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terça-feira, agosto 04, 2026

A Secreta Vida das Imagens


AL BERTO
sobrecapa de Paulo Nozolino


Lisboa, 1991
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
290 mm x 229 mm
70 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior mate
encadernação editorial inteira em tela gravada a ouro na pasta anterior, sobrecapa polícroma
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra construída em versos derivativos de pinturas ou esculturas dos seguintes autores: Giotto, Fra Angelico, Zurbarán, Cézanne, Van Gogh, Kandinsky, Klee, Modigliani, Gris, Chagall, Beuys, Warhol, Dacosta, Cesariny, Carlos Nogueira, Julião Sarmento, António Correia, Rosa Carvalho, Manuel Rosa, Calapez, Rui Sanches, Ilda David’, Cabrita Reis, Croft, Pedro Casqueiro, e Rui Chafes.

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La Secreta Vida de las Imágenes


AL BERTO
trad. e pref. José Luis Puerto

Salamanca, 1996
Amarú Ediciones
1.ª edição
bilingue português – castelhano
19,5 cm x 11,5 cm
80 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da versão espanhola do livro A Secreta Vida das Imagens, de 1991, a que foram suprimidas... as imagens! (!?).

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sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Suspiros de Chumbo

 

PAULO NOZOLINO
poema de Al Berto
grafismo de João Nunes

Porto, 1997
Teatro Nacional São João | Centro Português de Fotografia
1.ª edição [única]
168 mm x 121 mm
48 págs.
ilustrado
impresso sobre papel superior semi-cartonado
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Num certo momento desta entrevista, diz Paulo Nozolino: “Comecei a olhar para o chão em vez de olhar para o céu. Comecei a olhar para o que as pessoas deitam fora em vez de para aquilo que os arquitectos constroem.” Esta orientação do olhar, assim descrita pelo fotógrafo, tem um significado simultaneamente estético e ético. Há uma rigorosa compenetração destas duas dimensões nas suas fotografias, assumida como uma responsabilidade e oposta à esterilização das imagens, ao regime de proliferação anestésica que elas nos oferecem hoje sob a forma de banal e imparável espectáculo. Este olhar atraído para a imanência e para os abismos da opacidade confronta- se com a alteridade mais radical: as ruínas, os dejectos, a destruição, a morte. Em suma, o mal. Daí a violência que elas transportam, na sua obsessiva representação dos escombros e das tragédias da história. […]»
(Fonte: Electra, entrevista conduzida por João Pacheco, n.º 15, Inverno 2021-2022)

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O Livro dos Regressos [junto com] Al Berto na Casa Fernando Pessoa





AL BERTO

Lisboa, 1989 e 1997
frenesi [livro] / Movieplay [compact digital audio]
1.ª edição (ambos)
[190 mm x 130 mm] + [125 mm x 142 mm]
32 págs. + 28m : 50s
livro: capa de Helder Lage (foto); vinheta sobre fóssil de hipocampo e layout de pcd
disco: capa de Luísa Ferreira (foto); desdobrável desenhado por vpcd.sign
tiragem [declarada no livro] de 500 exemplares, sendo a do disco tiragem única
caderno com 2 pontos de arame, com o corte pintado da mesma cor da cartolina da capa
exemplares novos
150,00 eur (IVA e portes incluídos)

Foi o livro de regresso do Autor à poesia após a publicação da prosa Lunário, e de regresso temático à infância, aonde na infância o rebelde viria a nidificar. E é de um género poético contido, menos comum no decurso da sua obra, que sempre sem excepção fez a prova da leitura frente a um público. Al Berto veio a falecer prematuramente em 1997, pelo que a edição da sua voz em disco constituiu, por parte dos amigos mais próximos, uma merecida homenagem e o reparar de uma falta – por tratar-se de um escritor de certo modo na linhagem dos primevos bardos.
Posteriormente, o núcleo de poemas lidos pelo Autor na gravação, que constitui uma antologia pessoal e que se encontra transcrito na íntegra no desdobrável que acompanha o disco, foi copiado para livro e comercializado por um editor oportunista.

