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sábado, fevereiro 02, 2019

Fernão Mendes Pinto no Japão [fac-símile do manuscrito]



WENCESLAU DE MORAIS
pref. Ângelo Pereira

Lisboa, 1942
s.i. [ed. Ângelo Pereira]
1.ª edição
35 cm x 25,1 cm
44 págs + 1 folha (tarjeta) em extra-texto
encadernação recente inteira em pele com gravação a ouro e rótulo decoratico de seda adamascada na pasta anterior
por aparar, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, in-4.º por abrir, muito ocasionais pintas de acidez
é o n.º 49 de uma edição de apenas 50 exemplares em papel pluma, numerados e autenticados por Ângelo Pereira, de que o vertente se destinou a Pedro de Andrade
PEÇA DE COLECÇÃO
425,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial:
«Quando em 1916 a Europa e quási todo o mundo se exauriam numa luta sangrenta, Wenceslau de Morais na sua remansosa tebaida de Tokushima saboreava com prazer, mesmo com volúpia, a leitura duma velha edição da famosa obra de Fernão Mendes Pinto “Peregrinação”.
Wenceslau de Morais, segundo êle próprio confessava, preferia ler as primeiras edições dos nossos clássicos.
Sob a exuberante verdura que engrinaldava o alpendre da sua modestíssima mansão, o monge de Tokushima evocava, através da emocionante narrativa do caminheiro português, a vida aventurosa que êle tinha levado em terras longínquas e misteriosas do Dai-Nippon. Desde logo, germinou no espírito fascinante de Wenceslau de Morais a ideia de escrever “um trabalhinho a propósito de Mendes Pinto” que o “Comércio do Pôrto” publicou por alturas de 1920, fazendo, a seguir, sem prévia aquiescência do autor, uma “separata” de reduzidíssima tiragem. Esta deliberação do Director daquêle jornal portuense não foi vista com bons olhos por Wenceslau de Morais que desejava, antes de aparecer em volume o que tinha escrito sôbre Mendes Pinto, fazer uma revisão cuidada e ampliar a despretensiosa narrativa, expurgando-a de incorrecções, sobretudo ortográficas, pois que Morais detestava a ortografia moderna.
[...] Daí o azedume com que acolheu o opúsculo “Fernão Mendes Pinto no Japão”, semeado de gralhas e mal impresso, que o “Comércio do Pôrto” se apressou a fazer-lhe chegar às mãos. [...]»
A vertente edição fac-similada de um manuscrito encontrado no espólio de Wenceslau de Morais, após a sua morte, testemunha a revisão final que o escritor teve em mente, destinada a uma hipotética nova impressão, que nunca chegou a conhecer os prelos.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, setembro 04, 2018

