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terça-feira, maio 20, 2025

5 Novelistas Portugueses


THOMAS RIBEIRO COLAÇO
ADELAIDE FÉLIX
ALEIXO RIBEIRO
MARIA ARCHER
ANTÓNIO BOTTO

Lisboa, 1940
Editora Argo
1.ª edição
186 mm x 115 mm
5 x 48 págs.
títulos incluídos: 1 – Um Beijo nas Núvens; 2 – Nunca O Direi; 3 – A Caixa de Música; 4 – Há Dois Ladrões Sem Cadastro; 5 – Isto Sucedeu Assim
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do encapamento conjunto das primeiras cinco brochuras publicadas na colecção «A Novela». O texto de António Botto constitui uma referência no Dicionário de Literatura Gay (org. João Máximo e Luís Chainho, 2014).

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

A Caixa de Música



ALEIXO RIBEIRO

Lisboa, 1940
Editora Argo
1.ª edição
192 mm x 125 mm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura se posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, fevereiro 20, 2022

Patrão Bento

 

ALEIXO RIBEIRO
capa de Manuel Correia


Lisboa, 1962
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
194 mm x 145 mm
272 págs.
encadernação editorial inteira em tela gravada a negro e ouro, sobrecapa em polyester impresso a branco
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089

Patrão Bento


ALEIXO RIBEIRO
capa de Manuel Correia

Lisboa, 1962
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,6 cm x 14,2 cm
272 págs.
exemplar como novo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«Nasceu em 1899, em Lisboa. Depois dos estudos secundários, frequentou a Faculdade de Ciências daquela cidade, não tendo concluído o curso por motivo de um protesto de estudantes. Foi jornalista, assistente de cinema, agente artístico, contribuindo, nesta qualidade, para a apresentação em Lisboa da Companhia dos Bailados Russos de Serge de Diaghilev. Numa época difícil da sua vida, viu-se forçado a exercer a actividade sub-literária de folhetinista.
[...] Dos trabalhos e dos dias da gente portuguesa, é a vida do pescador, do homem do mar, que menos atenção tem merecido dos nossos escritores, ressalvadas as raras e bem conhecidas excepções.
Este romance de Aleixo Ribeiro é todo ele consagrado a um porto de pesca da costa portuguesa. [...]»

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