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sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Breve Antologia de Poesia Moderna Portuguesa

 

CAMPOS DE FIGUEIREDO, org. e pref.
et alii

Coimbra, s.d. [1939 (?), seg. BNP]
s.e. [ed. org.]
1.ª edição
196 mm x 131 mm
32 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui poemas de autores vivos à data, e que de algum modo tinham laços com Coimbra, a saber (entre outros): Afonso Duarte, Alberto de Serpa, António de Sousa, Branquinho da Fonseca, Edmundo de Bettencourt, Fausto José, Miguel Torga, Políbio Gomes dos Santos, Vitorino Nemésio, etc.

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domingo, novembro 23, 2025

Caminhos Magnéticos


ANTÓNIO MADEIRA [BRANQUINHO DA FONSECA]

Lisboa, s.d. [1938]
Edições Europa
1.ª edição
191 mm x 125 mm
274 págs.
da Colecção de Autores Modernos Portugueses dirigida por João Gaspar Simões, sendo o n.º 2, após publicação do livro de Almada Nome de Guerra
exemplar estimado, capa manchada, mantém a cinta da capa intacta; miolo limpo
valorizado pela assinatura do Autor (Madeira)
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma escrita que se afirmava fora do enquadramento neo-realista, apesar da sua atenção aos conflitos do homem em sociedade.

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domingo, outubro 12, 2025

Mar Santo


BRANQUINHO DA FONSECA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
3.ª edição
190 mm x 135 mm
196 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana da edição original:
«Mar Santo é uma expressão da gente da Nazaré. É na Nazaré que a acção decorre. Da sua estadia naquela praia, nos anos 1937 a 1940, onde se demorou no exercício de funções públicas que exigiam um contacto frequente com a classe piscatória, trouxe Branquinho da Fonseca uma vasta documentação etnográfica e filológica que lhe serviu agora de base para este romance. [...]
Ao escritor interessou a humanidade e a poesia do drama da gente da Nazaré, diverso e de cores cortadas como os seus trajes de escossês [...].»

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Rio Turvo e Outros Contos



BRANQUINHO DA FONSECA
capa de M. [Bernardo Marques]

Lisboa, 1945
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
192 mm x 126 mm
240 págs.
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse nos dois ante-rostos
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca deste que era filho de Tomás da Fonseca, um dos grandes escritores sociais da literatura portuguesa, diz o poeta e ensaísta Adolfo Casais Monteiro (O Romance e os Seus Problemas, Casa do Estudante do Brasil, Lisboa, 1950):
«[...] A marca do autêntico novelista está no grau de expressividade que é capaz de fazer caber dentro das palavras que ao escritor menos dotado servem apenas para transmitir factos. O verdadeiro novelista é aquele que mal toca nos factos, e consegue transmitir infinitamente mais do que uma noção de qualquer acontecimento; que, pelo contrário, sugere, insinua, entremostra uma rede inteira de repercussões, de modo que há sempre uma linha que nos vem tocar no coração, ligando-nos ao que nos conta por nos fazer sentir quanto há de todos nós em cada homem. [...]»

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quarta-feira, outubro 08, 2025

Poemas

 

BRANQUINHO DA FONSECA

Coimbra, 1926
«Lvmen» [ed. autor]
1.ª edição
165 mm x 129 mm
104 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na capa; miolo limpo, papel acidulado
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de estreia de Branquinho da Fonseca (1905-1974).

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quinta-feira, setembro 11, 2025

O Barão

 

LUÍS DE STTAU MONTEIRO
[BRANQUINHO DA FONSECA]


Lisboa, 1964
Ática, Limitada
1.ª edição
200 mm x 114 mm
132 págs.
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma peça de teatro de Sttau Monteiro (1926-1993) adaptada da novela homónima de Branquinho da Fonseca (1905-1974). Inicialmente publicada sob o pseudónimo António Madeira, esta basto conhecida novela, caracterizava a matriz literária dos prosadores do grupo da Presença, no seu realismo introspectivo.

