quinta-feira, abril 28, 2016

A Côrte da Rainha D. Maria I



W.[WILLIAM] BECKFORD
[trad. anónimo]

Lisboa, 1901
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
1.ª edição (a presente tradução)
21,5 cm x 13,9 cm
4 págs. + 192 págs.
subtítulo: Correspondência de W. Beckford, 1787
encadernação recente meia-inglesa em pele e papel de fantasia, cantos em pele, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, carminado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, capa da brochura com restauro; miolo limpo
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma outra tradução, incompleta e com expurgos, destas cartas de Beckford antecedeu a vertente. Trata-se de Viagens de Beckford a Portugal, publicada no «jornal literário e instrutivo» O Panorama, entre 25 de Agosto de 1855 (vol. IV, 3.ª série) e 24 de Outubro de 1857 (vol. I, 4.ª série), assinada por M. (Francisco Romano Gomes Meira), cunhado de Alexandre Herculano, o historiador ligado à direcção da publicação. Há, porém, saltos nessa tradução, que podem ser atribuídos quer a distracções do tradutor, quer a imperativos de espaço no jornal. Menos compreensível é a sua interrupção, quase à beira do fim, a meio de uma das últimas cartas. A tradução aqui em epígrafe corresponde a toda a parte relativa a Portugal no livro Italy; with Sketches of Spain and Portugal, publicado em Junho de 1834 pelo editor Richard Bentley.
Do autor, diz-nos Aníbal Fernandes in De Fora para Dentro (Fernando Ribeiro de Mello – Edições Afrodite, Lisboa, 1973):
«Nasce em Londres. Beckford-criança teria sido aluno de música de Mozart-criança. Um filho natural do czar Pedro o Grande teria sido seu preceptor. Beckford passa a adolescência em Génova. Casa com uma filha do conde de Aboyne. É eleito no Parlamento pela circunscrição de Wells. Um escândalo de costumes envolve o seu nome e o do jovem visconde Courtenay, interrompendo-lhe a carreira política. Beckford viaja pela Europa, permanece vários meses em Portugal como hóspede do embaixador da Inglaterra em Lisboa. De regresso, manda construir em Fonthill uma grandiosa abadia gótica, onde vive, até à derrocada financeira que obriga à venda das suas propriedades. Entre obras várias de costumes e impressões relacionados com os países que visitou, William Beckford é também autor de Vathek, narrativa gótica escrita originalmente em francês.»

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Os Simples



GUERRA JUNQUEIRO

Lisboa, 1923
Parceria Antonio Maria Pereira – Livraria Editora
8.ª edição
19,2 cm x 12,6 cm
128 págs. + 1 folha em extra-texto (protegida com papel vegetal)
encadernação editorial em tela finamente gravada numa imitação de japonismo muito em voga na Baixa-Chiado no início do século XX
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Tragedia Infantil



GUERRA JUNQUEIRO
capa e ilustrações de Alonso

Lisboa, 1913
Parceria Antonio Maria Pereira
2.ª edição, ilustrada
18,2 cm x 12,5 cm
44 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
rubrica de posse nos cantos superiores direitos da capa e da folha de ante-rosto
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poemeto publicado inicialmente em 1877 e posteriormente incluído na obra A Musa em Férias, surge aqui ilustrado pelo caricaturista talassa Alonso (nome artístico de Joaquim Guilherme Santos Silva). O propósito de Junqueiro – como, por exemplo, o do seu contemporâneo Antero (veja-se a Advertência ao Thesouro Poetico da Infancia, Ernesto Chardron Editor, Porto, 1883) – é pedagógico, fazendo um intervalo na sua poesia de afrontamento republicano. A infância era, então, uma aposta dos progressistas, que acreditavam existir em toda e qualquer criança, latente, um poeta. Mas o propósito educativo, mesmo para a época, pelo menos no caso de Junqueiro, afigura-se-nos duvidoso... Senão, leiamos uma passagem em que os imberbes personagens do motivo literário brincam, por assim dizer, “aos adultos”:

«[...] Com todas as qualidades
Da menagère exemplar,
Em quanto o irmão faz cidades,
Bebé prepara o jantar.

Dorme a boneca ao pé d’ella
No berço. De quando em quando
Bebé escuma a panella
Que está fervendo e cantando.

