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quarta-feira, janeiro 28, 2026

On Va Être Absolument Contre

 


aa.vv.
capa de Danny Fox
trads. António Gregório, Luís Lima, Philipp Teuchmann, Ana Isabel Soares, Júlio Henriques, Diogo Montenegro, Pedro Morais, e Mathilda Cullen
grafismo de Paulo da Costa Domingos


Lisboa, 2026
Barco Bêbado
1.ª edição
trilingue português – inglês – francês
220 mm x 165 mm
228 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial e relevo seco
exemplar novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui manifestos panfletários de Andrés Vaccari, Emanuel Cameira, Charles Bernstein, Paulo da Costa Domingos, Mehdi Belhaj Kacem, Louis Armand, Danny Fox, Andrew C. Wenaus, Daniel Y. Harris, Eduarda Neves, Pierre Merejkowsky, Rui Baião, Gary J. Shipley, Nina živančević, Felix Bernstein, Peter Bouscheljong, Stavroula Bellos, e Manuel João Neto.

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

quarta-feira, março 12, 2025

Sião



AL BERTO (org.)
PAULO DA COSTA DOMINGOS (org.)
RUI BAIÃO (org.)
pref. Alexandre Melo
capa de Pedro Calapez

Lisboa, 1987
frenesi
1.ª edição [única]
190 mm x 130 mm
224 págs.
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
290,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma antologia poética temática, do século XX e para o século XX, estendendo-se cronologicamente de Antero de Quental a Fernando Luís Sampaio, em que os organizadores responsáveis tiveram a sensatez de não incluir nenhum poema de sua autoria. Esteve para chamar-se Babel, mas uns pseudo-intelectuais nortenhos (Álvaro de Sousa Holstein Ferreira, Amadeu Baptista e Vergílio Alberto Vieira), sabendo do que abaixo do Mondego se passava, enquanto esta antologia ia a imprimir defecaram eles, lá na terra deles, uma porcaria com o cobiçado nome. Lisboa riu-se para dentro, e seguiu viagem, sôbolos rios camoneanos, secretamente agradecida por ser empurrada para o Sião. Depois, posta a circular, no mercado livreiro e nas arenas do jornalismo encartado, esta antologia programática de poetas e poemas intencionalmente escolhidos originou um ramalhete de ódios mal disfarçados contra os organizadores e seus familiares, havendo mesmo gente vil (já devidamente identificada) que se acobertou atrás de vila-santíssimos pseudónimos, dada a sua cobardia e nulo fundamento crítico. Enfim, já lá vai... e as antologias que vieram depois desta são a chochice que se sabe, excepção clara para Poetas Sem Qualidades, em 2002, documento inaugural da editora Averno, basta ler-se-lhe o Prefácio.
No caso de Sião, também basta ler o Prefácio de Alexandre Melo:
«Ao contrário do que muitas vezes se diz, numa antologia de poesia nunca falta nenhum poeta, nem nenhum poema. Porque uma antologia se define pelo que inclui e pelo que exclui: esse, o ponto de partida. Portanto, nesta antologia não falta nenhum poeta, o que não quer dizer que a um ou outro poeta não passe a faltar esta antologia. [...]»

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domingo, junho 30, 2024

segredos d’ estado

 

RUI BAIÃO, texto
ANDERS PETERSON
, fotografias
grafismo de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 2024
Barco Bêbado
1.ª edição
267 mm x 185 mm
154 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial
exemplar novo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem breve do texto:
«[…]
Sobr’estes pântanos — películas finas de um gesto
: espuma, à clareira das magnas superfícies : pneus usados,
tapados por uma lona. Alguns tijolos, a fazer de peso.
Louvados campos, talvez nenhumas moléculas famintas
— um abrunheiro, tombado ao comprido.
Um rafeiro a ladrar ao homem d’anorak turquesa.
Outro cão, sob a pele de um mais monstro que Ele
— prados & valas, ao quase-limite restrito das sebes
: casebres que não hibernam : cubos de toucinho,
usados como isco. No arame da ratoeira
[…]»

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sexta-feira, julho 01, 2022

Motim

 

RUI BAIÃO, texto e imagens
Rui Nunes
, ensaio
grafismo de Paulo da Costa Domingos


Lisboa, 2022
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
136 págs.
ilustrado
exemplar novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do ensaio de Rui Nunes:

«[…] No fim da leitura, descobre-se um suicida,
o texto-suicida:
a beleza pública de uma imolação.
Não se escapa ao sentido.

