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quarta-feira, dezembro 25, 2019

Sulco – Revista de Cultura Político-Social



[HERBERTO HELDER]

Lisboa, II série – Ano I – n.º 2, Junho-Julho de 1965
Centro de Estudos Político-Sociais da União Nacional (C.E.P.S.)
ed. Virgílio Cruz
22,5 cm x 15,4 cm
168 págs. (numeração contínua: págs. 121 a 288)
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

A curiosidade deste número isolado desta revista de extrema-direita reside no facto de aí figurar uma tradução de Herberto Helder, o artigo «Julgamento de um jovem poeta russo – o processo de Josef Brodsky». Entre o declínio habitual neste tipo de imprensa, assinado por gente retrógada como, por exemplo, Lumbrales, Rodrigues Cavalheiro ou João Ameal, ergue-se, traduzido da revista inglesa Encounter, o «relato quase integral das duas sessões que constituíram o julgamento, efectuado em Fevereiro e Março de 1964», que se saldou na condenação do dito escritor russo «à pena de cinco anos de trabalhos forçados». Na União Nacional devem ter rejubilado com uma peça de tal jaez anticomunista...
Iosif Aleksandrovich Brodski (1940-1996), poeta e ensaísta discípulo de Anna Akhmatova, viu-se envolvido por uma denúncia jornalística que classificava os seus versos como «pornográficos» e «anti-soviéticos», o que levou as autoridades policiais a interná-lo num manicómio e, posteriormente, a condená-lo em tribunal por «parasitismo». A importância que o protesto contra o seu aprisionamento ganhou para cá da Cortina de Ferro, apesar de não ter abalado o regime totalitário russo, culminou na comutação dessa pena.

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telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, dezembro 09, 2019

O Patinho Feio e outros contos


[HANS-CHRISTIAN] ANDERSEN
trad. Herberto Helder
ilustrações de Jean-Léon Huens

Lisboa, s.d.
Editorial Verbo
1.ª edição
30,5 cm x 23,1 cm (álbum)
32 págs.
profusamente ilustrado a cor no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no verso da primeira folha-de-guarda
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Herberto Helder – Um Silêncio de Bronze


MANUEL FRIAS MARTINS
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1983
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição
18,5 cm x 12,4 cm
104 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Preparava-se Martins para vir a gastar um livro inteiro à procura de homossexuais e drogados nos novíssimos 10 Anos de Poesia em Portugal, 1974-1984 (Editorial Caminho, Lisboa, 1986), e já ia por outra porta entrando no legado poético de Herberto Helder, um escritor então adulto e com obra feita, por quem deveria haver um certo pudor, porque «é preciso falar baixo no sítio da primavera» (HH). Mas não – com o professor Martins é sempre artilharia pesada, académica no pior sentido: «estrutura significativa totalizante», «articulação sintagmática do texto», «contornos da bifurcação imaginária do espaço epistemológico», «configuração epistémica», etc., etc., um estendal de roupa velha e lixo universitários no ar rarefeito da estratosfera! Há quem goste. Há mesmo quem escreva livros somente para vir a ser coberto desta maneira: roupa velha e lixo universitários.

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sexta-feira, dezembro 06, 2019

Pelo Sonho É Que Vamos



SEBASTIÃO DA GAMA
capa de Lino António

Lisboa, 1953
Portugália Editora
1.ª edição
19,7 cm x 14,1 cm
48 págs.
exemplar estimado, sinais de foxing na capa; miolo limpo
ASSINATURA DE POSSE E DATAÇÃO DO POETA HERBERTO HELDER
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

É «o livro mais conseguido de Sebastião da Gama», afirma o poeta Ruy Belo no seu livro de ensaios Na Senda da Poesia.

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terça-feira, abril 16, 2019

Ofício Cantante



HERBERTO HELDER
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1967
Portugália Editora
1.ª edição
19,6 cm x 14,5 cm
264 págs.
impresso sobre papel avergoado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
320,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da primeira vez que Herberto Helder (1930-2015) reúne a sua obra completa, não sem efectuar uma profunda revisão nos seus poemas, fazendo de livros passados um livro presente.

