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sexta-feira, setembro 13, 2019

A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1885
Editores Alvarim Pimenta e Joaquim Antunes Leitão
1.ª edição
23,3 cm x 15,5 cm
216 págs.
impresso sobre papel superior
encadernação antiga meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, charneira frágil; miolo limpo, papel fresco
carimbo na folha de ante-rosto e assinatura de posse no frontispício
peça de colecção
155,00 eur (IVA e portes incluídos)

Libelo anticlerical, ainda hoje, na esfera da Igreja, tido por um insulto.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


A Velhice do Padre Eterno


GUERRA JUNQUEIRO
ilustrações de Leal da Camara

Porto, s.d. [1912 ?]
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, editores
[1.ª edição ilustrada]
19,7 cm x 13,4 cm
8 págs. + 272 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação editorial em tela encerada com a pasta anterior e a lombada gravadas a ouro, e relevo seco na pasta posterior, cromo polícromo colado
folhas-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO
ilust. Leal da Câmara

Porto | Lisboa, 1950
Livraria Lello & Irmão – editores proprietários da Livraria Chardron | Aillaud & Lellos, Limitada
s.i.
19,8 cm x 13 cm
XXVIII págs. + 268 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

As ilustrações que o caricaturista Leal da Câmara concebeu, em 1912, para esta edição da célebre Velhice, acompanham, em tom maior, a sátira e o anticlericalismo do poeta.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, março 18, 2019

A Velhice do Padre Eterno



GUERRA JUNQUEIRO
ilustrações de Leal da Camara

Porto, 1945
Livraria Lello & Irmão, editores proprietários da Livraria Chardron
s.i.
19,7 cm x 13,1 cm
XXVI págs. + 268 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Imagens de Actualidade


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição (variante de capa)
19,5 cm x 13 cm
328 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Imagens de Actualidade



JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição
19 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves estudos literários em torno de Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Gomes Leal, Wenceslau de Morais, Antero de Quental, Raúl Brandão, Camilo Castelo Branco, Fialho de Almeida e Eça de Queirós.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, novembro 05, 2018

O Monstro Alemão


GUERRA JUNQUEIRO
pref. Alberto de Aguiar

Porto, Novembro de 1918
Officinas de “O Commercio do Porto”
1.ª edição
2 págs. + 22 págs.
subtítulo: Atila e Joana d’Arc
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um raro opúsculo com versos oferecidos por Junqueiro à Junta Patriótica do Norte, cujo produto da venda se destinava à assistência aos órfãos da guerra de 14-18.

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O Crime


GUERRA JUNQUEIRO

Porto – Braga, 1875
Livraria Internacional de Ernesto Chardron
1.ª edição
17,4 cm x 12,2 cm
32 págs.
subtítulo: A Propósito do Assassinato do Alferes Brito
exemplar estimado; miolo limpo
discretas rubricas de posse na capa e no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui-se este poema na discussão aberta em Portugal acerca da abolição da pena de morte para crimes cometidos em meio militar, neste caso quando um soldado de infantaria assassinou o alferes Palma e Brito em 1874.

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Os Simples


GUERRA JUNQUEIRO

Porto, 1892
Typographia Occidental
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
2 págs. + 130 págs.
impresso sobre papel de linho
encadernação recente inteira em tela com as capas espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse de Esther Cochat no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Junqueiro, feito ainda em vida glória poética nacional por aqueles que de poética nada sabiam, foi um valor retórico que perdurou mesmo fora dos meios republicanos seus naturais. Não houve selecta escolar do Estado Novo que não tenha exibido, sem engulhos, a moleirinha-toque-toque-toque. «Mas apesar destas limitações hoje evidentes» – diz a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989) –, «Junqueiro não teria conseguido identificar-se com tão vastas camadas da pequena burguesia, não teria exercido uma influência tão considerável, mesmo para além da sua época, se não dispusesse de certos meios extraordinários de expressão literária. Em primeiro lugar, o seu simplismo ideológico relaciona-se com uma flagrante visualidade de imagens: Junqueiro não pensa com finura, porque logo as ideias e sentimentos em alegoria ou imagem. [...] Por outro lado, a facilidade rítmica do verso junqueiriano colhe, nalguns poemas, certas tonalidades de emoção inapreensível para uma versificação menos espontânea [...]»