Mexe o guisado e a fritura,
Vê se têm o sal bastante,
E sentando-se á costura
Com um ar meigo, radiante,

Em quanto a creança loira
Dorme o bom somno florido,
Co’a illusão d’uma tesoira
Talha a illusão d’um vestido.

Mas são horas; o irmãosito
Já deve de andar cansado
Das construções de granito
E da rabiça do arado. [... etc., etc., etc...]»

Trata-se da representação de um mundo mesquinho com o homem sempre nas alturas dos grandes projectos, a correr mundo, ou, pelo menos, ao ar livre, enquanto a mulher permanece aprisionada na procriação e na lide doméstica. Pouco depois, com o advento dos provincianos salazaristas, tudo isto veio a ser sistematizado como modelo incontestável de encarceramento de uma sociedade inteira.


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terça-feira, abril 26, 2016

Manual de Citações Camoneanas


NARCISO JOSÉ DE MORAES (1826-?)

Porto, 1884
Livraria Portuense de Clavel & C.ª
1.ª edição
19 cm x 12 cm
80 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, falhas de papel na lombada; miolo limpo com ocasionais picos de acidez
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Medicina Scientifica


ELIAS DA COSTA, tenente

Covilhã, 1928
Edição do Autor
1.ª edição
20,7 cm x 14 cm
8 págs. + 288 págs.
exemplar estimado, pequeno restauro na capa; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Artur Elias da Costa (1894-1956) foi militar, pedagogo, defensor do operariado e estudioso dos temas relacionados com Abrantes, cidade onde se radicou após a sua fuga da Covilhã, dados o anti-semitismo e o reaccionarismo locais.
Do Prefácio do autor:
«[...] Este livro não pode captar a estima das pessoas instruidas. Destina-se a desentorpecer as faculdades do espirito nas classes trabalhadoras. Se eu for obsecrar os eruditos para que me comprem este volume, não é para que o leiam, é para que m’o paguem, e assim eu poder continuar a agitar o facho da sciencia nos lares onde nem sequer chega a luz do sol. [...]»

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O Poderio da Inglaterra


JOSÉ DE MACEDO

Lisboa, s.d. [circa 1900]
Livraria Editora Guimarães, Libanio & C.ª
[1.ª edição]
17,1 cm x 8 cm
80 págs.
é o n.º IV da Collecção do Povo – Scientifica, Artistica, Industrial e Agricola
cartonagem editorial
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Muito à maneira da colecção pioneira deste tipo de manuais de vulgarização erudita, a Bibliotheca do Povo e das Escolas, criada em 1881 pelo editor fora de série David Corazzi, também aqui, num formato “de bolso” a um preço acessível, temos um verdadeiro programa enciclopédico de instrução popular.

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Almas do Outro Mundo


AMADEU DE FREITAS

Lisboa, s.d. [circa 1900]
Livraria Editora Guimarães, Libanio & C.ª
[1.ª edição]
17,1 cm x 8,4 cm
76 págs.
é o n.º IX da Collecção do Povo – Scientifica, Artistica, Industrial e Agricola
cartonagem editorial
exemplar estimado; miolo limpo, sinais de caruncho no fêsto à cabeça das últimas folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, abril 25, 2016

Ourivesaria Portuguesa – Revista Oficial do Grémio dos Industriais de Ourivesaria do Norte



Porto, 1948 a 1952
dir. Gabriel Ferreira Marques
ed. Francisco de Oliveira Sampaio Júnior
20 números enc. em 5 volumes (completo)
28,1 cm x 22,2 cm
[208 págs. (num. contínua) + 10 págs. + 12 págs. + 12 págs.] + [180 págs. (num. cont.) + 12 págs.] + [316 págs. (num. cont.) + 12 págs. + 12 págs. + 10 págs. + 10 págs. + 4 folhas em extra-texto (2 das quais com cromo colado) + 1 vegetal impresso em extra-texto] + [280 págs. (num. cont.) + 8 págs. + 8 págs. + 2 folhas em extra-texto] + [218 págs. (num. cont.) + 10 págs. + 8 págs. + 1 folha em extra-texto]
profusamente ilustrados no corpo do texto e em separado
encadernações editoriais inteiras em pele com gravação a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
peça de colecção
510,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação que contou com colaboradores como, entre outros, Reinaldo dos Santos, Rodrigues Cavalheiro, Fernando de Castro Pires de Lima, Magalhães Basto, o conde de Aurora, Câmara Cascudo, Damião Peres, Luís Chaves, Delfim Santos e João Couto.

