quarta-feira, novembro 29, 2017

The Rand Rush


ERIC ROSENTHAL

Joanesburgo, 1974
Ad. Donker / Publisher
1.ª edição
texto em inglês
27,1 cm x 21,7 cm
6 págs. + 138 págs.
subtítulo: 1886-1911 Johannesburg’s first 25 Years in Pictures
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela encerada com gravação a negro na lombada, sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar muito estimado, ligeiras esfoladelas na sobrecapa; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Report on Southern Africa


BASIL DAVIDSON

Londres, 1952
Jonathan Cape
[1.ª edição]
20,5 cm x 14 cm
286 págs. + 1 desdobrável (mapa)
encadernação editorial com sobrecapa
bem conservado
ideograma de posse na sobrecapa, na primeira folha de guarda e no frontispício
assinaturas de posse na primeira folha de guarda e no frontispício
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

É o relatório abrangente das lutas subjacentes ao apartheid, à escravatura, à humilhação dos “inferiores”. O ponto de vista é, apesar disso, o de um investigador das mutações levadas ao continente africano por um capitalismo embrionário e ainda incipiente, que sucedeu aos séculos de crua rapina.

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terça-feira, novembro 28, 2017

Ultramar Português


ANTÓNIO MENDES CORRÊA
capa e ilust. Álvaro Duarte de Almeida
gráficos e tabelas de Luciano Couto
trad. (resumos) Maria de Sousa Bahia (francês) e Corina de Almeida, Luís Cardim e Francisco Bahia dos Santos, Silva Rego e Alves de Azevedo (inglês)

Lisboa, 1949 e 1954
Agência Geral das Colónias / Agência Geral do Ultramar
1.ª edição
2 volumes (completo)
22,7 cm x 16,3 cm
[440 págs. + 130 págs. em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto] + [288 págs. + 62 págs. em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto]
subtítulos: I – Síntese da África; II – Ilhas de Cabo Verde
ilustrados
impressos sobre papéis algodoado e couché
exemplares muito estimados; miolo limpo, ocasionais marcas de foxing
160,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Relação da Grande Monarquia da China



ÁLVARO SEMEDO, padre
trad. Luís G. Gomes

Macau, 1956
Notícias de Macau
1.ª edição
2 volumes (completo)
18,6 cm x 13,4 cm
408 págs. + [196 págs. + VIII págs.]
trata-se dos n.os XV e XVI da Colecção Notícias de Macau
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nova Colectânea de Artigos


MANUEL DA SILVA MENDES
compilação de Luís G. Gomes

Macau, 1963-1964
Jornal «Notícias de Macau»
1.ª edição [em livro]
4 volumes (completo)
18,5 cm x 13,3 cm
[6 págs. + VIII págs. + 324 págs. + 6 folhas em extra-texto] + [VIII págs. + 356 págs.] + [VIII págs. + 324 págs.] + [VIII págs. + 196 págs.]
subtítulos: vol. I – Arte; vol. II – Problemas Citadinos; vol. III – Assuntos Sínicos e Crónicas; vol. IV – Diversos
ilustrados
trata-se dos n.os XVIII a XXI da Colecção Notícias de Macau
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de grande interesse para o estudo do pensamento oriental, sobretudo no que diz respeito a uma aproximação da cultura chinesa. Manuel da Silva Mendes (1867-1931), professor e reitor do Liceu de Macau, presidente do Leal Senado, notabilizou-se no campo da divulgação das ideias libertárias e anarquistas.

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Memórias


ARTUR LOBO D’ÁVILA, 1855-1945
coord. e notas de Reinaldo Ferreira (Néorx) e Saul dos Santos Ferreira

