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sexta-feira, janeiro 31, 2020

Para Quando Festivais de Arte em Portugal? [junto com] Primeiro Diálogo Sobre Arte Moderna


HUMBERTO D’ÁVILA
JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, Março [e Abril ?] de 1957
Tempo Presente (ed. Autores)
1.ª edição
2 números (completo)
19 cm x 13,3 cm
[40 págs. + 4 págs. em extra-texto] + [36 págs. + 4 págs. em extra-texto]
colecção Cadernos do Tempo Presente, dirigida por José Neves Águas
ilustrados em separado
exemplares estimados; miolo no geral limpo, apresentando os extra-textos sinais de oxidação com especial incidência no n.º 2
50,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Convém não confundir este Tempo Presente com a revista Tempo Presente, que teve início em Maio de 1959, dirigida por Fernando Guedes, e que deu voz ao que de mais reaccionário pululava nas letras pátrias de então. Os vertentes cadernos vinham desenvolver, num modelo graficamente menos luxuoso mas com idêntica proposta cultural, os magníficos Uni-, Bi-, Tri-, Tetra- e Pentacórnio, cujo último número datava de Dezembro de 1956.

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telemóvel: 919 746 089


Primeiro Diálogo Sobre Arte Moderna



JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1937
Cadernos do Tempo Presente (ed. autor)
1.ª edição
19 cm x 13,2 cm
36 págs. + 4 págs. em extra-texto (gravuras)
ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

segunda-feira, outubro 14, 2019

Balanço das Actividades Surrealistas em Portugal


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
badana de A. P. [António Pedro]

s.l., s.d. [Lisboa, 1949]
Cadernos Surrealistas
1.ª edição
21,2 cm x 14,4 cm
16 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
270,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Perfecto E. Cuadrado (colab. in Surrealismo em Portugal 1934-1952 [catálogo], Museu do Chiado / Museu Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo / Fundação Cupertino de Miranda, Lisboa – Badajoz – Vila Nova de Famalicão, 2001):
«[...] A publicação destes cadernos dá origem a uma polémica com João Gaspar Simões, que tem raíz nas críticas feitas por este no jornal Sol, a que respondem Alexandre O’Neill e José-Augusto França. A polémica estende-se até Outubro [1949] [...] e constitui a última acção do Grupo Surrealista de Lisboa.
Mário Cesariny e Pedro Oom publicam no Sol [...] o comunicado Os surrealistas dizem da sua justiça, em que respondem criticamente a todos os envolvidos na querela mencionada. [...]»

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terça-feira, janeiro 31, 2017

Pintura Portuguesa Abstracta em 1960


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
fotog. Mário Novais, A. Santos d’Almeida e Jacques Kobel

Lisboa, 1960
Artis
1.ª edição
24,2 cm x 20,5 cm
12 págs. + 19 folhas em extra-texto (quatro das quais com cromo colado)
profusamente ilustrado a negro e a cor
encasado sem costura nem agrafo
exemplar estimado, sem a folha de cristal de protecção da capa; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, janeiro 10, 2016

António Dacosta [catálogo]


RUI MÁRIO GONÇALVES
MARIA HELENA DE FREITAS
JÚLIO POMAR
FERNANDO DE AZEVEDO
VITORINO NEMÉSIO
JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE

et alii

Lisboa, 1988
Fundação Calouste Gulbenkian / CAM, Casa de Serralves
1.ª edição
27,9 cm x 23,9 cm (álbum)
192 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado a preto e branco e a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado, vinco na contracapa; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pintor escasso, vindo do ideário surrealista do final dos anos 30 do século XX, veio a ser particularmente acarinhado e estudado a partir do seu “regresso” à pintura nos anos 80, altura em que o vazio cultural instituído pelo pós-modernismo sugeria que se procurasse a novidade no passado.

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Pintura Portuguesa do Séc. XX | 20th Century Portuguese Painting


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1990
Correios de Portugal
1.ª edição [única]
bilingue (português / inglês)
24,5 cm x 24,5 cm
92 págs.
design gráfico de Quadrícula – António Magalhães
álbum profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial, com folhas-de-guarda
impresso em papel superior Inagloss
exemplar como novo
edição numerada, n.º 275
75,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Para além do sucinto estudo do crítico de artes plásticas, inclui a emissão dos respectivos 18 selos, que reproduzem pinturas dos seguintes artistas: Amadeo de Souza-Cardoso, Almada Negreiros, Eduardo Viana, Mário Eloy, Carlos Botelho, António Pedro, António Dacosta, Júlio Pomar, Marcelino Vespeira, Fernando Lanhas, Nadir Afonso, Carlos Calvet, Joaquim Rodrigo, Noronha da Costa, Vasco Costa, Costa Pinheiro, Paula Rego e José de Guimarães. Escolha, cuja ausência, por exemplo, de uma Vieira da Silva ou de um Cesariny, denota bem as idiossincrasias de França...

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Bernardo Marques – Période 1934-1962 [catálogo]


[JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
PAULO FERREIRA]

Paris, 1982
Fondation Calouste Gulbenkian
1.ª edição
texto em francês
25,9 cm x 19,4 cm
60 págs. [não numeradas]
profusamente ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Bernardo Marques – Desenho e Ilustração, anos 20 e 30 [catálogo]


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1982
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
24 cm x 22 cm
64 págs. (não numeradas)
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior de off set
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

A influência de George Grosz, não só estilística mas também no que continha de crítica violenta às assimetrias sociais, é a sua mais impressionante característica. Talvez fazendo uso de uma paleta cromática menos agreste, mas seguramente o seu poder de observação dos tiques arrogantes dos frequentadores de bares, cafés e teatros da Baixa lisboeta não desmerece o que Marques foi “aprender” a Berlim nesses anos.

