quarta-feira, janeiro 31, 2018

Poemas Póstumos


ANTÓNIO GEDEÃO
capa de Hernâni Lopes

s.l., 1983
Edição de João Sá da Costa
1.ª edição
20,5 cm x 12,7 cm
VIII págs. + 104 págs.
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, janeiro 30, 2018

Revista do Norte – Literatura. Arte. Ciência. Filosofia



dir. Fernando de Araújo Lima
Porto, Janeiro a Dezembro de 1955
1.ª edição
12 números (completa)
25,2 cm x 17,2 cm (estojo)
372 págs. (num. contínua)
ilustradas
acabamento com um ou dois pontos em arame
exemplares estimados; miolo limpo
inclui o encarte aviso de cobrança da assinatura e o postal pré-pago para recolha de novos assinantes
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo o Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1941-1974) de Daniel Pires (vol. II, 2.º tomo, Grifo, Lisboa, 2000):
«[...] Reivindicou-se apolítica, propôs-se ajudar o leitor a fazer a avaliação das obras artísticas, literárias e científicas, recusou a arte pela arte, prometeu dedicar especial atenção ao idioma português e, embora se não considerasse regionalista, propunha-se divulgar com mais frequência a realidade nortenha, fazendo jus ao título que ostentava.
O vector fundamental da revista foi indubitavelmente a correspondência inédita que publicou [...].»

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Revista do Norte – Literatura. Arte. Ciência. Filosofia




dir. Fernando de Araújo Lima
Porto, Janeiro a Dezembro de 1955
1.ª edição
12 números (completa) enc. em 1 vol.
23,8 cm x 17,3 cm
372 págs. (num. contínua)
ilustrado
encadernação modesta em meia-inglesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva as capas das brochuras
exemplar estimado; miolo limpo
140,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Lusíada – Revista Ilustrada de Cultura * Arte * Literatura * História * Crítica







Porto, Maio de 1952 a Outubro de 1960
dir. Carlos de Passos (Armindo Guimarães a partir do n.º 11); ed. Jorge Guimarães
colecção completa (13 números)
26,8 cm x 20,5 cm
[340 págs. (1 a 4, numeração consecutiva) + 38 págs. em extra-texto] + [364 págs.* (5 a 8, idem) + 34 págs. em extra-texto] + [444 págs. (9 a 12, idem) + 20 págs. em extra-texto] + 76 págs.
* todos os exemplares do n.º 7 que confrontámos apresentam erro de numeração nas primeiras vinte e quatro páginas
profusamente ilustrada, impressão de luxo a cores sobre papéis couchés e texturados ou avergoados, brancos e coloridos, brilhantes e mates
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
peça de colecção invulgar quando inclui o raro último fascículo
315,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico artístico portuense muito ecléctico e diversificado, oscilou sempre entre o sagrado e profano, entre o erudito e o regionalismo, entre uma estética moderna e o academismo mais retrógado, num despautério de autores ligados a doutrinas tão díspares como o nazi Goulart Nougueira ou o comunista Óscar Lopes (com artigos lado a lado), isto porque, nas palavras programáticas do seu director: «Anelos vivos da Lusiada são os de valer como órgão da cultura portuguesa, em prol do avigoramento e realce intelectivos da pátria, como factor representativo da consciência mental do povo luso, não alheio às inquietações morais e artísticas da actualidade. [...]»
Assim é, que por lá passaram, entre muitos outros, autores como João Araújo Correia, Fernando Pamplona, Roberto Nobre, Eduardo Malta, António Quadros (o pintor), José-Augusto França, Júlio Resende, Artur Nobre de Gusmão, António Pedro, Diogo de Macedo, Eugénio de Andrade, Amândio César, Matilde Rosa Araújo, conde de Aurora, Fernando Namora, Henrique Medina, Cecília Meireles, Leão Penedo, Armando Côrtes-Rodrigues, Rui Luís Gomes, Hipólito Raposo, Cruz Malpique, Jacinto do Prado Coelho, Fidelino de Figueiredo, Julieta Ferrão, Agustina Bessa-Luís, Américo Cortez Pinto, Cabral do Nascimento, António Sérgio, Damião Peres, etc.

