sexta-feira, janeiro 30, 2015

Poesias


GUILLEVIC
trad. e pref. David Mourão-Ferreira

Lisboa, 1965
Editora Ulisseia Limitada
1.ª edição
bilingue
18,2 cm x 10,2 cm
XXVI págs. + 78 págs.
orientação gráfica do pintor Espiga Pinto
com sobrecapa em papel de alcatrão
é o n.º 4 da prestigiada Colecção Poesia e Ensaio
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Eugène Guillevic, conheceu todas as guerras do século XX europeu; a de 1968, inclusive. Na segunda assumiu-se como poeta da Resistência, e nunca mais deixou de o ser. Brevemente aqui traduzido por Mourão-Ferreira, cujo texto de Apresentação não perde a oportunidade de atirar sobre o conservador T. S. Eliot.

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segunda-feira, janeiro 26, 2015

O Anão


PÄR LAGERKVIST
trad. de João Pedro de Andrade
capa de António Vaz Pereira

Lisboa, 1958
Editorial Cosmos, Ltd.
2.ª edição
19,5 cm x 14,4 cm
200 págs.
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar estimado, miolo limpo
carimbo de posse na folha de ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romancista, contista, poeta, dramaturgo e ensaísta sueco, laureado com o Nobel. Ao lê-lo não podemos deixar de ser assaltados por imagens da filmografia de Ingmar Bergman, seu compatriota.
Nota: capa igual à da 1.ª edição, diferindo apenas na combinação das cores.

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Fausto [partitura]




JULES BARBIER e MICHEL CARRÉ, libretto
CHARLES GOUNOD, música

Paris, s.d. [circa finais do séc. XIX]
Choudens, Éditeur
s.i.
27,2 cm x 19,7 cm
4 págs. + 246 págs.
subtítulo: Opera in cinque atti
encadernação antiga inteira em tela encerada com gravação a negro na lombada e cercaduras decorativas em relevo seco em ambas as pastas
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo da loja de Augusto Neuparth no rodapé do frontispício
50,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Versão operática italiana a partir da peça de teatro Fausto e Margarida, de Michel Carré, inspirada, por seu turno, na obra-prima alemã de Goethe. O vertente livro constitui apenas a notação musical para piano e voz.

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A Ressurreição


MANUEL RIBEIRO
capa de Alfredo Moraes

Lisboa, 1923
Livraria Editora Guimarães & C.ª
1.ª edição
19,3 cm x 12,6 cm
320 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Ribeiro (1878-1941), ferroviário, começou por ser um ateu anarco-sindicalista, depois foi membro fundador do Partido Comunista Português, acabando por converter-se ao catolicismo. Com colaboração espalhada por publicações de referência, como A Batalha ou A Bandeira Vermelha, será preso no Limoeiro na sequência de uma greve operária em 1920, o que terá influenciado decisivamente o seu retrocesso, mas também a futura abertura de portas ao exercício da profissão de conservador na Torre do Tombo. Artisticamente ficou no rodapé da história literária devido à sua reabilitação do romance tipo “gótico”, que teve o verdadeiro cultor em Alexandre Herculano.

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domingo, janeiro 25, 2015

Alexandre Herculano

 

DIOGO ROSA MACHADO

Lisboa, 1900
Livraria Editora Tavares Cardoso & Irmão
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
56 págs.
subtítulo: Conferencia pública realizada no Atheneu Commercial de Lisboa, na noite de 15 de Julho de 1900
exemplar estimado, falhas de papel na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, janeiro 22, 2015

Camões – Revista de Letras e Culturas Lusófonas [Saramago]


Lisboa, n.º 3, Outubro / Dezembro, 1998
dir. Jorge Couto
Instituto Camões
design gráfico de Luís Moreira
[número especial inteiramente dedicado ao Prémio Nobel português]
28 cm x 24,2 cm (formato de álbum)
112 págs.
miolo profusamente ilustrado impresso a cor sobre papel superior, capa impressa sobre cartolina canelada
exemplar como novo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Colaboração, entre outros, de José Manuel Mendes, Baptista-Bastos, Vázquez Montalbán, Enrique Vila-Matas, Dario Fo, Carlos Fuentes, Carlos Reis, etc.

