Mostrar mensagens com a etiqueta Z_henrique galvão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Z_henrique galvão. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, agosto 25, 2026

Comédia da Morte e da Vida


HENRIQUE GALVÃO
capa de Moura


Lisboa, 1950
Editorial Noticias – ENP
1.ª edição
194 mm x 130 mm
260 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulos: [seguida de] A Mulher e o Demónio e Um Caso Raro de Loucura
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

Pele

HENRIQUE GALVÃO

s.l., 1956-1957 [aliás, 1958]
s.e. [ed. autor]
1.ª edição
210 mm x 150 mm
376 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DE JOSÉ MARIA D'EÇA DE QUEIROZ (FILHO DO ESCRITOR)
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sexta-feira, maio 02, 2025

Da Minha Luta Contra o Salazarismo e o Comunismo em Portugal

 

HENRIQUE GALVÃO
capa e grafismo de Luiz Duran, e Vitor Santos


Lisboa, 1976
Editora Arcádia, S.A.R.L.
1.ª edição («em Portugal»*)
205 mm x 136 mm
304 págs.
exemplar muito estimado, leves manchas na contracapa; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além de uma análise à “política ultramarina” e às posições dos Estados Unidos da América e da O.N.U. relativamente a esta e ao colonialismo português, Henrique Galvão (1895-1970) dedica um longo capítulo à dita «campanha antitotalitária», que não visa apenas a ditadura salazarista, mas também os movimentos de esquerda socialistas e comunistas. Mas os capítulos fortes são os do relato da acção desenvolvida servindo-se do navio Santa Maria, e o da dita Operação Vagô.

* Nota do editor: «Esta edição reproduz integralmente a de 1965 publicada no Brasil pela F.A.P.L.E. (Frente Antitotalitária dos Portugueses Livres Exilados)».

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quinta-feira, março 06, 2025

Impala



HENRIQUE GALVÃO
capa e ilust. J. de Moura

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,4 cm x 13 cm
216 págs.
subtítulo: Romance dos bichos do mato
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, novembro 17, 2024

O Assalto ao “Santa Maria”



HENRIQUE GALVÃO
trad. Manuel Pires de F. Matos

Lisboa, 4 de Julho de 1973 (livro)
Edições Delfos
1.ª edição (em português)
[210 mm x 148 mm (livro)] + [411 mm x 301 mm (folha volante)]
312 págs. (livro) + 4 págs. (folha volante)
exemplares muito estimados; miolos irrepreensíveis
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

No vertente livro se relatam as condições históricas da época, Janeiro de 1961, os preparativos e o desenrolar da Operação Dulcineia nos seus aspectos práticos, logísticos e, finalmente, as consequências políticas daí advindas. Texto traduzido da edição original inglesa, documenta o ponto de partida na guerra contra o regime salazarista, levada a cabo também nos territórios ultramarinos.
Juntou-se folha fac-símile das respectivas primeiras páginas do Diário de Lisboa de 24 e 25 de Janeiro de 1961, editada pelo mesmo Diário de Lisboa em data incerta.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, setembro 01, 2024

Diário de Peniche


HENRIQUE GALVÃO
pref. Vasco da Gama Fernandes
capa de J. Ribeiro

Lisboa, s.d. [1975, seg. BNP]
Livraria Popular de Francisco Franco
s.i. [1.ª edição]
210 mm x 148 mm
128 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Documento pungente redigido circa 1953-1959, durante o período em que Henrique Galvão (1895-1970) esteve preso na fortaleza.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, maio 04, 2019

O Sol dos Trópicos


HENRIQUE GALVÃO
capa de E. M. [Eduardo Malta]

Lisboa, 1936
[ed. Autor]
1.ª edição
196 mm x 130 mm
324 págs.
subtítulo: Romance Colonial
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Irreverência