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Conceitos Fundamentais da Matemática



BENTO DE JESUS CARAÇA

Lisboa, 1963
[Cândida Caraça ?]
4.ª edição conjunta das 3 partes
202 mm x 143 mm
XVI págs. + 320 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Conceitos Fundamentais da Matemática


BENTO DE JESUS CARAÇA

Lisboa, Junho de 1941 e Junho de 1942
Edições Cosmos
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
19,2 cm x 13,3 cm
128 págs. + 130 págs.
colecção Biblioteca Cosmos
compostos manualmente em Elzevir
exemplares estimados; miolo limpo
carimbos de posse em ambos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Conferências e Outros Escritos



BENTO DE JESUS CARAÇA
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1970
[Edições João Sá da Costa]
1.ª edição
22 cm x 15,3 cm
8 págs. + 382 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da breve Nota do Editor:
«[...] Pretende-se com esta publicação apresentar não uma visão completa da acção cultural e cívica de Bento de Jesus Caraça, mas fornecer uma prova documental para o seu estudo.
[...] Tomou-se como base um esquema de publicação realizado em tempos por Manuel Mendes, que, não fora a sua morte repentina, nos teria dado ainda a sua colaboração amiga elaborando um estudo sobre Bento de Jesus Caraça. [...]»

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segunda-feira, janeiro 29, 2018

La Vertu de l’Osier et du Genêt




EMMANUEL RIBEIRO
ilust. Alice d’Azevedo
trad. Claire Jeancourt Gouveia e Francisco da Silva Gouveia

Coimbra, 1930
Imprensa da Universidade
1.ª edição
22,7 cm x 17 cm
88 págs. + 3 vegetais impressos em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
muito discreta rubrica de posse no frontispício
peça de colecção
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Notável estudo arqueológico acerca da manufactura de recipientes domésticos com vime (ou verga), castanho, giesta ou palha entrançados.

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Fvmo da Lareira


EMANUEL RIBEIRO
ilust. autor

Porto, s.d.
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
22,8 cm x 17 cm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR (NÃO ASSINADA)
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, janeiro 28, 2018

Taxi de Papel


MICHEL HORTA E COSTA

Figueira da Foz, 1980
Ediciones Arthausy
1.ª edição
texto em castelhano
22,2 cm x 16,9 cm
28 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Michel Horta e Costa (1953-1993) evidenciou-se como pintor, tendo exposto largamente, sobretudo no estrangeiro, países em cujos museus se encontra representado. Por cá, apenas a Figueira da Foz lhe reconheceu mérito. Além das artes plásticas, conhecem-se-lhe quatro livros de versos em língua castelhana.

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Alqueive


BARATA DIAS
capa de A. D. [António Domingues]

Lisboa, 1947
Editorial Gleba
1.ª edição
19,2 cm x 12,8 cm
224 págs.
subtítulo: Romance de um cavador
exemplar estimado, vagos sinais de foxing na contracapa; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro proibido pelos “velhos” do Estado Novo. O grafismo expressivo da sua capa mereceu a inclusão no catálogo de referência Ilustração & Literatura Neo-Realista (Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, 2008).

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O Fado do Fado


BARATA DIAS

Coimbra, 1954
[s.i. (ed. autor ?)] / Coimbra Editora, L.da (deposit.)
1.ª edição
18,9 cm x 13,5 cm
248 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Regresso às Trevas


BARATA DIAS
capa de [António] Domingues

Lisboa, 1955
Edição do Autor (distrib. Parceria A. M. Pereira)
2.ª edição
19 cm x 13,2 cm
252 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sob os Telhados de Lisboa


MANUEL MARTINHO
capa de Méco

Lisboa, 1948
Livraria Bolsa Cultural – Editora
1.ª edição
19 cm x 12,9 cm
224 págs.
subtítulo: Devassa aos seus pitorescos, em várias crónicas com pretensões humorísticas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Guia-Album da Costa do Sol – Os Estoris-Cascais


ANÓNIMO
capa de Luiza

Lisboa, s.d. [1929]
Edição da Comissão de Iniciativa do Concelho de Cascais / Casa Ventura Abrantes – Livraria Editora
[1.ª edição]
quadrilingue português – francês – castelhano – inglês
16,8 cm x 12,3 cm
104 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Estancias de turismo – Belezas naturais – Um pouco de historia.
profusamente ilustrado
capa impressa a uma cor, sobrecapa polícroma
exemplar manuseado e capa um pouco suja mas aceitável; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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VI Centenário da Vila de Cascais




aa.vv.

