AUGUSTO GIL
capa e ilust. Stuart Carvalhais
Lisboa, s.d. [circa finais de 1940]
Portugália Editora
5.ª edição [1.ª edição ilust. Stuart]
195 mm x 131 mm
156 págs.
subtítulo: Sátiras às Mulheres
profusamente ilustrado
impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Interessante “actualização” gráfica de um livro do início do século XX, «o
melhor de Augusto Gil» (segundo a Grande
Enciclopédia Portuguesa e Brasileira), e também das melhores intervenções
do desenhador.
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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
quinta-feira, fevereiro 19, 2026
O Canto da Cigarra
quarta-feira, outubro 08, 2025
Sombra de Fumo
AUGUSTO GIL
Coimbra, 1915
Moura Marques, Livreiro Editor
1.ª edição
216 mm x 162 mm
28 págs. + 114 págs.
encadernação de amador inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta
anterior
conserva a capa anterior da brochura
não aparado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro conscientemente dedicado «Á memória piedosa e doce de João de Deus», no
qual assume Augusto Gil essa influência poética. Eugénio de Castro e António
Correia de Oliveira seriam poetas do mesmo modo citáveis numa leitura
comparada.
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domingo, maio 12, 2024
Luar de Janeiro
AUGUSTO GIL
Lisboa, 1909
Edição da Empreza d’A Lanterna
1.ª edição
221 mm x 139 mm
118 págs. + 1 folha em extra-texto + 1 tarjeta de papel vegetal (impressa com
uma nota ao texto introdutório)
ilustrado
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
(NÃO ASSINADA) AO JORNALISTA [ALBINO] FORJAZ DE SAMPAIO
120,00 eur (IVA e portes incluídos)
Diz o articulista do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol.
III, Publicações Europa-América, Mem Martins 1994):
«[…] Melhor versejador do que poeta, é notável a destreza com que maneja a
quadra popular (ainda hoje correm, anonimamente, quadras suas) e o escrúpulo
que põe tanto na forma como na metrificação. […]
Uma linguagem fluente e musical, corriqueira, uma feitura límpida, quase
perfeita, partindo de temas circunstanciais (amorosos, descritivos, por vezes
satíricos), colocam-no entre os poetas da última fase do saudosismo nacionalista,
aparentando-o, mais do que nenhum outro, a António Correia de Oliveira. […]»
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quarta-feira, setembro 16, 2020
Alba Plena – Vida de Nossa Senhora
ilust. Raul Lino
Lisboa, s.d.
Atlantida
2.ª edição
170 mm x 122 mm
2 págs. + 132 págs. + 1 folha em extra-texto e vegetal de protecção da imagem
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Miguel de Araújo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Augusto César Ferreira Gil, o poeta do lirismo terno e brando apropriado para as selectas literárias oficiais de uma época de brandos costumes...
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quarta-feira, fevereiro 19, 2020
As Quadras do Povo. Pamphletos revolucionarios

Lisboa, 1909
dir. Hercules Severo
1.ª edição [única]
colecção completa (6 números)
25,8 cm x 16,8 cm
4 págs. / 2 x 8 págs. / 3 x 12 págs.
exemplares em bom estado
a última folha do n.º 3 encontra-se rasgada, aliás como em todos os que conhecemos, dado ter-se pretendido ocultar o nome do autor dos versos que o constituem; todavia, as listas dos números publicados, que passam a figurar na publicação logo a partir do n.º 4 revelam-nos tratar-se de Armando d’Araujo;
apesar da lista de autores anunciados nas capas dos 3.º e 4.º números, só saíram os seguintes fascículos de versos insultuosamente rebeldes:
n.º 1 – Ao Povo! [anónimo]
n.º 2 – Carta ao Rei, impondo-lhe a expulsão dos jesuitas, por Gomes Leal
n.º 3 – A Sombra de Guilherme Braga, por Armando d’Araujo
n.º 4 – Satyra aos jesuitas e aos liberaes, por Augusto Gil
n.º 5 – Á Luz do Sol, por Dias d’Oliveira
n.º 6 – Eterna comedia!, por Mario Monteiro
peça de colecção com interesse para a história da I República
280,00 eur (IVA e portes incluídos)
Exortando Pombal, escreve Gomes Leal:
«[...] Assésta a grande lunêta,
e ólha os sacros mariolas
amontoando sacólas
como Harpagão, o forreta. [...]
Vem ao convento do Quelhas
vêr bonitinhas condêssas
beijocarem as abadessas
sobre as boquinhas vermelhas.
Como gulosas abelhas
extraindo o mel das flores,
vê beijarem-se as sorores
como Juliêta a Romeu...
ou com lúbricos decótes
bailarem com as cócótes
chamadas do “Pái do Ceu”. [...]»
sexta-feira, maio 11, 2018
Sombra de Fumo
AUGUSTO GIL
Coimbra, 1915
Moura Marques, Livreiro Editor
1.ª edição
21 cm x 16,1 cm
28 págs. + 116 págs.
encadernação luxuosa inteira em pele com gravação decorativa a ouro em ambas as pastas, utilizando um arranjo com vinhetas tipográficas, lombada com nervuras igualmente decorada, folhas de guarda em papel de fantasia e seixas gravadas a ouro
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação
aparado e brunido a ouro à cabeça
assinatura de posse na pág. 7 do primeiro caderno
PEÇA DE COLECÇÃO
150,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro conscientemente dedicado «Á memória piedosa e doce de João de Deus», no qual assume Augusto Gil essa influência poética. Eugénio de Castro e António Correia de Oliveira seriam poetas do mesmo modo citáveis numa leitura comparada.





