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domingo, agosto 23, 2026

Poesias e Canções Populares do Concelho da Maia

 

ABILIO MONTEIRO, org.
SOUZA ROCHA, revisão
EDUARDO DA FONSECA, notação musical para piano


Porto, 1900
Livraria Portugueza – Editora
1.ª edição
204 mm x 132 mm
122 págs. + 6 folhas em extra-texto (pautas musicais) + 6 págs. (catálogo do editor)
encadernação de amador recente inteira em tela com rótulo gravado a ouro na pasta anterior
folhas-de-guarda em papel imitação de pergaminho
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado, capa anterior da brochura com restauro; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
200,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, julho 12, 2026

Hair [junto com] Vocal Album Hair [partitura]



GEROME RAGNI
JAMES RADO
Galt MacDermot (composição musical)

Nova Iorque | Londres, 1970 e 1968
Pocket Books (Simon & Schuster, Inc.) | United Artists Music Ltd.
6.ª edição | [1.ª edição ?]
texto em inglês
[177 mm x 105 mm (a)] + [280 mm x 215 mm (b)]
[XIV págs. + 2 págs. + 208 págs. + 16 págs. em extra-texto] + 36 págs.
subtítulo: The American Tribal Love-Rock Musical
(a) ilustrado, corte das folhas carminado
(b) acabamento com dois pontos em arame
exemplares estimados, capa envelhecida (a) e como novo (b); miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Começou por ser, em 1967, uma dramaturgia musical quase de teatro de bairro nova-iorquino, uma espécie de nova West Side Story experimental, mas surgida no advento do pacífico movimento hippie e inspirada pela visionária «aldeia global» teorizada por Marshall McLuhan, onde imperaria o amor livre e a experimentação psicadélica proposta pelo guru Timothy Leary. Menos de um ano depois, re-estreia-se na Broadway, descoberta por empresários à míngua de novidades que satisfizessem o habitual público conservador, também este sequioso de chafurdar na maluqueira de uns guedelhudos despidos em cima dum palco. Aquilo que começara por ser uma emanação directa da palpitação de uma época e do espírito das ruas da grande cidade, acabou, assim, recuperado como negócio artístico, dando origem, não só ao vertente livro-guião da peça, mas a uma profusão de merchandising: discos, filmes, digressão pela América, etc., e o próprio licenciamento (autêntico franchising) do evento musical exportado para a Austrália (Sidney) e Europa, com destaque para Londres, Munique e Belgrado.
Permanecem, todavia, alguns momentos musicais ainda hoje imaculáveis e de grande limpidez de raciocínio, como o pungente hino The Flesh Failures (Let the Sunshine In):

«We starve-look at one another short of breath
Walking proudly in our winter coats
Wearing smells from laboratories
Facing a dying nation of moving paper fantasy
Listening for the new told lies
With supreme visions of lonely tunes

Somewhere inside something there is a rush of greatness
Who knows what stands in front of our lives

I fashion my future on films in space
Silence tells me secretly… everything […]»

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quinta-feira, julho 09, 2026

Tôjos e Rosmaninhos



ALFREDO KEIL
texto, composição musical e pinturas
pref. João da Câmara


Lisboa, 1907
«A Editora»
1.ª edição
357 mm x 265 mm (álbum)
156 págs. + 19 extra-textos
subtítulo: Contos da Serra
encadernação editorial
impressão sobre papel couché, sendo os extra-textos sobre semi-cartolina e protegidos por vegetal
profusamente ilustrado no corpo do texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
315,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da beleza poética geral desta recolha da tradição popular da zona do Zêzere, que Keil – autor da música do Hino Nacional – testemunhou e traduziu em livro, há ainda a importância acrescida para o nosso património etnográfico. Por outro lado, Keil soube também traduzi-lo mediante a sua paleta de pintor naturalista.

