terça-feira, fevereiro 26, 2019

Primeiras Lições de Chorographia Portugueza



ACACIO DA SILVA PEREIRA GUIMARÃES

Lisboa,
Livraria Ferreira & Oliveira, Limitada – Editores
1.ª edição
19,2 cm x 12,7 cm
136 págs. + 13 folhas em extra-texto (mapas)
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado, a negro e a cor
cartonagem editorial
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo no geral limpo, ocasionais sublinhado a lápis de cor nas págs. 115-119 (cap. ref. Angola)
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

quinta-feira, fevereiro 21, 2019

O Infante D. Afonso de Bragança – O Popular “Arreda”



EMYGDIO GARCIA

Lisboa, 1939
Parceria António Maria Pereira
1.ª edição
25,5 cm x 19,5 cm
202 págs. + 22 págs. em extra-texto
ilustrado
encadernação recente inteira em sintético com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem desta deliciosa monografia:
«[...] O caso passou-se assim: – Andava a passear numa pequena victoria, que a mãi, no intuito de o contentar, lhe mandara fazer propositadamente para ser atrelada a dois lindíssimos ponys. Estes, enraivecidos pelas contínuas chicotadas, que o moço príncipe não cessava de lhes aplicar, tomaram o freio nos dentes e precipitaram a victoria por uma ribanceira abaixo. O velho cocheiro Baptista, da Casa de Bragança, que o acompanhava e instruia, medindo o perigo, tomou o expediente de arremeçar o príncipe sôbre um relvado. Sua Alteza sòmente apanhou um grande susto – o seu primeiro susto desportivo – e o conseqüente boléu.
A referir êste incidente, um jornalista jacobino comentou-o nestes precisos termos: – “O Arreda principia a manifestar-se...” [...]»

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A Miragem


FÈLIX CUCURULL
trad. Manuel de Seabra
capa de Agostinho de Castro
direcção gráfica do arquitecto António de Macedo


Lisboa, 1959
ed. tradutor
Clube Bibliográfico Editex, Lda. (distribuidor)
1.ª edição
19,3 cm x 12,4 cm
220 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
[as manchas visíveis na capa acima reproduzida são parte integrante do seu desenho]
assinatura de posse na pág. 5
20,00 eur (IVA e portes incluídos)



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O Deserto


FÈLIX CUCURULL
prefácio de Fernando Namora
trad. Albertina de Sousa Dias
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1965
Portugália Editora
1.ª edição
19,3 cm x 13,1 cm
188 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] A literatura [do catalão] Fèlix Cucurull é uma literatura descarnada, dir-se-ia ascética: feita de palavras ásperas que, para quem as saiba ouvir, para quem as saiba ler, vibram como cordas retesadas; feita de uma grave simplicidade; feita de um pudor que reprime a fácil emoção, dirigindo-se sem coacções aos nervos e sobretudo à consciência do leitor. [...]»


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Fèlix Cucurull


FÈLIX CUCURULL
trad. e prefácio de Manuel de Seabra

[capa de Victor Palla ?]

Coimbra, 1959
Atlântida – Livraria Editora, Ld.ª
[1.ª edição]
21,2 cm x 15,3 cm
200 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] “Se tens um monstro escreve-o”, disse um dia Goethe no seu exílio de Weimar. As páginas deste volume são o “monstro” de Cucurull, monstro angustiante que nos seus famosos romances A Miragem e O Silêncio e o Medo assume características de epopeia – a grande epopeia do homem do nosso tempo, prisioneiro de um mundo que ainda não entende.»

