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domingo, fevereiro 23, 2020

Terras de Portugal



ANTÓNIO MONTÊS
pref. Henrique Galvão

Lisboa, 1939
Emissora Nacional
1.ª edição
148 mm x 109 mm
268 págs.
subtítulo: 1.ª série
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
discreta assinatura de posse no canto superior direito da capa
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de palestras semanais proferidas por António Montês aos microfones da Emissora Nacional, e que se organizam aqui pela seguinte ordem: Alcobaça, Alenquer, Algarve, Arraiolos, Baixo-Alentejo, Caldas da Rainha, Castelo de Vide, Covilhã, Douro Litoral, Évora, Figueiró dos Vinhos, Marvão, Nazaré, Tomar, Torres Novas, fechando com várias prelecções acerca da Madeira.

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telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, janeiro 20, 2020

O Assalto ao “Santa Maria” [junto com] 6 postais alusivos à derrota do assalto

 
 

HENRIQUE GALVÃO
trad. Manuel Pires de F. Matos

Lisboa, 4 de Julho de 1973 (livro)
Lisboa, 1961 (postais)
Edições Delfos (livro)
1.ª edição [em português (livro); trilingue português-francês-inglês (postais)]
[20,6 cm x 15 cm (livro)] + 6 x [15,5 cm x 10,6 cm (postais)]
312 págs. (livro)
exemplares muito estimados, apenas um dos postais apresenta vincos; miolo irrepreensível, postais limpos
juntou-se ao lote 6 postais ilustrados não circulados alusivos à derrota da Operação Dulcineia mandados imprimir pelo governo, onde se vêem a entrada do navio na doca de Lisboa e a recepção dos passageiros e tripulantes salvos do atentado, assim como os banhos de multidão em torno de Salazar, tido por seu salvador
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente livro se relatam as condições históricas da época, Janeiro de 1961, os preparativos e o desenrolar da Operação Dulcineia nos seus aspectos práticos, logísticos e, finalmente, as consequências políticas daí advindas. Texto traduzido da edição original inglesa, documenta o ponto de partida na guerra contra o regime salazarista, levada a cabo também nos territórios ultramarinos.

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sábado, maio 04, 2019

O Sol dos Trópicos


HENRIQUE GALVÃO
capa de E. M. [Eduardo Malta]

Lisboa, 1936
[ed. Autor]
1.ª edição
196 mm x 130 mm
324 págs.
subtítulo: Romance Colonial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Irreverência


HENRIQUE GALVÃO
capa de [José de] Moura

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
194 mm x 146 mm
248 págs.
subtítulo: Notas à Margem da Política e dos Costumes
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura controversa da resistência ao regime de Salazar, o capitão Henrique Galvão, que se notabilizou pelo humilhante assalto ao navio Santa Maria – ele, que nunca foi propriamente um antifascista!, e nem sequer um crítico da consolidação da ditadura do Estado Novo... –, chega à cultura hodierna por via do registo romanesco enquanto explorador-naturalista nas selvas africanas, no género safari do branco com a sua corte de carregadores negros. Galvão, não só foi até à década de 1950 um defensor acérrimo das maiores ignomínias perpetradas pelo seu amigo Salazar contra os povos do continente e das colónias, como já antes havia sido preclaro apoiante do ditador Sidónio Pais. E como tal lhe foram sempre confiadas posições de chefia em cargos estruturantes para o regime fascista, a saber: comissário-geral da Exposição Colonial Portuguesa, director da Emissora Nacional, governador provincial em Angola, etc.
O vertente livro reúne um vasto leque de artigos de opinião, antes vindos a lume na imprensa periódica, em que podemos apreciar exactamente a visão do mundo que o irredutível militar de carreira sempre teve.

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frenesilivros@yahoo.com
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Diário de Peniche



HENRIQUE GALVÃO
pref. Vasco da Gama Fernandes
capa de J. Ribeiro

Lisboa, s.d. [1975, seg. BNP]
Livraria Popular de Francisco Franco
s.i. [1.ª edição]
21 cm x 14,8 cm
128 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Documento pungente redigido circa 1953-1959, durante o período em que Henrique Galvão (1895-1970) esteve preso na fortaleza.

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O Império


HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, s.d. [Verão de 1939]
Edições SPN
1.ª edição
20 cm x 14,8 cm
56 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