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sábado, julho 04, 2026

Cancioneiro Musical Portuguez




G. [GUSTAVO] R. [ROMANOFF] SALVINI
capa de Raphael Bordallo Pinheiro

Lisboa, 1884
David Corazzi – Editor (Empreza Horas Romanticas)
2.ª edição
278 mm x 212 mm
XVI págs. + 240 págs.
subtítulo: Quarenta melodias na lingua portugueza com acompanhamento de Piano [...] Letra dos principaes poetas portuguezes
encadernação editorial em tela gravada a negro e ouro
conserva a capa de brochura
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo limpo, com sinais de oxidação nas primeiras e últimas folhas
PEÇA DE COLECÇÃO
185,00 eur (IVA e portes incluídos)

Porque apenas esta edição tem capa desenhada por Bordalo Pinheiro, tornou-se peça de procura coleccionista. Mas a sua importância vai mais longe, procura impor a língua nacional no seio das artes musicais; palavras do autor:
«[...] Os dilletanti portuguezes gostam de cantar em italiano, do qual ás vezes não entendem palavra, e não só não tem remorsos d’abandonar a sua lingua ás cantigas do povo, mas não se aventurariam mesmo a cantar n’ella um romance nos nossos salões e concertos! [...]» E um tal provincianismo não encontra alibi num país com poetas (aqui representados) como Alexandre Braga, João de Deus, Gonçalves Crespo, Garrett, Guerra Junqueiro, João de Lemos, até o próprio Camilo...

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quarta-feira, maio 06, 2026

Theatro Ecclesiastico




DOMINGOS DO ROSARIO, frei

Lisboa, 1786
Na Officina de Simão Thaddeo Ferreira
«Oitava imprefsão»
2 partes em 2 vols. (completo)
208 mm x 153 mm
[VIII págs. + 552 págs.] + [2 págs. + VI págs. + 576 págs.]
encadernações coevas dissemelhantes inteiras em pele mosqueada com gravação a ouro nas lombadas
corte das folhas marmoreado
exemplares muito estimados; miolo limpo, papel sonante, vol. I com falta da folha das págs. 413-414
PEÇA DE COLECÇÃO
500,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos o Diccionario Bibliographico Portuguez de Inocêncio Francisco da Silva (tomo II, Imprensa Nacional, Lisboa 1859):
«Fr. Domingos do Rosario, Franciscano da provincia d’Arrabida, cujo habito professou em 15 de Abril de 1722. Foi tido por insigne no conhecimento das regras e practica do cantochão, exercendo por muitos annos as funcções de Cantor mór no convento da sua ordem em Mafra. […] Vivia ainda em 1759; mas não pude saber até agora a data certa do seu obito. […]»

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domingo, maio 03, 2026

O Som de Martin Codax


MANUEL PEDRO FERREIRA
pref. Celso Ferreira da Cunha
índice analítico de Clara Castro
desenho da notação musical de José António Batata
grafismo de Vasco Rosa

Lisboa, 1986
Unisys / Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
bilingue português-inglês
[300 mm x 217 mm] + Ø 173 mm
[XX págs. + 226 págs. + 8 págs. e 1 desdobrável em extra-textos] + 1 vinil
subtítulo: Sobre a dimensão musical da lírica galego-portuguesa (séculos XII-XIV)
ilustrado
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, disco como novo
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

O disco inclui seis temas musicais interpretados pela soprano Helena Afonso, acompanhada por José Peixoto no alaúde.

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sexta-feira, abril 24, 2026

Cantar de Novo [junto com] Grândola, Vila Morena


 

[ZECA] JOSÉ AFONSO
pref. António Cabral (livro)
capas de Camilo Mourão (livro) e Patrick Ulmann (vinil)

Tomar | Porto – Lisboa, 1971 e s.d.
Nova Realidade | Orfeu – Arnaldo Trindade & C.ª, Lda.
2.ª edição (ambos)
[179 mm x 111 mm] + Ø 180 mm
112 págs. + 1 vinil
exemplares muito estimados; miolo limpo, vinil sem defeitos
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução de António Cabral:
«[...] Por vezes José Afonso não escreve para que o percebam imediatamente: escreve simplesmente, ao embalo da sugestão musical. As palavras aparecem-lhe sem saber como, talhadas para o espaço que vão ocupar no tempo da canção. Estão ali e falam a linguagem sortílega da música – como nas cantigas de amigo, como nos cantos populares de todos os tempos. [...]
Ouçamos o cantor-poeta numa entrevista ao “Comércio do Funchal” (1/6/69): “Se a canção de protesto pretende directa e concretamente atingir uma dada estrutura político-social num dado momento histórico, com referência a factos, indivíduos e lugares, então eu não sou um cantor de protesto. De resto as minhas canções são predominantemente líricas. Mas elas pretendem opor-se (quer as líricas, quer as intencionais) a padrões de vida, gostos e predilecções, vigentes entre nós”. [...]»

