Mostrar mensagens com a etiqueta Z_david mourão-ferreira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Z_david mourão-ferreira. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, abril 13, 2020

Sonetos do Cativo



DAVID MOURÃO-FERREIRA
ilustrações do pintor Noronha da Costa
capa e grafismo de Manuel Dias

Lisboa, Janeiro de 1974
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição
25,6 cm x 17,6 cm
72 págs. + 5 cromos em extra-texto (colados à cabeça)
impresso sobre papel superior amarelo
encadernação editorial em sintético com impressão a vermelho e dourado
exemplar como novo, parcialmente por abrir
é o n.º 326 de uma pequena tiragem de 500 exemplares numerados e assinados pelo Autor
valorizado pela afectuosíssima dedicatória manuscrita do Autor a destinatários que nem chegaram a abrir o livro para lê-lo
260,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Trata-se de um dos mais expressivos conjuntos de versos de Mourão-Ferreira, que, já não sendo na altura inéditos, assumiam uma invulgar coesão simultaneamente linguística e de sentimento. A título demonstrativo, o pungente soneto «Entretanto»:

«Entre missas e mísseis teus irmãos
Entre medos e mitos teus amigos
Entretanto entre portas tu contigo
entretido a sonhar como eles vão

Entre que muros moram suas mãos
Entre que murtas montam seus abrigos
Entre quem possa ver deste postigo
entre que morros morrem de aflição

Entre murros enfrentam-se os mais tristes
Entre jogos ou danças proibidas
entre Deus e a droga os menos fortes

Entre todos e tu vê o que existe
Entreacto em comum somente a vida
Entre tímidas aspas já a morte.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Saudades de Lisboa


DAVID MOURÃO-FERREIRA, org.
ilust. Bernardo Marques
grafismo de Manuel Correia

Lisboa, 1967
Estúdios Cor
1.ª edição
25,8 cm x 19 cm
234 págs.
subtítulo: De Eça de Queiroz a Miguel Torga
encadernação editorial em sintético gravada a ouro e vermelho na lombada, cromo colado na pasta anterior, revestimento exterior em mica com o título impresso, folhas-de-guarda impressas
rosto impresso a duas cores directas e relevo seco
exemplar muito estimado, mica com rasgões, restauro no bordo inferior do ante-rosto; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Lira de Bolso



DAVID MOURÃO-FERREIRA
capa e grafismo de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1969
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
181 mm x 109 mm
120 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

terça-feira, janeiro 21, 2020

Rumos



DAVID MOURÃO FERREIRA
et alii

Lisboa, 1946
Edição dos Autores
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
128 págs.
subtítulo: Antologia de Contos e Poemas
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O maior interesse desta publicação reside no facto de incluir a primeira colaboração literária em livro conhecida de David Mourão-Ferreira, com cinco modestos poemas, mas já de uma qualidade assinalável. (Fonte: Luís Amaro, «Bibliografia Activa de David Mourão-Ferreira», in Colóquio | Letras, n.º 145-146, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Julho-Dezembro de 1997)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, abril 08, 2018

Lisboa – “Cidade Triste e Alegre”


VICTOR PALLA
COSTA MARTINS
Armindo Rodrigues
David Mourão-Ferreira
Eugénio de Andrade
Jorge de Sena
José Gomes Ferreira
[José] Rodrigues Miguéis, pref.

