terça-feira, junho 30, 2020

Cañero Nunca Existiu




PÉPE LUÍS

Lisboa, 1925
Papelaria e Tipografia «Paleta d’Ouro»
1.ª edição
196 mm x 140 mm
116 págs.
subtítulo: Crítica – Impressões – Notas – Comentários
ilustrado
encadernação em meia-inglesa gravada a ouro na lombada e nos remates
aparado e carminado somente à cabeça, sem capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
além dos selos do livreiro Manuel Ferreira (Porto), ostenta o ex-libris de D. Diogo de Bragança VIII marquês de Marialva colado no verso da pasta anterior
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Elogio Academico de Sua Majestade o Senhor D. Carlos I Presidente da Academia Real das Sciencias de Lisboa […]



ALBERTO ARTHUR ALEXANDRE GIRARD

Lisboa, 1909
Por ordem e na Typographia da Academia
1.ª edição
240 mm x 174 mm
28 págs.
subtítulo: […] proferido na sessão publica de 20 de Junho de 1909
impresso sobre papel superior avergoado do Prado
exemplar muito estimado, pequena falha de papel no canto inferior direito da capa; miolo irrepreensível, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] D. Carlos tinha a colaboração de apenas um cientista: Albert Arthur Alexandre Girard […]. Nasceu em Nova Iorque (1860), no seio de uma família francesa, e veio para Portugal ainda criança. Licenciou-se em Engenharia mas a sua principal paixão era a história Natural. Começou a sua carreira no Museu de Zoologia da Escola Politécnica em Lisboa (actual Museu Bocage). Mais tarde foi nomeado membro da Comissão das Pescas e começou a trabalhar ao serviço de Rei, sendo o curador das colecções reais no Palácio das Necessidades. Esteve sempre com o monarca nas suas investigações no mar. Estudava o material recolhido, organizava as colecções e preparava os resultados para publicação. […]»
(Fonte: Luiz Saldanha, D. Carlos de Bragança, Pai da Oceanografia Portuguesa, Instituto Camões, pág. electrónica, 2006)

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S. M. El-Rei D. Carlos I e a Sua Obra Artistica e Scientifica



RAMALHO ORTIGÃO
ALBERTO GIRARD

Lisboa, 1908
Editor – Antonio Palhares [capilha da Livraria Editora – Guimarães & C.ª]
1.ª edição
30,1 cm x 22 cm (brochura)
96 págs.
brochura por aparar acondicionada num estojo próprio de fabrico recente
exemplar estimado; miolo limpo
115,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da abertura de Ramalho:
«[...] Não; nenhum dos provocantes atractivos de moda, de elegancia, de luxo cosmopolita de castello ou de casino, de villegiatura rica, de garden-party, de batalha de flores ou de concurso hippico, seduzem o vernaculo portuguezismo da sua [D. Carlos] indole affectuosa e modesta, ternamente fiel aos usos, aos costumes, á tradição do seu lar.
O que elle elege do mundo e da natureza para no afago da transcrição artistica concretisar a sua pessoal maneira de sentir e de pensar perante a misteriosa sugestão das coisas, é o mar da costa de Portugal, é o estuario do Tejo, é a bahia de Cascaes e é a sua provincia do Alemtejo na mais rustica e mais popular expressão da simples vida agraria. [...]»

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S. M. El-Rei D. Carlos I e a Sua Obra Artistica e Scientifica


RAMALHO ORTIGÃO
ALBERTO GIRARD

Lisboa, 1908
Editor – Antonio Palhares
1.ª edição
29,8 cm x 21,4 cm
96 págs.
encadernação editorial (A. [Alfredo] David Enc.) em tela encerada com gravação a ouro e a branco na pasta anterior e a negro na pasta posterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, pequenos restauros nas capas de brochura; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Themes Tours of Lisbon



GABRIELA CARVALHO
trad. Wendy Graça
grafismo de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 2004
Mediatexto (Medialivros, Actividades Editoriais, S.A.)
1.ª edição
texto em inglês
260 mm x 150 mm
192 págs.
subtítulo: Places with history
profusamente ilustrado a cor
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão em inglês do guia turístico Itinerários Temáticos de Lisboa – Recantos e Lugares.