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Artistas Portugueses – Estudos Sôbre Ourivesaria


LAURINDO COSTA

Porto, 1922
Costa & C.ª – Editores
1.ª edição («edição ilustrada»)
25,2 cm x 16,1 cm
104 págs. + 3 folhas em extra-texto
profusamente ilustrado
exeamplar estimado, lombada com restauro; miolo limpo
ostenta no ante-rosto o ex-libris de Diogo Oleiro
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Livro das Marcas de Ourives da Câmara de Lisboa – 1791-1833


MANUEL SANTOS ESTEVENS

Lisboa, 1948
Editorial Império – Separata de «Olisipo»
1.ª edição
25 cm x 18,8 cm
36 págs.
ilustrado
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da publicação de um códice que se encontrava na Casa dos Vinte e Quatro, em que se dava notícia dos ourives e índice e reprodução das respectivas marcas. Documento de extrema importância para a história da ourivesaria lisboeta.

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A Vida do José do Telhado



RAPHAEL AUGUSTO DE SOUSA

Porto, 1883
Typographia de Antonio Henrique Morgado
4.ª edição (muito aumentada)
21 cm x 15,4 cm
72 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Curiosa achega biográfica do famoso salteador, que, na cadeia do Porto, veio a ser companheiro de Camilo Castelo Branco.

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O Crime de Augusto Gomes


ARTUR PORTELA [pai]
NORBERTO LOPES

capa de Armando Boaventura

Lisboa, 1927
Tip. da Emprêsa do Anuário Comercial
1.ª edição
19,5 cm x 13,2 cm
232 págs.
subtítulo: Notas de Reportagem Colhidas por Dois Jornalistas
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do crime que vitimou a jovem actriz Maria Alves às mãos do empresário Augusto Gomes. Caso que só prova que, afinal, o crime compensa... pelo menos compensa o jornalismo. Os autores mereceram até, na época, caricatura no Sempre Fixe assinada por Francisco Valença que, assim, a legendou aquando da reunião dos seus desenhos em livro:
«O horroroso crime teve, no excelente livro de Norberto Lopes e Artur Portela, o mais agradavel dos epilogos.
Se o Sempre Fixe fôsse o Tribunal da Relação, não hesitaria em atenuar a pena aplicada a Augusto Gomes, só por este ter dado ensejo aos nossos queridos camaradas de “aplicarem a pena”... maxima de brilhantismo, na execução de tão belas paginas.»

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O Americano Tranquilo


GRAHAM GREENE
trad. P. J. de Morais
pref. J. Monteiro-Grillo
capa de António Garcia

Lisboa, 1958
Editora Ulisseia, Limitada
2.ª edição
18,7 cm x 13,3 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
inclui o marcador de leitura original
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance anticolonial que veio proporcionar, em 2002, ao actor Michael Caine, um excelente desempenho cinematográfico, num filme de Phillip Noyce. A acção decorre no longínquo Vietname, ainda sob o domínio francês, e já dividido pela guerra civil, em que um correspondente de guerra inglês testemunha o vergonhoso envolvimento da CIA no conflito.

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Oriente-Expresso



GRAHAM GREENE
trad. e pref. Jorge de Sena

capa de Fernando Azevedo

Lisboa, 1959
Estúdios Cor
2.ª edição
19,5 cm x 14,2 cm
290 págs.
subtítulo: Uma Diversão
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«[...] Eu sei que posso ser acusado, e tenho-o sido a propósito de prefácios ou de artigos, de exagerar a eminência literária de figuras como esta. [...] É óbvio, e o público sabe-o, que escritores verdadeiramente grandes não os há às dúzias em parte nenhuma nunca; e que escritores bons há vários, embora nunca não tantos quanto o noticiário dos jornais, com retrato e tudo, pode fazer supor, ao adicionar-lhes descaradamente a numerosa massa dos medíocres que, esses sim, são chusma. [...]
Na alegoria explícita do comboio que é a vida no período inquieto e insciente que vai do fim da Primeira Grande Guerra à eclosão da Guerra de Espanha, reúne-se uma Europa heteróclita e flutuante, uma Europa tràgicamente inadequada, inferior ao seu próprio destino. [...]»