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Diálogos




CARLOS SOMBRIO

Seia, s.d. [1941]
Tip. «Montes Hermínios»
1.ª edição
18,7 cm x 11,8 cm
146 págs.
encadernação modesta em sintético com discretos ferros a ouro na lombada; o miolo ostenta uma paginação invulgar
sem capas de brochura
COM DEDICATÓRIA DO AUTOR
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu verdadeiro nome António Augusto Esteves, era natural da Figueira da Foz, onde deixou memória – para além da literária – também como relojoeiro-joalheiro, e sobretudo como dinamizador cultural de colectividades populares locais. Como escritor-biógrafo, o seu livro, de 1942, Beldemónio, Nome Imortalisado por uma Obra Vivida entre a Rebeldia e o Talento continua a ser o único suporte para o conhecimento da atribulada vida de Eduardo de Barros Lobo.

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segunda-feira, fevereiro 18, 2019

Livro de Paciências


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, s.d.
Livraria Editora Guimarães & C.ª
5.ª edição
17,6 cm x 13 cm
116 págs.
exemplar estimado, com pequeno restauro no canto superior esquerdo da contracapa; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Carlos Bento da Maia, largamente conhecido pelo seu Tratado Completo de Cozinha e de Copa, mas também pelo Tratado de Risco e Corte de Roupa, reúne aqui as muitas modalidades de entreter solitários com um baralho de cartas.
«[...] Sucede que muitas pessoas não podem ocupar-se sempre de trabalhos de maior aplicação, para não fatigarem os olhos e, por isso, têm de substituir a leitura por outro entretenimento menos fatigante. É nestas circunstâncias que têm cabimento as paciências.
Quem não conhece êste meio de distracção, não compreende que alguém possa ocupar-se com interêsse, duma simples arrumação de cartas sem vantagem alguma de natureza material, mas os que começam a ocupar-se dêle, se são inteligentes, encontram muitas vezes resultados satisfatórios dum bom golpe de vista, que os tira duma situação difícil e que, naturalmente, lhes satisfaz o espírito. [...]» (do Prefácio)

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Livro de Paciencias


CARLOS BENTO DA MAIA

Lisboa, 1919
Guimarães & C.ª – Editores
2.ª edição
23,2 cm x 14,7 cm
92 págs. + 4 págs. (anúncios)
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Derrocada do Império Vátua e Mousinho d’Albuquerque



JULIÃO QUINTINHA
FRANCISCO TOSCANO

Lisboa, 1935
Casa Editora Nunes de Carvalho
3.ª edição
2 volumes (completo)
18,5 cm x 12,3 cm
[340 págs. + 32 págs. em extra-texto + 1 desdobrável (grande formato)] + [312 págs. + 28 págs. em extra-texto + 3 desdobráveis (grande formato)]
ilustrados
boas encadernações em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro nas lombadas
aparados, sem capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
67,00 eur (IVA e portes incluídos)

História da guerra movida pelos portugueses ao autóctone moçambicano Gungunhana nos finais do século XIX.

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Novela Africana


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. Vasco (Olmo)

Lisboa, 1933
Casa Editora Nunes de Carvalho
2.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
256 págs.
exemplar manuseado, com restauros toscos na lombada, mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Africa Misteriosa



JULIÃO QUINTINHA

Lisboa, s.d. [1931]
Casa Editora Nunes de Carvalho
2.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
456 págs + 12 folhas em extra-texto
subtítulos: [1.º vol.] Crónicas e impressões duma viagem jornalistica nas Colónias da Africa Portuguêsa
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na lombada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de apenas o primeiro volume de uma trilogia de reportagens ultramarinas.

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Vizinhos do Mar


JULIÃO QUINTINHA

Lisboa, 1929
Editora Portugal Ultramar – Limitada
3.ª edição
19 cm x 12,2 cm
144 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Imagens de Actualidade


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição (variante de capa)
19,5 cm x 13 cm
328 págs.
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Imagens de Actualidade



JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes

Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição
19 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação inteira em sintético com gravação a ouro na lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de breves estudos literários em torno de Guerra Junqueiro, Teófilo Braga, Gomes Leal, Wenceslau de Morais, Antero de Quental, Raúl Brandão, Camilo Castelo Branco, Fialho de Almeida e Eça de Queirós.

