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domingo, agosto 02, 2026

A Utopia

 

TOMÁS MORO
trad. Berta Mendes

pref. Manuel Mendes

Lisboa, 1947
Edições Cosmos
1.ª edição
192 mm x 133 mm
XL págs. + 168 págs.
subtítulo: Ou O Tratado da melhor forma de governo
capa e contracapa impressas frente e verso
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, julho 21, 2026

João César Monteiro [catálogo]

 

JOÃO CÉSAR MONTEIRO
et alii
org. João Nicolau
grafismo de Rita Azevedo Gomes

Lisboa, 2005
Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
1.ª edição [única]
248 mm x 180 mm
640 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
exemplar como novo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Iluminações | Uma Cerveja no Inferno

 

JEAN-ARTHUR RIMBAUD
trad., pref. e ilust. Mário Cesariny

Lisboa, 1972
Estúdios Cor
1.ª edição [2.ª edição do segundo título]
185 mm x 115 mm
160 págs. + 7 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE MÁRIO CESARINY
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, julho 05, 2026

A Revolução em Portugal


CAMPOS LIMA

Lisboa, 1925
Edições Spartacus (ed. Autor)
1.ª edição (2.º milhar)
188 mm x 131 mm
200 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

O descontentamento com o rumo que os republicanos vinham dando ao país é aqui por de mais evidente: «[...] Está demonstrado que dentro da República, com a sua estructura actual, nenhuma evolução se realiza num sentido socialista, única razão porque os elementos avançados colaboraram na proclamação dêsse regimen. [...]» Assim, propõe o libertário Campos Lima um programa de acção directa em conformidade com os factos do momento.

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quarta-feira, junho 17, 2026

My Friend Ché


RICARDO ROJO
trad. Julian Casart


Nova Iorque, 1969
Grove Press, Inc.
1.ª edição
texto em inglês
178 mm x 109 mm
256 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DE ISABEL SUPICO PINTO, filha do ex-Ministro do estado novo Clotário Luís Supico Ribeiro Pinto e da atriz Maria Adelaide da Silva Lalande
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, maio 24, 2026

Para uma Contracultura


THEODORE ROSZAK
trad. Jorge Rosa
capa de Fernando Felgueiras

Lisboa, 1971
Publicações Dom Quixote
1.ª edição
209 mm x 136 mm
352 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
carimbo de oferta do editor no ante-rosto
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para aqueles que se preocuparam, nos anos 60 do século XX, com mudar de vida e transformar o mundo foi este um dos ensaios de referência na reflexão e síntese das inquietações político-revolucionárias então em jogo. Theodore Roszak (1933-2011), tendo-se notabilizado pelo vertente livro, em rigor nunca deixou de expandir e aprofundar a história recente da América.

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terça-feira, abril 07, 2026

Quatro Anos de Deportação


MÁRIO CASTELHANO
notas prévia e final de Mário Duarte Castelhano (filho)
capa de Soares Rocha


Lisboa, 1975
Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.
1.ª edição
209 mm x 135 mm
264 págs.
exemplar como novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Dizem-nos as notas de enquadramento destas memórias que as mesmas foram escritas em 1931, abrangendo um período da vida do autor que remonta a 1927, aquando a ditadura militar o prendeu, por lutar «[…] pelo advento de uma sociedade mais justa e equitativa […].
Em 1934 é novamente preso, barbaramente espancado e condenado a 20 anos de prisão.
Em 12 de Outubro de 1940 morre no Campo de Concentração do Tarrafal. Tinha 44 anos de idade.»