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sábado, março 17, 2018

Guerra Junqueiro


TEIXEIRA DE PASCOAES
ilust. António Carneiro

s.l. [Porto], 1950
[ed. Autor]
1.ª edição
21,8 cm x 15,8 cm
40 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência proferida no Teatro Amarantino, cujo produto das vendas do impresso deveriam reverter para a Associação dos Bombeiros Voluntários de Amarante.

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terça-feira, agosto 15, 2017

[Colecção] & etc – Contramargem




aa.vv.

Lisboa, 1979 a 1984
& etc
1.ª edição (todos)
20 brochuras (completo)
20,6 cm x 16,7 cm
16 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 20 págs. + 24 págs. + 16 págs. + 32 págs. + 16 págs. + 24 págs. + 28 págs. + 36 págs. + 20 págs. + 32 págs. + 28 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 32 págs. + 40 págs. + 28 págs. + 28 págs.
ilustrados
autores e títulos:
1 – CAMILLO CASTELLO BRANCO, Maria! não me mates, que sou tua mãe!
2 – GUERRA JUNQUEIRO, A Torre de Babel ou A Porra do Soriano seguida de As Musas
3 – CHARLES FOURIER, Quadro Analítico da Corneação
4 – BLAISE CENDRARS, O Fim do Mundo Filmado pelo Anjo N. S.
5 – HOMEM-PESSOA, O Bispo de Beja (retirado do mercado pela Polícia Judiciária)
6 – JONATHAN SWIFT, Proposta Modesta para Evitar Que os Filhos dos Pobres da Irlanda Sejam um Fardo para os Seus Pais, ou País, Tornando-se Úteis à Comunidade
7 – PIERRE LOUŸS, Manual de Civilidade para Meninas Destinado às Escolas
8 – JOÃO DE DEUS, Criptinas
9 – HENRY MILLER, Ler na Retrete
10 – RICHARD CONNELL, Zaroff – O Jogo Mais Perigoso
11 – FIALHO D’ALMEIDA, Fialho Negro
12 – QUEVEDO, Graças e Desgraças do Olho do Cu
13 – CAMÕES DO ROSSIO, Martinhada
14 – SINÉSIO DE CIRENE, Elogio da Calvície
15 – GREGÓRIO DE MATOS, «Boca do Inferno»
16 – CONDE DE LA TROMPETTE, A Arte de Peidar
17 – PAUL VERLAINE, Hombres
18 – PADRE CAMÕES, Testamento de D. Burro, Pai dos Asnos
19 – LUCIANO DE SAMÓSATA, Os Amores
20 – ANTÓNIO LOBO DE CARVALHO, Se a Lira Pulsas e o Pandeiro Tocas...
impressos sobre papel dito manteigueiro, compostos manualmente em elzevir até ao n.º 10 sendo os restantes em linotype
encadernação inteira em linho cru com gravação a vermelho na pasta anterior e na lombada
ligeiramente aparados, conservam todas as capas
exemplar como novo
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
700,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colecção concebida, traduzida e ilustrada por Aníbal Fernandes, que contou com a colaboração pontual de Manuel João Gomes (n.º 14) e de Luiza Neto Jorge (n.º 17). Pode dizer-se deste conjunto de títulos escolhidos que se trata de um exemplo de cobiça editorial, que veio a dar fruto nalguns catálogos de editores culturalmente menos afortunados. Pequenas pérolas, como sejam os textos de Camilo, Swift, Pierre Louÿs, Quevedo ou Verlaine, acabaram depois por vir a ser objecto de edições oportunistas.

