segunda-feira, agosto 31, 2015

Horizontes Fechados



RAUL REGO

Lisboa, 1969
ed. Autor
1.ª edição
19,5 cm x 12,5 cm
248 págs.
subtítulo: Páginas de Política
exemplar estimado, apresentando a lombada sinais da continuada acção da luz; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

Livro | de | Marco Tullio Ciceram, | chamado | Catam Maior, | ou da velhice, | dedicado a | Tito Pomponio Attico



MARCO TULLIO CICERAM
trad. Damião de Goes

Lisboa, 1845
Na Typographia Rollandiana
2.ª edição («nova edição»)
16,7 cm x 11,8 cm
2 págs. + 114 págs. + 6 págs.
encadernação recente em meia-inglesa gravada a ouro na lombada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, papel sonante
assinatura de posse datada de 1867 no ante-rosto
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reimpressão oitocentista da tradução de Damião de Góis (1502-1574), originalmente editada em Veneza em 1538.

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sexta-feira, agosto 28, 2015

Prometeu Agrilhoado


ÉSQUILO [atribuído a]
trad. e pref. Eduardo Scarlatti

Lisboa, s.d. [circa 1946]
Livraria Luso-Espanhola, Lda.
2.ª edição
21,6 cm x 15,4 cm
114 págs. + 8 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar estimado; miolo irrepreensível
é o n.º 67 da tiragem especial assinada pelo tradutor
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO TRADUTOR
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Prometeu Agrilhoado



ÉSQUILO [atribuído a]
trad. e pref. Eduardo Scarlatti

Lisboa, 1942
Cosmos
1.ª edição
19,3 cm x 13,1 cm
128 págs.
na prestigiada colecção Biblioteca Cosmos dirigida por Bento de Jesus Caraça
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela assinatura de posse do escritor Henrique Paço d'Arcos
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Após outras duas [?] edições na Livraria Luso-Espanhola [Lisboa, s.d.], a frenesi escolheu, em 1995, este mesmo trabalho do dramaturgo Eduardo Scarlatti e integrou-o no respectivo Catálogo. A importância desta achega reside no facto de ter sido este livro que, nesses anos de viragem, veio trazer um novo fôlego à nossa casa editora e anunciar uma linha de fricção até aí insuspeita.

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Prometheu Agrilhoado


ÉSCHYLO [atribuído a]
trad., pref. e posf. de Bazilio Telles

Porto, 1914
Livraria Chardron, de Lelo & Irmão, Editores
1.ª edição
18,4 cm x 12,5 cm
XVI págs. + 448 págs.
subtítulo: Com um estudo a propósito da tragédia
encadernação editorial inteira em tela encerada com gravação a ouro e a seco na pasta anterior e na lombada, folha-de-guarda impressas
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, agosto 23, 2015

Balada do Café Triste


CARSON McCULLERS
trad. Cabral do Nascimento
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,3 cm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

«Escrita em 1951, esta novela foi considerada por Tennessee Williams como uma das obras-primas em prosa da língua inglesa. E Graham Green, com a usual ironia, comparava-a a Faulkner: “Prefiro Miss McCullers a Faulkner porque escreve com mais clareza; prefiro-a a D. H. Lawrence porque não tem mensagem.” A sucinta obra de Carson McCullers descreve um mundo solitário e marginal, onde se entra sem aviso prévio [...]» (Luísa Costa Gomes, et alii, Contos Contigo, IPLB, Lisboa, 2002)

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Coração, Solitário Caçador


CARSON McCULLERS
trad. e prefácio de José Rodrigues Miguéis
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Editorial Cosmos, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,5 cm
392 págs.
colecção dirigida por Nataniel Costa
exemplar em muito bom estado de conservação, por abrir
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Do prefácio de Rodrigues Miguéis:
«[...] combinação de interiorismo e objectividade, de sensibilidade e realismo, a identificação na despersonalização, e a aptidão a usar a linguagem em função dos caracteres, são os traços que eu estimaria ter posto em relevo. Se alguma coisa pudéssemos aprender (mas só aprendemos o que já sabemos) era para essa lição que eu desejaria chamar as atenções dos fáceis improvisadores de novidade. [...]»

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Reflexos nuns Olhos de Oiro


CARSON McCULLERS
pref. Tennessee Williams
trad. Cabral do Nascimento
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1959
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,5 cm x 14,3 cm
176 págs.
exemplar estimado, lombada manchada; miolo no geral limpo, antiga mancha de humidade no bordo inferior das últimas cinco folhas
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nascida em 1917 (m. 1967), trata-se de uma das mais notáveis escritoras norte-americanas do século XX, autora dos brilhantes romances – igualmente traduzidos para português e publicados na vertente Colecção Latitude, dirigida por Nataniel Costa – Coração, Solitário Caçador e Balada do Café Triste. Coube ao realizador John Huston adaptar para o cinema os Reflexos, em que Marlon Brando e Elisabeth Taylor se digladiam dando forma ao distúrbio sexual equacionado por Carson McCullers.