Cascais, Junho – Outubro de 1964
Edição da Câmara Municipal de Cascais
1.ª edição (todos excepto [9])
12 volumes
25,8 cm x 19,5 cm
[40 págs. + 28 págs. em extra-texto] + [60 págs. + 32 págs. em extra-texto] + [22 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [64 págs. + 8 págs. em extra-texto] + [20 págs. + 28 págs. em extra-texto] + 30 págs. + [12 págs. + 2 págs. em extra-texto] + [44 págs. + 24 págs. em extra-texto] + [56 págs. + 16 págs. em extra-texto] + [164 págs. + 10 págs. em extra-texto] + [52 págs. + 7 folhas em extra-texto] + 56 págs.
ilustrados
autores e títulos:
[1] Programa Oficial das Comemorações
[2] Discursos e Documentação Fotográfica
[3] Georges Zbyszewski, Resenha Geológica do Concelho de Cascais
[4] João de Carvalho e Vasconcellos, Vegetação Natural do Concelho de Cascais
[5] Afonso do Paço, Povoado Pré-Histórico da Parede (Cascais)
[6] Afonso do Paço, Cascais Há Quatro Mil Anos
[7] O. da Veiga Ferreira, A Cultura do Vaso Campaniforme no Concelho de Cascais
[8] Manuel Acácio Pereira Lourenço, As Fortalezas da Costa Marítima de Cascais
[9] Ferreira de Andrade, A Vila de Cascais e o Terremoto de 1755
[10] Maria das Dores Jorge de Goes, A Real Fábrica de Lanifícios de Cascais
[11] Afonso Botelho, «Os Regimentos de Cascais»
[12] J. Diogo Correia, Toponimia do Concelho de Cascais
exemplares muito estimados; miolo limpo, quase todos por abrir
discreta assinatura de posse no ante-rosto do [9]
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Cascais e Seus Lugares


Lisboa, Dezembro de 1958
Revista de Cultura e Turismo, n.º XIV
dir. Presidente da Junta de Turismo da Costa do Sol [Joaquim Miguel de Serra e Moura]
capa de Bernardo Marques
1.ª edição [única]
25,1 cm x 19,5 cm
104 págs. + 28 págs. em extra-texto (reproduções fotográficas) + 2 desdobráveis em extra-texto
exemplar estimado, sinais de traça na contracapa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Número temático da referida revista, que inclui o Plano de Actividade Turística da Câmara Municipal de Cascais, para o ano de 1959. O grande interesse neste documento, contudo, para além de uma meia dúzia de elogios à região, reside na curiosa documentação fotográfica que o ilustra. Aí temos, por exemplo, as exposições artísticas da temporada, a vela e o hipismo, e, como não poderia deixar de ser, os desfiles de moda, etc., etc. Outra curiosidade do vertente número é o dossier relativo ao cortejo presidencial de Américo Tomás, de Belém até Cascais.

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Cascais



FERREIRA DE ANDRADE
capa de Leonel Lourenço
desenhos de Jorge Pinto

Lisboa, 1966
Editorial Publicações Turísticas
[1.ª edição ?]
edição em português, francês, inglês e alemão
n.º 13 da Colecção Turismo
16,7 cm x 12,3 cm
138 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 8 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado a preto e a cor
impresso em rotogravura
exemplar como novo; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 25, 2018

Ruy Freire


EDUARDO DE NORONHA

Lisboa, 1906
Livraria Moderna / Empreza da Historia de Portugal – Sociedade Editora
1.ª edição
21 cm x 13,3 cm
320 págs.
subtítulo: Episodio da guerra com os inglezes
ilustrado
exemplar muito estimado, restauros na lombada; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto de abertura do autor:
«[...] Ruy Freire de Andrade [? -1633] é uma das figuras mais refulgentes e grandiosas das nossas titanicas luctas de alem-mar. [...]»