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sexta-feira, março 27, 2026

Poésies



ISIDORE DUCASSE, COMTE DE LAUTRÉAMONT
Georges Goldfayn
Gérard Legrand

Paris, 1960 [aliás 1962]
Le Terrain Vague
1.ª edição comentada
texto em francês
195 mm x 150 mm
224 págs. + 2 folhas em extra-texto + 48 págs. (não numeradas)
impresso sobre papel superior Alfa-Mousse de Navarra
sóbria encadernação em meia-francesa com cantos em pele gravada a ouro na lombada, nervuras também picotadas a ouro
aparado somente à cabeça
conserva as capas e a lombada da brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da mais profunda edição crítica alguma vez levada a cabo em torno do poeta luciferino francês, do mesmo modo que dava, finalmente, a conhecer este controverso livro, e de muito restrita circulação, à generalidade dos leitores. Goldfayn surge para as letras surrealistas em 1951 na designada, por André Breton, «segunda geração». Podemos encontrá-lo, episodicamente, também como actor da dupla de realizadores Danièlle Huillet / Jean-Marie Straub, mas ainda como empregado de um famoso bar de jazz parisiense, o Storyville. Legrand, igualmente colaborador próximo de Breton, destacou-se, por seu turno, como crítico de cinema.

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quarta-feira, janeiro 28, 2026

9.8.7.6.5.4.3.2.1

 

PAULO DA COSTA DOMINGOS
fotog. Paulo Nozolino


Lisboa, 2026
Barco Bêbado | viúva frenesi
1.ª edição
220 mm x 155 mm
28 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar novo
15,00 eur (IVA e portes incluídos)

Completando um ciclo de quatro brochuras de versos inéditos – 1.2.3.4.5.6.7.8.9, Caderno 37 e Características – este 9.8.7.6.5.4.3.2.1 leva o retrato do horror e lama portugueses mais longe:

O poema transgride pela manhã
e cobre gloriosamente a trepadeira púrpura;
agora, que tudo e todos se odeiam,
na impenetrável aurora
sentem-se melhor.

A precisão maligna de impulsos
à astúcia de um pressuposto de luz
(pedaço a pedaço revelando a morte
e o nojo reprimidos)
declina o Tempo zodiacal:
a violenta partição do fluxo:
da Via Láctea ao vírus;
da epifania à produção em série;
do incesto ao tributo pago;
do continente à subida das ágüas;
da fala à sílaba;
da geografia à Arca; …

A gavinha do poema lambe caliça
num recanto de sombra, re-canta:
as escolhas e permutas na cidade-cluster.

De mão estendida o poema alastra.
Já sem núcleo, uma onomatopeia cindida.

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On Va Être Absolument Contre

 


aa.vv.
capa de Danny Fox
trads. António Gregório, Luís Lima, Philipp Teuchmann, Ana Isabel Soares, Júlio Henriques, Diogo Montenegro, Pedro Morais, e Mathilda Cullen
grafismo de Paulo da Costa Domingos


Lisboa, 2026
Barco Bêbado
1.ª edição
trilingue português – inglês – francês
220 mm x 165 mm
228 págs.
profusamente ilustrado a negro e a cor
cartonagem editorial e relevo seco
exemplar novo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui manifestos panfletários de Andrés Vaccari, Emanuel Cameira, Charles Bernstein, Paulo da Costa Domingos, Mehdi Belhaj Kacem, Louis Armand, Danny Fox, Andrew C. Wenaus, Daniel Y. Harris, Eduarda Neves, Pierre Merejkowsky, Rui Baião, Gary J. Shipley, Nina živančević, Felix Bernstein, Peter Bouscheljong, Stavroula Bellos, e Manuel João Neto.

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segunda-feira, janeiro 26, 2026

O Anarchismo


PAUL ELTZBACHER
trad. e pref. Agostinho Fortes


Lisboa, 1909
Edição da Typographia de Francisco Luiz Gonçalves
1.ª edição
198 mm x 130 mm
240 págs.
encadernação recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, janeiro 23, 2026

Fourier et Son Système


GATTI DE GAMOND

Paris, 1841-1842
Capelle, Libraire-Éditeur
5.ª edição
167 mm x 107 mm
4 págs. + XII págs. + 384 págs.
encadernação da época em meia-francesa com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Isabelle Gatti de Gamond (1839-1905), feminista militante e livre-pensadora, desenvolveu a sua actividade essencialmente como pedagoga.