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pcd.frenesi@gmail.com
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domingo, abril 24, 2016

A Ideia da Liberdade no Pensamento Português



ROMEU DE MELO, org. e pref.
capa e grafismo de Tòssan

Lisboa, 1985
Terra Livre – Direcção-Geral da Comunicação Social
1.ª edição
20,4 cm x 14,6 cm
172 págs. + 16 págs. em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Antologia de reflexões cuja temática, ora filosófica ora sócio-política, preocupou intelectuais como, entre outros, Fidelino de Figueiredo, Almeida Garrett, Basílio Teles, António Sérgio, Raul Leal, José Marinho, Raul Brandão, Afonso Botelho, etc. Raul Proença, por exemplo, circunscreve-lhe os adversários:
«Liberdade e igualdade, tais seriam, segundo a escola reaccionária, os dois conceitos funestos da democracia. Não só as realidades constituiriam a sua evidente negação, como toda a vida social seria profundamente lesada pelo facto de se propor aos homens a realização progressiva desses dois conceitos. A Declaração dos Direitos do Homem, que os afirmou como bases da sociedade política, seria assim o catecismo da quimera e da mentira, o “Organon” da anarquia e da dissolução social. [...]»

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sábado, abril 23, 2016

Homens Sem Caminho


CASTRO SOROMENHO

Lisboa, s.d. [1942]
Livraria Portugália
1.ª edição
19,2 cm x 12,5 cm
240 págs. + 1 targeta (erratas)
capa impressa a negro com sobrecapa polícroma
exemplar manuseado mas aceitável, sobrecapa com restauro; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de badana da 2.ª edição:
«O prestígio desta obra não resulta de um exotismo fácil e devemos ficar-lhe reconhecidos por ter tratado como homens e não como animais curiosos, com a óptica particular que a sua condição impõe, mas também com constante escrúpulo de verdade psicológica, os negros heróis da sua trágica narrativa. Creio já ter dito, mas agrada-me repeti-lo, que não conheço em qualquer língua outro escritor europeu que tenha ido tão longe no conhecimento verdadeiro da humanidade africana, sem lirismo supérfluo nem erudição etnográfica, como Castro Soromenho. É uma circunstância feliz que a uma tal perspicácia se associe nele um incontestável talento de narrador, e é significativo que esse espantoso dom tenha caído em partilha a um escritor português.» (Pierre Hourcade)

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Viragem


CASTRO SOROMENHO
sobrecapa de Vespeira

Lisboa, 1957
Editora Ulisseia
1.ª edição
20 cm x 13,3 cm
220 págs.
capa impressa a uma cor e relevo seco com sobrecapa impressa em policromia
exemplar manuseado mas aceitável, sobrecapa com restauros; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] é com o presente romance que Castro Soromenho atinge a plenitude intelectual e artística com uma prosa de extrema condensação e simultâneamente uma aguda e escrupulosa consciência na apresentação do problema, que só ele, melhor que qualquer, com a larga experiência de trinta anos vividos e experimentados no continente negro, poderia dar.»

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Noite de Angústia



CASTRO SOROMENHO
capa de Manuel Ribeiro Pavia

Lisboa, 1943
Editorial «Inquérito», L.da
2.ª edição
19,1 cm x 12,3 cm
240 págs.
exemplar estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR AO ESCRITOR LUÍS FORJAZ TRIGUEIROS
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Instintos e Sociedade


ROGER CAILLOIS
trad. Alexandre O’Neill

Lisboa, 1976
Editorial Estúdios Cor, S.A.R.L.
1.ª edição
18,6 cm x 11,7 cm
216 págs.
subtítulo: Ensaios de Sociologia Contemporânea
exemplar em bom estado de conservação, sem quaisquer sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio de antropólogo e sociólogo francês Roger Caillois (1913-1978):
«[...] O homem de Estado procura manter um equilíbrio entre as forças díspares e indisciplinadas. Tenta canalizá-las ou faz de conta que não existem. Por vezes, escolhe servir-se delas e aproveitar-lhes o ímpeto, ao qual, aliás, logo se vê obrigado a ceder. Ora, estas forças ressurgem quando são perseguidas. Reprimidas, cedo ou tarde explodem. Por pouco que um aprendiz de feiticeiro as encorage ou convoque, ei-las prontas a tudo arrastar como uma súbita avalanche. [...]»