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Elegia da Tragedia


SILENO

Lisboa, 1908
Proprietario e editor A. Saraiva d’Oliveira / Tabacaria Saraiva (deposit.)
1.ª edição
24,1 cm x 16,8 cm
8 págs.
folha volante acondicionada numa pasta de cartolina de fabrico recente
exemplar envelhecido e sujo na contracapa mas aceitável, restauros pontuais; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um lamento poético pelo assassinato do rei e do príncipe herdeiro, em 1 de Fevereiro de 1908, antecipando a implantação da República.

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terça-feira, janeiro 23, 2018

O Primeiro Modernismo Português


ANTÓNIO QUADROS

Mem Martins, 1989
Publicações Europa-América (ed. Francisco Lyon de Castro)
1.ª edição
20,8 cm x 13,9 cm
348 págs.
subtítulo: Vanguarda e Tradição
exemplar como novo, sem qualquer quebra na lombada
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quadros (filho de António Ferro) não se limita ao historial artístico da geração do Orpheu, ou aos episódios de conflito desta com os retrógados representantes do passado; mostra-nos isso e ainda as linhas que conduziram à «política do espírito» do Estado Novo, mostra-nos o caminho que levou esses intelectuais à (despudorada) colaboração com o regime autoritário.

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O Segundo Modernismo em Portugal


EUGÉNIO LISBOA

Lisboa, 1984
Instituto de Cultura e Língua Portuguesa
2.ª edição [revista e acrescentada]
19,1 cm x 11,5 cm
152 págs.
exemplar em bom estado de conservação, lombada amarelecida; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

É uma história do movimento cultural que se fez ouvir através da revista presença (1927-1940), a sua inserção numa vanguarda artística que já vinha do grupo do Orpheu, e a marca e exemplo deixados para o futuro. Sabe-se, por exemplo, como os surrealistas foram beber preponderantemente nesta última, em confronto aberto com os neo-realistas, que preferiram pautar-se pela “boa educação cristã” da primeira acima referida.

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O Banquete


SOREN KIERKEGAARD
trad. e pref. Álvaro Ribeiro

Lisboa, 1953
Guimarães & C.ª Editores
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
200 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, janeiro 22, 2018

O Mysterio da Estrada de Cintra



EÇA DE QUEIROZ
RAMALHO ORTIGÃO


Lisboa, 1894
Livraria de António Maria Pereira, Editor
3.ª edição (em livro, «emendada e precedida d’um prefácio»)
18,5 cm x 12,3 cm
XII págs. + 196 págs. + 4 págs. (anúncios)
subtítulo: Cartas ao «Diario de Noticias»
encadernação editorial com gravação a preto e ouro
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Rei D. Carlos – O Martyrisado


RAMALHO ORTIGÃO

Lisboa, 1908
Typographia «A Editora»
[2.ª edição]
25,5 cm x 18,8 cm
20 págs. + 1 folha em extra-texto (reproduz o retrato do rei; com vegetal de protecção)
capa impressa a uma cor (preto) e relevo seco sobre cartolina algodoada
exemplar estimado, com restauro no canto superior esquerdo da capa; miolo limpo, com o vegetal muito oxidado
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da advertência:
«Esta publicação foi mandada fazer, com permissão do auctor, a expensas de um grupo de portuguezes residentes no Rio de Janeiro, para ser distribuida gratuitamente nas suas terras.
O estudo do sr. Ramalho Ortigão, aqui transcripto, foi publicado na Gazeta de Noticias do Rio de Janeiro, a 11 de Março do corrente anno, em grande edição especial que se esgotou rapidamente. [...]»
Do profético pensamento político de Ortigão, a propósito daquele que, no exercício do governo «de um dos Estados mais pobres e mais humildes», acabou assassinado pelos seus súbditos:
«[...] Assim, por exemplo, o da Revolução Francesa, de que nitidamente se separou a parte declamativa, a parte lendaria e a parte philosophica.
A Revolução foi a ablação formidavel da gangrena que devorava o velho mundo; mas não passou de uma tentativa malograda como reconstituição social do mundo moderno.
A declaração dos direitos do homem, – uma utopia. A liberdade como alicerce fundamental de qualquer especie de governo, – um equivoco grosseiro e funesto. Só o principio da auctoridade technica, culta, esclarecida e honesta, prevalece e dirige. Os povos modernos não se governam por anachronicas constituições e por importunos codigos. Não se contentam com palavras. Governam-se por interesses. Integrar os interesses economicos com os interesses moraes e com os interesses estheticos, e pôr, quanto possivel, de accordo o interesse de cada um com o interesse de todos, eis a missão da politica. [...]»

