quinta-feira, junho 30, 2016

O Homem do Chapéu


COCHAT OSÓRIO
capa de Fernando Marques

Sá da Bandeira (Angola), 1962
Imbondeiro
1.ª edição
16,8 cm x 12,2 cm
36 págs.
acabamento com dois pontos em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Cidade



COCHAT OSÓRIO
capa e ilust. Neves e Sousa

Luanda, 1960
Edição do Rotary Club de Luanda
1.ª edição
23,8 cm x 17,7 cm
80 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel de gramagem superior
exemplar muito estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA LONGA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A ALGUÉM CUJO APELIDO SE ENCONTRA RASURADO
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante livro de poemas de Ernesto Cochat Osório (1917-2002), que Manuel Ferreira (in Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. II, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977) define como sendo um escritor que «[...] verte em algumas das suas histórias a demorada experiência da sua estadia em Portugal. Mas a ele se fica devendo a primeira tentativa literária de apropriação da linguagem oral popular (a norma do português padrão destruída) concretizada no seu conto “Aiué”, embora se reconheça que preferenciou, sobretudo, o nível fónico. [...]»

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Calema


COCHAT OSÓRIO
capa de Israel de Macedo

Luanda, 1956
Livraria Lello
1.ª edição
22,7 cm x 17,4 cm
164 págs.
exemplar estimado, contracapa com um vinco; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Ernesto Cochat Osório (1917-2002), embora o vertente livro de poemas ainda seja de uma fase de crescimento literário, «[...] verte em algumas das suas histórias a demorada experiência da sua estadia em Portugal. Mas a ele se fica devendo a primeira tentativa literária de apropriação da linguagem oral popular (a norma do português padrão destruída) concretizada no seu conto “Aiué”, embora se reconheça que preferenciou, sobretudo, o nível fónico. [...]» (Manuel Ferreira, Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, vol. II, Instituto de Cultura Portuguesa – Biblioteca Breve, Lisboa, 1977)

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quarta-feira, junho 29, 2016

Iron Horse


ALLEN GINSBERG

São Francisco (EUA), 1974
City Lights Books
1.ª edição norte-americana*
texto em inglês
14 cm x 20,1 cm (oblongo)
56 págs.
ilustrado
exemplar como novo
peça de colecção
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Longo poema de Ginsberg, na tradição de Prosa do Transiberiano de Blaise Cendrars, captado em viagem numa travessia do continente norte-americano.

* A verdadeira edição original foi publicada no Canadá em Janeiro de 1973.

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Indian Journals


ALLEN GINSBERG

São Francisco (EUA), 1970
Dave Haselwood Books / City Lights Books
1.ª edição
texto em inglês
20,2 cm x 13,2 cm
212 págs. + 16 págs em extra-texto
subtítulo: March 1962 – May 1963: Notebooks - Diary - Blank Pages - Writings
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse do escritor Jorge Fallorca
PEÇA DE COLECÇÃO
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Allen Ginsberg (1926-1997) foi o rosto da dita “beat generation”, foi a matriz de uma saudável contracultura que veio alterar todas as regras de reconhecimento social ou aceitação do capitalismo e do silêncio em torno da homossexualidade. Indian Journals, para além do registo da viagem de Ginsberg, mostra-nos o interesse do poeta pelas religiões e pelo misticismo oriental.

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The Secret Meaning of Things


LAWRENCE FERLINGHETTI
capa de Beth Bagby

s.l. [Nova Iorque], 1968
A New Directions Book
3.ª edição
texto em inglês
20,3 cm x 13,6 cm
6 págs. + 48 págs. + 10 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poeta norte-americano e co-proprietário da mítica livraria-editora City Lights, em São Francisco, Lawrence Ferlinghetti (nasc. 1919), mundialmente conhecido pelo seu segundo livro, A Coney Island of the Mind, será o editor de Howl (Uivo) de Allen Ginsberg, em 1956, cuja apreensão policial e subsequente processo nos tribunais atraiu de vez as atenções do público anódino para um renascimento artístico franciscano que culminou no «flower power» cantado em 1967 por Scott McKenzie. A Ferlinghetti cabe-lhe a glória de haver editado todos os escritores de referência da “beat generation”, e de haver posto o espaço da sua livraria à disposição de leituras e eventos dos mesmos, com a concomitante projecção cultural.