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As Opiniões que o DL Teve


JOSÉ SARAMAGO
capa de Lucília Louro


Lisboa, Janeiro de 1974
Seara Nova / Futura
1.ª edição
18,4 cm x 11,5 cm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião dos melhores artigos que ao longo de quase dois anos o escritor, na qualidade de editorialista, produziu anonimamente para as páginas do Diário de Lisboa. Aí avultam alguns que nem sequer puderam ser publicados, facto (censório) que, segundo a nota de apresentação deste livro, ainda editado antes do fim da ditadura do Estado Novo, «não precisa explicação». Trata-se, pois, do último livro de Saramago antes da queda do regime fascista.

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Deste Mundo e do Outro


JOSÉ SARAMAGO
grafismo de Mendes de Oliveira

Lisboa, 1971
Editora Arcádia, S. A. R. L.
1.ª edição
18,1 cm x 10,7 cm
224 págs.
exemplar como novo
peça de colecção
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião de crónicas; em algumas o tom é poético e empolgado, pouco comum numa época deprimida e sitiada.

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Manual de Pintura e Caligrafia


JOSÉ SARAMAGO
capa e plano gráfico de Luís Duran

Lisboa, 1976
Moraes Editores
1.ª edição
20 cm x 14 cm
352 págs.
subtítulo: Ensaio de Romance
exemplar muito estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Das fichas de leitura do serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, assinada por Joana Varela em 1984:
«Se José Saramago quisesse ser exacto e gostasse de desvendar segredos, em vez de “Manual de pintura e caligrafia”, chamaria muito simplesmente ao seu livro “Manual de vida”, porque, no fundo, é só disso que se trata: Um pintor de retratos da alta burguesia lisboeta, H., começa simultaneamente o retrato “oficial” de S., administrador de uma empresa, um retrato clandestino onde procura pôr o que no primeiro se escapa e uma espécie de diário. A como que finura que o segundo retrato instala na sua pintura, é homóloga da finura da reflexão que a escrita inaugura – e ambas tendem para a ruptura: do modo de vida, do modo de arte, do modo de pensamento. Tudo acaba por convergir numa teoria, aliás por diversas vezes expressa no livro: toda a literatura é autobiográfica, todo o retrato é auto-retrato, toda a forma de arte é forma de vida. E vice-versa. O que o livro relata, portanto, é, na primeira parte, uma conversão à estranheza da intimidade e, na segunda, à sua habitação – no entanto, porque o escritor só deve falar de tudo que sabe, a primeira parte, a do cinismo, a da distância, a da auto-impiedade é infinitamente superior à conclusão, adocicada por um encontro que tem a dupla vantagem e cegueira de ser amoroso e político. De qualquer forma, [...] pensamos que a sua aquisição é recomendável

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Que farei com este livro?



JOSÉ SARAMAGO
posfácio de Luiz Francisco Rebello
capa de José Araújo


Lisboa, 1980
Editorial Caminho, SARL
1.ª edição
18,5 cm x 12 cm
168 págs.
tiragem declarada de apenas 3.000 exemplares
exemplar estimado; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça de inspiração camoneana. Apresenta a curiosidade de ainda ser dedicada «À Isabel [da Nóbrega], cada vez mais»...

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Uma Mulher em Berlim



CHRISTINE GARNIER
trad. de José Saramago

capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1957
Publicações Europa-América
1.ª edição
19,6 cm x 14,1 cm
288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

A autora, jornalista basto conhecida em Portugal pelo menos desde a publicação, em 1952, do seu livro autocomplacente Férias com Salazar [Parceria António Maria Pereira, Lisboa], surge-nos aqui (traduzida pelo comunista José Saramago, e numa editora da resistência antifascista) a assinar um romance característico da cidade que a guerra dividiu.