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Antologia Poética


CARL SANDBURG
selecção e trad. de Alexandre O’Neill

Lisboa, s.d. [circa 1961]
Edições Tempo – Sociedade de Magazines, Lda.
1.ª edição
20,1 cm x 12,3 cm
40 págs. + 1 folha em extra-texto
colecção Tempo de [Ficção, Ensaio, Teatro, Poesia]
inclui a folha-volante* da autoria do tradutor e responsável pela série de poesia com as respectivas declarações de intenção, à semelhança das outras três séries cujas folhas são assinadas por Alexandre Pinheiro Torres, José Tengarrinha e Luís de Sttau Monteiro
exemplar novo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sandburg, que ainda nasceu no século XIX, pertencerá de direito à grande tradição whitmaneana dos poetas caminhantes. E nessa vagabundagem sedimentou as suas ideias de um socialismo genuíno e de uma poética de superação do estetismo agrário. A geração beat com felicidade irá descobri-lo.

* Encarte por vezes comercializado, abusivamente, em separado.


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terça-feira, abril 19, 2016

Elementos de Versificação Franceza | Éléments de Versification Française


JOSÉ MIGUEL DOS SANTOS

Lisboa, s.d. [circa 1880]
Officina Typographica da Empreza Litteraria de Lisboa
1.ª edição
bilingue português / francês
17,9 cm x 12,2 cm
32 págs.
cartonagem editorial
exemplar muito estimado; miolo limpo
discreto carimbo de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Miguel dos Santos (1838-[antes de 1912]) foi professor de instrução secundária, premiado em França, e também director e tesoureiro da Associação dos Jornalistas e Escritores Portugueses. Deixou alguma importante bibliografia pedagógica, nomeadamente dicionários e gramáticas. (Fonte: Esteves Pereira e Guilherme Rodrigues, Portugal – Diccionario Historico, Chorographico, Biographico, Bibliographico, Heraldico, Numismatico e Artistico, vol. VI, João Romano Torres & C.ª, Lisboa, 1912)

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Historia de la Literatura Gallega



BENITO VARELA JÁCOME

Santiago de Compostela, 1951
Porto y Cia. – Editores
[1.ª edição]
18 cm x 13 cm
468 págs. + 16 págs. em extra-texto
impresso sobre papel algodoado, com ligeiras manchas de oxidação
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
versão brochada sem sobrecapa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Varela Jácome (1919-2010), é considerado na Galiza um dos mais importantes estudiosos da literatura local, nomeadamente do século XIX, quer na vertente histórica, quer na analítica linguística.

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Ensaio Sobre a Cultura Galega



RAMÓN OTERO PEDRAYO
trad. José Marinho
pref. Francisco da Cunha Leão

Lisboa, 1954
Guimarães Editores
1.ª edição
18,4 cm x 12 cm
XX págs. + 232 págs.
capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar estimado, com alguma sujidade na capa; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do Prefácio:
«Não é de somenos importância que a formação do estado português tenha partido de um condado subordinado ao condado da Galiza e constituído pelas terras galegas fronteiras da moirama.
[...] passados séculos e percorridas inúmeras milhas terrestres e marinhas, a expressão sentimental limite de portugueses e luso-descendentes, o fundo nostálgico, instável do seu temperamento, a mundi-visão saudosa e mítica, a queixa de amor, a sensibilidade ao mistério, a tristeza e a aventura como gostoso vício, e bem assim a crença obscura nos renascimentos milagrosos, – todo esse complexo paradoxal de pungente depressão e esperança irresistível que forma o pathos da alma nacional – continua a estar nos galegos das duas bandas do Minho. [...]
O livro de Otero Pedrayo chama-nos à consciência das raízes. Eloquentemente. O peso do saber subtiliza-se na intuição. E a verdade é arte e fé neste luminoso Ensaio, que por histórico não deixa de oferecer a mais flagrante actualidade. [...]»