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Itinéraire Historique du Portugal



VIRGINIA DE CASTRO E ALMEIDA
notas de Fernando de Pamplona
capa de Cunha Barros

Lisboa, 1940
Comité Exécutif des Centenaires – Section de Propagande et Réception [SPN]
1.ª edição
texto em francês
232 mm x 170 mm
112 págs. + 18 folhas em extra-texto (reprod. fotográficas)
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Enigma Português



FRANCISCO DA CUNHA LEÃO

Lisboa, 1960
Guimarães Editores
1.ª edição
190 mm x 122 mm
392 págs.
capa impressa a três cores directas e relevo seco
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, junho 29, 2020

Uma Vida Violenta


PIER PAOLO PASOLINI
trad. José Manuel Calafate e João da Fonseca Amaral
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
194 mm x 135 mm
360 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Peer Gynt – Ibsen e Grieg



AARÃO LACERDA

Coimbra, s.d. [1912]
Editores: F. França e Armenio Amado
1.ª edição
20 págs.
subtítulo: Estudo critico
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma separata do n.º 3 da revista Dionysos, de que Aarão Lacerda (1890-1947) era director.

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Zoologia Elementar Agricola



PAULO DE MORAES

Lisboa, 1897
Empreza Editora Francisco Pastor
1.ª edição
228 mm x 160 mm
822 págs. + X págs.
subtítulo: Constando de duas partes: Zoologia Geral e Zoologia Especial segundo os methodos de S. Schilling, dr. Noll, Leunis, H. Ludwig e Pokorny dedicada á mocidade estudiosa das escolas agricolas de Portugal
«obra illustrada com mais de 700 gravuras»
encadernação antiga inteira em tela gravada a ouro na lombada e relevo seco nas pastas
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sobre a Appendicite



FRANCISCO SOARES BRANCO GENTIL

Lisboa, 1900
Companhia Typographica [Escola Medico-Cirurgica de Lisboa]
1.ª edição
250 mm x 180 mm
112 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural – 27 de Julho de 1900
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tumores Adenoides da Pharynge Nasal



JOAQUIM HENRIQUE DE MORAES SARMENTO

Lisboa, 1896
Typographia Mattos Moreira & Pinheiro
1.ª edição
218 mm x 147 mm
22 págs. + 78 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sobre Tratamento de Tuberculosos



MANOEL ROSADO FERNANDES GIÃO

Lisboa, 1899
Typographia de Christovão Augusto Rodrigues
1.ª edição
267 mm x 192 mm
82 págs.
subtítulo: Dissertação inaugural – Apresentada e defendida perante a Escola Medico-Cirurgica de Lisboa
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, junho 28, 2020

Método Singer de Corte e Costura



s.l. [Brasil], 1948
Singer Sewing Machine Company
3.ª edição
280 mm x 213 mm
176 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior
exemplar estimado; miolo limpo
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um manual minucioso e detalhado, com quase uma centena de moldes, para uso de costureiras e alfaiates, mesmo para aqueles que, hoje em dia, se auto-intitulam «estilistas».

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Península – Cadernos Culturais




dir. José de Azevedo (substituído mais tarde por Manuel Armando Quirós) e J. Santos Chambino
Lisboa, Dezembro de 1968 a Dezembro de 1970
1.ª edição
5 números (completo)
250 mm x 17,5 mm (estojo)
5 x 48 págs.
exemplares muito estimados; miolo irrepreensível
acondicionados num estojo próprio de fabrico recente forrado a papel de fantasia
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conta com colaboradores, entre outros, como Félix Cucurull, Armando Castro, Eduardo Prado Coelho, Urbano Tavares Rodrigues, Antunes da Silva, Fernando Namora, João Palma-Ferreira, Fernando Assis Pacheco, etc. O último número, com piores colaboradores, exibe já um dogmatismo estalinista em que avultam disparates como os de um tal Carlos Manuel Rodrigues acerca do teatro dito «de ruptura»: começando por avacalhar a dramaturgia de Bertolt Brecht e seus seguidores, finca-se numa grelha de tópicos do «teatro burguês» («arte», «belo», «literário», «bom gosto», etc.) que um «teatro de ruptura» pretende destronar com o «jogo», o «feio», o «ordinário», o «mau gosto», etc. A ideia de teatro, aqui, provinha de um underground muito mal digerido, com couratos assados no átrio de Conservatório e texto improvisado para comício.