Lisboa, 1946 [1945]
[s.i.]
1.ª edição
19,6 cm x 13 cm
144 págs.
subtítulo: Com interessantes apontamentos da sua viagem à China
exemplar estimado; miolo limpo por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Romancista, ensaísta e dramaturgo, Artur Lobo de Ávila – ou Arthur Lobo d’Ávila, como assinava – foi filho de um governador de Macau, tendo acompanhado o pai e ocupado cargos diplomáticos até 1877. Regressando a Portugal, matriculou-se no curso superior de Letras, sendo classificado com distinção nas cadeiras de história, literatura e filosofia. Trabalhou como primeiro escriturário da Caixa Económica Portuguesa, aposentando-se em Maio de 1896.
Foi um intenso colaborador em diversos periódicos. Embora a sua incursão pela ficção se tenha verificado ainda nos primeiros anos da idade adulta, aumentou a sua actividade literária a partir dos finais do século XIX. Na ficção histórica, a sua estreia ocorreu em 1898, com o romance A Descoberta e Conquista da Índia pelos Portugueses, que fora primitivamente publicado no Diário de Notícias e premiado num concurso literário daquele jornal no ano anterior. [...]» (Fonte: página electrónica do romancista Pedro Almeida Vieira)
Segundo os autores do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990) Lobo d’Ávila «[...] enveredou pelo teatro de reconstituição histórica, pondo nas suas composições um afã de naturalismo [...] que as graves deficiências de construção dramática votavam ao insucesso. [...]»

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segunda-feira, novembro 27, 2017

A “Boceta de Pandora” que os Deuses confiaram à guarda de Nehru


ALBERTO XAVIER

Lisboa, 1954
Editorial Império, Limitada
1.ª edição (em brochura)
23,6 cm x 16 cm
48 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de artigos anteriormente publicados no Jornal do Comércio, de Lisboa, entre Novembro de 1953 e Maio de 1954.

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Memórias da Vida Pública



ALBERTO XAVIER

Lisboa, 1950
Livraria Ferin Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
352 págs.
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, com pequenos restauros na capa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a Autor, que foi, em 1919, director-geral da Fazenda Pública e, mais tarde, secretário-geral do Ministério das Finanças durante a vigência de Salazar:
«[...] A presente obra foi escrita sob a forma de Memórias para tornar leve e aprazível a leitura. Não é apenas pelo lado da forma. Na verdade, trata-se, no fundo, dum memorial, embora de intenções despretenciosas, de âmbito limitado e de feitura modesta.
[...] Alguns anos após a conclusão dos estudos na Faculdade de Direito dessa Universidade [Coimbra], em 1908, vim a exercer diversas altas funções na política e na administração do Estado. Tive ensejo, pelos deveres inerentes a essas funções, de intervir ou de colaborar em actos importantes da vida governativa ou administrativa da Nação. Muitos desses actos não tiveram publicidade; outros foram insuficientemente esclarecidos pela via oficial no momento em que se produziram e se tornaram conhecidos e executórios, ou foram deturpados no seu significado e alcance através de controvérsias políticas. Parece-me útil, por isso, evocar, se não todos, pelo menos alguns de mais manifesto interesse nacional e histórico, explicá-los e comentá-los. Desta sorte, as presentes memórias são restritas.
Uma coisa é certa: o sentimento de vaidade não inspirou a ideia de escrevê-las. O leitor verificará que as animam intuitos sãos, que foram elaboradas com serenidade de espírito, com imparcialidade nos juízos formulados e no traçar dos rápidos perfis dos homens públicos. Sôbre certos factos mais delicados e importantes que, no tempo em que surgiram, desencadearam discussões públicas, apaixonadas, e geraram conceitos injustos, fui estimulado pelo desejo sincero de restabelecer a verdade exacta. Eis uma garantia séria para os historiadores profissionais que proventura achem nestas memórias alguns subsídios proveitosos. [...]»

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A Primeira Mulher


AMORIM DE CARVALHO
capa e ilust. Autor

Porto, 1952
«Prometeu»
1.ª edição
19,5 cm x 13,6 cm
230 págs.
composto manualmente pelo Autor em elzevir e impresso na Tipografia Leixões de Matosinhos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Il Poverello


AMORIM DE CARVALHO

Porto, 1939
Edições Claridade
1.ª edição
19,4 cm x 13,3 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura do autor:
«[...] Francisco de Assis, o Poverello, simboliza o estádio superior da moralidade humana. [...] Não apresentei um Poverello católico, mas na sua plenitude humana, em tôda a parte e à face de qualquer religião do mundo. [...]»

