domingo, abril 26, 2015

Desporto Rei



ROMEU CORREIA
capa de Cambraia

Lisboa, 1955
Livraria Clássica Editora de A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição
19 cm x 12,4 cm
320 págs.
exemplar muito estimado, contracapa suja; miolo irrepreensível, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em sua defesa escreveu o poeta José Blanc de Portugal, na revista Flama, em Janeiro de 1965: «[...] O problema técnico do neo-realismo português era este: os mais adestrados literariamente pouco ou nada sabiam do povo; adivinhavam-lhe as dores e ignoravam-lhe as alegrias e, sobretudo, a cultura. [...] Romeu Correia [...] foi a primeira grande prova, para mim, de que a literatura estava de facto não já a encontrar o povo mas a exprimir-se como povo. [...]» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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Casaco de Fogo


ROMEU CORREIA

Algés – Lisboa, s.d. [1956]
Orion, Editorial-Distribuidora
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
132 págs.
subtítulo: Comédia em 3 actos
exemplar manuseado mas aceitável, capa marcada por mancha de café; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça que havia sido levada ao palco do Teatro Nacional de D. Maria II em Dezembro de 1953, protagonizada por intérpretes como Carmen Dolores, Aura Abranches, Lourdes Norberto e Jacinto Ramos, entre outros. O grande Armando Ferreira assinou na altura um rasgado elogio, a saber: «[...] Esse 3.º acto, na boa esteira das obras de [Arthur] Miller, de Salacrou, e outros autores modernos em que o espectador é levado a visionar os pensamentos da protagonista juntamente com ela, marca o primeiro passo, e bem ousado, dos nossos autores portugueses para se incorporarem no teatro da sua época.»

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O Vagabundo das Mãos de Oiro




ROMEU CORREIA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
2.ª edição
16,5 cm x 11,1 cm
168 págs.
corte carminado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Maria Odete dos Santos
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

«O Vagabundo das Mãos de Oiro é uma farsa inspirada nos romances de cordel que os mendigos vendem nas feiras e romarias. Toda esta representação teatral é, portanto, caricatura, cor e poesia ingénua. [...]» (da nota introdutória do autor).
Texto levado à cena, na altura, no Teatro Experimental do Porto, com encenação de João Guedes e cenário e figurinos desenhados pelo pintor Ângelo de Sousa.

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Os Tanoeiros



ROMEU CORREIA
capa de H. Mourato

Lisboa, 1976
Parceria A. M. Pereira, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,4 cm
272 págs.
subtítulo: Nova versão de Gandaia
exemplar estimado, capa ligeiramente gasta; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revisão de um romance escrito em 1952, é Romeu Correia celebrado pelo ensaísta Mário Sacramento nestes termos (da contracapa):
«Tendo ensaiado os primeiros passos nos tablados populares da nossa primeira região industrial – a margem sul do Tejo –, Romeu Correia conseguiu exprimir os conflitos sociais integrando-os no que há de ritual poético no melhor teatro. (...) A concretização social, muito clara e íntima e densa, vivamente dialogada naquele plano da linguagem em que o imediato e o mediato se fundem como recriação plástica da semântica popular, contracena com o realismo mágico primitivo através de uma sucessão de símbolos que opõe ao feiticismo herdado a renovação que as estruturas modernas conduzem a um devir.»

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Jangada


ROMEU CORREIA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1962
Portugália Editora
1.ª edição
16,6 cm x 11 cm
160 págs.
corte carminado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória do Autor à actriz Hermínia Tojal
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Das primeiras linhas da sinopse:
«Esta farsa é o derradeiro conflito de uma família pequeno-burguesa, vítima de preconceitos de classe que não lhe diziam respeito e da solidão do lugar onde sempre permanecera. [...]»