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Poesia Toda 1 e 2



HERBERTO HELDER
capa de Alda Rosa – Práxis

Lisboa, 1973
Plátano Editora, SARL
1.ª edição
2 volumes (completo)
[20,1 cm x 13,8 cm] + [20,3 cm x 14,4 cm]
300 págs. + 232 págs.
exemplares estimados; miolo limpo, à excepção das primeira e última folhas de cada volume e do verso das capas de ambos devido a repasse de fita-gomada, última folha do vol. 1 com sinais periféricos de traça
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tratava-se da segunda vez que o poeta Herberto Helder (1930-2015) reunia a sua obra poética, conservado para o primeiro volume (ou Primeira Parte) o título «Ofício Cantante», recuperado da sua anterior obra reunida, a que juntava agora, num segundo volume, «Movimentação Errática», abrangendo um período linguístico de óbvia errância estilística.

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terça-feira, fevereiro 13, 2018

Contos


HANS-CHRISTIAN ANDERSEN
trad. Elvira Taveira e Herberto Helder

Lisboa, 1964
Editorial Verbo
1.ª edição
18,4 cm x 14,7 cm
164 págs.
cartonagem editorial
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela infanto-juvenil, de um autor que é a matriz do género na literatura europeia.

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terça-feira, janeiro 16, 2018

Poemacto


HERBERTO HELDER

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
2.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
48 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
190,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nova





aa.vv.
capas de António Sena

Fundão, Inverno 1975 / 76 a Outono de 1976
dir. e ed. António Paulouro, António Sena e Herberto Helder
1.ª edição [única]
2 números (colecção completa)
23,8 cm x 19,1 cm
[176 págs. + 13 cromos colados em extra-texto] + 196 págs.
profusamente ilustrados
o n.º 2 é impresso a azul sobre papel branco
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
acondicionados num luxuoso estojo artístico de confecção recente, forrado a tela com uma ágata embutida
PEÇA DE COLECÇÃO
375,00 eur (IVA e portes incluídos)

O prefácio ao primeiro volume – não assinado, mas inconfundivelmente da autoria de Herberto Helder – constitui um modelo de texto de abertura na definição de criteriosas linhas de força antológicas; pois assim, a dado passo: «[...] A justificação deste Magazine encontra-se no que o ultrapassa em simples fraternidade de poemas e desenhos. Mas essa matéria restrita era uma coisa que faltava e, apresentando-se, faz-se sinal da coisa maior que continua em falta: o encontro não ocasional, mas insistente; não parcelar, mas global; e não só diletante, mas até ao mais fundo. [...]» E como este «encontro» apela a um registo de invulgares afinidades, algo em que o segundo volume se mostra infiltrado de vulgaridades várias (basta comparar os respectivos índices), Herberto Helder descarta-se passando a pasta da direcção do magazine a António Paulouro. Embora o nome e a “anuência” do Poeta continuem por ali (no dizer de uma nota de Paulouro), ele já não está. Mas o modelo renovado de selecção inflexível, segundo Herberto Helder, vinha a caminho e iria chamar-se Edoi Lelia Doura – antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa...
Alguns colaboradores do n.º 1: Ângelo de Sousa, António Franco Alexandre, António Tavares Manaças, Costa Pinheiro, Fiama Hasse Pais Brandão, Haroldo Campos, João Miguel Fernandes Jorge, João Pedro Grabato Dias, Joaquim Manuel Magalhães, Jorge de Sena, Júlio Pomar, Sophia de Mello Breyner Andresen, etc.
Alguns colaboradores do n.º 2: Diogo Pires Aurélio, Eduarda Chiote, Fernando J. B. Martinho, Joana Ruas, José Alberto Marques, Armando Alves, Luís Miranda Rocha, Ramiro Osório, etc., etc.

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domingo, setembro 10, 2017

Os Passos em Volta


HERBERTO HELDER
capa de Manuel Rosa sobre gravura rupestre

Lisboa, 1980
Assírio e Alvim
4.ª edição («emendada»)
19 cm x 15,8 cm
200 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui a rara cinta editorial
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ventila a História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, Porto Editora, 15.ª ed., Porto, 1989) que HH «[deveria] aliás a primeira notoriedade a Os Passos em Volta, [...], livro de contos, ou antes, livro onde a sua fantasia se disciplina por um mínimo de enredo e de referências sociais objectivas, vencendo as excessivas facilidades de um transcendentalismo que ainda algo tem de romântico. [...]» Opinião ligeira, muito pouco materialista dialéctica, que em nada destoa das fichas de apontamentos dos serviços de leitura da Gulbenkian, em que por três vezes o sebastianista António Quadros mais não consegue dizer, das sucessivas edições do livro, do que «Os seus contos, quase todos auto-biográficos, narram episódios de vagabundagem intelectual na Holanda, na França, e na cidade, em Lisboa. O seu tema é o isolamento do homem, as suas vagas aspirações, ainda indefinidas, os seus sonhos, os seus ideais imprecisos. [...]» Promessas que, segundo o oráculo de Quadros, lhe permitiam «augurar boas possibilidades de expressão novelesca no futuro»... Viu-se.