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A Terra Onde um Homem Vive



AMÂNDIO CÉSAR
capa de Fernando Lanhas
ilust. Alberto Luís

Braga, 1954
Livraria Cruz
1.ª edição
19 cm x 13 cm
234 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA EXTENSA E SIGNIFICATIVA DEDICATÓRIA DO AUTOR REFERINDO-SE AOS «[...] GRANDES TRATANTES, OS GRANDES PLUTOCRATAS, E A GRANDEZA DOS HUMILDES [...]»
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] Neste livro [...] dá-nos a sua experiência duriense, intensa, rude e patética a um tempo, e retratos a guache de tipos eternos da sua região sentimental. [...]»

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O Pau-de-Sebo


AMÂNDIO CÉSAR

Lisboa, 1966
Edições Panorama
1.ª edição
19,6 cm x 12,8 cm
192 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Primavera e Morte na Costa do Malabar


AMÂNDIO CÉSAR
epígrafe de Fausto José

Lisboa, 1966
Agência-Geral do Ultramar (separata do «Boletim Geral do Ultramar»)
1.ª edição
21 cm x 15,1 cm
48 págs.
ilustrado
acabamento com dois ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor ao jornalista Guedes de Amorim
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Dez anos depois, comemorando efemérides, angustiosamente sagradas, podemos dizer que o pândita Nehru mentiu: mentiu ao mundo e diante do mundo; mentiu à opinião pública da União Indiana e do Portugal-pluricontinemtal; enganou todos os homens de boa fé quando anunciou que não imporia a força, nem usaria da força, contra anseios dos Goeses; [...] finalmente, os eventos históricos demonstraram que os herdeiros do pândita nem garantiram a religião do povo de Goa nem as duas línguas em que eles se expressavam indistintamente: o português e o concani. [...]» E o escritor – poeta, prosador, ensaísta, tradutor de Curzio Malaparte – continua discorrendo acerca da traiçoeira invasão, e dos seus próprios pressentimentos de que algo corria mal nessas paragens aquando da sua visita ao território poucos meses antes do fatídico dia 18 de Dezembro de 1961.

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Contos Singelos



GABRIEL PEREIRA

Lisboa, 1876
Livraria Editora de Mattos Moreira & C.ª
1.ª edição
18 cm x 12,2 cm
232 págs.
subtítulo: Originaes
encadernação modesta em meia-inglesa, gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, primeira e última folha aciduladas
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Estudos Diversos


GABRIEL PEREIRA
org. e notas de João Rosa
pref. José Pessanha

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição [na presente forma conjunta]
22,6 cm x 16,2 cm
X págs. + 528 págs. + 1 folha em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Colectânea – Arqueologia, História, Arte, Etnografia
profusamente ilustrado com gravuras ora impressas no corpo do texto, ora em cromo colado
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Gabriel Pereira (1847-1911), conservador e director da Biblioteca Nacional, distinguiu-se pelos seus estudos eborenses.

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domingo, novembro 26, 2017

Poemas


ALEXANDRE DÁSKALOS
pref. Luís Bernardino

Luanda, 1975
Edição da Família do Autor
2.ª edição
22,1 cm x 12,4 cm
52 págs. + 2 págs. em extra-texto
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta angolano, Alexandre Mendonça de Oliveira Dáskalos (1924-1961), licenciado em Medicina Veterinária, veio a ser, no plano cultural, uma importante referência entre os intelectuais da Casa dos Estudantes do Império. 

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A Mentalidade Colonisadora dos Portugueses



J. M. R. [JOSÉ MARIA MENDES RIBEIRO] NORTON DE MATOS

Lisboa, s.d.
Papelaria, Livraria e Tipografia Fernandes & C.ª, Ld.ª
1.ª edição
18,6 cm x 11,8 cm
20 págs.
subtítulo: Conferencia realisada pelo General J. M. R. Norton de Matos, Alto Comissário da República em Angola, na sala dos Capelos da Universidade de Coimbra em 24 de Janeiro de 1924
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Oposição Democracia Bancarrota


JORGE VERNEX

[Braga], 1949
Edições Alvorada
1.ª edição
19,6 cm x 13,4 cm
80 págs.
exemplar muito manuseado mas aceitável, restauros toscos na lombada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jorge Vernex, aliás Francisco de Matos Gomes (vd. Anuário Artístico e Literário de Portugal para 1948, Agência UPI, Lisboa), dizia na sucinta cinta promocional (não incluída no vertente lote) tudo o que pensava acerca do visado, Norton de Matos, general e ex-grão-mestre da Maçonaria, então candidato presidencial pela oposição ao Estado Novo. O estilo é bilioso, o anticomunismo é primário:
«O senhor general Norton de Matos não passa dum Kerensky de via reduzida ao serviço da Revolução Mundial. Cavalo de Troia de Staline».