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Bocage



ROMEU CORREIA
capa do pintor Rocha de Sousa

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia
1.ª edição
18,1 cm x 11,4 cm
164 págs.
subtítulo: Crónica Dramática e Grotesca em Duas Partes e um Prólogo
é o n.º 2 da prestigiada Colecção Vária
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sábado Sem Sol


ROMEU CORREIA
capa de Margarida Carpinteiro

Cacilhas, 1975
Edição do Autor
2.ª edição (refundida)
19,5 cm x 15 cm
124 págs.
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição do primeiro livro de contos de Romeu Correia (1917-1996), datado de 1947, mas logo apreendido pelas polícias do regime fascista.

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sexta-feira, abril 24, 2015

Informar ou Depender?


FRANCISCO C. P. [PINTO] BALSEMÃO
capa de César Granadeiro

Lisboa, 1971
Edições Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
332 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse na última página
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] co-autor, com Francisco Sá Carneiro, de um projecto de lei de Imprensa que a Assembleia Nacional em breve discutirá – aborda neste livro as grandezas e as servidões da Informação.
Poderão os jornais, a rádio, a TV cumprir a sua missão numa sociedade onde imperam a tecnologia e a força dos grandes grupos de pressão? Conseguirão os “mass media” ser independentes do poder político e do poder económico? Que papel desempenhará, nesta matéria, uma lei de Imprensa em Portugal? [...]»
A resposta honesta a estas perguntas foi perdendo qualquer sentido, nos últimos quarenta anos, em que o próprio conceito de missão informativa, mesmo e sobretudo sob os fastos da democracia, veio a acentuar tratar-se de imprensa ao serviço de uma classe social, ávida de lucros, que escolhe aquilo que ela própria necessita de que a populaça em geral seja notificada. No fundo, a comunicação de massas funciona apenas como cão e pastor de um rebanho tresmalhado. Desde que a humanidade tomou consciência da força dos instrumentos por si criados, a tecnologia nunca foi mais do que uma extensão do poder vigente. Aquilo de que este livro trata, é da necessidade de regulação da avidez interpares: na política como na economia, na cultura como na ciência, no lazer como na propaganda. Por exemplo, as altamente rentáveis revistas ditas cor-de-rosa acumulam a um só tempo a alienação do que verdadeiramente deveria preocupar os súbditos de uma classe que se faz fotografar e promove mexericos, alienação essa de humilhante cariz pacóvio e basbaque dos pobres ante os luxos espaventosos e as festarolas dos ricos. Até o lixo moral rende dinheiro aos balsemões deste mundo!

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Informar ou Depender?



FRANCISCO C. P. BALSEMÃO
capa de César Granadeiro

Lisboa, 1971
Edições Ática, S.A.R.L.
1.ª edição
22,5 cm x 14,7 cm
332 págs.
exemplar estimado; miolo com sublinhados e rubricas marginais manuscritas nas págs. 54, 56, 58 e 59
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, abril 19, 2015

A Traição de Gomes Freire



A. [ALBINO] NEVES DA COSTA
capa de Antonio Lima

Lisboa, 1935 [aliás, 1936]
Sociedade Astória, Limitada
1.ª edição
1.º volume (único publicado)
22,3 cm x 14,3 cm
XVI págs. + 528 págs. + 8 folhas em extra-texto
exemplar estimado, com no bordo superior da lombada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura que Neves da Costa dirige a «amigos e adversários»:
«[...] Trata-se de uma figura escolhida [refere-se ao general Gomes Freire de Andrade (1757-1817)] para símbolo duma ideologia e tomado como referência de um método.
A ideologia é o liberalismo, a doutrina de todas as correntes anarquizantes; o método é o sigilo mentiroso e desleal de todas as seitas. [...]»
Neves da Costa estriba-se no exemplo intelectual e na «intuição histórica» de anti-semitas como António Sardinha e Rodrigues Cavalheiro, e vai mais longe: para si, Gomes Freire, arregimentador da Legião Portuguesa que se bateu ao lado do expansionismo bélico de Napoleão Bonaparte, Gomes Freire, inspirado e ao serviço da maçonaria judaica, «fica definitiva, embora duramente classificado de – traidor, incompetente e cobarde. [...]»

