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segunda-feira, abril 20, 2026

Eu, os Politicos e a Nação



CUNHA LEAL

Lisboa, s.d. [1926]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
1.ª edição
191 mm x 122 mm
XLIV págs. + 340 págs.
exemplar estimado, lombada frágil; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Memórias. A longa marcha, que vai da trágica entrada de Portugal na Guerra de 1914-1918 até ao momento que o Exército mais abertamente se mete na política a 28 de Maio de 1926, passando pelos grandes acontecimentos da época, como os assassinatos de 19 de Outubro de 1921, ou o caso do Banco Angola e Metrópole, são aqui contextualizados por um seu actor de proscénio.

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segunda-feira, maio 26, 2025

Ditadura, Democracia ou Comunismo?



CUNHA LEAL

La Coruña, 1931
Imprenta Moret
1.ª edição
199 mm x 130 mm
192 págs.
subtítulo: O Problema Português
exemplar estimado, capa envelhecida; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a égide da União Liberal Republicana, partido de que Cunha Leal era dirigente, analisa no vertente livro, em detalhe, a questão política portuguesa e a nefasta falta de desenvolvimento económico, que ele atribui, não só aos débeis recursos da Natureza no território nacional, mas sobretudo à estupidez dos governantes da ditadura. Cunha Leal, embora encontrando-se, na altura, no exílio – após haver fugido da cadeia –, redige o programa de acção transformadora urgente, destinado a manter aceso, à distância, o espírito combativo dos ideais republicanos... ou, pelo menos, de um certo republicanismo feito de recomendações e apelos à boa consciência dos chefes da ditadura. Só depois de 1934-1935 (e daí por diante) ele radicalizará a sua posição, a pontos de voltar a ser, uma vez mais, preso e deportado.

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terça-feira, março 04, 2025

Vida Contemporânea – Revista mensal de estudos económicos, financeiros, sociais e literários



Lisboa, Maio de 1934 a Abril de 1936
dir. Cunha Leal
redactor principal Vasco da Gama Fernandes
colecção completa (24 números)
249 mm x 192 mm
710 págs. (distrib. por 8 fascículos, numeração contínua) + 1.182 págs. (distrib. por 16 fascículos, numeração contínua) + 1 encarte («Aviso aos srs. assinantes»* incluso no n.º 14) + 198 págs. em extratexto (anunciantes, distrib. por todos os fascículos)
impresso sobre papel avergoado
exemplares manuseados mas aceitáveis, alguns com sujidade e pequenas falhas de papel apenas nas capas; miolo limpo no geral
alguns exemplares ostentam o carimbo do Centro Republicano Académico de Coimbra
225,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Daniel Pires no Dicionário da Imprensa Periódica Literária Portuguesa do Século XX (1900-1940) (Grifo, Lisboa, 1996):
«[...] Revista que por diversas vezes exaltou os ideais da República, evo­cando acontecimentos fulcrais como o 5 de Outubro ou o 31 de Janeiro, apresentou alguma colaboração que não pode deixar de ser referida: Almada Negreiros insurge-se contra a situação caótica da arte em Portugal; Abel Salazar relaciona ciência e direito ao longo de vários números e faz crítica de arte; José Lopes faz o balanço da poesia de Cabo-Verde; Aquilino Ribeiro debruça-se sobre o fenómeno da guerra; Vasco da Gama Fernandes e Cunha Leal escrevem artigos doutrinários [...]»
Colaboração, entre outros, de Pimenta de Castro, Lobo Vilela, Almerindo Lessa, Hipólito Raposo, Henrique Vilhena, Armando Cortesão, André Brun, Severo Portela, Campos Lima, Carlos Amaro, Fidelino de Figueiredo, etc.

* O conteúdo deste Aviso é de crucial importância para se perceber como funcionavam, já então, os contra-informadores. Sic: «Como se propalasse sem qualquer fundamento que a Vida Contemporânea iria interromper a sua publicação, em virtude do seu director se encontrar residindo fóra do país, vem esta administração [António Casanovas Augustine] afirmar que tal não é verdade e que esta revista, à semelhança do que tem acontecido, continuará a sair nos princípios de cada mês e como até agora sob a direcção do sr. engenheiro Francisco Pinto da Cunha Leal. – Lisboa, 1 de Junho de 1935 – A Administração

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terça-feira, julho 19, 2016

O Emprestimo Externo


CUNHA LEAL

Lisboa, 1927
«Edição de um grupo de amigos e admiradores do ilustre homem publico sr. Cunha Leal» / Tipografia Formosa
1.ª edição
18,9 cm x 12,9 cm
88 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do Autor)
subtítulo: Alguns Documentos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na qualidade de dirigente da União Liberal Republicana, mas começando já a demarcar-se do apoio que dera ao golpe de Estado que derrubara a República a 28 de Maio de 1926, Cunha Leal, também então governador do Banco de Angola, põe aqui em causa a política de recurso a um auxílio financeiro externo, levada a cabo pelo ministro das Finanças, Sinel de Cordes. O vertente volume reúne toda a documentação relativa ao referido episódio, cuja controvérsia se estendeu à imprensa periódica da época.

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