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Geração Batida


JORGE DAUN
pref. José de Melo
trad. Jorge Daun, Carlos Cunha, Manuel de Seabra e Manuel J. Palmeirim

Lisboa, 1963
Editorial Organizações, Lda.
1.ª edição [única]
18,2 cm x 11,1 cm
64 págs. + 2 págs. em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

O título deste livro advém de um equívoco de tradução para beat generation. Quanto muito seria melhor geração da batida, sendo batida uma forma abrasileirada para designar os ritmos que do jazz passaram para o estilo literário da então jovem geração de escritores norte-americanos, que se sentiam, perante o mundo, tudo menos derrotados ou batidos. Todavia, tratou-se à época de uma importante introdução desse movimento cultural ao público leitor português... e a muitos escritores encartados; não sem semear uma tremenda trapalhada entre o lugar de origem da dita “beat generation” (Nova Iorque) e o lugar da sua maior expansão (São Francisco), enquanto confunde este grupo de escritores com os de um outro grupo, também de São Francisco, que teve como mentor Kenneth Rexroth.

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Home


LeROI JONES

Nova Iorque, 1966
Apollo Editions – William Morrow & Co., Inc.
3.ª edição
texto em inglês
19,6 cm x 12,9 cm
256 págs.
subtítulo: Social Essays
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Afirmação radical dos direitos dos negros norte-americanos, o vertente livro foi escrito numa altura em que a América branca assassinava o dirigente político Malcolm X. O posterior assassinato de Martin Luther King virá confirmar os piores augúrios do ensaista, poeta, dramaturgo e ficcionista LeRoi Jones (1934-2014).

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Tales


LeROI JONES

Nova Iorque, 1968
Grove Press, Inc.
4.ª edição
texto em inglês
20,2 cm x 13,7 cm
134 págs.
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, junho 23, 2016

Trinta e Seis Poemas e Uma Aleluia Erótica


FEDERICO GARCIA LORCA
trad. Eugénio de Andrade
capa e arranjo gráfico de Armando Alves
desenho de Manuel Ribeiro Pavia

Porto, 1968
Editorial Inova Limitada
1.ª edição
20,6 cm x 13,8 cm
180 págs.
é o número inaugural da notável Colecção As Mãos e os Frutos
miolo impresso sobre papel avergoado, capa impressa a três cores e relevo seco
exemplar como novo, por abrir
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tradução cativante. Demonstrativa da proximidade de Andrade relativamente à oficina poética de Lorca.

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Dona Rosinha, a Solteira ou A Linguagem das Flores


FEDERICO GARCÍA LORCA
tradução de Ruy Belo
capa de Soares Rocha

Lisboa, 1973
Editorial Estampa / Seara Nova
1.ª edição
17,9 cm x 11 cm
152 págs.
subtítulo: Poema granadino do século vinte, dividido em vários jardins, com cenas de canto e dança
colecção Teatro, dirigida por Luís Miguel Cintra, J. A. Osório Mateus e Jorge Silva Melo
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Do Prefácio editorial:
«[...] Se Dona Rosinha fosse um romance popular era um romance popular moderno.
Com elementos tradicionais e elementos modernos, com pregões, juras, maldições, alegorias, paralelismos, rimas, imagens, Lorca teria construído aqui o que tantas vezes construiu na sua poesia (sobretudo no Romanceiro Cigano): estaria a olhar para a actualidade com os olhos ingénuos e sábios da sabedoria popular, estaria a olhar para a sabedoria popular com os olhos complexos e artísticos da modernidade. [...]»