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sexta-feira, abril 17, 2015

Juizo Critico sobre os Actos da Administração Finda com a Morte de S. M. a Senhora D. Maria II, que Deos haja



J. [JOÃO] M. [MOUZINHO] DE ALBUQUERQUE

Lisboa, 1854
Na Typographia de M. de J. Coelho
1.ª edição
23 cm x 15,7 cm
24 págs.
acabamento com uma laçada em fio
exemplar estimado, com restauros pontuais ao longo do bordo exterior da capa; miolo limpo, papel fresco e sonante
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

João Mouzinho de Albuquerque (1797-1881) foi moço fidalgo da Casa Real, bacharel em Direito pela Universidade de Coimbra em 1820, provedor da Casa da Moeda e administrador da Casa de Bragança. Muito brevemente avalia ele um reinado de intrigas constantes – o da filha de D. Pedro IV, entre 1834 e 1853 –, cuja governação ficou marcada pela tentativa de pôr alguma ordem num país devastado pela guerra civil fomentada por partidários quer da Constituição de 1822, quer da Carta de 1826, quer da Constituição de 1838, quer do absolutismo de D. Miguel. Tarefa acrescidamente difícil, se se tiver em conta o gravíssimo estado das finanças públicas, com uma dívida ruinosa que nunca parou de crescer.

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D. Maria II (A Rainha e a Mulher)


ESTER DE LEMOS
capitulares e vinhetas de Júlio Gil

Lisboa, 1954
Fundação da Casa de Bragança
1.ª edição
26,1 cm x 19,7 cm
20 págs. + 216 págs. + 18 folhas em extra-texto
subtítulo: No Centenário da Sua Morte
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Biografia de Maria da Glória Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Isidora Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança (1819-1853), que, tendo começado a reinar em 1826, só teve um papel determinante após o conturbado período das guerras civis que puseram em confronto liberais e absolutistas. Não terá sido de somenos a influência do seu segundo marido, D. Fernando II de Saxe-Coburgo-Gotha, um alemão, e artista, que trouxe à corte uma lufada de inteligência civilizadora.

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quarta-feira, abril 15, 2015

Breve Tratado de Não-Versificação



CARLOS QUEIROZ

Lisboa, 1948
edição do Autor
1.ª edição
17,4 cm x 13,3 cm
80 págs.
composto manualmente em elzevir
exemplar estimado, pequenos golpes na capa; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor que nos legou apenas dois livros de versos e alguma colaboração dispersa por revistas como, por exemplo, a presença, foi nos anos 40, com o pintor Bernardo Marques, director da Panorama e da Litoral. A sua irmã, Ofélia Queiroz, não pode deixar de ser aqui referida dada a ponte de amizade que estabelece entre o poeta seu irmão e Fernando Pessoa. Escritor do regime então dominante, premiado pelo Secretariado de Propaganda Nacional, teve de António Ferro mais do que mero apoio ao ser-lhe por este confiada a direcção da Panorama.
David Mourão-Ferreira teve sempre em alta estima o vertente livro (vd. «Para uma “arrumação” da poesia portuguesa dos anos 40», in Os Anos 40 na Arte Portuguesa, vol. 6, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1982):
«[...] E se, finalmente, me pedissem [...] um único trecho [...] que melhor sintetizasse o que o mesmo decénio teve de menos positivo, creio que também aí não hesitaria. Iria buscá-lo a este texto do Breve Tratado de Não-Versificação, onde Carlos Queiroz, apenas em oito curtos versos, lapidarmente verberou os pendores de certo populismo e de certo “caravelismo” que de facto constituíram, em pólos opostos, os piores escolhos, os rochedos de Scylla e Caribdes da poesia dos anos Quarenta:
“Preceito bom
De aconselhar
A quem é novo
E sente o dom
Que faz cantar:
– Não especular
Nem com o mar
Nem com o povo.”»