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sexta-feira, maio 16, 2014

O Romantismo em Portugal



JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
trad. (do francês) Francisco Bronze, revista pelo autor

Lisboa, Fevereiro de 1974 a Abril de 1975
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição (em português)
6 volumes (completo)
18,3 cm x 12,5 cm
1.398 págs. (numeração contínua)
subtítulos: Estudo de Factos Socioculturais: 1 – Os Anos de Inocência | Os Anos de Loucura (I); 2 – Os Anos de Loucura (II); 3 – Os Anos da Razão (I); 4 – Os Anos da Razão (II); 5 – Os Anos de Contestação (I); 6 – Os Anos de Contestação (II) | Os Anos de Sobrevivência | Conclusão
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
valorizados pela dedicatória manuscrita no primeiro volume do Autor ao escritor e camilianista Alexandre Cabral
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais estimulante estudo feito acerca da influência do Romantismo – não só literário, nem pictórico, mas sobretudo sócio-político – na história do século XIX português.

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quinta-feira, maio 01, 2014

Ecos da Semana de Botelho, 1928-1950


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1989
Fundação Calouste Gulbenkian – Centro de Arte Moderna
1.ª edição
29,7 cm x 20,9 cm (álbum)
240 págs. [não numeradas]
exemplar muito estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compila um significativo conjunto de colaborações de Carlos Botelho no semanário humorístico Sempre Fixe. De inspiração bordaliana, viveu aos trambolhões entre uma forte vontade satírica e a censura estatal. Botelho não foi excepção nesse castigo, antes pelo contrário.

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sexta-feira, novembro 08, 2013

Memórias Para o Ano 2000


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 2000
Livros Horizonte, Lda.
1.ª edição
24 cm x 17,1 cm
388 págs. + 16 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Da nota do Autor na contracapa, demarcando-se da muita banalidade que vê à sua volta:
«[...] Trata-se de cinquenta ou mesmo setenta anos de memórias pouco usuais. Pois não é verdade que os Portugueses não têm memórias, têm saudades? A um desenho firme que os separe das coisas, preferem eles uma pintura vaga que a elas os colem... [...]»

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Natureza Morta


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
capa de Victor Palla

Lisboa, 1961
Editora Arcádia Limitada
2.ª edição
18,1 cm x 10,4 cm
222 págs.
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
é o n.º 2.054 da tiragem comprovada pela Sociedade Portuguesa de Escritores
17,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Primeiro romance do então conhecido ensaísta, datado de 1949, obra conforme ao neo-realismo vigente, de antes do surrealismo ter tomado meia geração à sua conta. Dois anos volvidos, e já França dominará o meio intelectual lisboeta com as suas edições Córnio (Uni-, Bi-, Tri-, Tetra- e Penta-) de teor mais vanguardista, já França redigirá o seu Balanço das Actividades Surrealistas e o mais que se lhe seguiu...

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Despedida Breve


JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1958
Publicações Europa-América
1.ª edição
16,2 cm x 11 cm
240 págs.
subtítulo: E Outros Contos
é o n.º 18 da colecção Os Livros das Três Abelhas
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior direito do ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Escreveu Urbano Tavares Rodrigues em 2010, em recensão para a Fundação Calouste Gulbenkian:
«Alguns destes contos [...] são verdadeiras obras-primas. É, por exemplo, o caso de Despedida Breve que tão bem descreve a atmosfera provinciana da casa de duas irmãs solitárias, uma muito doente e a outra apaixonada pelo médico que a vai ver, de quem se tornou amante e que vai casar com uma herdeira rica.
Belíssimos são os três contos enigmáticos e poéticos de atmosfera colonial africana, que alternam um realismo inicial chocarreiro e muito costumbrista com cenas grandiosas e mágicas. [...]»

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segunda-feira, junho 11, 2012

Zé Povinho na Obra de Rafael Bordalo Pinheiro, 1875-1904



JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA
grafismo de José Cândido

Amadora, 1975
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
21,6 cm x 21,8 cm
124 págs. (capas incluídas na numeração)
subtítulo: Comemoração do Centenário  / 1975
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
texto a duas colunas
cartonagem editorial com folhas-de-guarda impressas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tal como indica a portada, são 120 gravuras seleccionadas a partir dos periódicos dirigidos por Bordalo Pinheiro: A Lanterna Mágica; O António Maria; Pontos nos ii; A Paródia; e Álbum das Glórias. Depois de nos introduzir na génese histórica e gráfica do bruto, “nascido” em 1875 n’A Lanterna Mágica, França colige a sua passagem pelo final do século XIX nos principais momentos em que os poderosos lhe pisavam os calos e ele, produto das rudes berças, contra-atacava por via de um sarcasmo, ora prazenteiro, ora alarve.

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Rafael Bordalo Pinheiro – O Português Tal e Qual



JOSÉ-AUGUSTO FRANÇA

Lisboa, 1981
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
1.ª edição
23,4 cm x 19,5 cm
656 págs.
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto
encadernação editorial em sintético gravado a ouro na lombada, com sobrecapa a cor
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Continua e ser esta a obra de referência nos estudos bordalianos, apesar do muito que antes e depois dela se escreveu. Aqui, as caricaturas do desenhador, apreciadas em detalhe, são motivo, para José-Augusto França, de comunicação de um invulgar conhecimento histórico da época – a segunda metade do século XIX – e dos seus caricatos protagonistas.

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