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quarta-feira, maio 06, 2026

1985: Terramoto em Lisboa


JOSÉ VILHENA
capa do autor

Lisboa, s.d. [1978]
Edições Branco e Negro
1.ª edição
209 mm x 150 mm
152 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Servindo-se do seu habitual estilo avacalhante, aqui José Vilhena (1927-2015) trata da política nacional por antecipação histórica, descrevendo, em 1978, as intrigas correntes num futuro 1985.

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domingo, novembro 23, 2025

História Universal da Pulhice Humana



JOSÉ VILHENA

Lisboa, 1960-1961-1965
Edição do Autor
1.ª edição
3 volumes (completo)
171 mm x 124 mm
144 págs. + 152 págs. + 144 págs.
subtítulos: 1.º volume – Pré-História; 2.º volume – O Egipto; 3.º volume – Os Judeus
profusamente ilustrados
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível (1 e 2), assinatura de posse no ante-rosto do vol. 3
incluem a cinta de selagem no 1.º volume
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] Vilhena criou, como bem se sabe, variadíssimas publicações, muitas vezes, senão sempre, criadas e conduzidas solitariamente. […] apartidário, Vilhena não apenas dava no cravo e na ferradura, como em tudo o que pudesse parecer um qualquer conformismo com ideias feitas. Se houvesse inimigo maior, seria menos a de um regime político, do que a acrítica e apática aceitação com que a classe burguesa aceita as coisas como elas são, porque “sempre foi assim” ou “não fica bem” ser de outra maneira. O humor de Vilhena, que se expressava por, e explorava, não apenas imagens, mas igualmente textos, colagens, e a própria actividade editorial (recuperando uma verve e vontade que apenas teve um percursor central em Bordalo), era um belíssimo murro na mesa, um “Porra!”, face à letargia que se instalava com outras formas populares de cultura. E pela “linha de baixo”, sem almejar a outra coisa. Como se fosse a expressão do desinibido Id face ao Super-superego do regime da época.
[…] Atravessando categorias textuais e literárias tais como as do kitsch, da pornografia, da cultura popular, satírica política e/ou de costumes, de massas, o investigador [Rui Zink] encontra traços comuns com elas todas, sem dúvida, mas sobretudo faz elevar os traços de uma oralidade desopilante, mas sobretudo e acima de tudo a própria possibilidade de encontrar traços de literariedade na sua obra. Vilhena não é apenas um desenhador de bonecada em cenas de porno-chanchada, mas um esgrimista da prosa portuguesa que baralha os níveis e devolve uma imagem dolorosa de confrontar.
[…] Mas são os textos em que o sarcasmo, a ironia e a virulência se unem para criar uma escrita requintada, sofisticada, inteligente e mordaz. Não é apenas a frase polida, com brilharetes de subordinadas, mas o vocabulário, a utilização de registos variados e integrados, a maiêutica inesperada com os hipotéticos leitores, que fazem brilhar a tarefa literária de Vilhena. […]»
(Fonte: Pedro Moura, blog Ler BD, 8 de Agosto, 2016)

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domingo, setembro 15, 2024

Marco Polo


A. VIEIRA D’AREIA
capa de José Vilhena
ilust. Percy Sykes

Lisboa,
Livrolândia, Lda.
2.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
144 págs. + 6 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Agostinho Remédios de Bettencourt Vieira de Areia (seg. Biblioteca Municipal de Santarém) ficou, sobretudo, conhecido pelas muitas adaptações de romances para português, a partir das versões originais em brasileiro, trabalho esse que pululou no catálogo da editora Livros do Brasil. O mais interessante na vertente publicação original advém do facto de a capa haver sido desenhada pelo atrevido caricaturista José Vilhena.

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sexta-feira, março 15, 2024

A Criação do Mundo

JEAN EFFEL
trad. / adapt. e pref. José Vilhena

Lisboa, s.d.
Specil
1.ª edição
169 mm x 120 mm
144 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se apenas da parte L’Homme da série La Création du Monde que o caricaturista Jean Effel (1908-1982) estendeu por cinco volumes.

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domingo, setembro 17, 2023

Vera Lagoa Meteu a Pata na Poça


JOSÉ VILHENA
[FERNANDO] LUSO SOARES
[JOSÉ CARLOS] ARY DOS SANTOS
LUIZ-FRANCISCO REBELLO
URBANO TAVARES RODRIGUES
LUIZ STTAU MONTEIRO
JOÃO DE FREITAS BRANCO
TEIXEIRA RIBEIRO
MIGUEL URBANO RODRIGUES
ARTUR RAMOS
MÁRIO CASTRIM
ARTUR PORTELA [FILHO]

Lisboa, s.d. [1977]
Edições Branco e Negro
1.ª edição
210 mm x 149 mm
160 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Respondendo ao conjunto de artigos Revolucionários Que Eu Conheci, de Vera Lagoa, publicados nas páginas do jornal O País, José Vilhena, no vertente livro, dá voz aos insultados. Ele próprio caracteriza no seu Prefácio a natureza do assunto:
«[…] Obra de fancaria, tecido grosseiro e sem qualidade em que o tom de espontaneidade não esconde a pobreza das ideias e a fragilidade dos conceitos morais da autora; obra desacreditada, à partida, por via das mãos sujas de que vem, nem por isso deixou de causar sensação e mal estar e de conseguir o objectivo principal que era o de vender papel. […]»
Trata-se, portanto, de um repto à baixa moral e à «peçonha» da articulista da extrema-direita. Bons tempos.

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