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Dispersos



AUGUSTO VIEIRA DA SILVA

Lisboa, 1954, 1960 e 1982
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição (vols. I e II), 2.ª edição (vol. III)
3 volumes (completo)
21,8 cm x 16 cm
[464 págs. + 44 págs. em extra-texto + 9 desdobráveis em extra-texto] + [408 págs. + II págs. em extra-texto + 14 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto] + [392 págs. + 21 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto]
ilustrados no corpo do texto e em separado
exemplares estimados; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto do vol. I
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Augusto Vieira da Silva (1869-1951), engenheiro e olisipógrafo, a ele – do muito que Lisboa dele mereceu – deve-se-lhe a proposta de numeração das ruas. Orlando Ribeiro, ao caracterizar o seu trabalho confere-lhe o mérito de, sendo Vieira da Silva seguidor de Júlio de Castilho, ter ido mais longe, nomeadamente no tratamento científico das informações colhidas no terreno.

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terça-feira, abril 14, 2015

Memoria sobre as Fortificações de Lisboa


SÁ DA BANDEIRA, marquês e general

Lisboa, 1866
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
10 págs. + 116 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo (1795-1876), «[...] Visconde e primeiro Barão de Sá da Bandeira, Par do Reino, Moço Fidalgo da Casa Real por alvará de 21 de Agosto de 1823; Commendador da Ordem da Torre e Espada, condecorado com a Cruz de quatro campanhas da guerra peninsular, Grão‑Cruz das Ordens de Isabel a Catholica de Hespanha, de Leopoldo da Belgica, e do Salvador da Grecia, Grande Official da Legião de Honra de França: Ministro d’Estado Honorario, e actualmente [1858] dos Negocios da Marinha e Ultramar; Marechal de Campo; Director da Eschola do Exercito; e Presidente do Conselho Ultramarino, Socio da Acad. R. das Sc. [Academia Real das Ciências] de Lisboa etc. [...]
Foi posteriormente agraciado com o titulo de Marquez de Sá da Bandeira. É Conselheiro d’Estado effectivo, primeiro Ajudante de campo d’ElRei, e General de divisão promovido ainda com a denominação de Tenente‑general em 21 de Septembro de 1857. Além das condecorações honorificas já mencionadas, tem as Gran‑cruzes da Ordem de Francisco José de Austria, S. Gregorio Magno de Roma, da Rosa do Brasil, e de S. Mauricio e S. Lazaro da Italia; e a medalha n.º 9 das Campanhas da Liberdade. [...]
Neste livro, que contém mais do que o titulo inculca, acham‑se entre outras especies historicas e relativas ao assumpto, umas Observações sobre o estado do exercito portuguez, e vicissitudes por que tem passado desde 1807 [...].» (Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomos I e VIII, Imprensa Nacional, Lisboa, 1858 e 1867)

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XVI Cantares de Amor e Mal-Dizer


ALBERTO DE VELASCO Y MÉRA

Lisboa, 1935
Vendido pelo Autor
1.ª edição
15,5 cm x 10,2 cm
24 págs.
subtítulo: Compostos para Entreter o Povo da Mui Nobre e Leal Cidade Olisiponense por Alberto de Velasco y Méra que foi nascido em Lisboa – Livro de cordel – Impresso na Cidade creada por Obra e Graça de Gustavo Mattos Sequeira
acabamento com laçada de cisal
composto manualmente e impresso sobre papel dito manteigueiro
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Os cantares do povo / Foram creados para / Bandeirolas de / Rosas das / Alegres noites dos / Santinhos de Portugal: / E reunidos em / Livrinho de Cordel / Por muito agrado / Do mesmo povo / Da Lisboa Antiga.» – Palavras do autor, de quem pouco ou nada se sabe para além da sua ligação a Colares.