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sexta-feira, novembro 24, 2017

Já Agora...


ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS

Lourenço Marques, s.d. [circa 1971]
Minerva Central
1.ª edição
19,6 cm x 13,5 cm
84 págs.
subtítulo: Resposta a um jornalista, com o adicional de algumas reflexões a propósito e a despropósito, supondo que vale a pena
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na qualidade de advogado, Almeida Santos (1926-2016), ao aceitar tomar o partido do seu colega de profissão Ney Ferreira (1929-2011) em queixa-crime contra o jornalista Rui Cartaxana (1929-2009), vê-se envolvido numa polémica à qual a vertente brochura põe os pontos nos ii.

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Rã no Pântano



ANTÓNIO DE ALMEIDA SANTOS
capa e ilust. Tóssan

Lisboa, 1959
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
19,5 cm x 14,6 cm
136 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do pai do Autor
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Livro proibido pelo regime de Salazar, não sem grande surpresa do autor, o conhecido deputado do Partido Socialista, então ainda um mero advogado a exercer em Lourenço Marques. São dele, em 2004, as seguintes palavras impressas no “relatório” Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005), onde a obra vem assinalada com destaque:
«O meu livro Rã no Pântano foi apreendido, se bem ajuízo, por razões de intolerância política e de intolerância religiosa. Não sei qual das intolerâncias mais pesou. Talvez a soma de ambas.
Quem hoje o ler não encontrará razões para ele ter merecido tamanha honra. Mas é essa mesma conclusão que documenta até que ponto o regime ditatorial levava o seu dirigismo ideológico e a sua repressão cultural.
Dizem-me que o livrinho terá sido, não apenas proibido, mas excomungado. Colocado no índex. Se assim foi, o grau de intolerância sobe de tom. A Inquisição tinha terminado há muito.»
Há que acrescentar que, muitas vezes, as apreensões eram devidas simplesmente à tremenda incultura e estupidez do censor... e que a inquisição, mesmo agora, ainda não correu os taipais; sequer para balanço!

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Os Anos da Guerra, 1961-1975




JOÃO DE MELO
[com o jornalista JOAQUIM VIEIRA]

capa e arranjo gráfico de José Teófilo Duarte

Lisboa, 1988
Círculo de Leitores
1.ª edição
2 vols. (completo)
28,7 cm x 21,9 cm (álbum)
224 págs. + 280 págs.
subtítulo: Os Portugueses em África – Crónica, Ficção e História
profusamente ilustrado
encadernação editorial com sobrecapas
exemplares como novos
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais correcta abordagem daquilo que teria que conduzir, inevitavelmente, à revolta militar em 25 de Abril de 1974: a guerra colonial. Impressionante conjunto de documentação fotográfica explicita aquilo que, por vezes, as palavras não conseguem exprimir: o horror. E qual será o cúmulo do horror?...: Os velhos obrigarem os novos ir morrer à guerra.

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Missão em Angola


ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO

Lisboa, 1967
Execução Gráfica da SPEME [Serviço de Pessoal do Estado-Maior do Exército]
[1.ª edição]
17,9 cm x 12,5 cm
6 págs. + 80 págs. + 10 págs.
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Contistas Angolanos


[FERNANDO MOURÃO, pref.]
capa de Luandino Vieira

Lisboa, 1960
Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
21,7 cm x 16,5 cm
2 págs. + XVI págs. + 116 págs.
impressão mimeográfica
exemplar como novo
tiragem declarada de apenas 500 exemplares
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida, de circulação clandestina à época em que foi publicada. Inclui notáveis prosadores, como sejam Agostinho Neto, Castro Soromenho, Costa Andrade, Luandino Vieira, Óscar Ribas, etc.