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A Vida de Liszt


GUY DE POURTALÈS
trad. José Saramago

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
21,8 cm x 15,3 cm
296 págs. + 9 folhas em extra-texto
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«Franz Liszt é, sem dúvida, uma das mais sedutoras e ricas figuras da história da música. Pianista e compositor de igual genialidade, típico representante do romantismo musical, Liszt foi igualmente o anunciador dos caminhos que iriam florescer em Wagner. [...]
Como homem, Franz Liszt foi um verdadeiro filho do romantismo. Passeando pela Europa a sua inigualável glória de virtuose do piano, viveu como tocou. Entre a sua música e a sua técnica de interpretação, por um lado, e a sua vida, houve pelo menos um ponto de contacto: a paixão, com tudo o que nela possa haver de grandeza, de excesso, de desmedida. [...]»

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terça-feira, janeiro 20, 2015

Athena – Revista de Arte


Lisboa, Outubro de 1924 a Fevereiro de 1925
dir. Fernando Pessoa e Ruy Vaz
5 números em 1 volume (colecção completa)
edição fac-similada, 1983
Contexto Editora, Lda.
26,6 cm x 19,6 cm
16 págs. + [2 págs. + 64 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 68 págs. + 1 cromo colado + 2 págs.] + [2 págs. + 70 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 68 págs. + 2 págs.] + [2 págs. + 54 págs. + 2 págs.]
profusamente ilustrados
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Segundo a apresentadora desta reedição da Athena, Teresa Sousa de Almeida, a revista procurava ser «[...] uma alternativa possível nos anos vinte. À mundanidade da Contemporânea opunha a seriedade de uma reflexão teórica, praticamente inexistente em Portugal. Não pretendia desencadear nenhum movimento inaugurador como Orpheu, num tempo pouco propício a aventuras ou a paixões.
É preciso, no entanto, observar que atrás de Athena está, não uma geração que se tinha desfeito, mas apenas o esforço voluntarista de Pessoa que, assinando sob diferentes nomes textos e posições teóricas divergentes, procurou fazer dela o espaço de uma utopia. De facto [...] Athena é fundamentalmente uma encenação. Foi criada para que os poemas de Fernando Pessoa, de Ricardo Reis ou de Alberto Caeiro pudessem aparecer integrados num qualquer movimento, numa qualquer estética. O resto, diríamos nós, parafraseando ainda Pessoa a propósito de Orpheu, é quase paisagem. [...]»

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Depois da Cicuta


ANGUS WILSON, sir
trad. de Mário-Henrique Leiria

pref. de Luís de Sousa Rebelo
capa de João da Câmara Leme

Lisboa, 1961
Portugália Editora
1.ª edição
19 cm x 13,3 cm
340 págs.
exemplar em bom estado, com sinais de arrastamento das pinças da máquina de dobragem nas margens dos dois primeiros cadernos; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Romance pioneiro (data de 1952) da literatura explicitamente homossexual, constitui também um atento retrato da hipocrisia inglesa:
«[...] Angus Wilson compraz-se em alfinetar as ideias reaccionárias e filo-fascistas de alguns desses seus compatriotas, ao mesmo tempo que nos dá a comédia dos pequenos funcionários na rotina burocrática e na aposentação, ou a ruína de uma família, ou ainda esse outro mundo esquecido das velhas virgens. Tão-pouco lhe escapam os meios intelectuais, onde o talento anda de mistura com a vaidade pretensiosa. [...]» (do Prefácio)

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Dona Sinhá e o Filho Padre


GILBERTO FREYRE
pref. Osmar Pimentel
capa de Infante do Carmo

Lisboa, s.d. [circa 1964]
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição (portuguesa)
21,7 cm x 15 cm
240 págs.
impresso sobre papel superior creme
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«A novela – que o autor, com alguma faceirice irónica, classifica de “seminovela” – trata o tema do homossexualismo masculino com a propriedade científica e a inteligência literária que lhe têm comummente faltado. Nem psicanalismo ultrapassado, nem organicismo aflito. Antes, uma síntese harmoniosa das sugestões com que o psíquico, o somático e o cultural podem iluminar num assunto de extrema complexidade.»

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domingo, janeiro 18, 2015

Os Sertões de Euclides da Cunha


PEDRO A. PINTO

São Paulo – Belo Horizonte – Rio de Janeiro, 1930
Livraria Francisco Alves
1.ª edição
23,9 cm x 16,2 cm
316 págs. + 1 folha em extra-texto
subtítulo: Vocabulário e Notas Lexicológicas
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pedro Augusto Pinto (1904-1950), reconhecido médico no Rio de Janeiro, tem no vertente dicionário um excelente auxiliar de leitura da obra-prima de Euclides da Cunha, só ultrapassado, em 2001, pelo Lexicologia de “Os Sertões” de Manif Zacharias.

