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domingo, julho 05, 2026

A Ceia dos Cardeais


JÚLIO DANTAS
ilust. Alberto Souza

Lisboa, 1951
Livraria Clássica Editora – A. M. Teixeira & C.ª (filhos)
s.i.
278 mm x 218 mm
44 págs. [não num.] 
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial gravada a vermelho e ouro na pasta anterior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da peça pela qual, nas melhores e nas piores razões, o psiquiatra médico-cirurgião militar Júlio Dantas (1876-1962) ficou conhecido e odiado pela geração modernista do Orpheu.

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segunda-feira, abril 20, 2026

Feira de Cantigas

 

DENÍS DE RIBA-DOURO [pseud.]
pref. Júlio Dantas

s.l. [Lisboa], 1932
s.e. [ed. autora]
1.ª edição
182 mm x 130 mm
128 págs.
miolo impresso sobre papel avergoado, capa impressa sobre papel vegetal
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris do histórico livreiro-antiquário João Lopes Holtreman
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo, talvez da pintora Ilda Correia Leite, talvez da escritora Maria Lamas… Duas informações contraditórias são-nos dadas, ambas, pela Biblioteca Nacional: a PORBASE - Base Nacional de Dados Bibliográficos aponta largamente para a pintora; todavia, o Dicionário de Pseudónimos e Iniciais de Escritores Portugueses, de Adriano da Guerra Andrade, editado pela mesma dita instituição, indica Maria Lamas como sendo a enigmática Riba-Douro (pág. 373, BN, Lisboa 1999).

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terça-feira, abril 07, 2026

A Alma do Trinca-Fortes


HENRIQUE LOPES DE MENDONÇA
pref. Julio Dantas


Lisboa, s.d. [1933, seg. BNP]
Portugal-Brasil – Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
190 mm x 125 mm
XX págs. + 248 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, março 30, 2026

O Fado e os Seus Censores


AVELINO DE SOUSA
pref. Julio Dantas


Lisboa, 1912
Editor, o Autor
1.ª edição
196 mm x 125 mm
8 págs. + 1 folha em extra-texto + 56 págs.
subtítulo: Artigos colligidos d’ A Voz do Operário. Critica aos detractores da canção nacional
ilustrado com o retrato do autor
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Avelino de Sousa (1880-1946), que foi empregado de uma livraria e, até, bibliotecário na Torre do Tombo, foi também operário-tipógrafo de profissão e poeta-fadista militante da arte e da revolução. É-nos, sobretudo, querido pelo registo que nos legou dos temas das lutas laborais e da pequena crónica dos bairros; o seu tom, ora se mostra reivindicativo, ora chorarreiro, satírico e mesmo picante.

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sábado, janeiro 17, 2026

Páginas de Memórias


JÚLIO DANTAS

Lisboa, 1968
Portugália Editora
1.ª edição
203 mm x 140 mm
356 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dantas, preocupado com o surgir de alguma hipotética falsificação da sua biografia, e, inspirado num caso de Bernard Shaw, que aludia a castigos radicais para os prevaricadores, mete mãos à obra, tecendo a seu jeito estas memoráveis páginas. Todavia, só conta aquilo que o não deslustra. É cirurgicamente omitida aqui a sua colisão frontal com os futuristas / modernistas portugueses. Nem sombra dos nomes de Fernando Pessoa ou de Almada Negreiros!, embora valorize em capítulo próprio um «almoço com Marinetti», pioneiro da corrente futurista e autoritário braço direito de Mussolini...

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sexta-feira, janeiro 02, 2026

Outono em Flor

 

JÚLIO DANTAS

Porto | Lisboa, 1949
Livraria Lello & Irmão, Editores | Aillaud & Lellos, Limitada
1.ª edição
203 mm x 133 mm
188 págs.
subtítulo: Comédia em 3 actos
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado, lombada frágil; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA CALOROSA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR E JORNALISTA LUÍS FORJAZ TRIGUEIROS
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, julho 13, 2025

Revoada de Musas

 

JÚLIO DANTAS

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição (livro póstumo)
202 mm x 139 mm
220 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: As mulheres na vida dos homens célebres
ilustrado com o retrato do autor
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, janeiro 19, 2025

O Festival de João de Deus


aa.vv.