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Cavalgada do Sonho


JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques

Lisboa, 1924 [aliás, 1925]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora – Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
244 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Figura de referência para a vila de Silves, onde nasceu e chegou a dirigir o concelho, tendo sido operário e, depois, alfaiate estabelecido, veio a destacar-se como jornalista e como tal fez carreira, na República e, sob apertada vigilância das polícias, na Ditadura. Como escritor de ficção, pode enquadrar-se no neo-realismo sui generis que teve Ferreira de Castro por modelo.

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domingo, fevereiro 17, 2019

«as mais belas poesias da língua portuguesa» [colecção]






escolhidas por JOSÉ RÉGIO:
1. CAMÕES, os mais belos sonetos
2. BOCAGE, os mais belos sonetos
3. CRISFAL, a mais bela écloga portuguesa
4. RODRIGUES LOBO, as mais belas poesias
5. TROVADORESCAS, as mais belas poesias
6. TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA, as mais belas poesias
7. SÁ DE MIRANDA, as mais belas poesias
8. ANTÓNIO FERREIRA, as mais belas poesias
9. CANCIONEIRO GERAL DE GARCIA DE RESENDE, as mais belas poesias
10. DIOGO BERNARDES, as mais belas poesias
11. CAMÕES, as mais belas redondilhas
12. FREI AGOSTINHO DA CRUZ, as mais belas poesias
13. CAMÕES, as mais belas canções e odes
14. GONÇALVES DIAS, os mais belos cantos
15. GONGÓRICAS, as mais belas poesias
16. CASTRO ALVES, as mais belas poesias
17. OLAVO BILAC, as mais belas poesias
18. ANTERO, os mais belos sonetos
19. BERNARDIM RIBEIRO, as mais belas poesias

Lisboa, 1958 a 1967
Realizações Artis
1.ª edição
24,6 cm x 21,4 cm
[40 págs. + 40 págs. + 64 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 68 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 52 págs. + 56 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 52 págs. + 56 págs.] + 4 extra-textos em cada volume
19 volumes (completo)
ilustrações em heliogravura de João Abel Manta, Júlio Pomar, Lima de Freitas, Manuel Lapa, Rogério Ribeiro, Alice Jorge, Maria Keil e Sá Nogueira
capas impressas a duas cores e relevo seco
miolo impresso a preto e laranja sobre papel superior (semi-cartolina)
compostos manualmente
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
os volumes 2 e 16 são da tiragem especial numerada e assinada por José Régio, respectivamente n.º 71 e n.º 82
PEÇA DE COLECÇÃO
300,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Biografia



JOSÉ RÉGIO
capa e ilust. Júlio

Lisboa, s.d.
Portugália Editora
4.ª edição
21,9 cm x 14,9 cm
96 págs. + 6 folhas em extra-texto (ilust.)
subtítulo: Sonetos
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Pequena História da Moderna Poesia Portuguesa


JOSÉ RÉGIO

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
96 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do romantismo garrettiano ao modernismo de Mário de Sá-Carneiro e de Pessoa, este fundador da revista presença mostra um breve, mas notável, esforço de encontrar nexos e linhas de continuidade na produção poética de uma época de viragem cultural em toda a Europa.

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As Farças...



M.[ANUEL DE] ORTIGÃO BURNAY

Lisboa, Julho de 1928 a Janeiro de 1929
Tip. da Emp. do Anuário Comercial [ed. Autor]
1.ª edição (os fasc. 1 e 8)
2.ª edição (os fasc. 2 a 6-7 e suplemento ao n.º 5)
8 números + 1 suplemento em 8 fascículos (completo)
21 cm x 14 cm
180 págs. (numeração consecutiva)
título integral: «As Farças... os equivocos e as fôrças ocultas são os maiores fautores da desunião nacional
compostos manualmente
acabamento com um ponto em arame
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

No seguimento da publicação de uma outra obra do autor – Aspectos... da Crise Portuguesa –, de advertência político-económica aos responsáveis pela ditadura militar nascente, Ortigão-Burnay lança este periódico de cariz mais «humorístico-filosófico». Aqui se põem a ridículo os principais tópicos da governação republicana que acabava de cair derrotada, do mesmo modo que, monarquicamente, surgem cuidadosos sinais de aprovação da política personalista de Salazar.