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Crónica – Revista Mensal da Actualidade




Lisboa, Julho / Setembro-Outubro, 1950
dir. António Garrido Garcia
proprietário e editor: J. J. de Mena e Mendonça
colecção completa (3 números)
20 cm x 14 cm
3 x 64 págs.
exemplares em muito bom estado de conservação; miolo limpo
o terceiro volume ostenta o ex-libris de Luis de Castro Santos
extremamente raro
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

São colaboradores nacionais Alfredo Pimenta, Manuel Anselmo, Eduardo Frias, João M. da Costa Figueira, Mário Sagres, Albertina Saguer, Ramiro Carlos Fernandes, Sérgio Lima.
Entre outros artigos de idêntico jaez, logo no primeiro fascículo Anselmo, posicionando-se do alto do dogma católico-teísta, questiona o Existencialismo filosófico ateu de Jean-Paul Sartre, e mesmo «[...] o pessimismo de um Kierkegaard, de um Schopenhauer, de um Heidegger e, por que não? de um Unamuno. [...]» Ecléctico, portanto, na escolha dos adversários... E segue esse número da revista com o elogio de um Fernando Pessoa que, «[...] ao reencontrar, para além do seu tempo, a eterna substância das coisas, e ao considerar a Política como uma obra de prudência e experiência, sabendo usar de uma e outra, conclui pela aceitação da Monarquia Absoluta como a melhor forma de governar a sociedade humana. [...]» (Eduardo Frias)
O segundo fascículo, abrindo com «António Sardinha, Cruzado e Profeta da Consciência Peninsular» (Mário Sagres), colige duas notórias e arrojadas peças ensaísticas – «A Luta da Suástica» (Enrico de Boccard) e «Nós, os Colaboracionistas» (Jean Bayle) –, só passíveis de livre publicação europeia, à data, em lugares onde o fascismo via terreno propício a poder ainda reorganizar-se.
O terceiro fascículo é ostensivamente anti-comunista. Depois de um editorial em que se dá compungida notícia do falecimento de Alfredo Pimenta (ilustra-o a reprodução de uma fotografia do homenageado, por Ruy Preto Pacheco): «[...] figura ímpar, única, do seu tempo: a lucidez da inteligência, o saber erudito, a coragem moral, [...]», etc., etc.

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domingo, abril 17, 2016

Um Papel Politico. Hontem, Hoje, e Ámanhã [junto com] Algumas Considerações Politicas pelo Author do Hontem, Hoje, e Amanhã

 

[JOSÉ MARIA DE ALMEIDA E ARAUJO CORRÊA DE LACERDA]

Lisboa, 1842 e 1844
Tipografia do Gratis (ambos)
1.ª edição (ambos)
2 volumes
[18,6 cm x 12,5 cm] + [19 cm x 13 cm]
[2 págs. + IV págs. + 206 págs.] + [2 págs. + IV págs. + 154 págs.]
subtítulo do segundo volume: Com um Post-Scriptum sobre os ultimos acontecimentos
encadernações dissemelhantes antigas, uma em meia-inglesa com lombada gravada a ouro, a outra inteira em pele luxuosamente gravada a ouro nas pastas e na lombada
pouco aparados, sem capas de brochura o primeiro, e com capas de brochura o segundo
exemplares estimados; miolo limpo
publicados anonimamente, autor identificado no frontispício do primeiro volume, caligrafia a tinta sépia da época; o segundo volume ostenta carimbos de posse na capa
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Corrêa de Lacerda, «[...] do Conselho de Sua Magestade, Fidalgo da Casa Real, Commendador da Ordem de N. S. da Conceição; Deão da Sé Patriarchal de Lisboa; Reitor do Lyceu Nacional e Commissario dos Estudos no districto de Lisboa; Membro do Conselho geral de Instrucção Publica; Deputado ás Côrtes em varias legislaturas; Socio da Academia Real das Sciencias de Lisboa, etc. – N. em Villa‑real, na provincia de Traz‑os‑montes, a 23 de Maio de 1802 [M. em Lisboa, ás quatro e meia horas da tarde de 25 de fevereiro de 1877] [...]. Em 1818 tomou o habito na congregação dos Conegos regentes de Sancto Agostinho, e foi n’ella por algum tempo Professor de Philosophia racional e moral, no mosteiro de S. Vicente de fóra de Lisboa, até sahir para o seculo em 1826, passando então a ser provido no beneficio de Thesoureiro‑mór da sé da Guarda. [...]
Um papel politico. Hontem, hoje e amanhã. [...] Sahiu [...] anonymo, e publicado em tres partes separadas, que reunidas formam um volume, sob uma só numeração. A paternidade d’esta obra foi então attribuida a diversas pessoas, com maiores ou menores visos de probabilidade, ficando comtudo incognito o nome do seu verdadeiro auctor, que encobrindo‑se cuidadosamente só ha pouco se manifestou como tal. N’ella se contém, afóra outras cousas, noticias biographico‑politicas, e a apreciação dos successos do tempo, e das personagens que n’elles tiveram maior influencia. Como estas apreciações desagradassem a muitos, o que era inevitavel, não tardou em vir á luz uma confutação, que sahiu [sem nome de auctor] com o titulo de Homem, hoje e amanhã visto pelo direito [attribuida ao sr. Antonio da Cunha Sotto Maior]. [...]»
(Fonte: Inocêncio Francisco da Silva, Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo V, Imprensa Nacional, Lisboa, 1860)