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quinta-feira, abril 28, 2016

Os Simples



GUERRA JUNQUEIRO

Lisboa, 1923
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
8.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
128 págs. + 1 folha em extra-texto (protegida com papel vegetal)
encadernação editorial em tela finamente gravada numa imitação de japonismo muito em voga na Baixa-Chiado no início do século XX
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tragedia Infantil



GUERRA JUNQUEIRO
capa e ilustrações de Alonso

Lisboa, 1913
Parceria Antonio Maria Pereira
2.ª edição, ilustrada
18,2 cm x 12,5 cm
44 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
rubrica de posse nos cantos superiores direitos da capa e da folha de ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poemeto publicado inicialmente em 1877 e posteriormente incluído na obra A Musa em Férias, surge aqui ilustrado pelo caricaturista talassa Alonso (nome artístico de Joaquim Guilherme Santos Silva). O propósito de Junqueiro – como, por exemplo, o do seu contemporâneo Antero (veja-se a Advertência ao Thesouro Poetico da Infancia, Ernesto Chardron Editor, Porto, 1883) – é pedagógico, fazendo um intervalo na sua poesia de afrontamento republicano. A infância era, então, uma aposta dos progressistas, que acreditavam existir em toda e qualquer criança, latente, um poeta. Mas o propósito educativo, mesmo para a época, pelo menos no caso de Junqueiro, afigura-se-nos duvidoso... Senão, leiamos uma passagem em que os imberbes personagens do motivo literário brincam, por assim dizer, “aos adultos”:

«[...] Com todas as qualidades
Da menagère exemplar,
Em quanto o irmão faz cidades,
Bebé prepara o jantar.

Dorme a boneca ao pé d’ella
No berço. De quando em quando
Bebé escuma a panella
Que está fervendo e cantando.

Mexe o guisado e a fritura,
Vê se têm o sal bastante,
E sentando-se á costura
Com um ar meigo, radiante,

Em quanto a creança loira
Dorme o bom somno florido,
Co’a illusão d’uma tesoira
Talha a illusão d’um vestido.

Mas são horas; o irmãosito
Já deve de andar cansado
Das construções de granito
E da rabiça do arado. [... etc., etc., etc...]»

Trata-se da representação de um mundo mesquinho com o homem sempre nas alturas dos grandes projectos, a correr mundo, ou, pelo menos, ao ar livre, enquanto a mulher permanece aprisionada na procriação e na lide doméstica. Pouco depois, com o advento dos provincianos salazaristas, tudo isto veio a ser sistematizado como modelo incontestável de encarceramento de uma sociedade inteira.


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segunda-feira, fevereiro 29, 2016

Patria



GUERRA JUNQUEIRO

s.l., 1896
s.i. [também não indica tipografia] [ed. Autor ?]
1.ª edição
20,7 cm x 14,2 cm
188 págs. + XXVIII págs.
encadernação modesta de amador com elegantes vinhetas e lettering gravados a ouro na lombada
aparado e sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
discreta rubrica de posse no canto superior esquerdo da folha de ante-rosto
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

António José Saraiva e Óscar Lopes, na sua História da Literatura Portuguesa (15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989), apontam esta fase poética de Junqueiro como o ponto charneira na abordagem do real:
«[...] A nebulosidade [da sua] ideologia anticlerical permitia que, entretanto, prosseguisse até à crise política de 1890 a sua carreira de deputado monárquico, gravitando na órbita de Oliveira Martins e na do grupo de literatos e aristocratas dos Vencidos da Vida.
Com o Ultimato assiste-se, porém, à sua rotura com Martins e à passagem para as fileiras republicanas. Datam de 91 Finis Patriæ e Canção [sic] do Ódio, violentas sátiras à dinastia brigantina e à Inglaterra, das quais ainda é sequência Pátria (1896), poema já, no entanto, repassado de um patriotismo elegíaco a condizer com as tendências saudosistas do tempo. [...]»

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Evocação de Guerra Junqueiro