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domingo, setembro 18, 2016

A Morte Sem Mestre


HERBERTO HELDER

Porto, 2014
Porto Editora
1.ª edição
20,7 cm x 14,7 cm
64 págs. + 1 CD
encadernação editorial com sobrecapa
exemplar como novo (selado)
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro de estreia de Herberto Helder (1930-2015) num grande empório editorial. Mas é também o começo da despedida do poeta, que falecerá menos de um ano depois. Afortunadamente, alguém teve o bom senso de registar em suporte digital a sua magnífica voz a ler cinco destes últimos poemas, entre os quais o pungente «a última bilha de gás durou dois meses e três dias», o que só veio enriquecer esta edição.

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Servidões


HERBERTO HELDER
capa de Ilda David’

Lisboa, 2013
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,6 cm x 14,7 cm
128 págs.
cartonagem editorial
exemplar como novo
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

«disseram: mande um poema para a revista onde colaboram todos
e eu respondi: mando se não colaborar ninguém, porque
nada se reparte: ou se devora tudo
ou não se toca em nada,
morre-se mil vezes de uma só morte ou
uma só vez das mortes todas juntas:
só colaboro na minha morte:
e eles entenderam tudo, e pensaram: que este não colabore nunca,
que o demónio o leve, e foram-se,
e eu fiquei contente de nada e de ninguém,
e vim logo escrever este, o mais curto possível, e depressa, e
vazio poema de sentido e de endereço e
de razão deveras,
só porque sim, isto é: só porque não agora»

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Ou o Poema Contínuo


HERBERTO HELDER
capa sobre pintura de Goya

Lisboa, 2001
Assírio & Alvim
1.ª edição
21,1 cm x 15,1 cm
128 págs.
subtítulo: Súmula
cartonagem editorial
exemplar como novo, pequena esfoladela na capa
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poeta inicia o século XXI com uma síntese fina da sua obra completa, dando-no-la a ler de novo, agora no osso da sua longa arquitectura.

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terça-feira, março 24, 2015

Do Mundo


HERBERTO HELDER

Lisboa, 1994
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,5 cm x 15 cm
96 págs.
exemplar como novo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerca de HH escreveu Joaquim Manuel Magalhães, outro grande poeta português do século XX (in Um Pouco da Morte, Editorial Presença, Lisboa, 1989):
«[...] Começa a ser histórico-literariamente fundamental, para a compreensão da nossa poesia contemporânea, proceder à análise da alteração de “gosto” que, nos anos 60, representou a obra de Herberto Helder. Compreender quanto ela realizou a violência de condução para outros sentidos dos sentidos que julgavam revitalizar (através de meras reformas sintácticas) a maioritária quimera da representação justiceira, em poesia, de um real exemplar para o modo como o real quotidiano tendia a organizar-se. Nesses anos 60, a escrita de Herberto Helder representa, diante do neo-realismo (à excepção de Carlos de Oliveira) e diante da fragmentação provinciana do surrealismo (à excepção de Mário Cesariny), uma revitalização afim daquela que, com as devidas diferenças, nos anos 80 do século anterior Cesário Verde representara diante do naturalismo politiqueiro de Guerra Junqueiro e das hostes tardias dos ultra-romantismos. [...]»

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As Magias


[HERBERTO HELDER, versões]
capa de António Lobo sobre fotografia de Jorge Molder

Lisboa, 1988
Assírio & Alvim
2.ª edição
18,5 cm x 11,6 cm
64 págs.
exemplar como novo
inclui cinta editorial
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do terceiro conjunto de “traduções” de Herbeto Helder, este anteriormente publicado numa editora independente, a Hiena.

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Veloz Como o Vento


GINE VICTOR LECLERQ
trad. Herberto Helder
capa de José Antunes

Lisboa, 1967
Editorial Verbo, Lda.
1.ª edição
18,4 cm x 14,7 cm
204 págs. + 10 págs. (pub. editora) + 2 folhas em extra-texto
ilustrado a preto e a cor, no corpo do texto e em separado
cartonagem editorial
exemplar como novo
peça de colecção
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Novela juvenil, apenas de interesse bibliófilo. Garantidamente vertida para a língua portuguesa de um dos nossos maiores poetas de sempre.

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