sábado, janeiro 17, 2026
Horas de Luta
domingo, fevereiro 09, 2025
Os Simples
GUERRA JUNQUEIRO
Lisboa, 1898
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
4.ª edição
181 mm x 122 mm
128 págs.
variante de encadernação editorial sendo a vertente em seda com gravação
polícroma e ouro nas pastas e na lombada
corte das folhas dourado
exemplar estimado, um pouco gasto na lombada; miolo limpo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
Os Simples
carimbo de posse da Quinta de S. Sebastião (Arruda dos Vinhos) no frontispício
domingo, janeiro 19, 2025
O Festival de João de Deus
Lisboa, 1905
Antiga Casa Bertrand – José Bastos – Editor
1.ª edição [única]
188 mm x 138 mm
XXXII págs. + 508 págs. + 3 extra-textos (sendo o que vem junto da portada uma caricatura do Poeta da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro)
subtítulo: Poesias, Estudos litterarios, manifestações da Imprensa e collectividades scientificas, na Celebração do LXV anniversario do Poeta, pela Mocidade das Escholas com um Escorso biographico de João de Deus por Theophilo Braga
encadernação modesta de amador em meia-inglesa imitação de pele com gravação a ouro na lombada
aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)
Reunião das participações com que, pelos 65 anos de idade, homenagearam o poeta algumas escolas e colectividades do país, e intelectuais como, à cabeça Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, Eugénio de Castro, Gonçalves Crespo, Alberto Pimentel, Júlio Dantas, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Heliodoro Salgado, Magalhães Lima, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Diogo de Macedo ou António Nobre. A edição em livro desse reconhecimento colectivo acabou por ser póstumo.
Para além do «[...] seu apostolado do ensino popular, [as] luctas ferrenhas contra a Cartilha Maternal, tendo de reagir com réplicas em prosa e verso aos professores rotineiros, fizeram que se esquecesse o poeta das Flores do Campo e das Folhas Soltas, para admirarem o luminoso pedagogista. [...]» (da nota de abertura) Mas também a ele se deve um passo para a modernidade, contra o intocável António Feliciano de Castilho, a ele se deve, pois, «[...] a primeira condenação pública da escola ultra-romântica, defendendo um lirismo “purificado”, ligado à tradição dos cancioneiros galego-portugueses, às cantigas populares do romanceiro e a certos aspectos do Camões lírico. [...]» (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990)
domingo, agosto 25, 2024
Guerra Junqueiro – Como Êle Escrevia

TOMÁS DA FONSECA
Coimbra, 1924
Coimbra Editora, Lim.ª – Antiga Livraria França & Arménio
1.ª edição
257 mm x 192 mm
32 págs. + 1 extra-texto (pequeno cromo reproduzindo retrato de Junqueiro, colado na pág. 5)
subtítulo: Considerações sôbre o manuscrito de “Os Simples”
composto manualmente, impressão sobre papel avergoado
inclui fac-símile de uma página do referido manuscrito
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Completa o pequeno ensaio de Da Fonseca um conjunto de seis cartas inéditas do poeta republicano.
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
A Velhice do Padre Eterno
GUERRA JUNQUEIRO
ilustrações de Leal da Camara
Porto, s.d. [1912 ?]
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, editores
[1.ª edição ilustrada]
197 mm x 134 mm
8 págs. + 272 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela encerada com a pasta anterior e a lombada gravadas a ouro, e relevo seco na pasta posterior, cromo polícromo colado
folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.
segunda-feira, agosto 05, 2024
A Musa em Ferias
GUERRA JUNQUEIRO
Lisboa, 1920
Parceria Antonio Maria Pereira Livraria Editora
6.ª edição
191 mm x 130 mm
240 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Idilios e satiras
ilustrado com retrato do autor
impresso sobre papel superior avergoado
magnífica encadernação editorial inteira em tela gravada a negro, verde, prata
e ouro nas pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, outubro 22, 2023
Prometheu Libertado
GUERRA JUNQUEIRO
pref. Luiz de Magalhães
Porto, 1926
Livraria Chardron, de Lello & Irmão, L.da Editores
1.ª edição
242 mm x 165 mm
48 págs.
subtítulo: (Esboço do poema)
impresso a duas cores directas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
sexta-feira, julho 07, 2023
Os Pobres
assinatura de posse no ante-rosto
sexta-feira, abril 21, 2023
Viagem á Roda da Parvonia
GIL VAZ, «commendador» (pseud.)