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sexta-feira, abril 15, 2016

O Galo Que Cantou na Baía...


MANUEL LOPES
capa de [Cipriano] Dourado

Lisboa, 1959
Orion Distribuidora
1.ª edição
19,3 cm x 12,3 cm
224 págs.
subtítulo: E outros contos cabo-verdianos
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
40,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Autor do basto conhecido Chuva Braba, «[...] Os romances de Manuel Lopes constituem uma inserção vigorosa no real cabo-verdiano, profundamente desagregado em tempo de fome provocada pela estiagem. Podemos lamentar que aos seus romances faleça uma perspectiva aberta ao futuro. O drama cabo-verdiano surge, por assim dizer, como uma fatalidade e por isso limitado na visão estática do autor-narrador. [...]» (Manuel Ferreira, Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. I, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977)

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quinta-feira, abril 14, 2016

Constituições Politicas de Portugal – Constituição de 1822


ALBINO VIEIRA DA ROCHA, org. e pref.

Lisboa, 1917
Livraria Ferreira
1.ª edição
21,1 cm x 14,1 cm
64 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
ostenta no frontispício carimbo da Biblioteca da Faculdade de Direito de Lisboa
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constituïção Política da República Portuguesa


Lisboa, 1921
Imprensa Nacional de Lisboa
s.i.
13,3 cm x 11,3 cm
48 págs.
subtítulo: Nova publicação, com as alterações introduzidas pelas leis: n.º 635, de 28 de Setembro de 1916; n.º 854, de 20 de Agosto de 1919; n.º 891, de 22 de Setembro de 1919; e n.º 1:005, de 7 de Agosto de 1920; tendo anexas as leis n.os 1:154 e 1:155, de 27 de Abril de 1921
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
assinatura de posse do geólogo Carrington da Costa
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Acerto da lei fundamental, promulgado em 1921 nas vésperas do derrube do governo de Bernardino Machado, a quem sucedeu Tomé de Barros Queirós.

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Constituïção Política da República Portuguesa – Acto Colonial


Lisboa, 1942
Edição do Secretariado da Propaganda Nacional
[1.ª edição]
19,2 cm x 12,8 cm
66 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado, capa ligeiramente manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constituïção Política da República Portuguesa | Acto Colonial


Coimbra, 1945
Coimbra Editora, Limitada
s.i.
24 cm x 15,3 cm
4 págs. + 76 págs.
exemplar estimado, vagos sinais de foxing na capa; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reporta-se o vertente ao texto publicado em Diário do Governo a 11 de Agosto de 1938.

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Political Constitution of the Portuguese Republic – Colonial Act


Lisboa, 1948
S.N.I Books
2.ª edição
texto em inglês
19,5 cm x 14 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constitution Politique de la Republique Portugaise


Lisboa, 1953
Editions S.N.I.
[1.ª edição ?]
texto em francês
19,5 cm x 14 cm
68 págs.
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Constituição Política da República Portuguesa


Lisboa, 1971
[ed. do boletim (separata)] Informação – Cultura Popular – Turismo
[1.ª edição]
23 cm x 16,1 cm
XXVIII págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Creanças e os Animaes


SUZANNA CORNAZ
trad. Antonio da Costa

Lisboa, 1903
Livraria Editora – Tavares Cardoso & Irmão
s.i.
17,8 cm x 11,7 cm
152 págs.
ilustrado
cartonagem editorial
exemplar estimado, lombada gasta; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, abril 13, 2016

