terça-feira, maio 12, 2026
Luuanda [junto com] A Dolorosa Razão duma Atitude
Nós, os do Makulusu
capa de Sebastião Rodrigues
Lisboa, 1974
Livraria Sá da Costa Editora
1.ª edição
210 mm x 136 mm
148 págs.
impresso sobre papel superior creme
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
Livro escrito durante o aprisionamento do autor no campo de concentração do Tarrafal, em 1967, foi um dos muitos manuscritos subversivos, quer deste quer de tantos outros escritores, que se encontravam na gaveta à data do 25 de Abril de 1974, por impossibilidade de publicação em pleno regime ditatorial.
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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
sexta-feira, junho 30, 2023
A Vida Verdadeira de Domingos Xavier
JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de José Soares
Lisboa, Setembro de 1974
Edições 70
1.ª edição (em português)
183 mm x 125 mm
132 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui o flyer promocional das obras do autor, et alii
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
De seu nome próprio José Vieira Mateus da Graça, o angolano
Luandino representa a vanguarda da luta anti-colonial em Angola.
Da notícia na contracapa da edição original, La Vraie
Vie de Domingos Xavier suivi de Le Complet de Mateus (Présence
Africaine, Paris 1971):
«[...] Cet ouvrage jette une lumière brutale sur les
prisons d’Angola. Il s’agit surtout d’une peinture sociologique de la
résistance que les Angolais de Luanda, à la veille du déclenchement de la lutte
armée, opposent à la domination portugaise.
Domingos Xavier et Mateus – deux personnages exemplaires,
parmi ces militants anonymes de la nuit coloniale qui forgent l’avènement de
l’espérance révolutionnaire.
Le complet de
Mateus, récit de l’absurdité de la torture, a été porté à l’écran
par Sarah Maldoror sous le titre Monangambééé.
Le sort de Luandino Vieira ainsi que les thèmes de ses
nouvelles rappellent nos devoirs de solidarité avec un peuple qui, depuis
l’aube du 4 février 1961, poursuit courageusement une guerre de libération
nationale, sous la conduite du M.P.L.A.»
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domingo, outubro 02, 2022
A Laranja Mecânica
ANTHONY BURGESS
trad. José Luandino Vieira
Lisboa, 1974
Edições 70
1.ª edição
180 mm x 125 mm
212 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)
Obra que esteve na origem de um dos mais prodigiosos e proféticos filmes de Stanley Kubrick, um retrato antecipador dos nossos actuais subúrbios infestados de gangs de desempregados entregues a um hedonismo malévolo, ao roubo, à extorsão, ao alinhamento arregimentado nas claques desportivas ou nos partidos de extrema-direita. A versão de Luandino é aquilo que pode classificar-se de um tour de force linguístico, como somente um escritor que dentro da sua própria obra soube entregar-se, ele também, a tais liberdades inventivas.
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Vidas Novas
LUANDINO VIEIRA
desenhos de José Rodrigues
[Porto], 1975
Afrontamento
[2.ª edição] (1.ª edição ilustrada [única])
230 mm x 186 mm
116 págs.
profusamente ilustrado em separado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)
Da pág. 4:
«Informação sobre o livro:
estas narrativas foram escritas de 28/6 a 28/7/62, no Pavilhão Prisional da PIDE, em Luanda;
apresentadas ao concurso literário da Casa dos Estudantes do Império, Lisboa, foram distinguidas com o Prémio João Dias, 1962, por um júri de que faziam parte, entre outros, Urbano Tavares Rodrigues, Orlando da Costa, Lília da Fonseca, Noémia de Sousa e Carlos Ervedosa;
editadas pela primeira vez em Paris, por Edições Anti-Colonial, edição sem data.»
segunda-feira, março 13, 2017
Duas Estórias
Luuanda
«A publicação de Luuanda (1964 – em Luanda) foi condicionada pelo regulamento do Prémio Mota Veiga, ainda hoje o prémio de maior projecção literária de Angola. Uma edição impessoal a vários títulos: não pôde ser revista ou sequer orientada por Luandino Vieira. E foi nesse formato desejadamente humilde, – um livrinho de bolso com uma impressiva capa desenhada pelo autor –, que o Luuanda foi surpreendido, meses depois, com nova distinção: o Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores [o que motivou, levados a cabo pelo regime salazarista, o assalto e encerramento desta associação de classe].