Lisboa, s.d. [1959]
Círculo do Livro, Lda. (dist.)
Neogravura, Lda. / Soc. Industrial de Tipografia, Lda.
1.ª edição
29 cm x 23,9 cm
XII págs. + 174 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial em tela com gravação a branco na pasta anterior e na lombada, sobrecapa polícroma, folhas-de-guarda impressas
exemplar em muito bom estado de conservação, sobrecapa suja e com restauros; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
4.500,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] o livro Lisboa, cidade triste e alegre de Costa Martins (1922-1996) e Vítor Palla (1922-[2006]), publicado em 1959 mas decorrente da exposição realizada em 1958 na Galeria Diário de Notícias, em Lisboa, e na Divulgação, no Porto, com imagens obtidas desde 1956.
Após terem terminado o curso e terem exercido arquitectura durante algum tempo, conseguiram juntar dinheiro para fazerem este projecto. Deixaram de trabalhar e todos os dias – dia e noite – deambularam pela cidade, fotografando, falando, comendo, divertindo-se com pessoas e coisas. Vinham a casa apenas para revelar e ampliar. O resultado é uma surpreendente variedade inconformista de fotografias apaixonadas pelos quotidianos paralelos da cidade e da própria fotografia: desde a festa do registo até aos atrevimentos da impressão, passando pelas incertezas da revelação. A exposição era sequenciada em “filme” numa longa faixa de fotografias em escalas e dimensões muito diferentes, sobre planos gráficos negros ou brancos.
[...] O livro foi feito sobre o paradigma da felicidade e das suas convulsões [...].
Tanto o livro como a exposição advêm de preocupações gráficas, fotográficas e cinematográficas. Deliberadamente se experimentaram as velocidades lentas, os cortes, as sequências, as oposições, as difracções, as sobre-revelações, o alto contraste [...].
A reacção do público foi, em geral, de repulsa e indiferença. A observação de que eram fotografias “escuras” ou “tremidas” e expostas ou publicadas “a metro” foram frequentes. O livro foi um fracasso editorial. O esquecimento foi quase imediato. Para se ter uma ideia do desinteresse, em 1982, uma quantidade apreciável dos fascículos que tinham sobrado do livro, consistindo em mais de metade da edição, estavam numa cozinha da Associação Portugal-Cuba e nem a Biblioteca Nacional nem as bibliotecas da Câmara de Lisboa ou da Gulbenkian possuíam qualquer exemplar. [...]» (Fonte: António Sena, História da Imagem Fotográfica em Portugal – 1839-1997, Porto Editora, 1998)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, junho 29, 2017

Motim Literário


DAVID MOURÃO-FERREIRA

Lisboa, 1962
Editorial Verbo, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 13,2 cm
208 págs.
subtítulo: Ensaio. Crítica. Polémica
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A URBANO [TAVARES RODRIGUES]
conserva a cinta promocional
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Tópicos de Crítica e de História Literária



DAVID MOURÃO-FERREIRA
capa de Manuel Vieira

Lisboa, 1969
União Gráfica
1.ª edição
18,5 cm x 13 cm
292 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de um conjunto de breves ensaios, diversificados nos seus temas de teoria literária, Mourão-Ferreira estende o seu olhar, necessariamente poético, pela obra dos seus pares de geração, entre os quais avultam Natália Correia, Francisco Bugalho, Afonso Duarte e António Patrício.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Gaivotas em Terra



DAVID MOURÃO-FERREIRA
capa do pintor Marcelino Vespeira


Lisboa, s.d. [1959]
Editora Ulisseia, Limitada
1.ª edição
20,2 cm x 13,8 cm
248 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reúne quatro novelas, mais apropriadamente sátiras de costumes, entre as quais se pode ler «E aos Costumes Disse Nada», que está na origem do guião para o filme, de 1983, Sem Sombra de Pecado de José Fonseca e Costa. No geral, trata-se do mais importante conjunto de ficções criadas por Mourão-Ferreira (também poeta, dramaturgo, ensaísta), um pintor dos tiques urbanos da Lisboa no início da segunda metade do século XX.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Discurso Directo