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quinta-feira, janeiro 15, 2015

Menino de Engenho | Doidinho


JOSÉ LINS DO REGO
capa de Bernardo Marques

Lisboa, s.d. [1957]
Edição «Livros do Brasil»
[1.ª edição (em Portugal)]
22 cm x 15,1 cm
272 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reunião dos dois primeiros romances de José Lins do Rego Cavalcanti (1901-1957), importante escritor brasileiro de cariz regionalista.

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Sentimento Lusitano


RIBEIRO COUTO
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1963
Edição «Livros do Brasil»
1.ª edição
21,8 cm x 15 cm
272 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Autor brasileiro muito apreciado entre os intelectuais portugueses seus contemporâneos, este seu último livro, publicado entre a surpresa e o desgosto pela súbita morte de Ribeiro Couto (1898-1963), e a que o editor acrescentou em Adenda um vasto núcleo de textos a assinalar precisamente esse pesar. Constam aí, entre muitos outros, os nomes de Manuela de Azevedo, António de Sousa, Augusto de Castro, Ferreira de Castro, Fidelino de Figueiredo, Hernâni Cidade, Jacinto do Prado Coelho, João Gaspar Simões, João José Cachofel, Joaquim Paço d’Arcos, José Régio, Marcello Caetano, Matilde Rosa Araújo, Miguel Torga, Urbano Tavares Rodrigues.

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Uma Noite de Chuva



RIBEIRO COUTO
pref. Adolfo Casais Monteiro
capa de Paulo Ferreira
ilust. António Dacosta

Lisboa, 1944
Editorial «Inquérito», L.da
1.ª edição
19,2 cm x 12,4 cm
272 págs. + 11 folhas em extra-texto
subtítulo: E Outros Contos
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Uma Noite de Chuva


RIBEIRO COUTO
pref. Adolfo Casais Monteiro
capa de Paulo Ferreira
ilust. António Dacosta

Lisboa, 1944
Editorial «Inquérito», L.da
1.ª edição
19,1 cm x 12,5 cm
272 págs. + 11 folhas em extra-texto
subtítulo: E Outros Contos
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
é o n.º 95 da tiragem especial sobre papel vergé assinada pelo autor
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, janeiro 09, 2015

O Homem de Braço de Ouro


NELSON ALGREN
trad. Daniel Augusto Gonçalves e Fernanda Pinto Rodrigues

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
1.ª edição
18,7 cm x 12,9 cm
468 págs.
capa impressa a três cores directas e relevo seco sobre carlotina amarela
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na badana:
«[...] Na actual literatura dos Estados Unidos, pode dizer-se que Algren [1909-1981] é o escritor dos deserdados – daquele mundo de falidos, mitómanos, de gentes por qualquer forma deslocada que, de Chicago às pequenas cidades do centro dos Estados Unidos, vive apesar de tudo o seu progressivo industrialismo, para ele até, em certa medida, contribuindo. A importância da obra de Nelson Algren para a compreensão do homem americano deste após-guerra é, por isso, essencial, principalmente no que se refere ao estudo dos meios e ambientes marginais da sociedade.
Não menos importante tem sido a contribuição de Nelson Algren para o cienema, quer pela adaptação dos seus romances – quase todos filmados por alguns dos maiores realizadores [Otto Preminger, socorrendo de actores como Frank Sinatra e Kim Novak, fez deste romance uma obra-prima do cinema, em 1955] – quer como argumentista original.»