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Recordações de Paris e Londres


JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
Editor – José Maria Correa Seabra
1.ª edição
18,1 cm x 12 cm
4 págs. + 236 págs.
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Recordações de Paris e Londres




JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
Editor – José Maria Correa Seabra
1.ª edição
18,4 cm x 12,2 cm
4 págs. + 236 págs.
luxuosa encadernação em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada, nervuras pontuadas a ouro
pouco aparado
conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Apontamentos de um Folhetinista


JULIO CESAR MACHADO

Porto, 1878
Typ. da Companhia Litteraria – Editora
1.ª edição
18,9 cm x 12,3 cm
320 págs.
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da História da Literatura Portuguesa (António José Saraiva / Óscar Lopes, 15.ª ed., Porto Editora, Porto, 1989), a propósito de uma outra obra de Júlio César Machado:
«[...] Tiveram grande voga os Contos ao Luar, obra na verdade significativa por um requinte estético que só viria a ser ultrapassado com Eça de Queirós, por certos diálogos que eram os melhores da literatura portuguesa depois dos de Garrett, por personagens já perfeitamente desenhadas, por uma espécie de fluir musical que transporta não só a frase mas as personagens e as cenas (fazendo pensar na ópera, para a qual Júlio César Machado versejou), enfim por uma mistura de lugares-comuns ultra-românticos e de um humorismo que parece por vezes reduzi-los a nada. [...]»

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Historias de Gente Moça



JULIO CESAR MACHADO

Lisboa, 1863
José Maria Corrêa Seabra – Editor
1.ª edição
18,1 cm x 12 cm
6 págs. + II págs. + 234 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Conceituado Comerciante

OLAVO D’EÇA LEAL
capa e ilustrações de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1958
Gomes & Rodrigues, Lda.
1.ª edição
21,5 cm x 15,3 cm
272 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado no texto com 6 desenhos a negro de página inteira e 3 a cor em extra-texto
exemplar muito bem conservado
autenticado por assinatura-carimbo do Autor
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pai e filho – Olavo e Paulo-Guilherme – envolvidos na mesma obra. E pode dizer-se que o extraordinário grafista soube traduzir em imagens plásticas todo o ambiente do romance urbano pequeno-burguês, típico de uma Europa em reconstrução no pós-guerra. Ambos artistas de expressão alargada, cultores quer da escrita, quer das artes visuais, quer do cinema, será pela voz radiofónica do pai, aos microfones da Emissora Nacional, que um género de folhetim dramático – natural antepassado das actuais telenovelas – se difundiu e fez dele o herói popular das donas-de-casa exemplares no Estado Novo. Com a vinda da televisão, também naturalmente o género e os seus promotores nunca caíram no esquecimento, antes pelo contrário: expandiram-se no imaginário pobre da nação. Em matéria de artes condicionantes, foi o pai assistente de realização cinematográfica, entre outras, nas filmagens de A Revolução de Maio de António Lopes Ribeiro, exemplo máximo de propaganda governamental; passos que o filho seguiu como efémero realizador, mas principalmente como publicitário.

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O Processo Arquivado



OLAVO D’EÇA LEAL
capa de Alberto Cardoso

Porto, 1948
Editorial Ibérica
1.ª edição
19,5 cm x 13 cm
276 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de caruncho na contracapa e nas últimas páginas; miolo limpo, parcialmente por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Nem Tudo Se Perde no Ar


OLAVO D’EÇA LEAL

Lisboa, 1945
Edições Universo, L.da
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
256 págs.
subtítulo: 3.ª Selecção de Diálogos Radiofónicos
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Amor, o Dinheiro e a Morte


OLAVO D’EÇA LEAL
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, 1960
ETA – Editorial Técnica e Artística S.A.R.L.
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
140 págs.
subtítulo: Tragi-farsa
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«A peça odiada pela crítica!...»

