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sexta-feira, abril 17, 2020

Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO

[capa de Escada]


Lisboa, 1971
Livraria Moraes Editora
3.ª edição (revista, actualizada e com uma nova Introdução)
20 cm x 15,5 cm
LXXX págs. + 820 págs. + 44 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É ainda hoje a única antologia poética panorâmica de referência para o que em língua portuguesa se escreveu após a Segunda Guerra Mundial. Dizem-nos os compiladores: «[...] 1945 não marca em Portugal nenhuma revolução ou movimento estético especial. Marca antes, o começo de uma nova tomada de consciência do modo de estar no mundo, que a pouco e pouco foi chegando até nós, alterando decisivamente o mundo em que desde então se vive. [...]»
As suas «três edições [aliás, quatro] podem ser até consideradas como três fases de uma só Antologia, revelando no seu conjunto um trabalho em processo, de um constante empenhamento e risco vivenciais» (palavras das Notas Iniciais).
Para além da rectidão na escolha de autores representados e de poemas, e da importância dos verbetes biobibliográficos individuais, há a sublinhar o precioso trabalho dos índices cronológico-descritivos com a proveniência dessas escolhas. Ainda hoje, exceptuando duas antologias dos anos 80 do século XX (uma pessoal, outra uma antologia-manifesto), nada de melhor ou sequer semelhante se fez pela Poesia portuguesa.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa




MARIA ALBERTA MENÉRES
E. M. DE MELO E CASTRO
[capa de Escada]

Lisboa, 1959
Livraria Morais Editora
1.ª edição
20,1 cm x 16 cm
XXVIII págs. + 378 págs. + 1 folha em extra-texto + 6 desdobráveis em extra-texto
encadernação meia-francesa em pele com cantos também em pele, gravada a ouro na lombada
pouco aparado e carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 11, 2018

Queda Livre



E. M. DE MELO E CASTRO

Covilhã, 1961
Livraria Nacional
1.ª edição
21,2 cm x 14,3 cm
68 págs. + 1 extra-texto desdobrável
capa e extra-texto de Manuel Baptista
é o n.º 2 da colecção Pedras Brancas
miolo impresso sobre papel azul suave
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de poemas criados ainda sob a tutela do espírito intelectual do grupo Poesia 61 (Gastão Cruz, Fiama, Luiza Neto Jorge, etc.), o autor tomará posteriormente a seu cargo as rédeas do movimento experimentalista-concretista em Portugal.

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Mudo Mudando



E. M. DE MELO E CASTRO
fotografia de João Bentes Pimenta
grafismo de Álvaro Portugal

Porto, 1962
Notícias do Bloqueio / ed. Autor
1.ª edição
15,8 cm x 18,8 cm (oblongo)
20 págs. + 1 folha em extra-texto
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Próprio Poético


E. M. DE MELO E CASTRO

Bela Vista – São Paulo, 1973
Edições Quíron
1.ª edição
22,5 cm x 12,5 cm
XIV págs. + 166 págs.
subtítulo: Ensaio de Revisão da Poesia Portuguesa Actual
exemplar como novo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do livro mais importante do escritor E. M. de Melo e Castro: uma invulgar reflexão ensaística acerca da Arte Poética nos dias actuais. Invulgar, porque assim como os actuais poetas são avessos a leituras públicas das suas obrinhas, e portanto avessos à prova de fogo de uma fonética operativa, na mesma proporção têm-se mostrado incapazes do exercício teórico, e até adversários do memorialismo literário.

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terça-feira, março 20, 2018

The Cantos



EZRA POUND

Londres, 1954
Faber & Faber Limited
impresso por Sir Isaac Pitman and Sons Limited
1.ª edição
texto em inglês
20,9 cm x 15 cm
576 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro na lombada e sobrecapa impressa a duas cores sobre papel amarelo de fabrico
exemplar estimado, sobrecapa com falhas e restauro; miolo limpo
valorizado pela assinatura de posse do escritor E. M. Melo e Castro
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Melo e Castro terá sido, em Portugal, o grande impulsionador da divulgação do poeta fascista Ezra Pound, através de cuidadas traduções assinadas pelos poetas experimentalistas brasileiros Augusto de Campos, Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Lino Grunewald. Não cabe aqui expor a importância revolucionária da complexidade da composição poética com que Pound nos obriga a tê-lo em consideração, sem referir a sua retrógada ideologia totalitária, o seu ódio à democracia. Apesar disso.

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