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Monumento a Camilo Castelo Branco




Lisboa, 1926
Edição da Comissão do Primeiro Centenário e do Monumento de Camilo
1.ª edição
228 mm x 149 mm
8 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
subtítulo: Programa do novo concurso
ilustrado
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante documento onde se vê uma planta alternativa ao que conhecemos hoje como Parque Eduardo VII.

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Os Povos Primitivos da Lusitânia



MENDES CORRÊA

Porto, 1924
Casa Editora de A. Figueirinhas (Fernando Machado & C.ª L.da, depositarios)
1.ª edição («2.º milhar»)
238 mm x 167 mm
392 págs.
subtítulo: Geografia, Arqueologia, Antropologia
profusamente ilustrado
encadernação modesta inteira em tela encerada, gravação a ouro na lombada
pouco aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do filólogo reitor do Liceu de Alves Martins (Viseu), Álvaro Júlio da Costa Pimpão, a uma aluna que se distinguiu nos estudos
110,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Civilisação Iberica




J. P. OLIVEIRA MARTINS

Lisboa, 1879
Livraria Bertrand – Viuva Bertrand & C.ª successores Carvalho & C.ª
1.ª edição
17,6 cm x 12 cm
256 págs.
encadernação inteira em pano de fantasia com rótulo em pele gravado a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, papel acidulado
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Historia da Luzitania e da Iberia [...]


JOÃO BONANÇA

Lisboa, 1891
Imprensa Nacional
Empresa da Historia da Luzitania e da Iberia
1.ª edição [única]
volume I [único publicado apesar de na contracapa ser anunciado o volume seguinte]
29 cm x 20 cm [in 4.º]
2 págs. + 900 págs. + 2 págs. + 5 folhas em extra-texto
subtítulo: [...] Desde os Tempos Primitivos ao Estabelecimento Definitivo do Dominio Romano. Parte fundada em documentos até ao presente indecifraveis
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

O autor, que chegou a ser candidato republicano à presidência, começou por fazer-se notar enquanto redactor de artigos em prol da abolição da pena de morte, do casamento civil ou da liberdade de imprensa, causas que mereceram o apoio de Alexandre Herculano [fonte: Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990]. Na vertente obra, de crucial importância para a compreensão geológica, paleontológica e histórica da Península Ibérica, dá-se pela primeira vez conta de um olhar científico, e sem complexos, do homem moderno sobre aquilo que o rodeia. Faz parte do legado da burguesia do século XIX, enquanto classe empreendedora e, ainda, motor da História.
Sublinhe-se um detalhe inédito, ou pelo menos raro, de ordem tipográfica: a utilização da própria lombada do volume para anunciar as modalidades de comercialização do mesmo.