PS
Motim: teatro anatómico, onde até o apocalipse é uma história de sucesso.»

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quinta-feira, novembro 04, 2021

Strangvlatorivm

RUI BAIÃO, texto
JOÃO JACINTO, desenhos

Lisboa, 2021
Barco Bêbado
1.ª edição
226 mm x 169 mm
112 págs.
ilustrado a cor
encadernação editorial inteira em imitação de tela
exemplar novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um livro de versos que abre com:

«Volta não volta,
intensivistas ventosos
à cata de rede […]»

e que, após intenso delírio imagético, fecha assim:

«[…] Qual o jogo nesses jorros parasitas?
Qual os seus demónios favoritos?
Às armas e aos barões assimilados,
por um astro às camadas –
um colar de escamas vivas,
pelas montanhas da reedição:
tenham calma, gandulos.
Vai haver tatuagens
para todos!»

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Paciente Zero


RUI BAIÃO
capa do autor
grafismo de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, Junho de 2020
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
48 págs.
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque ainda há escritores e editores que não ficaram alapados no sofá na exígua imobilidade, surge no mercado o livro de um poeta já com alguns, não poucos, títulos de referência: Quiasma (frenesi, 1982), Aqueduto (& etc, 1985), Maligno (frenesi, 1991), Nuez (com Paulo Nozolino, frenesi, 2003), Rude (Averno, 2012), Noizz (Companhia das Ilhas, 2016), etc., etc. É co-antologiador (com Al Berto e Paulo da Costa Domingos) de Sião (frenesi, 1987). Este seu Paciente Zero dá-nos a verdadeira profundidade da actual pandemia. Um exemplo:

«nem deus entese,
nem o tempo amolece.
como a dezanove, o leve
omnívoro – paciente
zero. à desgarrada,
habitat superlativo
: frases soltas,
veres-me outra vez,
pó de sobra –
medula das seitas
à ilha do afã.
ruínas batendo-se
por um mísero farnel»

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quinta-feira, agosto 22, 2019

Paisagem Durante a Batalha



PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa e ilust. fotográfica de Rui Baião

Lisboa, 2019
viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 11 cm
128 págs.
ilustrado
impressão digital
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um excerto:

Aí vêm os assuntos, a jardinagem.
¿Quando foi que tudo isto
aconteceu?... as palavras – cada qual
para seu lado; a separação.


Da árvore da seda
tombou a luxúria
sob a sombra das uvas,
coroa de espinhos
numa dívida à ternura:

estaríamos bem se
a estação límpida
sua luz cobre prolongasse
e o sabor das maçãs fosse
o estrume do êxtase.

Sabor das muitas maçãs
da árvore da seda.


Fulana e sicrana perderam-se
no jardim das delícias
sugadas por uma sombra
da filosofia, o idioma

em versos que rodopiam
com’ o aroma de zínias
significantes, um horizonte
pontilhado de gado

e por perto a ribeira...
a fresca ribeira do sexo.


A verdade do homem
que entra duas vezes no mesmo rio
escuro como vinho
e, mudado em lobo, desce
ao fundo de si, cai.
¿Mas será um homem, afinal, verdadeiro?
¿uma erva pujante de palavras?
que outro homem sangre…


Meia prece ia de oceano a oceano,
ninguém se apercebia
e o dia nascia para falar-nos
ao coração. Um coração
onde já sessenta noites pesam
de extinta frescura e música:
a melodia crassa do caminho
no campo de batalha.

Para o espectáculo do horror
de sessenta homens retoiçados
uma vara se ergue no centro
dos planos: rodeiam-na mulheres
com suas trouxas de roupa,
ribeira enxuta: um cristal.