Lisboa, 1905
Antiga Casa Bertrand – José Bastos – Editor
1.ª edição [única]
188 mm x 138 mm
XXXII págs. + 508 págs. + 3 extra-textos (sendo o que vem junto da portada uma caricatura do Poeta da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro)
subtítulo: Poesias, Estudos litterarios, manifestações da Imprensa e collectividades scientificas, na Celebração do LXV anniversario do Poeta, pela Mocidade das Escholas com um Escorso biographico de João de Deus por Theophilo Braga
encadernação modesta de amador em meia-inglesa imitação de pele com gravação a ouro na lombada
aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião das participações com que, pelos 65 anos de idade, homenagearam o poeta algumas escolas e colectividades do país, e intelectuais como, à cabeça Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, Eugénio de Castro, Gonçalves Crespo, Alberto Pimentel, Júlio Dantas, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Heliodoro Salgado, Magalhães Lima, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Diogo de Macedo ou António Nobre. A edição em livro desse reconhecimento colectivo acabou por ser póstumo.
Para além do «[...] seu apostolado do ensino popular, [as] luctas ferrenhas contra a Cartilha Maternal, tendo de reagir com réplicas em prosa e verso aos professores rotineiros, fizeram que se esquecesse o poeta das Flores do Campo e das Folhas Soltas, para admirarem o luminoso pedagogista. [...]» (da nota de abertura) Mas também a ele se deve um passo para a modernidade, contra o intocável António Feliciano de Castilho, a ele se deve, pois, «[...] a primeira condenação pública da escola ultra-romântica, defendendo um lirismo “purificado”, ligado à tradição dos cancioneiros galego-portugueses, às cantigas populares do romanceiro e a certos aspectos do Camões lírico. [...]» (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990)

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quinta-feira, novembro 07, 2024

A Severa

 

JÚLIO DANTAS
capa de Alberto Souza


Lisboa | Rio de Janeiro, s.d.
Portugal-Brasil, Limitada – Sociedade Editora | Companhia Editora Americana – Livraria Francisco Alves
4.ª edição
190 mm x 123 mm
218 págs.
modesta encadernação inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, setembro 13, 2024

Pátria Portuguesa


JÚLIO DANTAS
ilust. Alberto Sousa

Lisboa, 1915
Parceria António Maria Pereira
2.ª edição [em livro]
247 mm x 177 mm
316 págs. + 1 folha em extra-texto
profusamente ilustrado a negro no corpo do texto
impresso sobre papel superior creme
encadernação editorial em tela encerada, lombada e cantos em pele, gravação a ouro nas pastas e na lombada, folhas-de-guarda em luxuoso papel com motivos florais
aparado e dourado somente à cabeça
conserva a capa anterior da brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
discreta rúbrica de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

No pórtico:
«Obra publicada em folhetins no jornal de Lisboa “A Capital” e louvada em portaria do govêrno da República Portuguesa, de 20 de dezembro de 1913 (“Diario do Govêrno”, n.º 301 de 26 do mesmo mês e ano).»