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segunda-feira, abril 20, 2026

Amália


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS

Lisboa, 1987
Contexto, editora
1.ª edição
240 mm x 167 mm
320 págs.
subtítulo: Uma Biografia
profusamente ilustrado a preto e a cor
exemplar estimado; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, abril 11, 2026

The Bob Dylan Scrapbook 1956-1966



BOB DYLAN
Robert Santelli

Nova Iorque – Londres – Toronto – Sidnei, 2005
Simon & Schuster
1.ª edição
texto em inglês
276 mm x 254 mm
64 págs. (várias delas desdobráveis e com múltiplos encartes)
profusamente ilustrado a cor
cartonagem editorial inclusa em estojo próprio
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
inclui cd áudio com 45 minutos de entrevistas concedidas ao longo dos anos
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Um dos seus primeiros altos momentos nos palcos – 1965 a 1966 – onde transmitia a quem o ouvia alguns dos mais certeiros versos da sua geração, passou-o ele a ouvir vaias de uns quantos escondidos na sombra dos fundos de sala. Porque tinha electrificado poemas que eles preferiam mais no tipo balada lambida à volta de uma fogueira esquerdista pequeno-burguesa. Acabou por ser eleito Prémio Nobel da Literatura, debaixo das vaias dos filhos e dos netos dos mesmos, agora acobardados no anonimato e nas falsas identidades proporcionados pela internet.
Como o próprio Dylan disse no poema «Señor (Tales of Yankee Power)», incluído no álbum Street Legal, de 1978:
«[...] Well, the last thing I remember before I stripped and kneeled
Was that trainload of fools bogged down in a magnetic field
A gypsy with a broken flag and a flashing ring
Said, “Son, this ain’t a dream no more, it’s the real thing.” […]»

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segunda-feira, março 30, 2026

O Fado e os Seus Censores


AVELINO DE SOUSA
pref. Julio Dantas


Lisboa, 1912
Editor, o Autor
1.ª edição
196 mm x 125 mm
8 págs. + 1 folha em extra-texto + 56 págs.
subtítulo: Artigos colligidos d’ A Voz do Operário. Critica aos detractores da canção nacional
ilustrado com o retrato do autor
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Avelino de Sousa (1880-1946), que foi empregado de uma livraria e, até, bibliotecário na Torre do Tombo, foi também operário-tipógrafo de profissão e poeta-fadista militante da arte e da revolução. É-nos, sobretudo, querido pelo registo que nos legou dos temas das lutas laborais e da pequena crónica dos bairros; o seu tom, ora se mostra reivindicativo, ora chorarreiro, satírico e mesmo picante.

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... Cantem Tôdos!...


AVELINO DE SOUSA

Lisboa, 1940 [aliás, 1941]
Henrique Torres – Editor
1.ª edição
147 mm x 100 mm
176 págs.
subtítulo: 150 Quadras
exemplar estimado, contracapa suja; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Avelino de Sousa (1880-1946), tendo sido empregado de uma livraria, depois tipógrafo e mais tarde bibliotecário na Torre do Tombo, notabilizou-se como dramaturgo, compositor e intérprete de fados.

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quarta-feira, janeiro 21, 2026

Amália – Uma Estranha Forma de Vida [fotobiografia]


VÍTOR PAVÃO DOS SANTOS, org. e texto
AUGUSTO CABRITA, fotografias não de arquivo
maqueta de José Teófilo Duarte

Lisboa / São Paulo, 1992
Editorial Verbo
1.ª edição
310 mm x 240 mm (álbum)
240 págs.
encadernação editorial em tela com gravação a ouro nas pasta dianteira e lombada, sobrecapa a cor e folhas-de-guarda impressas
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Fotobiografia que cobre toda a longa carreira de Amália, seguindo Pavão dos Santos um critério de breves introduções escritas acerca de cada período mais marcante e legendagem minuciosa de todas as imagens. No sentido de ilustrar o reconhecimento internacional que Amália inequivocamente teve, fecha o volume imagem da fadista exibindo, em 1990, a mais alta condecoração espanhola, a grã-cruz da Ordem de Isabel, a Católica.
Uma sistemática e anotada discografia, muito útil para os fãs, completa este trabalho.

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sábado, dezembro 20, 2025

Down Beat – The bi-weekly music magazine







dir. John J. Maher
Chicago, Janeiro a Dezembro de 1964
1.ª edição
26 números
280 mm x 212 mm
46 págs. (cada, excepto o número comemorativo do 30.º aniversário da revista: 102 págs.)
profusamente ilustrados
acabamentos com dois pontos em arame
exemplares em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Revista musical norte-americana de grande prestígio, fundada em Chicago em 1934, e ainda hoje no activo. O vertente lote é constituído apenas por 26 dos 33 números da revista publicados durante o ano de 1964, ano particularmente interessante para os amantes de jazz, por ser o ano charneira em que se joga a força criativa da New Thing, e que a Down Beat documenta.