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A Seguir o Deserto



AL BERTO
na badana fotografia de Paulo Nozolino

Lisboa, 1984
frenesi
1.ª edição
190 mm x 130 mm
20 págs.
ilustrado
capa impressa em bicromia offset (fotografia) e duas cores directas em zinco-gravura (marca-de-água e lettering)
miolo composto em linotype e impresso sobre papel avergoado cinza
acabamento com dois pontos em arame
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
210,00 eur (IVA e portes incluídos)

À época, no ano mítico do apagamento global da iniciativa privada dos cidadãos (1984), a mera reprodução de genitália na badana deste caderno suscitou rumores insidiosos e ódios teológicos e políticos. Apesar e contra vagas adversas, os seus 500 exemplares de tiragem circularam rapidamente e foram culturalmente debatidos entre o escol de admiradores que, então, começavam a ver no escritor Al Berto um escritor, e não a figura anedótica da boémia estulta recentemente inventada por um atrevido cineasta.

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Arzila: Estação de Espuma

 

TAHAR BEN JELLOUN
trad. Al Berto
capa e ilust. Luis Manuel Gaspar

grafismo de Augusto T. Dias

Lisboa, 1987
Hiena Editora
1.ª edição [única]
edição bilingue português – francês
189 mm x 171 mm
40 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, março 12, 2025

Sião



AL BERTO (org.)
PAULO DA COSTA DOMINGOS (org.)
RUI BAIÃO (org.)
pref. Alexandre Melo
capa de Pedro Calapez

Lisboa, 1987
frenesi
1.ª edição [única]
190 mm x 130 mm
224 págs.
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
290,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma antologia poética temática, do século XX e para o século XX, estendendo-se cronologicamente de Antero de Quental a Fernando Luís Sampaio, em que os organizadores responsáveis tiveram a sensatez de não incluir nenhum poema de sua autoria. Esteve para chamar-se Babel, mas uns pseudo-intelectuais nortenhos (Álvaro de Sousa Holstein Ferreira, Amadeu Baptista e Vergílio Alberto Vieira), sabendo do que abaixo do Mondego se passava, enquanto esta antologia ia a imprimir defecaram eles, lá na terra deles, uma porcaria com o cobiçado nome. Lisboa riu-se para dentro, e seguiu viagem, sôbolos rios camoneanos, secretamente agradecida por ser empurrada para o Sião. Depois, posta a circular, no mercado livreiro e nas arenas do jornalismo encartado, esta antologia programática de poetas e poemas intencionalmente escolhidos originou um ramalhete de ódios mal disfarçados contra os organizadores e seus familiares, havendo mesmo gente vil (já devidamente identificada) que se acobertou atrás de vila-santíssimos pseudónimos, dada a sua cobardia e nulo fundamento crítico. Enfim, já lá vai... e as antologias que vieram depois desta são a chochice que se sabe, excepção clara para Poetas Sem Qualidades, em 2002, documento inaugural da editora Averno, basta ler-se-lhe o Prefácio.
No caso de Sião, também basta ler o Prefácio de Alexandre Melo:
«Ao contrário do que muitas vezes se diz, numa antologia de poesia nunca falta nenhum poeta, nem nenhum poema. Porque uma antologia se define pelo que inclui e pelo que exclui: esse, o ponto de partida. Portanto, nesta antologia não falta nenhum poeta, o que não quer dizer que a um ou outro poeta não passe a faltar esta antologia. [...]»