Aguarda-se a outra meia prece. […]


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domingo, janeiro 27, 2019

Ostras Doc. Interno


PAULO DA COSTA DOMINGOS
ÓSCAR FARIA
et alii

Lisboa, 2019
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13 cm
40 págs.
ilustrado
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 100 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brochura coligindo documentos internos da editora frenesi relativos à incidência cultural da publicação sucessiva, no catálogo da mesma, dos livros Subsídio, Suicídio, Ostras Geladas (anónimo, 1998), Uma «Bardamerda» de Edição. Breve Comentário Sobre um Dejecto Aparecido nas Livrarias (Paulo da Costa Domingos, 1999), Barbearia Tiqqun (Rui Baião, 2018), Romance Ardente (Manuel Fernando Gonçalves, 2018) e Sumo de Limão – Silva de Versos (Paulo da Costa Domingos, 2018). Brochura prevista como texto de apoio à exposição evocativa dos 40 anos da frenesi na Biblioteca Nacional (cancelada).
Henrique Manuel Bento Fialho (in Antologia do Esquecimento):
«Comecemos pelas ostras, que dão sempre boa entrada. Paulo da Costa Domingos (n. 1953), escritor, editor, antiquário de livros, organizou Ostras, Doc. Interno (Janeiro de 2019, viúva frenesi) enquanto relatório para distribuição pública “por ocasião da mostra evocativa dos quarenta anos da frenesi na Biblioteca Nacional”. Carimbo no cólofon informa: cancelada. Assim mesmo, sem mais. A frenesi é uma das relevantes casas editoriais portuguesas do século XX, nascida em relação de proximidade com a & etc de Vitor Silva Tavares. O legado impressiona qualquer amante de livros, não só pela poesia portuguesa e pelas traduções. Ao cuidado gráfico aliou-se, desde a primeira hora, uma atitude desafiadora com polémica garantida e alguns momentos hilariantes. A memória de um desses momentos foi agora recuperada, não fosse o olvido fazer das suas numa época que cada vez mais se exibe sem passado nem futuro.
Convém declarar acerca [do objecto que motiva este texto ser ele] testemunho e tomada de posição. Testemunho enquanto contributo para uma história que vale a pena inscrever e tomada de posição sobre o momento actual, o qual se afigura, pela vertigem dos acontecimentos e aceleração dos fenómenos, cada vez mais indiferente a um passado do qual não pretende colher exemplos nem lições. As consequências são óbvias, com meticulosas omissões e uma capacidade selectiva anormal a fazerem a cama a um estado de coisas que já nem pode ser acusado de revisionista. Porque não revê nada, é pura rasura ao serviço da ignorância e, por consequência, de poderes hegemónicos a quem essa ignorância não só convém como serve. Se assim é a nível político e social, poderia não o ser no mundo das letras?
Precisamente contra tais poderes hegemónicos surgiu há 40 anos e foi crescendo até hoje a editora frenesi, agora viúva frenesi. Do catálogo, um dos livros que deu que falar foi o anónimo Subsídio, Suicídio, Ostras Geladas (frenesi, Março de 1998). A questão da autoria era ali omissa com o propósito específico de deixar à nora a crítica literária, objectivo alcançado como o comprovam as recensões agora elencadas por Paulo da Costa Domingos. O autor desconhecido aguçou a imaginação, chegando a haver quem fizesse apostas. Sucede que o autor eram três: “Os três-autores-três, que haviam escrito e sequenciado o livro, constavam entre os mais mal tratados, ou reduzidos pelo silêncio, de todo o catálogo da frenesi”. Lidos cegamente passaram a ter qualidades que olhos esbugalhados jamais haviam descortinado. Tem graça o divertimento, por ter conseguido “ridicularizar o cientismo crítico literário”. Sabe-se hoje, por via da publicação de três livros na viúva frenesi de 2017, que os três implicados no objecto lírico não identificado eram Rui Baião, Manuel Fernando Gonçalves e Paulo da Costa Domingos.
[...] O excelente ensaio de Óscar Faria que encerra Ostras, Doc. Interno é, aliás, um forte contributo para a contextualização do divertimento nestas matérias. Ao invés da mera provocação inconsequente e esvaziada de conteúdo, temos [nesta publicação exemplo] de um esforço ao serviço da desmitificação. [...] Nas Ostras, a desmitificação opera-se numa primeira instância ao nível da autoria e, por consequência, resulta numa desmitificação da imprensa cultural: “Ao propor um livro escrito por autor anónimo, a frenesi operou um gesto dirigido sobretudo para dentro do meio literário, mais especificamente o das recensões de livros de poesia, pois sem autor, sem uma biografia, um contexto, o que resta para dizer?” (p. 26)
O desafio é exactamente este, percorrer caminho na direcção do que resta. E o que resta para lá do Autor, essa marca que pode ser apagada pelo anonimato, pela heteronimia ou pela pessoa colectiva, é a palavra na sua máxima expressão, expurgada de rosto, palavra cortante, em estado bruto, palavra cruel, selvagem, pura palavra. Seria de supor que o debate crítico se desse apenas com esse texto, não carecendo de fotografia ilustrativa. Seria de supor do crítico uma coragem no confronto com o desconhecido que ele de todo não tem. Como em terra de cegos quem tem olho é rei, afasta-se de todo a leitura cega. Há reinados de um só olho que poucos estão dispostos a perder, sendo múltiplas e diversas as tácticas de conservação e os escudos protectores. Que façam bom proveito.»