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O Barão


ANTÓNIO MADEIRA [BRANQUINHO DA FONSECA]        
capa de K [Fred Kradolfer]

Lisboa, 1942
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
191 mm x 124 mm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, junho 17, 2024

Rio Turvo

 

BRANQUINHO DA FONSECA
capa de João da Câmara Leme


Lisboa, 1963
Portugália Editora
2.ª edição
190 mm x 132 mm
260 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, primeiras e últimas folhas com vagos sinais de foxing
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, setembro 12, 2023

As Grandes Viagens Portuguesas

 

BRANQUINHO DA FONSECA, org., pref. e notas
capa de João da Câmara Leme


Lisboa, 1966
Portugália Editora
1.ª edição
192 mm x 123 mm
200 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação de relatos de viagem de, entre outros, Luís de Cadamosto, padre Manuel Godinho, Serpa Pinto, etc.

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As Mãos Frias

 

BRANQUINHO DA FONSECA
entrevista ao escritor Manuel do Nascimento


Lisboa, 1965
Best-Sellers
[1.ª edição]
182 mm x 113 mm
40 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Tragédia de D. Ramon


BRANQUINHO DA FONSECA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [circa 1955]
Edição de Fomento de Publicações, Lda.
2.ª edição
16,6 cm x 11,7 cm
48 págs.
é o n.º 11 da colecção Mosaico dirigida por Manuel do Nascimento
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur

Conto inicialmente incluído no volume Caminhos Magnéticos, de 1938, e que José Régio considerou «[...] incontestàvelmente notável, [pela] sua natural fusão de realismo e poesia, do senso das realidades e do senso do mistério, – tão penetrantes um como o outro [...]».

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sábado, junho 17, 2023

Um Punhado de Amoras


IGNAZIO SILONE
trad. de Branquinho da Fonseca

capa de António Garcia

Lisboa, 1955
Editora Ulisseia, limitada
[1.ª edição]
185 mm x 132 mm
304 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo de Secondino Tranquilli, notabilizou-se como anti-estalinista ao serviço do Partido Socialista Italiano, depois de ter passado a II Guerra Mundial a organizar a resistência ao nazi-fascismo como agente secreto. Esta obsessão criou nele a tolerância para chegar a receber “apoios” da CIA, o que não sendo da melhor política, certamente faz de qualquer um o pior intelectual. Outras vergonhas vieram recentemente a lume: e que fazem dele até um agente duplo... um espião, portanto, em todas as frentes.
O vertente romance, de 1952, é exactamente uma arma apontada aos perniciosos métodos de funcionamento no seio do partido marxista...

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domingo, outubro 20, 2019

Orfeu



dir. Fred Pinheiro e Fernando Ferreira [de Loanda]
Penha (Brasil), Outono de 1952
n.º 8 (somente este fascículo)
18,6 cm x 13,8 cm
68 págs. + 6 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume deste periódico modernista brasileiro, com representação de dois dos melhores escritores portugueses, à época, embora a sua actividade estética esteja completamente fora do espírito de um modernismo que, em Portugal, se fazia representar por nomes fortes como Fernando Pessoa, ou Almada Negreiros, ou Mário de Sá-Carneiro... Assim: tanto Miguel Torga como Branquinho da Fonseca (ilust. Bernardo Marques) alinhavam pelo diapasão contra-modernista do grupo croimbrão da presença. No caso de Torga, o que aqui figura nem é obra literária, mas o seu discurso lido na Bélgica, nesse ano, nos Encontros Europeus de Poesia. Todavia, já a colaboração de Branquinho da Fonseca, com o conto «Maresia», anteriormente publicado na revista Litoral em 1944, nos surge como «[…] um bom exemplo da fluidez de contornos da identidade literária de António Madeira [pseud. B. F.], pois o conto é um texto que, com algumas modificações, constituirá uma parte essencial do capítulo décimo de Mar Santo, livro publicado por Branquinho da Fonseca em 1952, mas cujo primeiro manuscrito é finalizado em 1947, tendo havido antes um aturado trabalho de pesquisa na Nazaré, entre 1937 e 1940.» [Fonte: António Manuel dos Santos Ferreira, A Narrativa de Branquinho da Fonseca: Os Lugares do Conto, Universidade de Aveiro, 2000]

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