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Êles e Elas


JÚLIO DANTAS

Porto, 1918
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, Editores
1.ª edição
184 mm x 125 mm
256 págs.
subtítulo: Na vida - Na arte - Na História
encadernação editorial inteira em tela encerada, elegante gravação Arte Nova em relevo seco nas pastas e a ouro na pasta anterior e na lombada
folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado, lombada um pouco envelhecida; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, agosto 04, 2024

Lisboa dos Nossos Avós


JÚLIO DANTAS

Lisboa, 1966
Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
243 mm x 174 mm
284 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dantas – o inefável Dantas, que teve honras de desprezo por parte dos futuristas, com Almada Negreiros na liderança – traz-nos neste seu conjunto de crónicas a memória, por exemplo, do carnaval, dos «peraltas», dos «ché-chés», do Passeio Público, das «toiradas reais do Terreiro do Paço»... (o mesmo Terreiro do Paço que alberga hoje, por exemplo, o Ministério da Justiça!), e tantas outras curiosidades e antigualhas. Talvez das mais interessantes passagens do livro seja o capítulo «Literatura de Cordel», até porque quadra com aquilo que Dantas representa na cultura nacional.

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quarta-feira, novembro 01, 2023

Idolos de Barro

 


JOSÉ DIAS SANCHO
capas de Bernardo Marques

Lisboa, 1920 e 1922
Casa Ventura Abrantes / Editora Olhanense Limitada
1.º milhar (ambos)
2 volumes (completo)
[190 mm x 122 mm] + [215 mm x 161 mm]
188 págs. + 72 págs.
subtítulos:
I - Albino Forjaz de S. Paio, Sua Autópsia e Entêrro
II - Júlio Dantas
exemplares estimados, contracapa com falta de papel no canto superior esquerdo do vol. I, capa suja e com discretos restauros na lombada no vol. II; miolo limpo em ambos, vol. I por abrir
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Jornalista, ficcionista, crítico e poeta de grande precocidade, escreveu toda a obra entre os 16 e os 31 anos, idade com que faleceu.
Foi conservador do Registo Civil em São Brás e um dos fundadores do jornal Correio do Sul (Faro), onde, a propósito da representação do Algarve no Guia de Portugal, polemicou mais tarde (1928) com Raul Proença, sendo esses os seus últimos artigos. Em Lisboa, dirigiu o jornal A Situação. Tem colaboração poética na revista Contemporânea (n.º 7).
Crítico impiedoso, teve como principais vítimas Júlio Dantas e Albino Forjaz de Sampaio. [...]
Além de poeta e prosador de cunho regionalista e ruralista, quase pagão, foi desenhador e caricaturista. [...]»
(Fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. III, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1994)


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domingo, agosto 26, 2018

Júlio Dantas


LUÍS DE OLIVEIRA GUIMARÃES

Lisboa, 1963
Edição da Livraria Romano Torres – João Romano Torres & C.ª
1.ª edição
19,3 cm x 13 cm
384 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Uma vida. Uma obra. Uma época
ilustrado com estampa-retrato do homenageado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
conserva colado no ante-rosto o talão de reposição livreira
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

A pedido da Casa do Algarve, Luís de Oliveira Guimarães aplica-se no estudo monográfico deste seu velho amigo em letras.

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sexta-feira, dezembro 12, 2014

Espadas e Rosas



JÚLIO DANTAS
capa de AS [Alberto Sousa]

Lisboa / Rio de Janeiro, 1919
Portugal-Brasil Limitada – Sociedade Editora / Companhia Editora Americana – Livraria Francisco Alves
2.ª edição (ampliada)
19,1 cm x 12,3 cm
240 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, com sinais de oxidação nas duas primeiras e nas duas últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Precisamente uma visita a casa do pintor Alberto Sousa, no Alentejo, constitui motivo de apontamento literário a Dantas, num livro que é a reunião de textos avulsos acerca disto e daquilo. Assim:
«[...] Diante dos cartões de Alberto Sousa eu não me limitei a supôr o Alentejo: vi-o, senti-o, respirei-o, fulgurou-me na retina, ardeu-me na pele, experimentei, perante essas obras de arte, a mesma sugestão de insenso, de ofuscante alentejanismo que até agora só me tinham dado os Ceifeiros de Fialho e a bárbara policromia dos tapetes de Arraiolos, onde fulge e canta toda a charneca em flor. [...]»

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