persigo implacàvelmente, com riso e simpatia, através das minhas Reflexões.
Mordeu-me, desde logo, um escrúpulo: Eu era um universitário classificado, ex-bolseiro lá fora, de pedagogias e psicologias, orador conhecido, colaborador de revistas de doutrina e crítica, homem de “ideias” convicto, desinteressado e sem temor, ungido de renúncia, impermeável às tentações do Baal, e como tal condenado a subir risonhamente o meu calvário, para edificação e gozo da plateia. Um mártir em perspectiva, digamos. E além disso, uma promessa literária.
Como podia eu oxidar uma tão bela reputação de homem grave e responsável, com planos de reforma e salvação nos bolsos, voluntário da auto-imolação indispensável à tranquilidade geral das consciências, – rebaixando-me a escrever uma novela de imaginação sem qualquer “mensagem” visível, sem programa nem panfleto, e ainda por cima com um Fim Feliz?... Na nossa sociedade não pode haver um Fim Feliz, nem mesmo para um burguês da raça de Zacarias.
Não haveria nisso uma quase traição ou deserção, o renegar duma vida, duma vocação, duma responsabilidade? uma fatal contradição comigo mesmo e com os meus leitores? Iria eu, também, lançar ópio nos miolos das gentes, servir-lhes gato por lebre? cooperar na Grande Burla?... Cavar enfim a minha própria ruína, e atrasar o relógio da História por sete­centos escudos, um prato de lentilhas?...
Não era, decerto, uma novela policial ou de amor que esperavam de mim a meia dúzia de leitores sequiosos de mais intensos estímulos intelectuais. [...]»

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domingo, julho 24, 2016

Os Novos Messias


LUÍS CEBOLA

Lisboa, 1945
Edição da Emprêsa Nacional de Publicidade
1.ª edição
19,2 cm x 13,5 cm
212 págs.
subtítulo: Análise Psicopatológica de Hitler e Mussolini
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma significativa passagem do texto:
«[...] Que faltava, porém?
A vontade inquebrantável de um homem que se apaixonasse loucamente pela Idéia concebida e a prègasse com energia e sedução às massas populares, prometendo-lhes a certeza das suas reivindicações e aos religiosos o respeito pelas suas crenças.
Entretanto, o verbo anónimo, anunciando a vinda do Messias, irradiava, alastrava por tôdas as camadas sociais, galgava as fronteiras, corria sôbre as ondas dos mares, abalava os continentes, ultrapassava as montanhas e, aninhando-se nos corações desalentados, assegurava-lhes as próximas bem-aventuranças, de essência divina: e logo os fracos se tornaram fortes e os pusilânimes, corajosos.
Os magnates das indústrias de guerra transbordavam de entusiasmo, antevendo a chegada do Messias. [...]»

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Portugal Militar


CARLOS SELVAGEM

Lisboa, 1931
Imprensa Nacional
1.ª edição
24,3 cm x 16,8 cm
XL págs. + 688 págs.
subtítulo: Compêndio de História Militar e Naval de Portugal desde as origens do Estado Portucalense até ao fim da dinastia de Bragança
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma obra de militária, nascida «[...] da necessidade instante de fornecer às gerações novas de oficiais um compêndio de estudo que abrangesse na mesma clara síntese a visão panorâmica do génio militar dos portugueses, quer no tipo tradicional das suas instituïções orgânicas, quer na história integral da sua actividade combativa [...]» O seu autor, o capitão de cavalaria Carlos Tavares de Andrade Afonso dos Santos (1890-1973), que o mundo literário conheceu sob o pseudónimo Carlos Selvagem, notabilizou-se como dramaturgo.

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Desvio da Agulha Magnetica a Bordo



J. [JOÃO] C. [CARLOS] DE BRITO CAPELLO

Lisboa, 1867
Imprensa Nacional
1.ª edição
23 cm x 16 cm
300 págs. + 9 desdobráveis (grande formato)
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação antiga em meia-francesa gravada a ouro na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brito Capelo (1831-1901), irmão do explorador africano Hermenegildo Capelo, foi oficial da Marinha, tendo-se destacado como engenheiro hidrográfico e meteorologista. Os seus estudos acerca do campo magnético da Terra são reconhecidos como pioneiros.

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sexta-feira, julho 22, 2016

Sol Nascente – Quinzenário de ciência, arte e crítica



Porto, 30 de Janeiro de 1937 a 15 de Abril de 1940
dir. Carlos F. Barroso
ed. e proprietário Dilermando Marinho
43 números*
34 cm x 25,5 cm (estojo)
[41 x 16 págs.] + 24 págs. (n.º duplo 43-44)
exemplares muito estimados; miolo limpo
fascículos acondicionados num moderno estojo próprio em tela preta com o título impresso na tampa
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico de oposição ao Estado Novo, vastamente colaborado, entre muitos outros, por escritores e artistas plásticos como Abel Salazar, Castelo Branco Chaves, Agostinho da Silva, Dórdio Gomes, Dominguez Alvarez, Afonso Ribeiro, Adolfo Casais Monteiro, Alberto de Serpa, Vicente Campinas, Mário Dionísio, João Pedro de Andrade, João Falco (Irene Lisboa), José Régio, Jorge Barradas, João José Cochofel, Fernando Namora, Mário Sacramento, Alves Redol, Dias Lourenço, Ruy Luís Gomes, Fernando Piteira Santos, Álvaro Cunhal, Manuel da Fonseca, etc. Tendo começado com alguns intelectuais ligados aos ideários republicano e presencista, acaba por, num violento confronto verbal entre as partes em disputa, deixar emergir um tom de combate revolucionário afecto ao neo-realismo e ao Partido Comunista, que, dentro do possível cavalgando a triagem da censura oficial, se estenderá até ao fecho da publicação.

* Com falta dos números 3 e 38.

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Lélé, Lili e Lulu


AUGUSTO DA COSTA
capa de Raúl Faria da Fonseca

Lisboa, 1942
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19,8 cm x 13 cm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As “Inocentes”


AUGUSTO DA COSTA
capa de Maria Vasconcellos

Lisboa, 1941
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,1 cm x 13,3 cm
260 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA TOCANTE DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «AO SR. JULIO SANTOS, ZELOSO EMPREGADO DA PARCERIA ANTÓNIO MARIA PEREIRA»
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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