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A Consciencia e o Livre Arbitrio


MIGUEL BOMBARDA

Lisboa, 1902
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
2.ª edição
24 cm x 15,5 cm
XXIV págs. + 364 págs.
subtítulo: Estudos Biologicos
ilustrado
encadernação recente de amador inteira em tela com a capa de brochura espelhada na pasta anterior
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, pequenos restauros nas duas primeiras folhas
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Miguel Augusto Bombarda (1851-1910), clínico cirurgião e psiquiatra pioneiro, director do Hospital de Rilhafoles, maçon republicano anticlerical reconhecido entre os seus, foi vítima de assassinato político em vésperas da queda da monarquia. A publicação, em 1898, da edição original do vertente livro causou grande polémica com o jesuíta Manuel Fernandes Santana, de que o Prefácio a esta edição dá notícia.

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segunda-feira, abril 13, 2015

Paz Bemdita


ANTÓNIO DE OLIVEIRA

Bragança, 1914
Tip. Adriano Rodrigues
1.ª edição
23,2 cm x 17,2 cm
16 págs.
subtítulo: Peça-poema sôbre episódios da guerra actual
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, pequenas esfoladelas na capa; miolo limpo, por abrir
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do frontispício:
«Peça-poema em 1 acto e três quadros representada pela primeira vez por um grupo de sargentos da guarnição de Bragança na noite de 25 de Dezembro de 1914, em benefício da Sociedade Portuguesa da Cruz Vermelha».

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domingo, abril 12, 2015

Recordações da Scena e de Fóra da Scena



AUGUSTO ROSA
pref. Affonso Lopes Vieira
ilust. Teixeira Lopes, Rafael Bordalo Pinheiro, Simões de Almeida, Columbano, et alli

Lisboa, 1915
Livraria Ferreira
1.ª edição
21,4 cm x 17,4 cm
4 págs. + 368 págs. + 26 folhas em extra-texto (embora constem apenas dezanove no respectivo índice)
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
capa impressa sobre papel vegetal
encadernação luxuosa em meia-francesa com gravação a ouro particularmente elegante na lombada
não aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da carta-prefácio de Afonso Lopes Vieira:
«[...] Os homens de espirito usam todos contar suas memorias; e em quantas conversas de serão se desperdiçam paginas de genio! [...] Mas outra cousa é contá-las escrevendo-as, para que a evocação demore, e a anedota se volva em documento, e o conto atinja, sem o criador, honras da mais viva historia. [...]»

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Recordações da Scena e de Fóra da Scena



AUGUSTO ROSA
pref. Affonso Lopes Vieira
ilust. Teixeira Lopes, Rafael Bordalo Pinheiro, Simões de Almeida, Columbano, et alli

Lisboa, 1915
Livraria Ferreira
1.ª edição
20,9 cm x 16,5 cm
4 págs. + 368 págs. + 26 folhas em extra-texto (embora constem apenas dezanove no respectivo índice)
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior avergoado
capa impressa sobre papel vegetal
exemplar estimado, capa restaurada; miolo limpo, as páginas em contacto com as folhas das gravuras apresentam-se aciduladas
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Piadas de Gente de Teatro


A. VICTOR MACHADO
capa e ilust. Alfredo Moraes

Lisboa, 1934
Emprêsa Literária Universal
1.ª edição
19,5 cm x 14 cm
112 págs.
subtítulo: De Escritores, Maéstros, Cenógrafos, Actrizes[,] Actores e Coristas
exemplar manuseado mas aceitável, sóbrio restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Fugida para o Egipto


GERVÁSIO LIMA
capa de Didier

Angra do Heroismo, 1934
Tipografia Andrade
1.ª edição
25,4 cm x 19,2 cm
16 págs.
subtítulos: Conto de Natal – Conto para crianças baseado em lendas e tradições açoreanas – Conto tradicional açoreano
acabamento com laçada de linha
exemplar estimado; miolo limpo
carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa na capa e na pág. 10
dedicatória de oferta à mesma Sociedade manuscrita por Raimundo Belo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor açoreano que, durante a primeira metade do século XX, dirigiu vários periódicos insulares como O Imparcial ou O Democrata. A sua vasta obra literária estende-se por todos os géneros, em que a historiografia, não sendo de rigor factual – na linha popular de um Rocha Martins –, é posta ao serviço do louvor heróico e mitificado de uma pátria local. Julga-se que, nos anos de ímpeto republicano, ter-se-á ligado à Maçonaria.