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Poetas Angolanos


[ALFREDO MARGARIDO, pref.]
capa de Henrique Abranches

Lisboa, 1962
Casa dos Estudantes do Império
1.ª edição
22,1 cm x 16,7 cm
34 págs. (não num.) + 134 págs.
impressão mimeográfica
exemplar estimado, capa com pequena esfoladela nos cantos; miolo limpo
carimbo de posse de Pedro César da Costa Borges e assinatura de posse de Asdrúbal Teles Pereira
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra proibida, de circulação clandestina à época em que foi publicada. Inclui notáveis poetas, como sejam Agostinho Neto, Alda e Ernesto Lara, Alexandre Dáskalos, Cochat Osório, Luandino Vieira, Viriato Cruz, Tomás Vieira da Cruz, etc.

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Poesia de Angola


[ANÓNIMO, org.]
capa e ilust. José Rodrigues

República Popular de Angola (Luanda), 1976
M. E. C.
1.ª edição
23,6 cm x 17 cm
408 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Excelente compilação poética angolana destinada ao ensino secundário, e que vai da poesia tradicional a precursores como José da Silva Maia Ferreira, Cândido Furtado, Eduardo Neves, Cordeiro da Matta, Lourenço do Carmo Ferreira ou Jorge Rosa. Seguem-se as gerações intermédias e a novíssima (anos 40 a 70), em que avultam, entre outros, Tomás Vieira da Cruz, Viriato da Cruz, António Jacinto, Agostinho Neto, Alda Lara, Costa Andrade, Ernesto Lara (filho), Deolinda Rodrigues, Emanuel Corgo, Ruy Duarte de Carvalho, David Mestre, etc.

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Lobito


ISAURO DOS SANTOS

Lobito, s.d. [circa 1963]
Gráfica Aguadense, Lda.
1.ª edição
27,9 cm x 21,6 cm
26 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, novembro 23, 2017

Bola Com Feitiço


UANHENGA XITO... (A. [AGOSTINHO] MENDES DE CARVALHO)

Luanda, 1974
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
20 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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«Mestre» Tamoda


AGOSTINHO MENDES DE CARVALHO [UANHENGA XITU...]

Lobito, Junho de 1974
Cadernos Capricórnio
1.ª edição
21 cm x 15,1 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, novembro 22, 2017

A Administração Municipal de Lisboa durante a 1.ª Dinastia (1179-1383)


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1951
Separata da «Revista da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa»
1.ª edição
24 cm x 16,5 cm
180 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, restauro tosco na lombada; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Album [da Empreza Madeirense de Tabacos Lda]




[PERESTRELOS]

Funchal, s.d. [circa 1927]
Empreza Madeirense de Tabacos Lda
1.ª edição [única]
álbum: 14,9 cm x 22,9 cm (oblongo)
cada prova fotográfica: 4,3 cm x 6,2 cm
20 págs. (não num.)
ilustrado com 101 fotografias (provas em gelatina e prata / papel de revelação)
elegante cartonagem editorial forrada a papel marmoreado impresso a ouro e com fotografia colada na pasta anterior, lombada em tela, miolo em vergé rude
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo, provas fotográficas nítidas
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
1.400,00 eur (IVA e portes incluídos)

Casa Perestrelos, estúdio de fotografia fundado na Madeira por Manuel de Olim Perestrello (1854-1929) e continuado pelos filhos Eduardo de Olim Perestrello (1884-1947) e Manuel de Olim Perestrello, Júnior (1893-1980). Apesar da importância cultural e da vastidão dos testemunhos deixados por esta família de profissionais, António Sena, no seu impressionante livro História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997 (Porto Editora, 1998), refere-se somente ao sénior num mero elenco de fotógrafos de província. O vertente álbum, edição da Empresa Madeirense de Tabacos, é constituído por 101 provas fotográficas coleccionáveis, distribuídas unitariamente nas embalagens dos seus produtos, e que documentam aspectos da geografia, da paisagem, da toponímia, da visita de personalidades e da vida quotidiana na Madeira no início do século XX. Para além de hotéis e locais de diversão, alguns dos quais já desaparecidos ou irreconhecíveis, é de assinalar o registo vivo dos seguintes temas populares: «fabricantes de obra de verga», «bordadeiras», «transporte de vinho», etc. Há ainda que destacar alguns conjuntos temáticos, como o da chegada do avião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral à Baía do Funchal, ou a chegada do avião pilotado por Moreira Campos e Neves Ferreira, o conjunto de fotos dos festejos do V Centenário da Madeira em 1922, vários outros relativos às equipas ou a jogos de futebol do clube Marítimo, e, acima de tudo, o núcleo que documenta o combate contra um submarino alemão e afundamento do vaso de guerra português.

