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quarta-feira, janeiro 10, 2018

O Teatro Vicentino e o Teatro Clássico Japonês [junto com] O Conceito de Diabo na Bíblia e em Gil Vicente [junto com] Ementas Gilvicentinas [junto com] Gil Vicente, D. Diogo Pinheiro e os Judeus



ARMANDO MARTINS JANEIRO
ALBERTO PIMENTA
MANUEL HIGINO VIEIRA
ALBERTO F. GOMES

Lisboa, 1966, 1965, 1969 e 1966
Revista ‘Ocidente’ / ‘Revista de Portugal’ (separatas)
1.ª edição (todos)
24,3 cm x 17,7 cm
20 págs. (numeradas da pág. 165 à pág. 184) + 20 págs. (numeradas da pág. 229 à pág. 248) + 8 págs. (numeradas da pág. 261 à pág. 268) + 8 págs. (numeradas da pág. 17 à pág. 24)
exemplares como novos
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Aspectos diversos e diversificados surgem em estudo nos folhetos que constituem o vertente lote, com especial relevo para o texto de Armando Martins Janeiro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, fevereiro 19, 2017

O Escaparate de Todas as Artes ou Gil Vicente Visto por Almada Negreiros [catálogo]


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS
capa e grafismo de Alda Rosa

Lisboa, Setembro de 1993
Secretaria de Estado da Cultura – Instituto Português de Museus
1.ª edição [única]
21,4 cm x 21 cm
2 págs. + 82 págs.
subtítulo: Exposição Comemorativa do Centenário do Nascimento de Almada Negreiros no Museu Nacional do Teatro
capa impressa frente e verso
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar estimado; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conclui assim Vítor Pavão dos Santos o seu magnífico ensaio:
«[...] Tanta sabedoria, tanta imaginação, tão clara compreensão de Gil Vicente convergem neste Auto da Alma, que bem pode considerar-se o testamento teatral de Almada.
E com este espectáculo em que tudo desejou abranger, se chega ao fim desta breve incursão pelo constante fascínio de Almada pelas artes do espectáculo. Para todas tão apto e por todas tão fascinado que nenhuma distinguiu, por todas se dispersando, em nenhuma, por isso, deixando a grande obra que em tudo quanto fazia constantemente se anunciava.
Afinal, porque, para Almada, o espectáculo tanto estava na escrita, como no desenho, como no pensamento, como, muito especialmente, na própria vida.»

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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, outubro 18, 2016

Contos de Mestre Gil


FONSECA MENDES
capa e ilust. António Domingues

Lisboa, 1941 [aliás, 1942]
Editorial Globo, Limitada
1.ª edição
17,8 cm x 12,3 cm
144 págs.
subtítulo: Inspirados na obra de Gil Vicente
ilustrado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, setembro 01, 2016

Obras



GIL VICENTE

Lisboa, 1852
Escriptorio da Bibliotheca Portugueza [editores: J. da S. Mendes Leal Junior e F. J. Pinheiro]
s. i. [4.ª edição: «A presente edição, por tanto, é a reprodução completa da 1.ª com as correcções da 3.ª» (de J. V. Barreto Feio e J. G. Monteiro, Hamburgo, 1834)]
3 volumes (completo)
13,8 cm x 9,1 cm
[LX págs. + 388 págs.] + 530 págs. + 394 págs.
cartonagem editorial com gravação a negro nas lombadas
exemplares em bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse de Armando Quartin Graça nos frontispícios
peça de colecção
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Incluem os voluminhos toda a obra conhecida de Gil Vicente, que abarca autos dramáticos, comédias, tragicomédias, farças e poesias várias. Acrescidos de um longo prólogo biográfico captado da edição de Hamburgo, e de um glossário.