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sexta-feira, abril 10, 2015

Thesouro dos Curiosos


M. DIAS DA SILVA

Coimbra, 1882
Imprensa Litteraria (Editor – Gregorio Martins Malato, Portalegre)
1.ª edição
20,5 cm x 13,5 cm
264 págs.
subtítulo: Novissima Collecção de Receitas e Conhecimentos Uteis de Uso Domestico, Artistico, Industrial e Recreativo
exemplar estimado, capa suja e com falhas de papel; miolo limpo
assinatura de posse na capa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Organizado sob a forma de curioso dicionário.

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quarta-feira, abril 08, 2015

Coplas que grandes músicos e poetas populares escreveram para o espectáculo Portugal Anos 40


aa.vv.

Lisboa, 1982
Tipografia Minerva do Comércio [Teatro Experimental de Cascais]
1.ª edição («1.º e 2.º milhares»)
20,6 cm x 14,6 cm
12 págs.
subtítulo: Estreado nos átrios da Fundação Calouste Gulbenkian em 16 de Abril de 1982 para dar testemunho do que nos referidos anos ocorreu e dar uma mãozinha à Exposição da Arte Portuguesa dos ditos anos aberta na galeria que fica ao lado
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
peça de colecção
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tal como diz o subtítulo, tratava-se de um complemento à exposição patente na Fundação Calouste Gulbenkian e respectivos colóquios. Para além de ser uma interessante compilação de versos que serviram a várias revistas teatrais nos anos 40, também reúne os versos das Canções Heróicas de Fernando Lopes-Graça, da autoria de José Gomes Ferreira e Mário Dionísio. A ideia dramática deveu-se ao poeta e actor Carlos Wallenstein, com texto de Luiz Francisco Rebelo e encenação de Carlos Avilez.

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Pavilhão da Colonização na Exposição do Mundo Português


JÚLIO CAYOLLA

Lisboa, s.d. [1940]
Bertrand (Irmãos), L.da
[1.ª edição]
18,2 cm x 13,3 cm
28 págs.
subtítulo: Exposição Histórica do Mundo Português – Algumas notas sobre o Pavilhão da Colonização
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de projecto e roteiro das salas de exposição.

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Jogos Florais do Ano X – Emissora Nacional


aa.vv.

Lisboa, 1936
Livraria Popular – Francisco Franco
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
338 págs.
subtítulo: Recolha das Produções Classificadas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reportando-se à celebração do primeiro decénio de instauração da ditadura em Portugal – a dita Revolução Nacional –, entre os diversos eventos programados coube à Emissora Nacional, dirigida por Henrique Galvão, o papel de instituir e regular o vertente concurso aberto a literatos patriotas de pedra e cal. «Concorreram aos jogos 1400 escritores de tôdas as províncias do Império. Um dos prémios foi atribuído a um colono de Angola. Outro foi ganho por um escritor de Nova Gôa. [...]»  Palavras, estas, de Henrique Galvão, que passou a vez a Águedo de Oliveira: «Os Césares deram pão ao povo, também lhe deram espectáculos – porque ambas as coisas a plebe reclamava, que o alimento sem alegria não mitiga e a humanidade não vive apenas de pão... [...]»
Entre os nomes coligidos no volume, desde logo são de destacar Azinhal Abelho, Alice Ogando, Luís Chaves, Augusto de Santa Rita, Tomás Vieira da Cruz, António José Saraiva, Avelino de Sousa, Armando Neves, etc.

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Jogos Florais do Ano X – Emissora Nacional


aa.vv.