[GUERRA JUNQUEIRO
GUILHERME D’AZEVEDO]
pref. Caetano Alberto
notas de aa.vv.
ilust. Manuel de Macedo
Lisboa, s.d [circa 1935]
Portugal – Brasil, Companhia Editora
2.ª edição
190 mm x 124 mm
264 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Relatorio em 4 actos e 6 quadros – Representado no Theatro do
Gymnasio Dramatico na noite de 17 de Janeiro de 1879
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Entre os muitos “anotadores” avultam nomes como João de Deus, Magalhães Lima,
Ramalho Ortigão, Batalha Reis, Gervásio Lobato, Júlio César Machado, Pinheiro
Chagas, Antero de Quental, etc.
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, abril 09, 2023
O Monstro Alemão
230 mm x 153 mm
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, março 26, 2023
Edith Cavell
GUERRA JUNQUEIRO
Lisboa, 1916
Imprensa Nacional
1.ª edição
230 mm x 142 mm
12 págs.
exemplar estimado, capa frágil; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
Sentido protesto do republicano Guerra Junqueiro pelo fuzilamento da
enfermeira britânica Edith Cavell, que, na sequência da invasão alemã sobre a
Bélgica, durante a Primeira Guerra Mundial, foi presa e julgada em tribunal
militar.
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, janeiro 22, 2023
Guerra Junqueiro e Zola
J. FERNANDO DE SOUZA (NEMO)
Porto, 1922
Livraria Nacional e Estrangeira de Eduardo Tavares Martins, Suc., L.da
– Editores
1.ª edição
193 mm x 125 mm
192 págs.
subtítulo: Notas criticas de um jornalista catholico
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Da nota introdutória do autor:
«[…] Depois de uma leitura attenta das Prosas dispersas, quando vi que
ao poeta apenas se pedia que eliminasse a Velhice do Padre Eterno, como
se nada mais houvesse blasphematorio na sua obra, julguei opportuno o estudo
critico d’esta sob o ponto de vista religioso. Desde a Musa em ferias á Patria
e ás Orações, convinha pôr em relevo o espirito de que promonavam os
seus livros, as doutrinas que vinham proclamar. […]»
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sexta-feira, novembro 18, 2022
Anthero de Quental in Memoriam
conserva as capas e a lombada da brochura
assinatura de posse no verso do frontispício
quarta-feira, junho 29, 2022
Um Feixe de Pennas
aa.vv.
Lisboa, 1885
Typographia Castro Irmão
1.ª edição
187 mm x 126 mm
4 págs. + IV págs. + 176 págs.
modesta encadernação inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta
anterior
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado, capa de brochura envelhecida; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)
Inclui colaborações, entre outras, de autores como Antero de Quental, António
de Serpa, Camilo Castelo Branco, Eça de Queirós, Guerra Junqueiro, João de Deus,
Teixeira de Queirós, Teófilo Braga, etc.
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telemóvel: 919 746 089
sexta-feira, junho 04, 2021
Oração ao raio... que o parta
JOSÉ DE ANZOES
Porto, 1904
Livraria Santos
2.ª edição
227 mm x 172 mm
8 págs.
subtítulo: As Orações de Guerra Junqueiro juguladas pela celebre satyra de [...]
exemplar estimado, restauro no canto inferior direito da capa; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de José Coelho
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)
Pseudónimo do poeta portuense Manuel de Moura, cuja verrina se fez no convívio com Camilo Castelo Branco, Sampaio Bruno e Basílio Teles (ver Adriano da Guerra Andrade, Dicionário de Pseudónimos e Iniciais de Escritores Portugueses, Biblioteca Nacional, Lisboa, 1999; e Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990). Fundador do jornal literário Rosicler, esteve também ligado a um outro importante periódico de artes e literatura, A Instrução Moderna. No vertente panfleto poético, as orações de Junqueiro são ferozmente satirizadas.
Oração á Luz
Porto, 1904
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores
[1.ª edição]
227 mm x 163 mm
32 págs.
exemplar estimado, capa oxidada e com restauro na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)
Junqueiro, feito ainda em vida glória poética nacional por aqueles que de poética nada sabiam, foi um valor retórico que perdurou mesmo fora dos meios republicanos seus naturais. Não houve selecta escolar do Estado Novo, assim como entre os ensaístas menos oficiais, que não tenham exibido, sem engulhos, a moleirinha-toque-toque-toque. «Mas apesar destas limitações hoje evidentes» – diz a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes –, «Junqueiro não teria conseguido identificar-se com tão vastas camadas da pequena burguesia, não teria exercido uma influência tão considerável, mesmo para além da sua época, se não dispusesse de certos meios extraordinários de expressão literária. Em primeiro lugar, o seu simplismo ideológico relaciona-se com uma flagrante visualidade de imagens: Junqueiro não pensa com finura, porque vê logo as ideias e sentimentos em alegoria ou imagem. [...] Por outro lado, a facilidade rítmica do verso junqueiriano colhe, nalguns poemas, certas tonalidades de emoção inapreensível para uma versificação menos espontânea [...]»
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