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Ode à Charles Fourier



ANDRÉ BRETON

Paris, 1947
Aux Éditons de la Rue Fontaine
1.ª edição
285 mm x 170 mm
4 págs. + 52 págs.
encadernação recente em meia-francesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
corte dourado à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta no verso da primeira folha-de-guarda o ex-libris do neo-realista Joaquim Pessoa
é o n.º 460 da parte da tiragem impressa sobre velino
PEÇA DE COLECÇÃO
650,00 eur (IVA e portes incluídos)

Longo poema escrito numa inequívoca celebração do rompimento do grupo surrealista francês com o Partido Comunista local. Fourier representa, no contexto das ideias políticas, a vanguarda do comunismo libertário.

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Novo Mundo Amoroso

 

CHARLES FOURIER
trad. e pref. Franco de Sousa
capa de Manuel Correia

s.l. [Lisboa], s.d.
Estúdios Cor
1.ª edição
185 mm x 117 mm
256 págs.
capa impressa a duas cores directas e relevo seco
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo Italo Calvino (in La Machine Littérature, Éditions du Seuil, Paris 1993):
«[…] En opposition à la pensée des XVIIe et XVIIIe siècles qui cherchait un fondement à l’éthique dans la raison, Fourier sent que le seul terrain solide sur lequel on puisse construire une morale est le principe du plaisir. […]»

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quinta-feira, outubro 30, 2025

A Conferencia da Paz e a Sua Obra

 

AUGUSTIN HAMON
trad. Adolfo Lima, e Bel-Adam


Lisboa, 1919
Guimarães & C.ª – Editores
1.ª edição
206 mm x 137 mm
VIII págs. + 192 págs.
subtítulo: O que ela foi e o que devia ser
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma análise ao rescaldo da Primeira Guerra Mundial, escrita do ponto de vista do movimento libertário internacional.

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sábado, outubro 18, 2025

Poesia



ANTÓNIO MARIA LISBOA
org. Mário Cesariny

Lisboa, 1977
Assírio & Alvim
2.ª edição [conjunta, substancialmente ampliada]
191 mm x 168 mm
412 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui o raro suplemento de 4 págs. Erratas Gralhas e Omissões no Livro «Poesia de António Maria Lisboa» Estabelecido por Mário Cesariny de Vasconcelos para a Editora Assírio & Alvim
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DE MÁRIO CESARINY
170,00 eur (IVA e portes incluídos)

A força poética do libertário António Maria Lisboa, em 1977, aquando da reunião da sua Poesia no vertente volume, pela segunda vez levada a cabo por Mário Cesariny (antes, em 1962, apenas 80 páginas numa edição da Guimarães), ainda fazia estragos entre os próceres da “democracia” nascente: não apenas o “director” da colecção que acolheu o livro – o obtuso e limitado E. M. de Melo e Castro –, mas também o editor!... (não se sabe se o Assírio, se o Alvim), fizeram imprimir junto com a ficha técnica notas em que, cada qual à sua triste figura, enjeitam a edição.

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Grifo


aa.vv.

s.l. [Lisboa], 1970
ed. Autores / distribuição Quadrante
1.ª edição [única]
221 mm x 166 mm
208 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
135,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colectânea de intervenções surrealistas (umas mais, outras menos: poesia, prosa, desenho, dramaturgia) – seguindo o modelo pioneiro de Mário Cesariny com Surrealismo Abjeccionismo (Minotauro, Lisboa, 1963) –, inclui inéditos de António Barahona da Fonseca, António José Forte (a sua homenagem ao Maio de 68 na pessoa do anarquista Daniel Cohn-Bendit), Eduardo Valente da Fonseca, Ernesto Sampaio, João Rodrigues, Manuel de Castro, Maria Helena Barreiro, Pedro Oom, Ricarte-Dácio, Virgílio Martinho e, tudo orquestrando graficamente, Vitor Silva Tavares (que repetirá a fórmula no Inverno 1973-1974 com o, igualmente magnífico volume colectivo de combate, Coisas, na & etc). O vertente, então alvo de buscas policiais, circulou clandestinamente de mão em mão, vendido pelos diversos autores nos cafés, nos bares, nas redacções da resistência... Para a sua capa, chamou recentemente as atenções Pedro Piedade Marques na página electrónica Montag – By their covers: «[...] denota um olho atento do editor / grafista Vítor Silva Tavares ao que de melhor vinha de França, no caso o alfabeto criado por Roman Cieslewicz para o Guide de la Fance Mysterieuse das edições Tchou, em 1964».