Apologia d’Appuleio



APULLEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1859
Typographia da Sociedade Typographica Franco-Portugueza
1.ª edição [única]
20,6 cm x 15 cm
84 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta o ex-libris de Manuel R. Pereira da Silva colado no verso da capa
PEÇA DE COLECÇÃO
125,00 eur (IVA e portes incluídos)

O notável filósofo e proto-romancista latino Lucius Apuleius, tendo casado com uma viúva rica, Emilia Pudentilla, contra vontade da família da dita, que o acusou de haver conseguido os seus intentos por artes mágicas de lascívia, vem nesta Apologia defender-se perante tribunal.
Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo IX, Imprensa Nacional, Lisboa, 1870), ao identificar o tradutor como sendo Francisco António de Campos, indica que «[...] A tiragem foi apenas de duzentos exemplares, dos quaes nenhum se expoz á venda, sendo todos destinados para brindes.»

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Burro de Ouro




APPULEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1847
Na Typ. de José Baptista Morando
1.ª edição
15,6 cm x 11,3 cm
XXIV págs. + 450 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação antiga meia-inglesa em pele, com cantos também em pele
pouco aparado, conservas ambas as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Lucius Apuleius, poeta, geómetra e filósofo romano (de Cartago), entre as várias obras que legou à posteridade tem neste Burro de Ouro (talvez o mais antigo romance conhecido) uma narrativa iniciática, erótica e jocosa em que o seu sujeito de ficção, por castigo de libertinagem, se vê transformado num burro, sujeito aos avatares do destino.
Segundo Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859) o tradutor, que identifica como sendo Francisco António de Campos, «[...] desgostoso, não tanto pelo crescido numero de faltas typographicas com que sahiu a edição, quanto por ter depois achado mais livres do que no principio lhe pareceram algumas passagens do romance, resolvêra não a publicar; e só por condescendencia, a pedido de alguns seus particulares amigos, tem dado varios exemplares. [...]»

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Burro de Ouro


APPULEIO
trad. anónimo [Francisco António de Campos]

Lisboa, 1847
Na Typ. de José Baptista Morando
1.ª edição
16,5 cm x 11,5 cm
XXIV págs. + 450 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado, falhas no papel da capa e na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
95,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, abril 12, 2016

O Iberismo dos Monárquicos


RAPHAEL RIBEIRO

Lisboa, 1930
Imprensa da Portugal-Brasil
[1.ª edição]
19 cm x 12,3 cm
228 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na pág. 9
carimbo «Oferta da Livraria Portugal no Ano Internacional do Livro» na capa e no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rafael Augusto de Sousa Ribeiro foi governador civil de Faro, secretário ministerial nos governos de Cunha Leal e de António Maria da Silva, assim como deputado do Partido Nacionalista. Distinguiu-se como um tribuno, tendo sido autor de várias moções para melhorar as leis, banir inconstitucionalidades, corrigir injustiças, reduzir as despesas excessivas dos ministérios e instalar bibliotecas públicas junto das câmaras municipais do continente e ilhas adjacentes.

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segunda-feira, abril 11, 2016

O Domingo Illustrado – Archivo de Historia Patria


Lisboa, Maio de 1897 a 1900
dir. J. Garcia de Lima
256 números em 5 volumes (vols. 4 e 5 juntos) (colecção completa)
a entrada do vol. 5.º faz-se na passagem da pág. 868 para a seguinte; inclui o respectivo Appendice ao Domingo Illustrado após a pág. 1.036
31,4 cm x 22,8 cm
1.060 págs. (numeração contínua)
ilustrado, paginação a duas colunas
encadernação modesta em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no topo do frontispício
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Rara publicação de carácter corográfico, que, além de forte presença heráldica, reúne vastos artigos de «apontamentos historicos, relativos ás cidades, villas e parochias do reino; sua fundação, successos mais notaveis, descripções de monumentos, brazões d’armas (quando os possuam), lendas, tradições que as acompanham, etc.». O seu interesse para o “poder local” faz dela uma incontornável peça de conhecimentos vários. Pode ser comodamente consultada como uma enciclopédia, dado quer a sequência alfabética do seu conteúdo, quer os índices remissivos. Entre os seus colaboradores científicos (na esmagadora maioria anónimos) e literários, por exemplo, podemos encontrar breves presenças de Guerra Junqueiro, João de Deus, Júlio Diniz, Angelina Vidal, Gonçalves Crespo, Almeida Garrett, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, Soares de Passos, João Diniz...

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