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terça-feira, março 03, 2026

Nós, os do Makulusu


LUANDINO VIEIRA
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
1.ª edição
210 mm x 136 mm
148 págs.
impresso sobre papel superior creme
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, dezembro 28, 2024

Luuanda [junto com] A Dolorosa Razão duma Atitude



LUANDINO VIEIRA
JOAQUIM PAÇO D’ARCOS

Belo Horizonte (Brasil) / Lisboa, 1965
Editora e Distribuidora «Eros», Ltda. / Ed. Autor
1.ª edição (brasileira ?) / 1.ª edição
2 volumes
[192 mm x 136 mm] + [188 mm x 121 mm]
168 págs. + 24 págs.
subtítulo do 2.º vol.: Para a história da Sociedade Portuguesa de Escritores e do seu fim
exemplares estimados; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta edição de Luuanda é efectivamente a primeira edição comercial do livro mítico do Autor (talvez o mais metodicamente ilegalizado e destruído pela ditadura do Estado Novo), e que esteve na origem do assalto policial e imediato encerramento da Sociedade Portuguesa de Escritores, após a atribuição, por parte desta, de um prémio literário a Luandino Vieira... com base na edição original clandestina de 1964. Facto curioso, em 1969 (segundo uma local do Diário de Notícias de 6 de Março) foram julgados no Tribunal da Boa-Hora quatro responsáveis por uma certa edição pirata, que, segundo informação divulgada na revista Coelacanto, #02 (Junho de 2013), se trataria desta, dita de Belo Horizonte (quem sabe se impressa num comboio em andamento...).
Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001):
«[...] Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em liberdade condicional e [com] residência fixa, regressando a Angola em 1975. [...]»
Referenciado igualmente em Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005) e em Livros Proibidos no Regime Fascista (Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).
Quanto a Joaquim Paço d’Arcos, na altura presidente da Assembleia Geral da Sociedade Portuguesa de Escritores, vem no seu texto tornado público tentar limpar-se de, juntamente com Luís Forjaz Trigueiros, não ter sido solidário na atribuição de um prémio literário que, reconhecia-o ele próprio, servia nomeadamente para «[...] no instante em que [...] era anunciado as agências telegráficas estrangeiras comunica[rem] para o mundo, em telegramas redigidos em inglês e francês, [...] ter a Sociedade Portuguesa de Escritores acabado de atribuir o Grande Prémio de Novelística a um preso condenado a catorze anos de prisão por actividades subversivas. [...]»

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sexta-feira, junho 30, 2023

A Vida Verdadeira de Domingos Xavier

 

JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de José Soares

Lisboa, Setembro de 1974
Edições 70
1.ª edição (em português)
183 mm x 125 mm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui o flyer promocional das obras do autor, et alii
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome próprio José Vieira Mateus da Graça, o angolano Luandino representa a vanguarda da luta anti-colonial em Angola.
Da notícia na contracapa da edição original, La Vraie Vie de Domingos Xavier suivi de Le Complet de Mateus (Présence Africaine, Paris 1971):
«[...] Cet ouvrage jette une lumière brutale sur les prisons d’Angola. Il s’agit surtout d’une peinture sociologique de la résistance que les Angolais de Luanda, à la veille du déclenchement de la lutte armée, opposent à la domination portugaise.
Domingos Xavier et Mateus – deux personnages exemplaires, parmi ces militants anonymes de la nuit coloniale qui forgent l’avènement de l’espérance révolutionnaire.
Le complet de Mateus, récit de l’absurdité de la torture, a été porté à l’écran par Sarah Maldoror sous le titre Monangambééé.
Le sort de Luandino Vieira ainsi que les thèmes de ses nouvelles rappellent nos devoirs de solidarité avec un peuple qui, depuis l’aube du 4 février 1961, poursuit courageusement une guerre de libération nationale, sous la conduite du M.P.L.A.»


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domingo, outubro 02, 2022

A Laranja Mecânica


ANTHONY BURGESS
trad. José Luandino Vieira

Lisboa, 1974
Edições 70
1.ª edição
180 mm x 125 mm
212 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra que esteve na origem de um dos mais prodigiosos e proféticos filmes de Stanley Kubrick, um retrato antecipador dos nossos actuais subúrbios infestados de gangs de desempregados entregues a um hedonismo malévolo, ao roubo, à extorsão, ao alinhamento arregimentado nas claques desportivas ou nos partidos de extrema-direita. A versão de Luandino é aquilo que pode classificar-se de um tour de force linguístico, como somente um escritor que dentro da sua própria obra soube entregar-se, ele também, a tais liberdades inventivas.