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sábado, junho 27, 2020

Europa – Jornal de Cultura


Lisboa, Janeiro a Abril de 1957
dir. Urbano Tavares Rodrigues e Virgílio Pereira Ramos
chefe de redacção Artur Portela (Filho)
colecção completa (4 números)
49,5 cm x 39,5 cm (fólio grande)
4 x 12 págs.
exemplares com alguma oxidação generalizada, restaurados, sem nunca afectar os conteúdos; acondicionados em sóbria pasta-estojo de confecção recente, da autoria de Vasco Antunes (não assinada)
PEÇA DE COLECÇÃO DE EXTREMA RARIDADE
600,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Este jornal pode ser considerado um modelo de cosmopolitismo e de abertura a todas as correntes intelectuais em voga, numa ampla frente da resistência culta ao fascismo serôdio dos anos de Salazar. Durou pouco, e por isso mesmo.
Ainda hoje aquilo que regista – do ballet às artes plásticas, ou à música, à poesia, ao teatro, ao cinema, e até à novidade científica e técnica – lê-se com um agrado para lá do espírito museológico ou do coleccionismo. As primeiras palavras do editorial-programa, assinadas por Urbano, davam a medida do que esse punhado de empreendedores se propunham:
«É a consciência que dá um sentido ao mundo ou que lho nega. [...]»
Foram seus colaboradores, entre muitos outros, Alexandre O’Neill, Almada Negreiros, António Dacosta, António Quadros, António Ramos Rosa, António Vaz Pereira, Artur Ramos, Bernardo Marques, Carlos Botelho, David Mourão-Ferreira, Eduardo Lourenço, Fernanda Botelho, Helena Cidade Moura, Ilse Losa, Isabel da Nóbrega, João de Freitas Branco, João Gaspar Simões, José-Augusto França, José Gomes Ferreira, José Palla e Carmo, José Ribeiro dos Santos, Jorge de Sena, Luís Forjaz Trigueiros, Luís de Sttau Monteiro, Manuela de Azevedo, Manuel Ribeiro de Pavia, Maria Judite de Carvalho, Mário Cesariny de Vasconcelos, Mário Henrique Leiria, Mário Sacramento, Martins Correia, Merícia de Lemos, Natália Correia, Orlando Neves, Otelo Azinhais, Paulo Guilherme, Roby Amorim, Ruben A., Sofia de Mello Breyner Andresen, Tomaz Ribas, Vespeira, Virgílio Ferreira, Vitorino Nemésio, etc. Vasto e impressionante é o conjunto de colaborações reunido, se se levar em conta a fugaz duração do jornal!...

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Avante, camarada, avante!



LUÍS CÍLIA

s.l., s.d.
s.e.
s.i.
210 mm x 145 mm
1 folha-volante
impressa apenas de um lado
exemplar envelhecido, papel com vincos de dobra em quarto, restauros nas dobras
carimbo de posse no canto superior esquerdo
PEÇA DE COLECÇÃO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Versos de, e musicados, em 1967, no exílio, pelo compositor Luís Cília (n. 1943) para a voz da intérprete Luísa Basto, tornaram-se cântico da resistência antifascista entre os militantes do Partido Comunista Português.

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A Guerrilha do Remexido



ANTÓNIO DO CANTO MACHADO
ANTÓNIO MONTEIRO CARDOSO

Mem Martins, 1985
Publicações Europa-América, Lda. (Editor: Francisco Lyon de Castro)
1.ª edição
208 mm x 140 mm
220 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR ANTÓNIO DO CANTO MACHADO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, junho 26, 2020

Introduction a l’Étude de la Paléontologie Stratigraphique




A. [ADOLPHE DESMIER] D’ARCHIAC

Paris, 1864
F. Savy, Éditeur
1.ª edição
2 tomos (completo)
texto em francês
226 mm x 147 mm
[4 págs. + IV págs. + XXIV págs. + 492 págs. + 2 págs.] + [4 págs. + IV págs. + 616 págs.]
subtítulos: Tome premier – Précis de l’Histoire de la Paléontologie Stratigraphique; Tome second – Connaissances générales qui doivent précéder l’étude de la paléontologie et phénomènes organiques de l’époque actuelle qui s’y rattachent
encadernações homogéneas antigas em meias-inglesas gravadas a ouro nas lombadas
pouco aparados, sem capas de brochura
exemplares estimados; miolo limpo
ostentam os ex-libris de João de Villanova de Vasconcellos Corrêa de Barros
55,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Descripção de Algumas Especies Novas ou Pouco Conhecidas de Crustaceos e Arachnidios de Portugal e Possessões Portuguezas do Ultramar



FELIX DE BRITO CAPELLO

Lisboa, 1866
Typographia da Academia
1.ª edição
322 mm x 245 mm
4 págs. + 20 págs. + 2 folhas em extra-texto (gravuras)
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Romances do Mar



BERNARDO SANTARENO

[Santarém], 1955
[ed. autor]
1.ª edição
221 mm x 165 mm
2 págs. + 108 págs. + 1 encarte (errata)
exemplar estimado; miolo irrepreensível
EXEMPLAR DA ESCASSA TIRAGEM PROIBIDA PELO ESTADO NOVO, DE QUE SE CONHECE UMA OUTRA VERSÃO AUTORIZADA
80,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Anjos e o Sangue