Lisboa, 1936
Livraria Popular – Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
338 págs.
subtítulo: Recolha das Produções Classificadas
exemplar manuseado mas aceitável, restauro na lombada; miolo limpo
importantes anotações a lápis do poeta Silva Tavares (que as autenticou assinando), então director dos serviços de produção da Emissora para as áreas de música e de cultura em geral
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Formulario Pratico ou Guia de Juizes de Paz, e Seus Escrivães no Exercicio de Suas Funcções Relativamente a Orfãos


Porto, 1835
Na Imprensa de Alvares Ribeiro
1.ª edição
16 cm x 11 cm
62 págs.
subtítulo: Conforme a Letra do Decreto de 18 de Maio de 1832
exemplar estimado, por aparar, revestido apenas com o papel de protecção da época; miolo limpo, papel sonante, últimas folhas manchadas à cabeça
assinatura de posse no verso do frontispício, rubricas a tinta antiga nas duas páginas da última folha branca
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação de leis e comentário relativos ao assunto em título.

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Admiravel Egreja Matriz de Loures


JOAQUIM JOSÉ DA SILVA MENDES LEAL

Lisboa, 1909
Edição do Autor / Typographia do Commercio
1.ª edição
18,7 cm x 13,2 cm
XIV págs. + 416 págs. + 12 folhas em extra-texto
subtítulo: Uriunda do V. seculo, edificada pelos Templarios, analiticamente historiada em livro ornado de estampas [...]
ilustrado
exemplar estimado, discretos restauros na lombada e na contracapa; miolo limpo, falha de papel no rodapé da folha das págs. 383-384 sem afectar o texto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 07, 2015

Elvas – Festas da Cidade em Honra do Senhor Jesus da Piedade


aa.vv.
pórtico de A. Pires Antunes
capa de Mário Mirante

Elvas, 1957
s.e. (Tip. Elvense)
1.ª edição
21,1 cm x 14,7 cm
48 págs.
profusamente ilustrado
impresso em várias cores directas
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado, com discretos restauros na capa; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Programa das festividades religiosas ocorridas entre os dias 20 e 25 de Setembro do referido ano. De grande interesse, para além do tema, também como documento sobre o comércio a as indústrias locais, dada a profusão de anunciantes representados nas suas páginas.

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Eborenses [petição]


GRUPO “PRO EVORA”
[Leonor Fernandes de Barahona Caldeira, presidente do grupo]

Évora, 12 de Fevereiro de 1920
Grupo “Pro Evora”
1.ª edição
25,4 cm x 18,6 cm
1 folha volante impressa retro
exemplar como novo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Petição pública de recolha de assinaturas, no sentido de sensibilizar o governo para a aquisição do palácio Amaral «[...] para a instalação condigna da nossa biblioteca publica e do nosso museu, onde existem verdadeiras preciosidades, que não são actualmente admiradas porque falta casa adequada, verba para a sua conservação e o pessoal indispensavel para tratar convenientemente de tudo o que hoje se encontra, sem ordem, porque a não pode haver por tudo faltar. [...]»

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segunda-feira, abril 06, 2015

II Cortejo de Évora – O Trajo no Mundo e no Tempo


aa.vv.

Évora, 1968
Banco do Alentejo
1.ª edição
22,6 cm x 17,6 cm
16 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na feira de S. João a 30 de Junho de 1968 evocou a cidade museu Évora o “mundo português” com um desfile de rua, a que assistiu o almirante Américo Tomás. O vertente programa teve a colaboração histórico-literária de Túlio Espanca, e compila colaborações de Camões, Florbela Espanca, Celestino David, António Sardinha, Augusto Gil e Miguel Torga.

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Evora Jocoza e Circunspecta, Conçorcio do Burlesco e da Decencia ou Narração Historica-Politica, – e Diplomatica das Festas de Evora na Paz Geral de 1814 desde 29 de Julho até 15 d’Agosto [...]