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terça-feira, novembro 21, 2017

História de Moçambique


SOL CARVALHO, coord.
et alii
capas de João Craveirinha
ilust. e mapas de Eduardo Medeiros, Leonard Adamovitch, João Morais e Gerhard Liesegang
grafismo de Eugénio Aldasse

s.l. [Maputo], 1982 e 1983
Departamento de História da UEM / Cadernos Tempo
1.ª edição
2 volumes (completo)
20,9 cm x 14,9 cm
160 págs. + 336 págs.
subtítulos: vol. 1 – Primeiras sociedades sedentárias e impacto dos mercadores (200/300-1886); vol. 2 – Agressão imperialista (1886-1930)
exemplares muito estimados; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra pedagógica publicada no âmbito do IV Congresso do Partido Frelimo, sob a orientação do jornalista da Rádio Moçambique e cineasta Sol de Carvalho (n. 1953).

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História de Moçambique


FRELIMO

Porto, 1971
Edições Afrontamento / Departamento de Educação e Cultura da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO)
[1.ª edição ?]
23,4 cm x 15,7 cm
8 págs. + 84 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de referência para o país que, subterraneamente então, começava a emergir, definindo uma história do ponto de vista de um povo sob ocupação forçada. Um exemplo, de passagem:
«[...] A economia portuguesa não tinha força para explorar as colónias. Foi assim que o capital estrangeiro começou a explorar o povo de Moçambique por meio da Companhia de Moçambique, Companhia da Zambézia, Companhia do Niassa, Companhia do Boror, Companhia do Luabo, Societé du Madal e Sena Sugar Estates.
Em 1900 a área de Moçambique ocupada por estas companhias era superior a dois terços da superfície total do país.
A mais importante destas companhias, fundada em Fevereiro de 1891, era a Companhia de Moçambique. Os capitais (dinheiro) na base desta companhia vieram da Alemanha, Inglaterra e da África do Sul e somavam ceca de 5.000.000 dólares. A Companhia ficava a governar toda a actual província de Manica e Sofala durante 50 anos.
O governo português devia receber 7,5 por cento do total dos lucros. A Companhia tinha o monopólio do comércio, da indústria mineira, da pesca, das pérolas, da caça dos elefantes, etc. A Companhia tinha direito de cobrar os impostos, entre os quais o imposto de palhota que é uma fonte segura e inesgotável de mão-de-obra. A Companhia tinha também o direito de construção de estradas, portos e outras vias de comunicação e ainda o direito de fazer pequenas concessões a outros. Tinha também o direito de cultivar o seu território. Todas as terras que tivessem sido cultivadas pela Companhia ficavam-lhe a pertencer depois de terminada a concessão (prazo). Outros direitos da Companhia eram os bancos, os serviços postais e a administração. A sede desta companhia passou a ser a cidade da Beira. A Companhia construiu o caminho de ferro para Umtali e o porto da Beira para servir os interesses da economia da Rodésia e da Zâmbia. [...]»

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telemóvel: 919 746 089


Empréstimos Linguísticos nas Línguas Moçambicanas


ANTÓNIO CABRAL
capa de Raul Alberto

Lourenço Marques, 1975
s.i. [ed. autor]
1.ª edição
20,7 cm x 14,9 cm
84 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de António Carlos Pereira Cabral, que fora secretário civil do Governo de Inhambane e director dos Serviços dos Negócios Indígenas.

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Poesia de Combate 2


aa.vv.

s.l. [Moçambique], 1977
Frelimo – Edição do Departamento de Trabalho Ideológico
1.ª edição
21,5 cm x 15,2 cm
132 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de poemas de militantes revolucionários da Frelimo, sendo a última parte dedicada à evocação da memória de Josina Machel. Destacam-se os nomes de Rui Nogar, Marcelino dos Santos e José Craveirinha.