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A Abadia do Pesadelo


T.[HOMAS] L.[OVE] PEACOCK
trad., prefácio e notas Jorge de Sena
capa do pintor Figueiredo Sobral


Lisboa, 1958
Portugália Editora
1.ª edição
19 cm x 12,3 cm
XXIV págs. + 160 págs.
composto manualmente em elzevir na mítica Tipografia Ideal
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma sátira em torno da figura do poeta romântico Shelley. O culto Prefácio do poeta Jorge de Sena, não só contextualiza historicamente as ideias em confronto, como nos “ensina a ler” a obra traduzida.
Num outro plano, fica aqui uma chamada de atenção para a incontornável necessidade, ao estudar um escritor pela obra própria, de ir também estudar o seu serviço literário prestado a outrem através de traduções. É matéria obrigatória numa bibliografia que se preze. Basta lembrar, por exemplo, Damião de Góis pela sua tradução de Da Velhice de Marco Túlio Cícero...

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quarta-feira, agosto 19, 2015

A Ilha do Principe



JUVENAL MARINHO PAIVA DE CARVALHO

Porto, 1928
Imprensa Moderna, Limitada
1.ª edição
17,4 cm x 11 cm
88 págs.
subtítulo: Descritivo histórico – 500 quadras alexandrinas em verso rima
ilustrado
exemplar frágil, mas aceitável; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor à biblioteca da Curadoria dos Serviçais em Benguela
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-se o desconhecido autor «com o curso prático equatorial da cultura do cacau, (chocolate), tirado em 1905 na Ilha do Principe, na ROÇA ESPERANÇA e próprio local das plantações». No mais, sabe-se que era irmão de um curador do Príncipe.

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Acção d’Investigação de Paternidade Ilegitima e de Petição de Herança


[ANTONIO GOMES DA SILVA SANCHES (Dr.), advogado, na qualidade de legitimo cessionario e de procurador in rem propriam de Julião Antonio d’Oliveira, filho natural de Josè Antonio d’Oliveira]

[Santo António do Príncipe], 1884
Typ do Jornal de S. Thomé e Principe
1.ª edição
20 cm x 12,7 cm
60 págs.
folheto com encapamento simples recente, composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
assinaturas e carimbo de posse no frontispício
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do processo de uma contenda entre herdeiros, que, para além do duvidoso interesse jurídico que possa ainda ter hoje, interessa-nos sobretudo como raro documento tipográfico ultramarino, que é.

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terça-feira, agosto 18, 2015

Tanoaria e Vasilhame


JOSÉ CALDAS NOBRE DA VEIGA

Lisboa, 1954
Livraria Sá da Costa
1.ª edição
20,3 cm x 14,8 cm
264 págs.
ilustrado
exemplar como novo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Arte da madeira indispensável ao acondicionamento e preservação do vinho, a tanoaria é aqui abordada do ponto de vista do seu fabrico profissional.

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O Solar do Velho Porto



Lisboa, 1946
[s.i.]
[1.ª edição]
25,7 cm x 19,2 cm
20 págs.
subtítulo: Lista de vinhos, 1946
folheto impresso a duas cores sobre papel superior, com acabamento sem costura nem agrafo, fólios encasados e rematados por cordão de seda
exemplar muito estimado com sinais de antigo vinco; miolo limpo e fresco, encontrando-se ocasionais sublinhados nas rubricas Retinto, Tinto, Tinto aloirado, Aloirado, Aloirado claro e Branco
peça de colecção
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do preçário de serviço à sala e ao bar do, ainda hoje, tradicional Solar do Vinho do Porto. É muito interessante ler-se as três páginas de texto explicativo de características e pressupostos no tratamento daquilo que os clientes ali procuram. No mais, temos aí detalhado elenco das espécies e respectivas adegas fornecedoras, com preços por garrafa ou cálice.

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A Colocação do Vinho do Porto no Mercado Norte-Americano


AGUEDO DE OLIVEIRA, doutor

Lisboa, 1956
Empresa do «Jornal do Comércio e das Colónias»
[1.ª edição]
22,4 cm x 13,2 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Elementos para a busca de novos mercados para o produto nacional. O autor, de seu nome completo Artur Águedo de Oliveira, foi funcionário do regime fascista, desde vice-presidente do Tribunal de Contas, entre 1930 e 1948, a ministro das Finanças, entre 1950 e 1955.