[ANÓNIMO]

Elvas, s.d. [circa 1929 *]
A. J. T. C. [António José Torres de Carvalho]
Tipografia Popular de Francisco José dos Santos
[1.ª edição]
22,5 cm x 15 cm
32 págs.
subtítulo: [...] Offerecida á memoria do P. Fr. Joaquim da Conceição Anjos Bajam = por alcunha o Calhoz = Franciscano da Prov.ª dos Algarves | Por hum filho de S. Francisco | 1814
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE TORRES DE CARVALHO AO ESTUDIOSO VERGÍLIO CORREIA
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Curiosa monografia acerca dos festejos locais e suas regras e preceitos. Redobrado é o seu interesse por ter sido editada por quem foi. Bibliófilo, jornalista e editor local, sobrinho de Francisco Paula Santa Clara, de quem herdou considerável biblioteca e o espírito amigo dos livros, Torres de Carvalho largamente contribuiu para colocar Elvas no mapa da cultura portuguesa. No domínio da edição, entre uma boa centena de espécies, consta a vertente obra no inventário, levado a cabo por Domingos Lavadinho, com o n.º 78.

* Data provável segundo Domingos Lavadinho, Bibliografia Elvense – A Notável Obra Editorial de António José Torres de Carvalho (Tipografia Progresso de Ernesto Augusto Alves e Almeida, Elvas, 1941).

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quinta-feira, abril 02, 2015

As Roseiras


JOÃO MOREIRA DA SILVA
JOAQUIM MOREIRA DA SILVA

Porto, 1953
Alfredo Moreira da Silva & Filhos, L.da
3.º milhar
21,8 cm x 16,7 cm
84 págs.
subtítulo: História – Classificação – Multiplicação – Podas – Hibridação – Doenças
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo no geral limpo, com sublinhados a tinta nas págs. 37, 43, 47, 74, e 77-79
assinatura de posse na pág. 81
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente monografia da planta referida.

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Material Agrícola


[HENRIQUE FRANCEM DA SILVEIRA]

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, s.d.
Livraria Bertrand (Livraria Aillaud & Bertrand – Aillaud, Alves & C.ª / Livraria Francisco Alves)
Biblioteca de Instrução Profissional fundada por Thomaz Bordallo Pinheiro
2.ª edição
18,3 cm x 11,8 cm
VIII págs. + 276 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela encerada, gravação a negro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Ensino Feminino Agrícola


ALBERTO VELOSO DE ARAÚJO

Famalicão, 1923
Tip. «Minerva», de Cruz, Sousa & Barbosa, Limitada
1.ª edição
23 cm x 15,5 cm
64 págs.
subtítulo: Remodelação e adaptação de alguns estabelecimentos de caridade infantil para Escolas Doméstico-Agrícolas
exemplar estimado, capa fragilizada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tese apresentada pelo engenheiro agrónomo, enólogo e camilianista Alberto Veloso de Araújo (1867-1935) ao 2.º Congresso das Federações dos Sindicatos Agrícolas, realizado na altura em Viseu.

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quarta-feira, abril 01, 2015

Vinte e Tres Annos de Pratica Homœopathica


FRANCISCO JOSÉ DA COSTA

Lisboa, 1902
Pharmacia Homœopathica Costa
1.ª edição
19,1 cm x 14,2 cm
X págs. + 230 págs. + 32 págs.
subtítulo: Com uma introducção em que se acham concatenados os principaes factos que determinaram a minha adhesão á homœopathia
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a negro em ambas as pastas e na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de posse (ex-libris) no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante manual com receitas homeopáticas.

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Organização e Técnica da Assistência Rural


JOSÉ LOPES DIAS
pref. João Pôrto
capa de Hernani

s.l. [Porto ?], 1945
Edição do Jornal do Médico
1.ª edição
23 cm x 17 cm
8 págs. + 104 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante estudo sobre as carências de assistência médica nas zonas rurais do país, tendo em vista a necessária eficácia do exercício da higiene e da saúde públicas, levado a cabo pelo médico e rotário beirão José Lopes Dias (1900-1976).

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Manual do Saboeiro ou Arte de Fabricar Toda a Qualidade de Sabão, Sabonetes Transparentes e Pastilhas com Perfeição e Economia seguido de Algumas Receitas para Lavar Sedas, Pannos, Lãs e Algodões


[ANÓNIMO]

Lisboa, s.d.
Livraria Verol [de A. M. Verol Senior]
2.ª edição
16 cm x 11 cm
48 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na capa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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