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Jazz: A People’s Music

 

SIDNEY FINKELSTEIN
pref. Geoffrey Jacques
ilust. Jules Halfant

Nova Iorque, 1988
International Publishers
s.i. [pref.: 1.ª edição]
texto em inglês
209 mm x 138 mm
XX págs. + 2 págs. + 182 págs.
ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
ostenta colado no ante-rosto o rótulo de posse de Victor Sá Machado
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro originalmente publicado em 1948, trata-se de uma abordagem marxista do crítico de arte judeu Sidney Finkelstein (1909-1974), que contextualiza a forma musical jazz ao longo da sua evolução desde o blues rural ao experimentalismo da livre improvisação urbana como voz dos ghettos negros.


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Jazzé e Outras Músicas


JOSÉ DUARTE

Lisboa, 1994
Edições Cotovia, Lda.
1.ª edição
205 mm x 130 mm
160 págs.
ilustrado
exemplar como novo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Mestres do Jazz

 

LUCIEN MALSON
trad. Cidália de Brito [Pressler]
capa de Sebastião Rodrigues


Lisboa, Maio de 1968
Editora Arcádia, Limitada
1.ª edição
180 mm x 106 mm
216 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

São abordados, em capítulo próprio, pelo filósofo e sociólogo, crítico e divulgador musical Lucien Malson (1926-2017), os músicos-compositores e intérpretes de jazz King Oliver, Louis Armstrong, Duke Ellington, Coleman Hawkins, Lester Young, Charlie Parker, Thelonious Monk e Miles Davies.

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Jazz

 

REX HARRIS
trad. Raul Calado


Lisboa – Rio de Janeiro (Brasil), s.d. [1952, seg. BNP]
Editora Ulisseia
1.ª edição
180 mm x 111 mm
316 págs.
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, dezembro 09, 2025

Fado – Origens Líricas e Motivação Poética



MASCARENHAS BARRETO
versão inglesa de George Dykes
capa de Fontes de Melo
ilust. José Pedro Sobreiro

Lisboa, s.d. [1970]
Editorial Aster Lda.
1.ª edição
289 mm x 209 mm (álbum)
592 págs.
bilingue português / inglês
subtítulo: Origens líricas e motivação poética
ilustrado no corpo do texto
cartonagem editorial
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Repositório e análise literária de vasto acervo de líricas que servem de suporte a autênticos clássicos do fado.

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sábado, novembro 08, 2025

A Triste Canção do Sul


ALBERTO PIMENTEL

Lisboa, 1904
Livraria Central de Gomes de Carvalho, editor
1.ª edição
187 mm x 134 mm
306 págs.
subtítulo: Subsidios para a Historia do Fado
encadernação inteira em tela encerada com gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto:
«[...] O erudito professor Ernesto Vieira, no seu Diccionario musical, chegou ás seguintes conclusões, que nos parecem exactas:
1.ª O Fado só é popular em Lisboa: para Coimbra foi levado pelos estudantes, e nem nos arredores d’estas duas cidades elle é usado pelos camponezes, que teem as suas cantigas especiaes e muito differentes.
2.ª Nas provincias do sul, onde os arabes se conservaram por mais tempo e os seus costumes e tradições são ainda hoje mais vivos, o Fado é quasi desconhecido principalmente entre a gente do campo. [...]
4.ª A poesia com que, invariavelmente quasi, se canta o Fado é uma quadra glosada em decimas, forma poetica d’uma antiguidade pouco remota, de uma origem nada popular e sem relação alguma com a poesia arabe. [...]»

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domingo, outubro 19, 2025

Breviario do Musico


ALEXANDRE REY COLAÇO [org.]

Lisboa, 1928
Imp. Libanio da Silva
2.ª edição
135 mm x 102 mm
192 págs.
ilustrado com uma gravura antiga alusiva
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa suja, pequeno restauro na lombada; miolo irrepreensível
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma «pequena compilação de pensamentos, preceitos, leis e decretos de estética», que o pianista e compositor Alexandre Rey Colaço (1854-1928) colhe dos mais variados autores que de algum modo se referiram à Arte, com especial relevâncias para a música.

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