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quarta-feira, fevereiro 19, 2020

Cartas Politicas



JOÃO CHAGAS

Lisboa, 1.º de Dezembro de 1908 a 25 de Dezembro de 1910
ed. Autor (Officina Bayard)
1.ª edição
95 números (completo)
24 cm x 17 cm (estojo); 22,5 cm x 15,5 cm (fascículos)
numeração contínua distribuída por 5 séries: [4 x 320 págs.] + 240 págs.
acabamento com um ponto em arame, capilhas em papel azul com cromo impresso colado na frente
exemplares muito estimados, com muitos discretos restauros nalgumas capilhas; miolo limpo
encontram-se no estado físico em que circularam na época, acondicionados em estojo próprio de fabrico recente
PEÇA DE COLECÇÃO
260,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de panfletos de crucial importância para a compreensão dos factos que levaram à implantação da República, pela mão de um dos protagonistas dessa virada revolucionária, talvez aquele que assumiu o «jornalismo político mais audacioso». «Pela palavra escrita, foi dos maiores demolidores da Monarquia. [...]» (ver Dicionário de História de Portugal, org. Joel Serrão, Iniciativas Editoriais, reed. Livraria Figueirinhas, Porto, 1979) De João Chagas, há ainda que assinalar a sua coerência programática e a sua oposição radical às ditaduras – a de Pimenta de Castro e a de Sidónio Pais – que, como furúnculos, perturbaram a vigência republicana.

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telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, dezembro 11, 2013

Portugal Perante a Guerra


JOÃO CHAGAS

Porto, 1915
ed. Autor (Typographia a Vapor da Empreza Guedes)
1.ª edição
21,5 cm x 14 cm
32 págs.
subtítulo: Subsidios para uma pagina da Historia Nacional
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto do ex-ministro plenipotenciário em França, João Chagas:
«[...] Já em outubro de 1914 eu fazia saber ao então ministro dos Negocios Estrangeiros, sr. Freire d’Andrade, que me contrariava profundamente ser um dos interpretes officiaes no estrangeiro, da politica de relações externas que eu via estar-se fazendo em Portugal, no caso da guerra europeia, e lhe formulava por esse motivo o meu pedido de demissão [refere-se Chagas à política indecisa e ambígua de Portugal no que diz à participação no conflito bélico, sendo ele próprio inequívoco defensor do envio de soldados portugueses]. O sr. Freire d’Andrade não o acceitou [...]. O governo de que o sr. Freire d’Andrade fazia parte declarou-se entretanto demissionario e o que se lhe seguiu, o do sr. Azevedo Coutinho, ia talvez definir uma politica mais clara do que aquella que tinha sido feita até então, quando sobreveio o sr. Pimenta de Castro. Este facto poz termo ao conflicto que se levantara entre os meus deveres de cidadão e as minhas funcções officiaes, precipitando a minha resolução de as resignar, na impossibilidade em que me encontrava de justificar uma dictadura de reaccionarios perante mim mesmo e perante o Governo de cidadãos livres junto do qual tive a honra de representar o meu paiz. [...]» Só em Março de 1916 Portugal iniciará, formalmente, a sua participação na Primeira Guerra Mundial.

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Bom-Humor


JOÃO CHAGAS

Lisboa, 1905
Ferreira & Oliveira, Limitada, Editores
1.ª edição
21 cm x 13,5 cm
8 págs. + 312 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, com manchas na capa; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pendor diarístico, de grande importância para a compreensão das palpitações sociais e intelectuais de toda uma época decisiva para a República que se avizinha.

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Posta-restante



JOÃO CHAGAS

Lisboa, 1906
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,3 cm x 12,5 cm
276 págs.
subtítulo: Cartas a toda a gente
exemplar muito manuseado mas aceitável; miolo limpo, com as págs. 23 a 26 muito oxidadas e pequeno golpes ocasionais sem nunca afectar o texto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro diversificado nos assuntos, pode ser tido como uma reunião de crónicas dispersas, que o autor redigiu num estilo de cartas aos leitores. A pertinência destas advirá mais do vínculo revolucionário de Chagas aos ideais republicanos, não só como teórico mas também como activista contra a ditadura de João Franco. Consequentemente, virá a assumir o cargo de primeiro-ministro do primeiro governo da República.

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Sylva de Conceitos


JOÃO CHAGAS

Lisboa, 1937
Parceria A. M. Pereira
1.ª edição
16 cm x 12 cm
68 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Singelo livro de aforismos acerca de tudo e acerca de nada.

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