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domingo, maio 24, 2020

Mar Santo


BRANQUINHO DA FONSECA
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1964
Portugália Editora
3.ª edição
19 cm x 13,5 cm
196 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana da edição original:
«Mar Santo é uma expressão da gente da Nazaré. É na Nazaré que a acção decorre. Da sua estadia naquela praia, nos anos 1937 a 1940, onde se demorou no exercício de funções públicas que exigiam um contacto frequente com a classe piscatória, trouxe Branquinho da Fonseca uma vasta documentação etnográfica e filológica que lhe serviu agora de base para este romance. [...]
Ao escritor interessou a humanidade e a poesia do drama da gente da Nazaré, diverso e de cores cortadas como os seus trajes de escossês [...].»

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telemóvel: 919 746 089


domingo, outubro 20, 2019

Orfeu



dir. Fred Pinheiro e Fernando Ferreira [de Loanda]
Penha (Brasil), Outono de 1952
n.º 8 (somente este fascículo)
18,6 cm x 13,8 cm
68 págs. + 6 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Volume deste periódico modernista brasileiro, com representação de dois dos melhores escritores portugueses, à época, embora a sua actividade estética esteja completamente fora do espírito de um modernismo que, em Portugal, se fazia representar por nomes fortes como Fernando Pessoa, ou Almada Negreiros, ou Mário de Sá-Carneiro... Assim: tanto Miguel Torga como Branquinho da Fonseca (ilust. Bernardo Marques) alinhavam pelo diapasão contra-modernista do grupo croimbrão da presença. No caso de Torga, o que aqui figura nem é obra literária, mas o seu discurso lido na Bélgica, nesse ano, nos Encontros Europeus de Poesia. Todavia, já a colaboração de Branquinho da Fonseca, com o conto «Maresia», anteriormente publicado na revista Litoral em 1944, nos surge como «[…] um bom exemplo da fluidez de contornos da identidade literária de António Madeira [pseud. B. F.], pois o conto é um texto que, com algumas modificações, constituirá uma parte essencial do capítulo décimo de Mar Santo, livro publicado por Branquinho da Fonseca em 1952, mas cujo primeiro manuscrito é finalizado em 1947, tendo havido antes um aturado trabalho de pesquisa na Nazaré, entre 1937 e 1940.» [Fonte: António Manuel dos Santos Ferreira, A Narrativa de Branquinho da Fonseca: Os Lugares do Conto, Universidade de Aveiro, 2000]

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sábado, janeiro 13, 2018

Fernando Pessoa e os do Seu Tempo nas Encruzilhadas do Mundo e do Tempo


FERNANDO PESSOA
et alii
org. e posf. Petrus

Porto, s.d.
Selecções “Périplo” [Petrus (Pedro Veiga)]
1.ª edição [conjunta]
20,3 cm x 13,3 cm
256 págs. + 1 encarte (folha 98-A)
subtítulos: Subsidio Para Outra Civilização – Escritos Públicos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante reunião de manifestos literários que definiram uma certa modernidade em Portugal. Inclui os seguintes documentos:
[1] Ultimatum, de Álvaro de Campos; [2] Manifesto Anti-Dantas, de Almada-Negreiros; [3] Sátira Académica, de Bernardo Marques; [4] Primeira Descoberta de Portugal na Europa no Século XX, e [5] 1.ª Conferência Futurista, ambos de Almada-Negreiros; [6] Sátira Literária – A Literatura Oficial Contempla o Orpheu; [7] Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas do Século XX, por Almada-Negreiros; [8] O Elogio da Loucura – Reportagem da 1.ª Conferência Futurista (A Capital); [9] A Ideia Futurista na Ribalta, de Almada-Negreiros; [10] Sátira Social – Monumento ao Drama Humano, de Arlindo Vicente; [11] Negreiros – Dantas, uma Página para a História da Literatura Nacional, por Francisco Levita; [12] Sátira Política, de Augusto Gomes; [13] Nós, de António Ferro; [14] Aviso por Causa da Moral, de Álvaro de Campos; [15] Manifesto, de Mário Coutinho, Celestino Gomes, Abel Almada e António Navarro; [16] Literatura Viva, e [17] Literatura Livresca e Literatura Viva, ambos de José Régio; [18] Cartaz, de Almada-Negreiros; [19] Presença da “presença” na Literatura e na Crítica do Nossso Tempo, de João Gaspar Simões e José Régio; [20] A Dissidência Presencista, de Adolfo Rocha, Edmundo Bettencourt e Branquinho da Fonseca; [21] Imagens do Movimento Presencista, de Edmundo de Bettencourt, Albano Nogueira e José Régio; [22] Apoteose ao Lirismo Provinciano; [23] Assuada ao Templo das Múmias; [24] Carta Aberta aos Imortais, e [25] Manifesto, ambos de Artur Augusto; [26] História Muda; [27] Fora o Neo-Classicismo; [28] Do Modernismo, de Armando de Basto; [29] Manifesto Resumo do Dimensionismo, e [30] Manifesto do 1.º Salão dos Independentes, ambos de António Pedro.

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terça-feira, abril 23, 2013

Caminhos Magnéticos



ANTÓNIO MADEIRA [BRANQUINHO DA FONSECA]

Lisboa, s.d. [1938]
Edições Europa
1.ª edição
19,1 cm x 12,6 cm
274 págs.
da Colecção de Autores Modernos Portugueses dirigida por João Gaspar Simões, sendo o n.º 2, após publicação do livro de Almada Nome de Guerra
exemplar estimado, com cinta da capa intacta; miolo limpo
valorizado pela assinatura do Autor (Madeira)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma escrita que se afirmava fora do enquadramento neo-realista, apesar da sua atenção aos conflitos do homem em sociedade.

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O Barão


ANTÓNIO MADEIRA [BRANQUINHO DA FONSECA]        
capa de K [Fred Kradolfer]

Lisboa, 1942
Editorial “Inquérito”, Ld.ª
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Tragédia de D. Ramon



BRANQUINHO DA FONSECA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [circa 1955]
Edição de Fomento de Publicações, Lda.
2.ª edição
16,6 cm x 11,7 cm
48 págs.
é o n.º 11 da colecção Mosaico dirigida por Manuel do Nascimento
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
17,00 eur

Conto inicialmente incluído no volume Caminhos Magnéticos, de 1938, e que José Régio considerou «[...] incontestàvelmente notável, [pela] sua natural fusão de realismo e poesia, do senso das realidades e do senso do mistério, – tão penetrantes um como o outro [...]».

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