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sexta-feira, julho 21, 2023

Livro de Artistas



AL BERTO | JOSÉ PEDRO CROFT
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE | ANA JOTTA*
ANTÓNIO OSÓRIO | PEDRO CABRITA REIS
FÁTIMA MALDONADO | PAULA REGO
JOÃO MIGUEL FERNANDES JORGE | PEDRO CALAPEZ
JOAQUIM MANUEL MAGALHÃES | RUI SANCHES
JOSÉ AMARO DIONÍSIO | EDUARDO BATARDA
MARIA GABRIELA LLANSOL | JULIÃO SARMENTO
NUNO JÚDICE | RUI CHAFES
colecção coord. Alexandre Melo e Margarida Lages
capa, paginação* e supervisão gráfica de Paulo da Costa Domingos

Lisboa, 1991
Comissariado Para a Europália 91
1.ª edição [única]
9 volumes (colecção completa)
bilingue português – francês
301 mm x 255 mm (estojo)
40 págs. + 44 págs. + 56 págs. (16 das quais em papel vegetal) + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs. + 40 págs. + 48 págs. + 48 págs.
títulos individuais: [1] Canto do amigo morto; [2] Sumário*; [3] Inquirição; [4] Caça e persuasões; [5] Sobre o mar e a casa; [6] Sloten; [7] A sombra do sangue; [8] O raio sobre o lápis; [9] Uma sequência de Outubro
ilustrados
brochuras acondicionadas num elegante estojo artístico de fabrico recente
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
450,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto de participações poéticas e pictóricas inéditas** levadas em representação de Portugal a Bruxelas, numa época em que, por parte dos governantes das nações europeias, havia algum interesse na cultura… Ou, pelo menos, havia basta liquidez financeira para transformar as culturas nacionais num amálgama transnacional ao serviço da captação de votos para os políticos.

* As ilustrações apresentadas por Ana Jotta, como solução gráfica para os poemas de António Franco Alexandre, nunca foram aprovadas por Paulo da Costa Domingos, responsável pelo figurino da colecção.
** Também António Franco Alexandre não levou a sério a sua resposta ao convite da Europália, preferindo não apresentar inéditos, com uma colheita avulsa na obra publicada.

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quarta-feira, maio 18, 2022

Esboços da Morte (Cartas de Amor) e Cartas de Longe

 

ANTÓNIO MADEIRA

s.l., 1977
Alberto R. Pidwell Tavares, Editor
1.ª edição [única]
215 mm x 152 mm
64 págs.
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Joaquim Manuel Magalhães, celebrando o projecto desta editora:
«[…] merece atenção a tentativa editorial de Alberto Pidwell Tavares [o poeta Al Berto]. Não basta, contudo, acolher com simpatia, como normalmente se faz. É preciso declarar que lugar ocupa na rede desses comportamentos [editoriais] a actividade deste pequeno “artesanato” editorial.
[…] A diferença principal reside na intensidade que move o projecto de Pidwell Tavares. A qual assenta, prioritariamente, na sua própria capacidade de escrita e na tentativa de radicalidade do que selecciona para publicar. […]» (in Os Dois Crepúsculos, A Regra do Jogo, Lisboa – Porto 1981)

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terça-feira, julho 14, 2020

Três Cartas da Memória das Índias



AL BERTO
ilust. Luís Silva

Lisboa, 1985
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição
209 mm x 150 mm
64 págs.
ilustrado
exemplar como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conjunto poético destinado a um espectáculo do dramaturgo Ricardo Pais, que nunca se concretizou.

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terça-feira, janeiro 08, 2019

Horto de Incêndio


AL BERTO
capa de Paulo Nozolino

Lisboa, 1997
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,5 cm x 13,6 cm
80 págs.
corte das folhas carminado a negro
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse na folha de ante-rosto
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do último livro publicado em vida do Autor, conjunto de versos que inclui o magnífico Morte de Rimbaud Dita em Voz Alta no Coliseu de Lisboa, a 20 de Novembro de 1996 – resultado de uma sua colaboração em espectáculo com João Peste, Rui Reininho, Sérgio Godinho e Jorge Palma.

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Luminoso Afogado



AL BERTO
ROSA CARVALHO
(desenhos)


Lisboa, 1995
Casa Fernando Pessoa / Edições Salamandra
1.ª edição [única]
22,5 cm x 21 cm
60 págs.
fotografia do autor: Adriana Freire
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Longo texto poético – «E se a morte te esquecesse? [...]», etc. – seguido de 17 desenhos a carvão. Corresponde ao período alto de internacionalização deste já falecido poeta, que foi para os da sua geração etária uma espécie de adido cultural.

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