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Arte Portuguesa


RAMALHO ORTIGÃO

Lisboa, 1943-1947
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (Filhos)
1.ª edição (na forma reunida)
3 volumes (completo)
19 cm x 13,4 cm
304 págs. + 304 págs. + 264 págs.
subtítulos: I – O Culto da Arte em Portugal e outros estudos; II – Catálogo da Sala de S. M. El-Rei, a Obra Artística de Dom Carlos de Bragança e escritos diversos; III – Crítica e polémica
exemplares estimados; miolo limpo, por abrir os dois primeiros volumes
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião dos escritos de Ramalho acerca das artes plásticas.

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domingo, janeiro 21, 2018

Interpretação da Eneida de Virgilio Principe dos Poetas Latinos



CARLOS NORRIS

Lisboa, 1855
Na Imprensa Silviana
1.ª edição
15,5 cm x 10,2 cm
10 págs. + 178 págs.
encadernação coeva inteira em pele com gravação a ouro na lombada
exemplar muito estimado, gravação da lombada um pouco gasta; miolo limpo, papel sonante
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Consultando Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«Carlos Norris [...] N. na freguezia de S. Bartholomeu da Charneca, suburbios de Lisboa, hoje concelho dos Olivaes, a 15 de Março de 1827; foi filho de Jeremias Norris, subdito britannico, e natural da Irlanda, que vindo estabelecer‑se em Portugal, adquiriu aqui algumas propriedades, e casou com a sr.ª D. Maria Catharina da Silva Ribeiro de Faria. Morreu victima da epidemia da febre amarella aos 2 de Novembro de 1857, contando apenas 30 annos d’edade. [...]»

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Um Sonho Americano


NORMAN MAILER
trad. H. Silva Letra
capa de João da Câmara Leme

Lisboa,1968
Portugália Editora
1.ª edição
19,1 cm x 13,1 cm
316 págs.
exemplar estimado, pequenas esfoladelas na capa; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Norman Mailer (1923-2007) viu esta sua notável obra violentamente criticada nos meios feministas, nomeadamente pela voz de Kate Millett. Mas o certo é que, à semelhança de Truman Capote ou Tom Wolfe, raros escritores terão descrito a vida no centro da selva capitalista urbana com tanta precisão e cinismo.

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The Bob Dylan Scrapbook 1956-1966



BOB DYLAN
Robert Santelli

Nova Iorque – Londres – Toronto – Sidnei, 2005
Simon & Schuster
1.ª edição
texto em inglês
27,5 cm x 25,3 cm
64 págs. (várias delas desdobráveis e com múltiplos encartes)
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial inclusa em estojo próprio
exemplar como novo
inclui cd áudio com 45 minutos de entrevistas concedidas ao longo dos anos
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um dos seus primeiros altos momentos nos palcos – 1965 a 1966 – onde transmitia a quem o ouvia alguns dos mais certeiros versos da sua geração, passou-o ele a ouvir vaias de uns quantos escondidos na sombra dos fundos de sala. Porque tinha electrificado poemas que eles preferiam mais no tipo balada lambida à volta de uma fogueira esquerdista pequeno-burguesa. Acabou por ser eleito Prémio Nobel da Literatura, debaixo das vaias dos filhos e dos netos dos mesmos, agora acobardados no anonimato e nas falsas identidades proporcionados pela internet.
Como o próprio Dylan disse no poema «Señor (Tales of Yankee Power)», incluído no álbum Street Legal, de 1978:
«[...] Well, the last thing I remember before I stripped and kneeled
Was that trainload of fools bogged down in a magnetic field
A gypsy with a broken flag and a flashing ring
Said, “Son, this ain’t a dream no more, it’s the real thing.” […]»

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Autobiografia


CHARLES CHAPLIN
trad. e pref. António Lopes Ribeiro
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição [única]
20,8 cm x 14,2 cm
XXXII págs. + 592 págs. + 50 págs. em extra-texto
ilustrado
impresso sobre papel superior creme
exemplar estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

O realizador da propaganda do Estado Novo, António Lopes Ribeiro, traduz e admira o «génio universal» de Chaplin / Charlot, «símbolo duma época, paradigma dum período histórico de mutações bruscas e violentas», época de cinema mudo em que fácil era aceitar qualquer laracha, imaginar o melhor ou o pior, visto que dos actores apenas se colhiam trejeitos e expansões musculares – nada de texto. Não por acaso, com o advento do sonoro, quando o «cinema se tornou loquaz, palrador como um papagaio», restringindo de algum modo o significado dos guiões dos realizadores, as opiniões dos espectadores começam a dividir-se, ao evidenciarem-se os posicionamentos de cada qual.