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domingo, outubro 05, 2025

Agarra Que É Ladrão! Anarquismo e Filosofia

 

CATHERINE MALABOU
trad. Luís Lima
capa de Pedro Sousa Vieira
grafismo de Paulo da Costa Domingos


Lisboa, 2025
Barco Bêbado
1.ª edição
210 mm x 130 mm
320 págs.
exemplar novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[…] A espacialização anarquista, precursora da geografia social e da ecologia, trabalha incansavelmente para uma compreensão política da horizontalidade. Dizer que a geografia e a política preparam o terreno uma para a outra não é brincar com as palavras. Geografia da emancipação contra geografia da dominação: o anarquismo remete a verticalidade para o que esta é, uma lógica da governação, que reduz qualquer diastema a uma subordinação. Mas não há necessidade de subordinar para organizar. “O nosso objectivo político (...)”, diz Reclus, “é a ausência de governo, é a anarquia, a mais alta expressão da ordem”.
Ausência de governo: o problema do sentido a dar a estas palavras é a razão de ser deste livro, que requer, de quem o quiser ler, um novo olhar, liberto das medidas e das tendências hegemónicas.
No entanto, este é, de facto, um livro de filosofia e não de geografia. Nasceu, mais precisamente, da consciência de um atraso da filosofia em relação à geografia. Atraso da filosofia em relação à geografia física e política da horizontalidade, atraso da filosofia em relação ao anarquismo.
Chegou o tempo de compensar esse atraso e de iniciar o confronto explicativo entre filosofia e anarquismo que ainda não teve lugar. […]»

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segunda-feira, setembro 22, 2025

A Arte de Viver para a Geração Nova


RAOUL VANEIGEM
trad. José Carlos Marques

capa de João B. [Botelho]

Porto, 1975
Afrontamento
1.ª edição
210 mm x 125 mm
308 págs.
é o n.º 3 da colecção O Saco de Lacraus
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

É um dos mais notáveis livros na origem dos acontecimentos pré-revolucionários centro-europeus em Maio de 1968. Co-fundador da Internacional Situacionista e companheiro próximo de Guy Debord e de Asger Jorn, o seu posterior afastamento só foi alargar o âmbito e a geografia de uma acção directa sobre a esfera do capitalismo. Esta arte de viver é, por excelência, o Hino da Eterna Juventude da Idade Contemporânea, num mundo minado pela ordem dos idosos.

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Do It


JERRY RUBIN
pref. Eldridge Cleaver
[trad. anónima]
grafismo de Quentin Fiore

Paris, 1971
Éditions du Seuil
1.ª edição
texto em francês
206 mm x 140 mm
272 págs.
subtítulo: Scénarios de la Révolution
profusamente ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no rodapé do frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Dans une vie antérieure, Jerry Rubin [1938-1994] était un jeune Américain sage aux cheveux courts. Il fit 20000 kilomètres pour rencontrer le Che à Cuba, qui lui dit quelle chance était la sienne de vivre et pouvoir se battre au cœur de “la Bête”: les U.S.A. A travers les luttes de ces dernières années, sur les campus, contre le Pentagone, à Chicago en 1968, Rubin est à l’origine de cette synthèse entre le courant hippie et le gauchisme des jeunes révolutionnaires blancs américains: le mouvement “yippie” dont ces pages sont à la fois le Manifeste, l’épopée, le manuel et la bande dessinée.
Préfacé par le leader des Panthéres noires Eldridge Cleaver [1935-1998], mis en page par Quentin Fiore (le “designer” de McLuhan) [...].»
É de assinalar que Rubin, após o apodrecimento da sua juventude, e como accionista numa conhecida marca de computadores, veio a tornar-se um modelo de virtude capitalista e homem de negócios multimilionário.

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