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sábado, fevereiro 16, 2019

L’Anarchisme


HENRI ARVON

Paris, 1951
Presses Universitaires de France
1.ª edição
texto em francês
17,6 cm x 11,5 cm
128 págs.
na conceituada colecção universitária Que Sais-je? (Le point des connaissances actuelles)
manuseado, com o miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes inclídos)

Diz-nos logo um Aviso de abertura:
«[...] Il ne s’agit ni d’une apologie, ni d’une réfutation méthodique. Une attitude de combat nous a paru, en effet, anachronique [...]. [...] l’anarchisme a été certainement un courant assez fort qui, même vu à distance, ne semble point négligeable. De nombreux écrivains et artistes, ravis de rencontrer une doctrine qui exaltait l’originalité créatrice, s’en imprégnèrent [...].»
Para além das origens e dos fundamentos históricos da vasta corrente de ideias que se condensam na teoria e na acção anarquistas, Arvon em breve síntese abre-nos, neste seu segundo livro, o caminho da descoberta de compañeros de referência, tais como William Godwin, Stirner, Proudhon, Bakunine ou Tolstoi.

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La Liberté


BAKOUNINE
pref. e notas de François Munoz

Paris, 1965
Jean-Jacques Pauvert éditeur
1.ª edição
texto em francês
18 cm x 9 cm
336 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
carimbos de posse em ambos os lados da folha de frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

O anti-autoritário russo Mikhail Bakunine, que viveu entre 1814 e 1876, é, acima de tudo, conhecido pelo papel que desempenhou no seio da Associação Internacional dos Trabalhadores (dita I Internacional). Sobretudo, é muito citada, quer por marxistas quer por anarquistas, a sua ruptura ideológica com Karl Marx, culminando na cisão da Internacional em duas tendências. Deve-se isso ao facto de o mundo das lutas operárias, de então para cá, nunca mais ter deixado de carburar a dois tempos, cabendo o tempo morto dos adiamentos reformistas aos partidários de Marx…

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Á Gente Nova


PEDRO KROPOTKINE
trad. Affonso Lopes-Vieira

Lisboa, 1904
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
32 págs.
capa de brochura impressa retro e verso
encadernação inteira em tela negra sem qualquer gravação ou rótulo
não aparado
conserva a capa anterior da brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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L’Entr’aide


PIERRE KROPOTKINE
trad. L. Bréal

Paris, 1910
Librairie Hachette et C.ie
3.ª edição
texto em francês
19,5 cm x 13 cm
2 págs. + XVIII págs. + 396 págs.
subtítulo: Un facteur de l’évolution
encadernação modesta de amador inteira em tela encerada, muito discreta gravação a ouro na lombada
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, vagamente acidulado
assinaturas de posse no ante-rosto e no frontispício
carimbo de «Oscar Soares – Bahia-Brazil» no frontispício e nas págs. VII, 1, 51, 101, 151, 201, 251, 301, 351 e 385
esporádicos sublinhados nas págs. 5-6, 19, 60, 61-62, 81, 125, 126 e 246-247
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do estudo das formas que a entreajuda adquire, conforme se concretiza no mundo animal ou ao longo da História da humanidade até aos nossos (finais do século XIX) dias. Pyotr Alexeyevich Kropotkin (1842-1921), geólogo e filósofo, destacou-se como um dos mais profundos activistas e teorizador do anarquismo internacional.