De forma muito resumida, faz Galvão o inventário da administração colonial, quer do território, quer da população, quer das riquezas disponíveis, as naturais e as indústrias criadas pelo homem. Galvão ainda era, então, um agente do Estado Novo, ainda não tinha entrado em rota de colisão com Salazar. O fomento económico é uma das suas preocupações, e ele deixa deste a caracterização necessária, ou (conforme o ponto de vista) o apontamento daquilo que pode ser considerado como a maior debilidade de Portugal perante a imensidão de território que teve que administrar:
«[...] O critério português em matéria de apetrechamento económico das colónias não se filia no mesmo espírito que nos últimos anos elaborou grandes planos (aliás irrealizados ou inacabados) de valorização maciça dos territórios coloniais [...].
A forma da nossa política de apetrechamento não está na intensidade ou grandeza com que se ocuparam os pontos estratégicos da economia de cada colónia, mas sim na qualidade e na extensão da ocupação.
Desta forma não construiremos cidades grandiosas, nem portos ultra-perfeitos, nem sociedades cosmopolitas – mas construiremos uma ocupação densa, de malhas apertadas, homogénea, capaz de abranger todos os territórios e de levar os agentes portugueses de civilização dos povos nativos a tôda a parte [...].»
Mas, de facto, os únicos “agentes de civilização dos povos nativos” que Salazar conseguiu insinuar por toda a parte, foram os agentes policiais e militares, as sombras à escuta da vida pública e da vida privada... O que nem lhe serviu para evitar o curso natural da libertação dos povos!

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domingo, março 03, 2019

Antropofagos


HENRIQUE GALVÃO
ilust. José de Moura

Lisboa, 1947
Editorial “Jornal de Notícias”
1.ª edição
23,1 cm x 17,3 cm
332 págs. + 2 folhas em extra-texto
exemplar estimado, capa gasta; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, julho 23, 2017

Impala



HENRIQUE GALVÃO
capa e ilust. J. de Moura

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,4 cm x 13 cm
216 págs.
subtítulo: Romance dos bichos do mato
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Kurika


HENRIQUE GALVÃO
capa de [José de] Moura

Lisboa, s.d. [1944]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,2 cm x 13,3 cm
232 págs.
subtítulo: Romance dos bichos do mato
exemplar estimado; miolo limpo
ano escrito a tinta no rodapé do frontispício, carimbo de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«“Kurika” – é o romance estranho de um leão criado entre os homens, e que se evade, já adulto, para os matos de onde fôra desviado.
É o contrário de Tarzan – o homem criado entre os bichos.
Simplesmente, nem Kurika é um leão imaginário, nem o seu drama no sertão é pura fantasia de romancista. [...]
A história, realista como é, não pertence às épocas nebulosas “em que os animais falavam”. É desta época, de hoje, em que os animais ainda falam – e, por vezes, com mais acêrto do que os homens.»

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quarta-feira, julho 27, 2016

Da Vida e da Morte dos Bichos






HENRIQUE GALVÃO
TEODÓSIO CABRAL
ABEL PRATAS
capas de Vasco, Stuart, Güy Manuel e Moura

Lisboa, 1936, 1938, 1941, 1944 e 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição (I e II vols.), 1.ª edição (III, IV e V vols.)
5 volumes (completo)
24,4 cm x 17 cm
[256 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa a cor)] + 228 págs. + 240 págs. + 236 págs. + 256 págs.
subtítulos gerais: Subsídios para o estudo da fauna de Angola e notas de caça [I, II, III e IV]; Narrativas da caça grossa em África [V*]
subtítulos por volume: [I] Elefantes e rinocerontes; [II] O hipopótamo – A girafa – O Crocodilo – Os Javalis; [III] O lião; [IV] Búfalos, gorila, leopardos, antílopes, etc.
profusamente ilustrados
exemplares estimados, alguns restauros nas lombadas; no geral miolo limpo
acondicionados em estojo próprio de fabrico recente
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

É preciso sublinhar que o vertente “estudo” teve por fonte de “informação” animais mortos em safaris levados a cabo por colonizadores africanistas: os supracitados autores da obra. A profusão e a diversidade das espécies “estudadas” dá-nos uma pálida ideia, não da fauna que existia então em África, mas sim daquilo que caminhava a passos largos para a irremediável extinção. Por muito menos, ainda recentemente se viu o rei de Espanha obrigado a retirar-se para os bastidores.

* Este volume extra-série já só indica Henrique Galvão como autor.

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Revolução



HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
16,6 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa manchada e com pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Comédia dramática representada no Teatro Nacional Almeida Garrett no ano anterior à sua publicação em livro, numa época em que o oficial do exército Henrique Carlos da Malta Galvão não havia ainda – longe disso, antes pelo contrário – declarado guerra ao regime saído da ditadura implantada a 28 de Maio de 1926.

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O Velo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO
SILVA TAVARES
[maquettes de Eduardo Malta*]

Lisboa, 1936
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
2 págs. + 134 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de Silva Tavares
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação teatral do romance homónimo de Galvão.

* Os referidos esquiços do pintor Eduardo Malta não se encontram reproduzidos no livro.

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O Vélo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
Depositária Parceria António Maria Pereira
2.ª edição
17,1 cm x 13 cm
292 págs.
subtítulo: Romance Colonial
capa impressa frente e verso
exemplar estimado, contracapa e últimas folhas com duas manchas de estearina; miolo limpo
ostenta colado no ante-rosto o canhoto da Livraria, Papelaria, Tipografia e Encadernação Minerva Central de Lourenço Marques
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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