BERNARDO SANTARENO

Lisboa, 1961
Edições Ática
1.ª edição
199 mm x 144 mm
136 págs.
subtítulo: Peça escrita para a Radiotelevisão
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Limite de Idade



VITORINO NEMÉSIO

Lisboa, 1972
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
188 mm x 202 mm (oblongo) + Ø 17,5 cm
132 págs. + 1 disco de vinyl (45 r.p.m.)
capa impressa a duas cores e relevo seco
exemplar estimado; miolo irrepreensível; disco como novo
peça de colecção
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos a ensaísta Maria Lúcia Lepecki, referindo-se a esta obra-prima de Nemésio:
«[...] em Limite de Idade ocorre o sistemático emprego de uma imagística que, por si só, define o tempo da personagem lírica como integrador do momento cultural (artístico, científico e tecnológico) e civilizacional em que vive o Poeta. Tempo das descobertas científicas que se atropelam umas às outras, tempo da dissecação laboratorial do homem, tempo da Adenina e da Timina que constroem, muitas vezes destroçando, e da força atómica que gera energia mas produz o cogumelo apocalíptico. [...]
No tempo recriado em Limite de Idade, o homem limita-se a ser aquilo que o fazem. Mas é aí que ele se transcende. Abrem-se-lhe perspectivas de especulação, possibilita-se a interrogação até às (por enquanto) últimas consequências. Limitam-se as realizações pessoais, ilimita-se a angústia. Ao lado do desespero, cresce a lucidez de ver, sentir, saber. Nasce a profunda ternura pelo homem perdido nos corredores de um mundo que, à força de conhecido, de experimental-experimentado, se torna, por inerente absurdo, incontrolável, indomável, omnipotente. [...]» (In Críticas Sobre Vitorino Nemésio, Livraria Bertrand, Lisboa, Março de 1974)

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Limite de Idade



VITORINO NEMÉSIO

Lisboa, 1972
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
[2.ª tiragem (reimpressão da 1.ª edição, mas sem o disco de vinyl incluído)]
18,1 cm x 20,2 cm (oblongo)
132 págs.
capa impressa a três cores directas
exemplar estimado; miolo limpo
inclui o encarte-aviso editorial com o preçário para as diferentes tiragens da obra, com ou sem disco
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, junho 25, 2020

1.º Congresso Nacional de Arquitectura



aa.vv.

Lisboa, Maio / Junho de 1948
Sindicato Nacional dos Arquitectos
1.ª edição
233 mm x 167 mm
LXVIII págs. + 296 págs.
subtítulo: Relatório da Comissão Executiva – Teses – Conclusões e votos do Congresso
ilustrado
exemplar com a capa envelhecida; miolo limpo
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foram comissão executiva deste Congresso, inaugurado no dia 28 de Maio do referido ano, os arquitectos do regime Cottinelli Telmo, Paulo de Carvalho Cunha, Guilherme Faria da Costa, Pardal Monteiro e Miguel Jacobetty.

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Versos d’um Cavador



MANOEL ALVES
coligidos, pref. e posf. Tomás da Fonseca

Lisboa, s.d.
Livraria Internacional - Almeida, Carvalho & Ca.
2.ª edição
204 mm x 135 mm
196 págs.
ilustrado no corpo do texto
encadernação recente de amador em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, discretos restauros nas capas de brochura; miolo irrepreensível, por abrir
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Alves (1843-1901), poeta popular analfabeto da zona da Anadia, apreciado pela gente culta da sua época (poderemos comparar-lhe o mais recente caso de António Aleixo), deve em primeira mão a Tomás da Fonseca a preservação literária da sua arte de improvisador. Esse mesmo Tomás da Fonseca que nos diz nas sentidas palavras de apresentação:
«[...] Poeta, cantava. Operario, trabalhava. De dia no campo, á noite na officina. A sua vida era uma epopeia em dois cantos: moldar o ferro e illuminar as almas. Durante bo sol, a sua enxada ia, por toda a parte, volver a terra, abrir caminho á vida; pela noite fóra, despertava os echos da solidão, malhando na bigorna o aço das alavancas com que elle, Archimedes pygmeu, sonhava levantar o mundo.
A sua voz cantava, o seu peito gemia, o seu pulso vergava. [...]
Os seus poemas fazia-os elle entre uma alegria e uma tristeza, perdido na multidão do povo, em plena rua, ao accender das estrellas ou ao orvalhar da madrugada.
Ao estupido goso da taberna, ás curtas e falsas regalias do vicio, preferia elle a paz das conversações intimas, as alegrias do serão, á lareira ou em pleno ar, nas noites quentes, lá quando a lua surge entre o arvoredo e sóbe em pleno céu.
[...] O seu poema é sobretudo um honrado protesto em nome do seu povo ultrajado, esse povo heroico e soffredor que
“Com dois farrapos se cobre
Por onde a lama se embebe,”
e sobre quem paira a garra das instituições,
“Esmagando-o á força bruta,
Levando-lhe a honra e a vida”
até o inutilisarem com
“... chagas abertas
Pelos tiros das metralhas.”
Protestar cantando, tal foi sempre o seu destino. [...]»