HENRIQUE GALVÃO
capa de [José de] Moura

Lisboa, 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
194 mm x 146 mm
248 págs.
subtítulo: Notas à Margem da Política e dos Costumes
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura controversa da resistência ao regime de Salazar, o capitão Henrique Galvão, que se notabilizou pelo humilhante assalto ao navio Santa Maria – ele, que nunca foi propriamente um antifascista!, e nem sequer um crítico da consolidação da ditadura do Estado Novo... –, chega à cultura hodierna por via do registo romanesco enquanto explorador-naturalista nas selvas africanas, no género safari do branco com a sua corte de carregadores negros. Galvão, não só foi até à década de 1950 um defensor acérrimo das maiores ignomínias perpetradas pelo seu amigo Salazar contra os povos do continente e das colónias, como já antes havia sido preclaro apoiante do ditador Sidónio Pais. E como tal lhe foram sempre confiadas posições de chefia em cargos estruturantes para o regime fascista, a saber: comissário-geral da Exposição Colonial Portuguesa, director da Emissora Nacional, governador provincial em Angola, etc.
O vertente livro reúne um vasto leque de artigos de opinião, antes vindos a lume na imprensa periódica, em que podemos apreciar exactamente a visão do mundo que o irredutível militar de carreira sempre teve.

pedidos para:
frenesilivros@yahoo.com
telemóvel: 919 746 089

O Império


HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, s.d. [Verão de 1939]
Edições SPN
1.ª edição
20 cm x 14,8 cm
56 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

De forma muito resumida, faz Galvão o inventário da administração colonial, quer do território, quer da população, quer das riquezas disponíveis, as naturais e as indústrias criadas pelo homem. Galvão ainda era, então, um agente do Estado Novo, ainda não tinha entrado em rota de colisão com Salazar. O fomento económico é uma das suas preocupações, e ele deixa deste a caracterização necessária, ou (conforme o ponto de vista) o apontamento daquilo que pode ser considerado como a maior debilidade de Portugal perante a imensidão de território que teve que administrar:
«[...] O critério português em matéria de apetrechamento económico das colónias não se filia no mesmo espírito que nos últimos anos elaborou grandes planos (aliás irrealizados ou inacabados) de valorização maciça dos territórios coloniais [...].
A forma da nossa política de apetrechamento não está na intensidade ou grandeza com que se ocuparam os pontos estratégicos da economia de cada colónia, mas sim na qualidade e na extensão da ocupação.
Desta forma não construiremos cidades grandiosas, nem portos ultra-perfeitos, nem sociedades cosmopolitas – mas construiremos uma ocupação densa, de malhas apertadas, homogénea, capaz de abranger todos os territórios e de levar os agentes portugueses de civilização dos povos nativos a tôda a parte [...].»
Mas, de facto, os únicos “agentes de civilização dos povos nativos” que Salazar conseguiu insinuar por toda a parte, foram os agentes policiais e militares, as sombras à escuta da vida pública e da vida privada... O que nem lhe serviu para evitar o curso natural da libertação dos povos!

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 23, 2017

Kurika


HENRIQUE GALVÃO
capa de [José de] Moura

Lisboa, s.d. [1944]
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
18,2 cm x 13,3 cm
232 págs.
subtítulo: Romance dos bichos do mato
exemplar estimado; miolo limpo
ano escrito a tinta no rodapé do frontispício, carimbo de posse no ante-rosto
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«“Kurika” – é o romance estranho de um leão criado entre os homens, e que se evade, já adulto, para os matos de onde fôra desviado.
É o contrário de Tarzan – o homem criado entre os bichos.
Simplesmente, nem Kurika é um leão imaginário, nem o seu drama no sertão é pura fantasia de romancista. [...]
A história, realista como é, não pertence às épocas nebulosas “em que os animais falavam”. É desta época, de hoje, em que os animais ainda falam – e, por vezes, com mais acêrto do que os homens.»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 27, 2016

Revolução



HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
16,6 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa manchada e com pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Comédia dramática representada no Teatro Nacional Almeida Garrett no ano anterior à sua publicação em livro, numa época em que o oficial do exército Henrique Carlos da Malta Galvão não havia ainda – longe disso, antes pelo contrário – declarado guerra ao regime saído da ditadura implantada a 28 de Maio de 1926.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Velo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO
SILVA TAVARES
[maquettes de Eduardo Malta*]

Lisboa, 1936
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
2 págs. + 134 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de Silva Tavares
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação teatral do romance homónimo de Galvão.

* Os referidos esquiços do pintor Eduardo Malta não se encontram reproduzidos no livro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089