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Barbearia Tiqqun [junto com] Romance Ardente [junto com] Sumo de Limão




RUI BAIÃO
MANUEL FERNANDO GONÇALVES
PAULO DA COSTA DOMINGOS

Lisboa, 2017
ed. viúva frenesi
1.ª edição [única, todos]
19 cm x 13 cm
36 págs. + 56 págs. + 36 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplares novos
tiragem de apenas 150 exemplares cada
9,00 eur (cada, IVA e portes incluídos)
20,00 eur (lote dos 3, IVA e portes incluídos)

3 livros de versos, 3 autores com nome firmado, 1 manifesto literário.

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quinta-feira, agosto 30, 2018

Jocasta


PAULO DA COSTA DOMINGOS
capa sobre fotografia de Rui Baião

Lisboa, 2018
ed. viúva frenesi
1.ª edição
19 cm x 13 cm
16 págs.
impressão digital
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
tiragem de apenas 150 exemplares
9,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do mais recente livro de versos do autor, que lhes acrescentou uma Nota Marginal:
«Alguns viram em Antígona a rebelde exemplar, que, ao opor-se à lei do tio, o expõe e à tirania do seu poder. É mentira. Trata-se de uma daquelas avaliações precipitadas, parcas de informação e discernimento, não raro germinadas nas mentes marxistas pós-leninismo. André Bonnard, o principal causador disso, foi ele mesmo um obediente propagandista de Estaline, admirando-lhe a sociedade ferreamente hierarquizada, totalitária, edificada em cima do cadáver dos sovietes.
Jocasta – mãe de uma Antígona filha do incesto – foi a autêntica figura subversora de uma ordem, não meramente no que é político, mas invertida, rasgada pelo ataque radical à estrutura da família enquanto átomo do corpo social. Jocasta, a inconveniente segundo os padrões morais vigentes nas sociedades ditas civilizadas, acabará morrendo, também, de certo modo emparedada, como a filha, sem fuga possível, enforcando-se. Dizem uns que sob o peso da culpa, dizem outros que por morte inglória de seus dois filhos.
Semelhantemente à Jocasta grega, até na desordem disseminada por amor a um jovem poeta, a Jocasta portuguesa morre solitária, num campo onde grassa o suicídio barbitúrico, o cancro, a corrupção e o alcoolismo da sua prole. Solitária e destroçada pelo veneno continuamente inalado das drogas que toda a vida facultou aos doentes e aos doridos.»

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terça-feira, junho 26, 2018

Nuez




RUI BAIÃO
PAULO NOZOLINO
, fotografias


Lisboa, 2003
frenesi
1.ª edição [única]
19 cm x 13,4 cm
2 págs. + 108 págs. (duas delas desdobráveis em trípticos) + 2 págs.
capa dura, cartonagem editorial
é o exemplar n.º 39 de uma tiragem declarada de 40 exemplares assinados pelos Autores
exemplar novo
200,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de poemas com 36 fotografias reproduzidas em duotone e envernizadas. A tiragem corrente, de 750 exemplares – a que foram retirados os referidos 40 exemplares –, encontra-se há muito esgotada. O fotógrafo, além dos prémios internacionais que tem vindo a acumular, foi, entre outros prémios, objecto do galardão máximo da Associação Internacional de Críticos de Arte (AICA).

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