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O Vinho do Pôrto


JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1936
Edição do Instituto do Vinho do Porto
1.ª edição
23,8 cm x 16,7 cm
32 págs. + 1 desdobrável em extra-texto + 10 págs. em extra-texto
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
imagens impressas em rotogravura
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante monografia vinícula, em que se divulga quer o tratamento e colheita da vinha e da uva, quer o processamento desta última, quer recomendações para a posterior conservação do vinho.

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O Vinho do Porto


JOSÉ JOAQUIM DA COSTA LIMA

Lisboa, 1956
Edição do Instituto do Vinho do Porto
[3.ª edição]
24 cm x 16,8 cm
42 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
profusamente ilustrado
corpo do texto impresso a duas cores sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Velho Porto



[ANÓNIMO]
ilustr. Carlos Carneiro

Lisboa, 1954
Instituto do Vinho do Porto
s.i. (reedição) [edição original em 1940]
16,1 cm x 11,9 cm
16 págs.
profusamente ilustrado a cores
impresso sobre papel superior, acabamento com um ponto em arame e cordão de seda entrançado
exemplar estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Interessante que, segundo o anónimo redactor deste folheto promocional, entre os momentos históricos representativos da presença do vinho do Porto, como a batalha de Trafalgar ou a «terna intimidade de Napoleão e Josefina», seja de ainda notar ter «[estado] nos Jogos Olímpicos de Berlim»...

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domingo, agosto 16, 2015

Panegirico | na Eleiçam | do | Summo Pontifice | Innocencio XIII



CONDE DA ERICEIRA [FRANCISCO XAVIER DE MENEZES]

s.l. [Lisboa], 1721
s.i. [Academia Real da História Portuguesa]
1.ª edição
32,6 cm x 22,9 cm
46 págs. (não num.)
capa primitiva espelhada sobre encadernação recente, são visíveis resquícios da gravação original a ouro
por aparar, folhas-de-guarda de origem
exemplar estimado; miolo limpo, papel sonante com boas margens, restauros discretos em ocasionais vestígios de xilófago
assinatura de posse antiga do Conde de Caparica
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Diz-nos Inocêncio Francisco da Silva (Diccionario Bibliographico Portuguez, tomo III, Imprensa Nacional, Lisboa, 1859):
«D. Francisco Xavier de Menezes, 4.º Conde da Ericeira (e não terceiro, como por um dos seus costumados descuidos escreveu José Maria da Costa e Silva no Ensaio Biog. Crit. [...]) e Senhor da casa do Louriçal, Commendador de varias Ordens, Deputado da Junta dos Tres Estados, Conselheiro de guerra, Sargento-mór de batalha, Mestre de Campo general, Academico e Director da Acad. R. da Hist. Portugueza, Socio da Sociedade Real de Londres, da Arcadia de Roma, da Acad. Portugueza e Latina, Presidente da dos Generosos, etc., etc. – N. em Lisboa a 29 de Janeiro de 1673, sendo filho de D. Luiz de Menezes [...], 3.º conde da Ericeira, e da condessa D. Joanna Josepha de Menezes [...]. Passou no estado de total cegueira os ultimos annos de sua vida, e m. a 21 de Dezembro de 1743. [...]
Entre a vastíssima oferta de obras que escreveu, conta-se o poema heróico Henriqueida, do mesmo ano que o vertente panegírico, acerca do qual Inocêncio dá a seguinte notícia (ibidem):
«[...] O poema, considerado litterariamente, é obra de merito mediocre, na opinião dos criticos, apezar da summa diligencia com que o auctor pretendeu reduzi-lo ás regras e preceitos epicos, de que era perfeito sabedor. O que lhe faltava unicamente era genio e gosto. Entretanto, ninguem negará que a linguagem é pura e correcta, como o são todas as obras do conde, que foi de certo um dos melhores escriptores do seu tempo. [...]
Poucos homens gosaram no seu tempo de maior reputação litteraria que este conde da Ericeira: o que não obstou a que o critico Luis Antonio Verney fizesse d’elle em 1746 o juizo seguinte, que talvez se não affasta muito da verdade: “Era homem erudito, mas ignorava totalmente aquillo a que chamam modo, methodo e criterio. Com tanto que falasse muito, não lhe importava se dizia bem. Para ostentar o que sabia, carregava as suas pinturas com tantos ornamentos, e doutrina, que chegavam a parecer ridiculas.” [...].»