Peregrinação



FERNÃO MENDEZ PINTO

Lisboa, 1829
Na Typographia Rollandiana
«nova edição conforme á primeira de 1614» (6.ª edição)
4 volumes (completo)
15,2 cm x 11 cm
[8 págs. (não num.) + VIII págs. + 380 págs.] + [4 págs. (não num.) + 388 págs.] + [4 págs. (não num.) + 350 págs. + 4 págs. (não num.: «Livros Portuguezes que se vendem em Casa de Rolland [...]»)] + [4 págs. (não num.) + 156 págs.* + 196 págs.** + 72 págs.***]
títulos que constituem o tomo IV: * Itinerario de Antonio Tenrreyro cavaleyro da Ordem de Christo, em que se contem como da India veo por terra a estes reynos de Portugal; ** Tractado em que se contam muito por estenso as cousas da China, com suas particularidades, e assi do reyno de Dormuz composto por el R. padre Frey Gaspar da Cruz da Ordem de Sam Domingos. Dirigido ao muito poderoso rey Dom Sebastiam nosso Señor; *** Breve discurso, em que se conta a conquista do reyno de Pegú na India Oriental [...]
encadernações homogéneas da época em inteiras de pele marmoreada com gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
440,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do «Catalogo dos Autores e obras, que se lerão, e de que se tomárão as autoridades para a composição do Diccionario da Lingoa Portugueza» (tomo primeiro: A, Academia Real das Ciências, Lisboa, 1793) [ortog. actualizada]:
«[Fernão Mendes Pinto] nasceu em a vila de Montemor-o-Velho do bispado de Coimbra em 1509, e faleceu na vila de Almada pelos anos de 1580 ou 1581 com 72 de idade. [...]
O livro da sua Peregrinação por ele mesmo escrito, é realmente um dos óptimos, que temos na nossa língua, e pode ser que nas outras com dificuldade se aponte algum no mesmo género, que em interesse, descrição e elegância lhe ganhe preferência. O merecimento desta obra singular, cuja leitura se repete sempre com satisfação e novo prazer, não consiste só na exposição dos muitos e estranhos sucessos, que nela se encontram, nem na novidade dos usos, ritos e costumes de varias gentes desconhecidas, pois que isto lhe é comum com outros escritores: mas sim na beleza de seu estilo, e na bondade da expressão, sem as quais fica sendo inútil, quando se escreve, o bem discorrer. O Autor rápido e conciso em suas reflexões sabe com igual acerto e justiça apreciar as virtudes e os vícios, e fazendo tomar parte a seus leitores nos acontecimentos, que lhes representa com evidência e força, lhes concilia particularmente a confiança, e até mesmo a afeição, pela nobre singeleza, que se tem por inseparável da verdade, e como indício certo da boa fé. [...]»
Quanto à vertente edição, Inocêncio Francisco da Silva refere o seguinte no seu magno Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«[...] Ultimamente, o arcebispo de Lacedemonia D. Antonio José Ferreira de Sousa, zeloso e distincto philologo, [...] persuadiu ao livreiro‑editor Francisco Rolland a emprehender uma nova, e correctissima edição, feita escrupulosamente sobre o texto da primeira original, reservando a si elle arcebispo o cuidado da revisão das provas, e escrevendo o prologo que na mesma se lê. [...]
O tomo IV é todo preenchido com o Itinerario de Tenreiro, tambem restituido á sua pureza primitiva (para o que precedeu a conferencia dos exemplares da primeira e segunda edição do mesmo Itinerario, que existiam em Coimbra na livraria da Universidade, trabalho de que se encarreeou o sr. dr. Cicouro) – com a Conquista do Pegú, e com a reproducção feita pela primeira vez do rarissimo Tractado das cousas da China, escripto por Fr. Gaspar da Cruz, o qual serve em parte de illustração á narrativa de Fernão Mendes. [...]»

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Peregrinação




FERNÃO MENDES PINTO
versão e pref. Maria Alberta Menéres
posf. Almeida Faria, Armando Castro, Armando Martins Janeira, Eduardo Lourenço, Eduardo Prado Coelho e Vitor Silva Tavares
ilust. António Areal, Eurico [Gonçalves] e Carlos Ferreiro
grafismo de Paulo-Guilherme e José Marques de Abreu

Lisboa, 1971
Edições Afrodite / Fernando Ribeiro de Mello
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
18,5 cm x 13,4 cm
[XVI págs. + 464 págs. + XXX págs. + 1 desdobrável] + [16 págs. + 492 págs. + LXXII págs.]
exemplares estimados; miolo limpo
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Fernão Mendes Pinto, Excerptos [de Peregrinação]




FERNÃO MENDES PINTO
José Feliciano de Castilho, org. e posf.

Rio de Janeiro / Paris, 1865
Livraria de B. L. Garnier, Editor
1.ª edição (nesta forma)
2 vols. (completo)
2 x [21,7 cm x 14,2 cm]
[VIII págs. + 316 págs.] + [VIII págs. + 288 págs.]
subtítulo: Seguidos de uma noticia sobre sua vida e obras[,] um juizo critico[,] apreciações de bellezas e defeitos e estudos de lingua por José Feliciano de Castilho
elegantes encadernações editoriais em tela gravada a ouro e relevo seco em ambas as pastas e na lombada
impressos sobre papel superior
exemplares estimados; miolo limpo, com o papel por vezes oxidado
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Especial atenção para o ensaio de José Feliciano de Castilho, que ocupa praticamente metade do segundo volume.

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