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telemóvel: 919 746 089

Auto de la Sibila Casandra



GIL VICENTE
pref. e notas de Álvaro Giráldez (pseud. de Aubrey FitzGerald Bell)

Madrid, 1921
Librería General de Victoriano Suárez
s.i.
texto em castelhano
17,7 cm x 11,3 cm
48 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
valorizado pela dedicatória manuscrita de Álvaro Giráldez ao escritor Agostinho de Campos, assim como pela carta anexa em que o mesmo esclarece a natureza do seu pseudónimo e justifica a reduzida tiragem da edição: «A edição do auto é de cem exemplares, dos quaes 38 estão á venda em Madrid e 4 em Lisboa.»
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Exortação da Guerra


GIL VICENTE
ed. crítica de João de Almeida Lucas

Lisboa, 1944
Edições da Revista «Ocidente»
s.i.
18,6 cm x 13 cm
176 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar como novo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tragicomédia escrita em 1514, no intuito de sensibilizar e incentivar as doações, ou a compra das indulgências (a bula da cruzada), para a guerra que D. Manuel I preparava: pretendia então o rei de Portugal conquistar Fez e Marraquexe.

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Gil Vicente, Floresta de Enganos



VITORINO NEMÉSIO
[capa de Fred Kradolfer]

Lisboa, 1941
Editorial «Inquérito», Lt.ª
1.ª edição
18,9 cm x 12,5 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

«Atravesso mais uma vez a selva vicentina» [assim começa o belíssimo texto de Nemésio...] «e, dos títulos que a Copilaçam de todalas obras de Gil Vicente me oferece, vivos como fôlhas do Triunfo do Inverno, expressivos e directos como os fustes das vinte e quatro árvores dos autos, que se dispõem de maneira a dar a cómica ilusão de um bosque inteiro, escolho FLORESTA DE ENGANOS para nome dessa formidável unidade. Bem sei que os “enganos” da comédia de Gil Vicente são puros disfarces, o que os franceses chamam déguisements: coisas de maneira ou de “guisa” mudada. Mas nem êsse nem outros expedientes teatrais abafam a fôrça simbólica do teatro vicentino. [...]»

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Os Sermões de Gil Vicente e a Arte de Pregar



JOAQUIM DE CARVALHO

Lisboa, 1948
Edição da Revista ‘Ocidente’
1.ª edição (separata)
25,7 cm x 18,6 cm
88 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Num estudo vicentino, que também o é acerca da Idade Média lusitana, Joaquim de Carvalho desde logo, nas primeiras linhas do seu texto, bem caracteriza a época:
«[...] O espírito foi jovial, o ânimo resoluto, os modos corteses, a inteligência tranquila e segura de si, mas a mente desconheceu dúvidas promissoras, a vontade, com querer virilmente o que quis, talvez se afirmasse mais extensamente em nolições que em volições, e a expressão literária, em si mesma, como forma de Arte, não teve agilidade nem se elevou no puro prazer estético. Dir-se-ia que ninguém, por então, deixara correr a pena só movida pelo deleite de escrever. A volúpia recatada com que D. Duarte escrevera para si próprio e para a sua escrivaninha cedera inteiramente o lugar ao desejo de bem-merecer a recompensa dos poderosos, quer narrasse História, quer folgasse com metro e rima nos serões palacianos. Poetas, prosadores, pregadores, todos utilizavam o verbo para defender ou para atacar. A intenção didáctica tornara-se o signo daquela hora vesperal [...].»

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A Mulher na Obra de Gil Vicente



JOAQUIM LEITÃO

Lisboa, 1939
Academia das Ciências de Lisboa
1.ª edição
25,8 cm x 19,5 cm
72 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Caeiro da Mata
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] Em Gil Vicente encontrou a mulher o seu defensor. [...]
Três tipos feministas da obra Vicentina – A Sibila Cassandra, no teatro hierático; a Inês Pereira e a Isabel de Quem tem farelos, no teatro popular –, são três gritos de oprimidas que desagravam os seus direitos. [...]»

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