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As Minhas Aventuras pela Europa


CHARLIE CHAPLIN
trad. J. Torres de Carvalho e Arnaldo Brandeiro

Lisboa, s.d. [circa 1932]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19,5 cm x 12,7 cm
256 págs.
encadernação de amador recente em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, papel com acidez
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Chaplin / Charlot, «símbolo duma época, paradigma dum período histórico de mutações bruscas e violentas» (segundo António Lopes Ribeiro), época de cinema mudo em que fácil era aceitar qualquer laracha, imaginar o melhor ou o pior, visto que dos actores apenas se colhiam trejeitos e expansões musculares – nada de texto. Não por acaso, com o advento do sonoro, quando o «cinema se tornou loquaz, palrador como um papagaio» (idem), restringindo de algum modo o significado dos guiões dos realizadores, as opiniões dos espectadores começam a dividir-se, ao evidenciarem-se os posicionamentos de cada qual. Charles Chaplin (1889-1977), por ocasião de uma outra sua visita à Europa, em 1952, em que foi recebido pela rainha de Inglaterra e a quem o governo francês condecorou com a Legião de Honra, será violentamente contestado em Paris como um «chantagista emocional, voz principal da desgraça» (Serge Berna, Guy-Ernest Debord, Jean-L. Brau e Gil J. Wolman, manisfesto Basta de Pés-Chatos): «[...] Dado que te identificas com os fracos e os oprimidos, atacar-te tem sido considerado atacar os fracos e os oprimidos – mas na sombra da tua velha bengala podia já ver-se o cacetete de um polícia. [...] Não engolimos essa das “perseguições absurdas” que te pretendem mostrar como vítima, Max du Veuzit de pés chatos! [recentemente, ele fôra alvo de inquérito por parte da Comissão das Actividades Antiamericanas] [...] Vai dormir, insecto fascista. Chafurda na lama! Dedica-te à alta sociedade (gostámos muito de te ver rastejar frente à insignificante Isabel) [...]» (in Greil Marcus, Marcas de Baton, frenesi, Lisboa, 1999).

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sábado, janeiro 20, 2018

Saturne


ANDRÉ MALRAUX

Paris, 1950
NRF [Nouvelle Revue Française] – La Galerie de la Pléiade
1.ª edição
29 cm x 22,8 cm
190 págs.
subtítulo: Essai Sur Goya
profusamente ilustrado a negro e a cor com as cromolitografias impressas em separado e coladas nas respectivas páginas
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

André Malraux (1901-1976) define aqui um Goya que, por oposição quer ao barroco, quer ao neoclássico, é o verdadeiro precursor do modernismo. O raciocínio e a prosa ensaística são admiráveis, avançando muito para além das “artes plásticas”.

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A Estrada Real


ANDRÉ MALRAUX
trad. José Manuel Simões
capa do pintor António Charrua

Lisboa, 1962
Editorial Presença
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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André Malraux


VERGÍLIO FERREIRA
capa de A. Dias

Lisboa, 1963
Editorial Presença
1.ª edição
18,5 cm x 11,8 cm
248 págs. + 8 págs. em extra-texto
subtítulo: Interrogação ao Destino
ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Hóspedes Inesperados


HEINRICH BÖLL
trad. Mário Vilaça
pref. Maria Adélia Silva Melo
capa de Manuel Dias

Lisboa, 1972
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
19 cm x 13,1 cm
192 págs.
encadernação editorial impressa a negro na pasta anterior e na lombada
sobrecapa polícroma
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, janeiro 16, 2018

Poemacto


HERBERTO HELDER

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
2.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
190,00 eur (IVA e portes incluídos)


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