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Iconografia Artística Eborense




JOÃO ROSA
pref. Manoel de Sousa Pinto

Lisboa, 1926
Imprensa Nacional
1.ª edição
270 mm x 200 mm
VIII págs. + 260 págs. + 36 págs.
subtítulo: Subsídios para a História da Arte no distrito de Évora
profusamente ilustrado com as gravuras em cromos colados ao longo da paginação
impresso sobre papel superior avergoado
luxuosa encadernação inteira em seda com rótulo reproduzindo o claustro do convento da Serra d’Ossa colado na pasta anterior com cercadura a ouro, lettering gravado a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
tiragem declarada de apenas 600 exemplares
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
PEÇA DE COLECÇÃO
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça de rara beleza e valor tipográficos, para além da importância do tema em estudo.

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Évora Encantadora



CELESTINO DAVID
pref. Júlio Dantas
capa de J. Feliciano

Évora, 1923
Livraria e Papelaria Nazareth
1.ª edição
227 mm x 147 mm
10 págs. + 198 págs.
subtítulo: Impressões – Arte – História
profusamente ilustrado
modesta encadernação inteira em sintético gravada a ouro na lombada
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no verso da pasta anterior o ex-libris de Frederico de Bivar
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Poemas Alentejanos


CELESTINO DAVID
ilust. Julio Resende

Évora, 1951
Editado por Raul David
1.ª edição
23,4 cm x 17,5 cm
116 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior creme
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Vida Sentimental de José Dominguiso


CELESTINO DAVID
capa de N [Roberto Nobre]

Lisboa, s.d. [1944, seg. BNP]
Livraria Editora Guinarães & C.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
208 págs.
subtítulo: Memórias de uma alma de beirão e alentejano
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Vera Lagoa Meteu a Pata na Poça




JOSÉ VILHENA
[FERNANDO] LUSO SOARES
[JOSÉ CARLOS] ARY DOS SANTOS
LUIZ-FRANCISCO REBELLO
URBANO TAVARES RODRIGUES
LUIZ STTAU MONTEIRO
JOÃO DE FREITAS BRANCO
TEIXEIRA RIBEIRO
MIGUEL URBANO RODRIGUES
ARTUR RAMOS
MÁRIO CASTRIM
ARTUR PORTELA [FILHO]

Lisboa, s.d. [1977]
Edições Branco e Negro
1.ª edição
210 mm x 150 mm
160 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior direito do frontispício
inclui postal editorial com a listagem e o preçário das Edições Branco e Negro
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Respondendo ao conjunto de artigos Revolucionários Que Eu Conheci, de Vera Lagoa, publicados nas páginas do jornal O País, José Vilhena, no vertente livro, dá voz aos insultados. Ele próprio caracteriza no seu Prefácio a natureza do assunto:
«[…] Obra de fancaria, tecido grosseiro e sem qualidade em que o tom de espontaneidade não esconde a pobreza das ideias e a fragilidade dos conceitos morais da autora; obra desacreditada, à partida, por via das mãos sujas de que vem, nem por isso deixou de causar sensação e mal estar e de conseguir o objectivo principal que era o de vender papel. […]»
Trata-se, portanto, de um repto à baixa moral e à «peçonha» da articulista da extrema-direita. Bons tempos.

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