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O Homem de Braço de Ouro



NELSON ALGREN
trad. Daniel Augusto Gonçalves e Fernanda Pinto Rodrigues

Lisboa, 1962
Editorial Minerva
1.ª edição
19,3 cm x 13,7 cm
468 págs.
capa impressa a três cores directas e relevo seco sobre carlotina amarela
encadernação em meia-francesa com cantos em pele, elegante gravação a ouro na lombada, rótulos azuis gravados a ouro
aparado e carminado somente à cabeça
conservas as capas e a lombada de brochura
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
discreto carimbo de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 07, 2015

Intervenção do Estado na Administração Local



ARMANDO CÂNDIDO

Lisboa, 1957
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,6 cm x 14,7 cm
104 págs.
subtítulo: Centralização e descentralização
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Em Defesa do Movimento Cooperativo


ARMANDO CÂNDIDO

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,7 cm x 14,7 cm
112 págs.
subtítulo: Limites e Possibilidades da Cooperação
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo
ostenta no ante-rosto a assinatura de posse de Luís Arnaut Pombeiro
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Cooperativas na Indústria


AMÍLCAR MARQUES

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,6 cm x 14,8 cm
124 págs.
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Dos Partidos – Dos Sistemas Eleitorais e da Sua Influência na Vida Política


ANTÓNIO RATO

Lisboa, 1958
CEPS – Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,7 cm x 14,6 cm
92 págs.
capa impressa a negro com rótulo colado
exemplar estimado; miolo limpo, por abrir
assinatura de posse no frontispício
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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As Consequências Económico-Sociais do Acréscimo da Produtividade


JOSÉ PEREIRA ATHAYDE

Lisboa, 1957
Centro de Estudos Político-Sociais
1.ª edição
22,5 cm x 14,6 cm
56 págs.
capa impressa a negro com cromo colado
exemplar estimado, capa com picos de oxidação; miolo limpo
assinatura de posse nas págs. 1, 25, 41 e 54
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Num texto de incentivo à aduzida produtividade, alerta o autor a dado passo:
«[...] A exposição que fizemos leva a concluir que: quanto menos pessoas fizerem as coisas necessárias, melhor será; no entanto, poder-se-á igualmente dizer que existe o perigo de os indivíduos dispensados ficarem sem nada que fazer; – é o problema do desemprego causado pelo acréscimo da produtividade.
[...] O caso mais frequente será, porém, aquele em que o problema da carência é relativo e resulta de uma defeituosa repartição de bens.
Isto pode resultar do próprio facto de se obter maior volume de bens, produzidos por menos pessoas, pois ao prosseguirmos nesta política dá-se um desnivelamento momentâneo, em que a massa de bens acrescidos irá distribuir-se mais generosamente pelos que continuam ocupados, excluindo da repartição os desocupados.
[...] Realmente, para ocupar pessoas é necessário produzir bens úteis, e para o poder fazer é preciso que estes encontrem consumidores.
Para consumir mais, é necessário haver maior poder de compra, ou seja, que aumentem os salários reais, isto é: que a relação entre os salários e os preços aumente e não diminua. [...]»

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domingo, janeiro 04, 2015

O Jornalismo


ALBERTO BESSA
pref. Edmundo d’Amicis

Lisboa, 1904
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,1 cm x 12,7 cm
368 págs.
subtítulo: Esboço Historico da Sua Origem e Desenvolvimento até aos Nossos Dias ampliado com a Resenha Chronologica e Alphabetica do Jornalismo no Brasil
ilustrado no corpo do texto
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita (não assinada) do Autor a Henrique [Lopes] de Mendonça
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

História geral do jornalismo, um pouco por todo o mundo, matéria para a qual Alberto Bessa (1861-1938) estava mais do que habilitado a escrever, tendo sido ele, desde os dezasseis anos de idade, um activista da imprensa republicana radical e, aos trinta e cinco, promotor e secretário da comissão instaladora da pioneira Associação da Imprensa Portuguesa.

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100 Annos de Vida


ALBERTO BESSA

Lisboa, 1930 [aliás, 1929]
Livraria Central de Gomes de Carvalho, Editor
1.ª edição
19,2 cm x 12,1 cm
316 págs.
subtítulo: A Expansão da Imprensa Brazileira no Primeiro Seculo da Sua Existencia – Subsidios para um trabalho de maior fôlego
exemplar estimado, pequenos restauros na capa; miolo limpo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elenco da imprensa brasileira publicada entre 1808 e 1905, expandindo uma tentativa que Alberto Bessa dera à estampa em breve apêndice a um seu livro anterior, O Jornalismo, de 1904.

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