JOÃO DE BARROS

Rio de Janeiro / Lisboa, s.d. [circa 1950]
Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil
1.ª edição
15,9 cm x 11,9 cm
32 págs. + 1 folha em extra-texto
composto manualmente em elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Leitura panorâmica da vasta obra de Junqueiro, mas leitura de acerto. Uma passagem:
«[...] entre o Junqueiro da Morte de D. João, da A Velhice do Padre Eterno e o de Os Simples, da Pátria e das Orações. Não há, a meu ver, porém, nenhuma discontinuidade. Sempre o amor da Justiça e da Liberdade o guiou, sempre um idealismo superior o inspirou. “Muitos outros poetas”, explica ele no final da Morte de D. João, “têm cantado D. João, mas todos eles num ponto de vista contrário ao meu. Prestigiam-no, engrandecem-no, e quando, no fim duma vida impunemente devassa, se torna necessário castigá-lo, então abrem-se as gargantas do inferno e sorvem o condenado. Para um malandro é épico demais. Eu segui um caminho diferente. D. João, na sua qualidade de parasita, morre como deve morrer: de fome. Quem não trabalha não tem direito à vida. Apelar para a Justiça de Deus, como no quinto acto dos dramas morais, é o supremo cinismo, porque é negar a justiça dos homens, mostrando que a sociedade é impotente para castigar os culpados.”
Esta preocupação, não de negar a justiça de Deus mas de querer também a justiça dos homens que, subentende-se, é uma das altas manifestações da dignidade humana, com ela deparamos também na «Nota» de A Velhice do Padre Eterno [...].»

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Oração ao raio... que o parta


JOSÉ DE ANZOES

Porto, 1904
Livraria Santos
2.ª edição
22,7 cm x 17,2 cm
8 págs.
subtítulo: As Orações de Guerra Junqueiro juguladas pela celebre satyra de [...]
exemplar estimado, restauro no canto inferior direito da capa; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa o ex-libris de José Coelho
peça de colecção
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pseudónimo do poeta portuense Manuel de Moura, cuja verrina se fez no convívio com Camilo Castelo Branco, Sampaio Bruno e Basílio Teles (ver Adriano da Guerra Andrade, Dicionário de Pseudónimos e Iniciais de Escritores Portugueses, Biblioteca Nacional, Lisboa, 1999; e Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990). Fundador do jornal literário Rosicler, esteve também ligado a um outro importante periódico de artes e literatura, A Instrução Moderna. No vertente panfleto poético, as orações de Junqueiro são ferozmente satirizadas.

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quarta-feira, agosto 06, 2014

Marcha do Odio




GUERRA JUNQUEIRO
música de Miguel Ângelo
ilust. Rafael Borbalo Pinheiro

Porto, s.d. [1890]
Livraria Civilisação – Casa Editora de Costa Santos, Sobrinho & Diniz
1.ª edição
28,4 cm x 19,9 cm
20 págs.
ilustrado
inclui a respectiva notação musical
encadernação recente de amador
não aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra criada no contexto chocante do Ultimatum inglês em Janeiro de 1890.

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sábado, dezembro 29, 2012

Horas de Combate


GUERRA JUNQUEIRO
pref. Mayer Garção

Porto, 1924
Livraria Chardron, de Lélo & Irmão, Ld.ª, editores
1.ª edição (textos reunidos)
18,8 cm x 12,2 cm
LXXVIII págs. + 82 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, parcialmente por abrir
assinaturas de posse sobre a capa e na pág. V
30,00 eur

Abílio Manuel Guerra Junqueiro havia falecido há poucos meses; este volume póstumo parece surgir, à pressa, mais motivado pelo estudo de Mayer Garção do que pela divulgação da obra do poeta republicano.

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Horas de Luta



GUERRA JUNQUEIRO
pref. Mayer Garção

Pôrto, s.d. [circa 1924]
Livraria Lello, Limitada – editora proprietária da Livraria Chardron
[2.ª edição (textos reunidos, sendo Horas de Combate a 1.ª edição)]
19,4 cm x 13,2 cm
L págs. + 198 págs.
impresso sobre papel superior algodoado
encadernação editorial sobre tela encerada com gravação a ouro e relevo seco em ambas as pastas e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo no geral limpo, com ocasionais picos de oxidação
40,00 eur

O vertente volume amplia em muito aquilo que em 1924, sob o título Horas de Combate e com o mesmo prefácio de Mayer Garção, havia já sido reunido, a fim de dar a conhecer, conjuntamente, momentos em que o poeta, ao serviço da causa republicana, mais panfletário se erguia na palavra e no tom. Um dos problemas dessa outra edição residia precisamente na exiguidade do corpo de texto de Guerra Junqueiro ante o desmesurado, todavia correcto, texto do prefaciador. Daí, considerar-se a vertente edição um livro tanto mais doseado como representativo do vate.

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