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domingo, junho 19, 2016

Origem de Lisboa

ARLINDO DE SOUSA

Lisboa, 1948
Camara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 15,8 cm
4 págs. + 144 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Cruzada

JOSÉ AUGUSTO DE OLIVEIRA

Lisboa, 1949
Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
22,2 cm x 16,1 cm
144 págs.
subtítulo: Subsídios para a História da Conquista de Lisboa
exemplar em bom estado de conservação
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, junho 15, 2016

As Filigranas


LUIZ CHAVES
ilust. Guida Ottolini

Lisboa, s.d. [circa 1940]
Edições SPN
1.ª edição
22 cm x 17 cm
64 págs.
profusamente ilustrado a duas cores
impresso sobre papel superior creme
exemplar como novo
peça de colecção
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

O ouro no folclore nacional constitui um dos mais interessantes componentes dos estudos etnográficos, em que a arte popular surge no seu máximo esplendor.

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Dicionário de Marcas de Faiança e Porcelana Portuguesas


FILOMENA SIMAS
SÓNIA ISIDRO

Lisboa, 1996
Estar-Editora
1.ª edição
24,3 cm x 14,5 cm
192 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
encadernação editorial
exemplar como novo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra de referência, e inescapável instrumento de trabalho para coleccionadores e antiquários.

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Marcas de Contrastes e Ourives Portugueses


MANUEL GONÇALVES VIDAL
pref. Reinaldo dos Santos

Lisboa, 1958
Casa da Moeda
1.ª edição
27,4 cm x 19,2 cm
8 págs. + VIII págs. + 568 págs.
subtítulo: Desde o Século XV a  1950
profusamente ilustrado
exemplar estimado, capa empoeirada; miolo irrepreensível
190,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Gonçalves Vidal, que foi marcador do laboratório e contrastaria da Casa da Moeda, amplia largamente o até então único livro conhecido com a identificação e os desenhos das marcas nacionais, o de Laurindo Costa. A importância do vertente inventário, não só facilita aos profissionais a detecção de falsificações, como é incontornável para a história dessa arte.

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Poinçons d’Or et de Platine


TARDY

Paris, s.d.
Tardy
8.ª edição
15,5 cm x 12,1 cm
6 págs. + 334 págs. + 68 págs.
profusamente ilustrado com os contrastes de garantia internacionais
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra extremamente interessante para antiquários e, em geral, negociantes de ouro e platina, quer em jóia quer em moeda.

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Les Poinçons de Garantie Internationaux pour le Platine



TARDY

Paris, s.d.
Tardy
2.ª edição
texto em francês
16,2 cm x 12,5 cm
36 págs.
encadernação em meia-inglesa com cantos em pele, lombada com sóbria gravação a ouro
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
segundo nota a lápis na contracapa da brochura pertenceu à Ourivesaria Rossio
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Les Poteries – Les Faïences et les Porcelaines Européennes


TARDY

Paris, 1954
Chez l’Auteur
s.i. [2.ª edição]
2.e Partie (somente o 2.º vol. de três)
texto em francês
20 cm x 13 cm
numeração contínua: págs. 425 a 954
subtítulo: Hollande-Hongrie-Italie-Luxembourg-Malte-Norvège-Pologne-Portugal-Roumanie-Russie-Suède-Suisse – Historique, caractéristiques, décors, couleurs, et 4000 marques
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação recente inteira em tela com rótulo estampado na pasta anterior
não aparado
sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Atravez do Continente Negro



HENRIQUE M. STANLEY
trad. Mac-Noden

Lisboa, 1880-1881
Mendonça & Irwin, Empreza Editora / Empreza Horas de Viagem
1.ª edição
3 volumes (completo)
22,4 cm x 15,3 cm
[XVI págs.* + 366 págs. + 11 folhas em extra-texto] + [424 págs. + 9 folhas em extra-texto] + [344 págs. + 20 folhas em extra-texto + 4 desdobráveis em extra-texto]
subtítulo: As Nascentes do Nilo, Circumnavegação dos Grandes Lagos da Africa Equatorial e Descida do Rio Livingstone ou Congo até ao Oceano Atlantico
ilustrados no corpo do texto e em separado
elegantes encadernações da época homogéneas em meia-inglesa, gravação a ouro nas lombadas
pouco aparados, sem capas de brochura
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse e selo branco de Francisco José de Carvalho nos frontispícios
peça de colecção
390,00 eur (IVA e portes incluídos)

Henry Morton Stanley (1841-1904) foi o mais notável explorador britânico do século XIX.