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sexta-feira, fevereiro 15, 2019

Para a História da Crise Europeia



BASÍLIO TELLES, trad., pref. e notas

Porto, 1917
Companhia Portugueza Editora
1.ª edição
VIII págs. + 264 págs.
subtítulo: Documentos Diplomáticos 1905-1914
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Problema Agricola (I)


BAZILIO TELLES

Porto, 1899
Livraria Chardron
1.ª edição
18,9 cm x 12,4 cm
260 págs. + XXII págs. + VI págs.
subtítulo: Credito e Imposto
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Estudos Historicos e Economicos (II)



BAZILIO TELLES

Porto, 1901
Livraria Chardron
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
352 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
carimbo do revendedor Livraria Pedro Dias – Lagos no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Introdução ao Problema do Trabalho Nacional (III)



BAZILIO TELLES

Porto, 1902
Livraria Chardron
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
232 págs. + VIII págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta na capa uma rubrica de posse e no frontispício carimbo de entrada em biblioteca particular
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Carestia da Vida nos Campos (IV)


BAZILIO TELLES

Porto, 1904 [aliás, 1903]
Livraria Chardron de Lello & Irmão, Editores
1.ª edição
18,8 cm x 12,2 cm
428 págs.
subtítulo: Cartas a um lavrador
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Construído sob a forma simples de cartas ao povo, explicando conceitos correntes, o seu autor, apesar de republicano ministeriável, fez-se nomeadamente notar, em 1911, pela sua polémica proposta da reposição da pena de morte.

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A Questão Religiosa (V)



BAZILIO TELLES

Porto, 1913
Livraria Moreira – Editores
1.ª edição
19,8 cm x 13,2 cm
88 págs.
exemplar com a capa muito oxidada, com falhas de papel restauradas em tosco; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Em suma, aqui se trata do mais radical posicionamento da República perante o culto católico, que Basílio Teles resume numa proposta de «bazes geraes em que o entendimento recíproco é acceitavel, e não seria talvez difficil d’ultimar rapidamente»:
«[...] Ficam supprimidas, nos orçamentos do Estado e dos corpos administrativos, quaesquer despezas para cultos; [...]
Fica supprimido o ensino religioso nas escolas officiaes, o da história das religiões exceptuado. [...]
Deixam de ser reconhecidas pelo Estado quaesquer prestações, incluindo as consuetudinárias, dos parochianos, aos seus párochos como subvenção cultual, ou cultual e pessoal ao mesmo tempo. [...]
Serão revertidos para o Estado e corporações administrativas, cabendo ao ministério da Justiça o seu arrolamento e avaliação, todos os bens immobiliários e mobiliários até aqui affectos ou destinados ao culto público da religião cathólica, á sustentação, residência, instrucção e recreio dos seus ministros, alumnos ecclesiásticos e demais pessoal da Egreja, desde que se prove não pertencerem a particulares ou a corporações com individualidade jurídica. [...]
Serão equiparados, para effeitos tributários, os bens ou valores affectos ao culto cathólico [...].»
Etc., etc.

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quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Brasilia Brasiliæ cor



aa.vv.
pref. Fanor Cumplido Junior
grafismo de Manuel Motta Cardoso

Lisboa, s.d. [circa 1960]
Escritório de Propaganda e Expansão Comercial do Brasil em Lisboa
1.ª edição
21,5 cm x 17 cm
80 págs. + 48 págs. em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto + 1 cromo colado em página adequada
profusamente ilustrado a preto e a cor no corpo do texto e em separado
exemplar estimado, falhas e restauros na sobrecapa de polyester; miolo limpo
carimbo de posse da biblioteca da Escola Comercial Patrício Prazeres no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre as colaborações, no geral anónimas, encontram-se nomes como os de Oscar Niemyer e Osvaldo Orico.

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Alguns Rudimentos de Urbanização



J. J. M. NOGUEIRA SOARES

Porto, 1945
Edições Marânus
1.ª edição
21,2 cm x 15,5 cm
214 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
corte das folhas serrilhado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Com o propósito de tornar mais conhecidos alguns conceitos gerais de urbanização […]», assim abre o autor o seu livro.

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