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O Cajueiro em Moçambique


ECONOMICUS (J. DO AMPARO BAPTISTA)

Lourenço Marques, 1959
«Diário» de Lourenço Marques
1.ª edição [conjunta]
18,6 cm x 12,3 cm
40 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Regulamento ao Código do Trabalho dos Indígenas


s.l. [Luanda], 1957
Imprensa Nacional de Angola
1.ª edição
21,4 cm x 16,1 cm
78 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Habitação Indígena na Guiné Portuguesa


A. TEIXEIRA DA MOTA
MÁRIO G. VENTIM NEVES, ilust.
et alii
capa de Martins Costa

Bissau, 1948
Centro de Estudos da Guiné Portuguesa
1.ª edição
23,6 cm x 16,5 cm
564 págs. + 4 desdobráveis em extra-texto
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exame sobre o Tratado Relativo a Bahia e Territorio de Lourenço Marques Concluido entre Portugal e a Inglaterra em 30 de Maio de 1879 e Respectivos Protocollo e Artigo Addicional e sobre a Alliança Luso-Britannica


VISCONDE DA ARRIAGA

Lisboa, 1882
Lallemant Frères, Typ. – Fornecedores da Casa de Bragança
1.ª edição
23,6 cm x 15,5 cm
152 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO E ESTUDO
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Pinto de Magalhães (1819-1892), visconde e conde de Arriaga, foi par do Reino e governador-geral de Moçambique. Amigo próximo de Rodrigues Sampaio e de Fontes Pereira de Melo, «[...] acceitou por dedicação partidaria, a propriedade da Revolução de Setembro, fundada por José Estevão e glorificada por Sampaio, e como promettera a José Estevão nunca deixar passar a mãos estranhas o jornal, sustentou-o sempre, apesar de muitos sacrificios e de soffrer bastantes dissabores. [...]» Foi também um dos directores da Companhia das Águas de Lisboa. (Fonte: Esteves Pereira / Guilherme Rodrigues, Portugal – Diccionario Historico, Chorographico, Heraldico, Biographico, Bibliographico, Numismatico e Artistico, vol. I, João Romano Torres – Editor, Lisboa, 1904)
Pelo vertente tratado luso-britânico, Portugal garantia a soberania sobre a baía de Lourenço Marques e a ocupação dos territórios a norte do Ambriz na foz do rio Zaire, contra a pretensão de Inglaterra, que, no entanto, ficava com direito de preferência na eventualidade de Portugal vir a alienar a sua posse. No que dizia respeito propriamente à baía e seu porto, no essencial acordava-se em proceder às obras necessárias à sua melhor operacionalidade mercantil e à necessária adaptação como terminal do futuro caminho-de-ferro de saída do Transval para a costa.

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As Coordenadas Líricas


FERNANDA BOTELHO
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1951
Edições Távola Redonda
1.ª edição
20,3 cm x 15,9 cm
56 págs.
exemplar muito estimado, ligeira sujidade na capa; miolo limpo
é o n.º 40 da tiragem extra de 196 exemplares assinados pela Autora
PEÇA DE COLECÇÃO
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de Fernanda Botelho (1926-2007), antecedendo em cinco anos a obra subsequente, O Ângulo Raso.

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Silêncio Pressentido


LUIZ DE MACEDO
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1953
Távola Redonda
1.ª edição
21,1 cm x 16,1 cm
80 págs.
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Além de co-director do periódico Távola Redonda, Luiz de Macedo – pseudónimo de Luís Chaves de Oliveira – colaborou no Diário da Manhã.

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segunda-feira, novembro 20, 2017

O Voluntario da Rotunda


[ANÓNIMO]

Lisboa, 1910
Bibliotheca do Povo
[1.ª edição]
22,1 cm x 15 cm
100 págs.
subtítulo: Narrativa Historica da Revolução
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável, contracapa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Drama de Canto e Castro


MAURÍCIO DE OLIVEIRA
pref. Freitas Soares, general

Lisboa, 1944
Editora Marítimo Colonial, Lda.
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
196 págs. + 50 págs. em extra-texto
subtítulo: Um Monárquico Presidente da República
ilustrado em separado
exemplar estimado, restauros agressivos na lombada; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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