* Este primeiro caderno, apesar de completo, tem as páginas mal sequenciadas.

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O Processo das Virgens


[MARTA CASTRO ALVES, selecção, coord. e nota prévia]
comentários de José Augusto Seabra, José Carlos Ferreira de Almeida, José Martins Garcia e Maria Alzira Seixo
capa de Henrique Manuel

Lisboa, 1975
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
1.ª edição
21,2 cm x 15 cm
360 págs.
subtítulo: Aventuras, venturas e desventuras sexuais em Lisboa, nos ultimos anos do fascismo
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Socorrendo-nos da imprensa clandestina da época, assim noticiava o Portugal Socialista no dia 1 de Janeiro de 1968, num artigo intitulado «Ballet Rose»:
«Por Ballet Rose ficou conhecido e foi divulgado o último “escândalo sexual”, ocorrido em Lisboa, na primavera passada, com a partecipacão de alguns “profissionais do vício”, de mistura com destacados membros da nobreza (marquês da Graciosa, condes de Caria e da Covilhã), homens da alta finança (Espírito Santo, Miguel Quina e Teodoro dos Santos) e o portentoso e “atiradiço” Ministro da Economia (Dr. Correia de Oliveira) já apelidado de “Profumosinho português”...
Para o Ballet Rose, e por intermédio de consabidos proxenetas, eram atraídas raparigas de menoridade, “filhas-famílias”, primeiro como assistentes e depois como comparsas do regabofe e da prática das mais variadas perversões sexuais. [...]»
Maria Alzira Seixo, ao concluir da leitura dos processos jurídicos que constituem o vertente livro, sublinha como este «[...] recorda imediatamente uma realidade próxima e abafada, e que assim assume ao mesmo tempo a condição de denúncia política e de análise objectiva da sociedade contemporânea como Zola a enunciaria. [...]» Prosseguindo mais adiante: «[...] Na verdade, e se descontarmos a monotonia repetitiva das fórmulas de inquirição, toda esta série se pode ler como se de um romance se tratasse, romance “sui generis” mas que, quer pela expressão, quer pelo conteúdo, tem antecedentes aproximados na história da literatura. Não me refiro apenas à matéria de natureza erótica veiculada por meios de depravação susceptíveis de sujeição penal mas, sobretudo, a um processo indirecto de narração que poderemos aproximar do romance epistolar do século XVIII, do tipo de As Ligações Perigosas [...].»
Trabalho exemplar de recolha e denúncia levado a cabo por Marta Castro Alves, pseudónimo do escritor Amadeu Lopes Sabino.

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A 3.ª Guerra Mundial Já Começou


JACQUES BERGIER
trad. José Martins Garcia
capa de Nuno Amorim

Lisboa, 1977
Edições Afrodite
1.ª edição
20,9 cm x 15 cm
180 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
inclui a cinta promocional do editor
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Carta-Prefácio especialmente destinada a esta edição portuguesa:
«[...] Os Alemães parecem reagir violentamente contra o terrorismo, até com excessiva violência, como lhes é habitual. Não podemos considerar como um acto democrático o enforcamento de Ulricke Meinhof na sua cela, mas temos de reconhecer que se obteve assim um certo efeito dissuasor, para mim inesperado, e que a situação na Alemanha melhorou. A França, ao contrário, à força de lamber as botas aos terroristas, acabará por sofrer sérios aborrecimentos. Isto lembra-me as palavras de Churchill aquando de Munique: “Tinham de escolher ou a desonra ou a guerra. Escolheram a desonra e terão a guerra.”
A França tinha de escolher ou a desonra ou o terrorismo no seu território. Escolheu a desonra, terá o terrorismo. [...]»

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