DAVID MOURÃO-FERREIRA

Lisboa, 1969
Guimarães Editores
1.ª edição
20,3 cm x 14,2 cm
208 págs.
subtítulo: Crónicas
exemplar em bom estado de conservação
assinatura de posse na folha de ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Arnaldo Saraiva, no seu Elogio de David Mourão-Ferreira (in Colóquio / Letras, n.º 145-146, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Julho-Dezembro 1997), aponta, entre outras constantes temáticas que percorrem a vastíssima obra do escritor:
«[...] a visão cosmopolita mas fundamentalmente trabalhada pelas matrizes culturais europeias: não deixa de ser expressivo o facto de já em 1963 se ter dado conta de problemas a que só muito recentemente chegaram alguns políticos, que por isso não souberam prever situações tão dramáticas como as que viveram a Bósnia e algumas das antigas repúblicas soviéticas. Com efeito, há em Discurso Directo uma passagem que diz o seguinte:
“Tortuosos são os caminhos que levam da barbárie à civilização, da fúria fratricida ao ideal de fraternidade – e bem longe estamos ainda de o ter atingido. Todavia, no que respeita a esta parcela da ‘terra dos homens’, a esta convulsionada zona do continente europeu, já vêm de longa data o apelo e o sonho da unidade. Mas o problema concreto continua a ser este, que logo se esboçara depois da morte de Carlos Magno: saber se é possível a conservação de um regnum Europae ou se, pelo contrário, teremos de eternamente nos resignar à existência de múltiplos regna Europae; saber, em suma, se a unidade será possível a despeito da natural diversidade (melhor: com o respeito pela natural diversidade) ou se não pode extirpar-se, do inconsciente europeu, um pertinaz fermento de desagregação. Têm falhado, com efeito, os mais ambiciosos planos de unidade europeia, mas justamente porque se baseavam na violência e através dela se puseram em prática: é caso, portanto, para repudiar o meio, não o fim.” [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Tempestade de Verão


DAVID MOURÃO-FERREIRA
desenho de António Vaz Pereira


Lisboa, 1960
Guimarães Editores
2.ª edição (corrigida e aumentada ne varietur)
21,5 cm x 15,7 cm
92 págs.
exemplar como novo, apresentando apenas sinais da acção da luz na lombada
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o segundo livro de versos do Autor. Embora não seja a edição princeps, é esta a de maior interesse para o estudo dos seus processos de revisão poética.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Os Quatro Cantos do Tempo


DAVID MOURÃO-FERREIRA
ilust. António Vaz Pereira
retrato de Antonio Ramos

Rio de Janeiro, 1958
Livros de Portugal, S. A.
1.ª edição
17,5 cm x 11,6 cm
136 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Os Quatro Cantos do Tempo


DAVID MOURÃO-FERREIRA

Lisboa, 1963
Guimarães Editores
2.ª edição (1.ª edição em Portugal)
21,6 cm x 15,7 cm
144 págs.
subtítulo: Poema
exemplar muito estimado, apresentando apenas sinais da acção da luz, nomeadamente na lombada
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Terceiro livro de versos do Autor, cuja edição princeps fôra impressa no Brasil. Um novo género aflora aqui: a canção popular fatalista, ou fado. É por esta altura – de notar, os poemas deste livro situam-se nos finais dos anos 50 – que a proximidade de Amália Rodrigues vai começar a pôr à prova essa técnica de escrita e o ideário correspondente.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Matura Idade


DAVID MOURÃO-FERREIRA
capa de Manuel Dias

Lisboa, 1973
Arcádia
1.ª edição
20,6 cm x 13,6 cm
92 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, janeiro 30, 2015

Poesias


GUILLEVIC
trad. e pref. David Mourão-Ferreira

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
bilingue
18,2 cm x 10,2 cm
XXVI págs. + 78 págs.
orientação gráfica do pintor Espiga Pinto
com sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 4 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugène Guillevic, conheceu todas as guerras do século XX europeu; a de 1968, inclusive. Na segunda assumiu-se como poeta da Resistência, e nunca mais deixou de o ser. Brevemente aqui traduzido por Mourão-Ferreira, cujo texto de Apresentação não perde a oportunidade de atirar sobre o conservador T. S. Eliot.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

sexta-feira, agosto 02, 2013

Tal e Qual o Que Era



DAVID MOURÃO-FERREIRA

Lisboa, 1963
Editorial Organizações, Lda. / Col. Antológica Best-Sellers
2.ª edição («corrigida, e em certos passos abreviada»; 1.ª edição autónoma, extraída do livro Gaivotas em Terra)
18,2 cm x 11,2 cm
64 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Gaivotas em Terra terá sido, seguramente, o seu melhor livro de prosa narrativa, o que a vertente novela daí extraída comprova com uma esmerada técnica de flash-back, «[...] monólogo coloquial de um narrador, que vai em busca das suas recordações de comparsa para redescobrir e tentar explicar a grande figura dramática da mulher que preenche a narrativa. [...]» (Álvaro Salema, na nota de badana).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089