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sábado, janeiro 13, 2018

Fernando Pessoa e os do Seu Tempo nas Encruzilhadas do Mundo e do Tempo


FERNANDO PESSOA
et alii
org. e posf. Petrus

Porto, s.d.
Selecções “Périplo” [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição [conjunta]
20,3 cm x 13,3 cm
256 págs. + 1 encarte (folha 98-A)
subtítulos: Subsidio Para Outra Civilização – Escritos Públicos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante reunião de manifestos literários que definiram uma certa modernidade em Portugal. Inclui os seguintes documentos:
[1] Ultimatum, de Álvaro de Campos; [2] Manifesto Anti-Dantas, de Almada-Negreiros; [3] Sátira Académica, de Bernardo Marques; [4] Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX, e [5] 1.ª Conferência Futurista, ambos de Almada-Negreiros; [6] Sátira Literária – A Literatura Oficial Contempla o Orpheu; [7] Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, por Almada-Negreiros; [8] O Elogio da Loucura – Reportagem da 1.ª Conferência Futurista (A Capital); [9] A Ideia Futurista na Ribalta, de Almada-Negreiros; [10] Sátira Social – Monumento ao Drama Humano, de Arlindo Vicente; [11] Negreiros – Dantas, uma Página para a História da Literatura Nacional, por Francisco Levita; [12] Sátira Política, de Augusto Gomes; [13] Nós, de António Ferro; [14] Aviso por Causa da Moral, de Álvaro de Campos; [15] Manifesto, de Mário Coutinho, Celestino Gomes, Abel Almada e António Navarro; [16] Literatura Viva, e [17] Literatura Livresca e Literatura Viva, ambos de José Régio; [18] Cartaz, de Almada-Negreiros; [19] Presença da “presença” na Literatura e na Crítica do Nossso Tempo, de João Gaspar Simões e José Régio; [20] A Dissidência Presencista, de Adolfo Rocha, Edmundo Bettencourt e Branquinho da Fonseca; [21] Imagens do Movimento Presencista, de Edmundo de Bettencourt, Albano Nogueira e José Régio; [22] Apoteose ao Lirismo Provinciano; [23] Assuada ao Templo das Múmias; [24] Carta Aberta aos Imortais, e [25] Manifesto, ambos de Artur Augusto; [26] História Muda; [27] Fora o Neo-Classicismo; [28] Do Modernismo, de Armando de Basto; [29] Manifesto Resumo do Dimensionismo, e [30] Manifesto do 1.º Salão dos Independentes, ambos de António Pedro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, julho 17, 2017

O Momento e a Legenda



EDMUNDO DE BETTENCOURT

Coimbra, 1930
Edições «presença»
1.ª edição
25,6 cm x 17 cm
86 págs.
composto manualmente e impresso sobre papel superior algodoado
encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochuras
exemplar muito estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca da excelência do conjunto da obra poética Edmundo de Bettencourt (1889-1973) escreveu Herberto Helder, seu prefaciador (Poemas, Assírio & Alvim, Lisboa, 1999):
«[...] Sou pessimista desde o coração à cabeça. Não creio na ressurreição dos corpos e das almas. Nem creio sequer que as pessoas não-analfabetas saibam ler, e menos ainda creio que saibam ler poesia. E quando parecem saber, vai-se ver e é um equívoco. Lêem errado. Verifico mais do que suporto verificar que se pega em tudo pelos lados de fora, e se não vê aquilo que esperava ser pegado e visto pelos lados de dentro. Ora isto não põe muita fé nas transformações verdadeiras, e parece-me que Edmundo de Bettencourt escreveu os seus trinta poemas expoentes para aqueles tais que ficam em casa com a pouca poesia que se vai exorbitando. [...]»

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