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Vidas Novas



LUANDINO VIEIRA
desenhos de José Rodrigues

[Porto], 1975
Afrontamento
[2.ª edição] (1.ª edição ilustrada [única])
230 mm x 186 mm
116 págs.
profusamente ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da pág. 4:
«Informação sobre o livro:
estas narrativas foram escritas de 28/6 a 28/7/62, no Pavilhão Prisional da PIDE, em Luanda;
apresentadas ao concurso literário da Casa dos Estudantes do Império, Lisboa, foram distinguidas com o Prémio João Dias, 1962, por um júri de que faziam parte, entre outros, Urbano Tavares Rodrigues, Orlando da Costa, Lília da Fonseca, Noémia de Sousa e Carlos Ervedosa;
editadas pela primeira vez em Paris, por Edições Anti-Colonial, edição sem data.»

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segunda-feira, março 13, 2017

Duas Estórias


LUANDINO VIEIRA

Lobito, Outubro de 1974
Cadernos Capricórnio
1.ª edição
20,9 cm x 14,9 cm
20 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
ilust. José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição (tiragem especial)
24,2 cm x 16,6 cm
192 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso a duas cores sobre papel offset mate
capa a uma cor, sobrecapa a duas cores com janela aberta a cortante
exemplar como novo
é o n.º 260 de uma tiragem limitada a 500 exemplares numerados e assinados por Luandino Vieira e José Rodrigues
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa da tiragem normal:
«A publicação de Luuanda (1964 – em Luanda) foi condicionada pelo regulamento do Prémio Mota Veiga, ainda hoje o prémio de maior projecção literária de Angola. Uma edição impessoal a vários títulos: não pôde ser revista ou sequer orientada por Luandino Vieira. E foi nesse formato desejadamente humilde, – um livrinho de bolso com uma impressiva capa desenhada pelo autor –, que o Luuanda foi surpreendido, meses depois, com nova distinção: o Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores [o que motivou, levados a cabo pelo regime salazarista, o assalto e encerramento desta associação de classe].
Eram três estórias escolhidas entre uma dezena de trabalhos (inéditos), todos eles irmanados no estilo e sobretudo num fundo de humor e carinho, um sorriso permanente de bondade calma qualquer que fosse a intensidade lírica, dramática ou pitoresca dos temas tratados. Esta nova edição é assim, de algum modo, a primeira pela difusão que a outra não teve e por ter sido agora acompanhada e revista pelo autor – uma revisão essencialmente tipográfica, sem alterações de vulto no texto original.
Na mais debatida questão relativa a esta obra – o aproveitamento estilístico das potencialidades linguísticas locais – tem agora o leitor a possibilidade de ajuizar por si. A linguagem do autor, identificada com a dos seus personagens, é ou não um processo literário adequado e legítimo em relação à matéria tratada, à realidade da ficção? No Luuanda a linguagem é personagem: a forma é conteúdo, fusão dialéctica cravada na realidade. [...]»
Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001):
«[...] Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em liberdade condicional e [com] residência fixa, regressando a Angola em 1975. [...]»
Referenciado igualmente em Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005) e em Livros Proibidos no Regime Fascista (Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).

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telemóvel: 919 746 089


Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição
18,2 cm x 12,6 cm
192 págs.
exemplar muito estimado, sem quaisquer sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
conserva o encarte anunciando para breve a edição de uma tiragem especial da obra
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, agosto 04, 2015

Macandumba


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de António P. Domingues

Lisboa, 1978
Edições 70
1.ª edição
20 cm x 13,9 cm
204 págs.
exemplar estimado, pequenas esfoladelas na capa; miolo limpo
carimbo de Oferta do Editor no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Antigamente na Vida


JOSÉ LUANDINO VIEIRA

Lisboa, Maio de 1974
Edições 70
1.ª edição
18 cm x 12,5 cm
224 págs.
subtítulo: Estórias
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luandino Vieira, para além das perseguições policiais que a ordem fascista de Salazar lhe moveu, e, por consequência, tortura e prisão, é para o mundo literário o melhor representante da inscrição da oralidade crioula angolana – precisamente, a fala quibundo dos musseques periféricos a Luanda – na matriz da língua portuguesa. Podemos até, sem exagero, compará-lo ao grande escritor brasileiro João Guimarães Rosa: o vertente livro é disso exemplo.

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