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terça-feira, agosto 11, 2015

Alfacinhas




ALBERTO SOUZA (plano e ilustrações)
ARTUR INEZ (dir. literária), et alii
coord. e pref. Fernando Souza

Lisboa, s.d. [circa 1962]
ed. Fernando Souza
1.ª edição
12 fascículos (completo)
29,8 cm x 23,6 cm
4 págs. + 210 págs. + 8 págs. (fascículo specimen)
subtítulo: Os Lisboêtas do Passado e do Presente
profusamente ilustrado a cor
cadernos soltos por encadernar acondicionados em estojo próprio de linho com cromo colado
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Além dos autores já referidos, junta esta magnífica peça artística e tipográfica os nomes, entre outros, de Alfredo Guisado, Alves Redol, Aquilino, Ferreira de Castro, Julieta Ferrão, Maria Judite de Carvalho e Urbano Tavares Rodrigues; ao padre Moreira das Neves coube o espiche da religião. Como o próprio título indica, trata-se de uma história visual acerca da antiga capital do Reino e da moderna metrópole urbana e seus habitantes.

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segunda-feira, agosto 10, 2015

ABC da Política Mundial


CARLOS FERRÃO

Lisboa, 1941
Livraria Sá da Costa – Editora
1.ª edição
18,8 cm x 12,4 cm
8 págs. + 236 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA DO AUTOR
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sob a forma de dicionário, Carlos Ferrão (1887-1979) orienta-nos na miríade de «[h]omens e localidades, factos e tratados, batalhas e navios [que] surgem, mantêm-se ou desaparecem deixando um rasto de glória ou uma recordação dolorosa», que com o eclodir da Segunda Guerra Mundial se tornaram referência constante numa imprensa diária, nem sempre disposta a perder tempo com didactismos. «O leitor encontrará nêle [neste livro]», diz-nos o autor, «devidamente ordenadas, as noções gerais e as indicações mais frequentemente utilizadas para a compreensão do actual conflito e dos seus episódios mais salientes.»

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A Fabulosa História dos Jogos Olímpicos



MÁRIO DE AGUIAR
JOSÉ SAMPAIO
J. OLIVEIRA COSME

Lisboa / Porto / Luanda / Lourenço Marques, s.d. [circa 1964]
Agência Portuguesa de Revistas (depositário)
Edição de Aguiar  & Dias, Lda.
[1.ª edição]
18,6 cm x 12,5 cm
200 págs. + 20 págs. em extra-texto
ilustrado
exemplar muito estimado, com discretos restauros nas dobras das badanas; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um breviário histórico dos Jogos Olímpicos desde a antiguidade clássica até à época moderna, com os quadros dos resultados de todos os atletas com provas dadas desde 1896, data da I Olimpíada em Atenas.

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domingo, agosto 09, 2015

Na Hora dos Cobardes


JOSÉ PREGO

Lisboa, 1934
Livraria Rodrigues & C.ª (deposit.)
1.ª edição
24,5 cm x 16,8 cm
2 págs. + 142 págs.
subtítulo: Apontamentos Políticos – A Prisão de Matualeto
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do prólogo de José Prego (1857-1943):
«[...] O 5 de Outubro e o 28 de Maio, são duas efemérides que marcam a queda das incompetências políticas, respectivamente, monárquicas e republicanas.
No primeiro caíu a monarquia, com os seus erros, com os seus políticos caquéticos e em plena decadência; sem autoridade, sem prestígio e sem valor. O País já os não podia tolerar, e os tiros da Rotunda só serviram para fazer barulho, para comemorar uma data histórica, como costumam fazer os Zés-Pereiras nas festas rijas; no segundo, acabaram-se os govêrnos de mero expediente, confiados num esfôrço dos caciques, sem ideais, nem obras, e apoiados num partido que se dizia democrático e que era, afinal, o refugo da escória monárquica, senão também da que se dizia republicana [...].»
E mais adiante, já no corpo da obra:
«[...] Não acredito na adaptação dos programas estrangeiros ao nosso povo.
Cheira a mascarada, a ridículo.
Nós somos um povo com tradições nobilíssimas, com sentimentos próprios, que não se podem definir; mas que se sentem.
O comunismo, o fascismo, e o hitlerismo, se àmanhã, num gesto de audácia, fôssem implantados no nosso país, teriam, quando muito, o valor duma tabuleta que se guinda na frontaria dum prédio: uma espécie de rèclamo ao Banacau, ou às pílulas Pink.
Caíriam sem um tiro, grotescamente. [...]»
E alonga-se depois o autor na apologia da ditadura para além da ditadura, então imperante em Portugal; e mais!: apela, até, à sua purificação; «É precisa a vassoura... da limpeza, que varra do chão da obra as impurezas aí acumuladas, entre os materiais da construção, a-fim-de que o edifício possa ostentar-se em tôda a beleza do seu conjunto. [...]»

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Luctas Caseiras – Portugal de 1834 a 1851


MARQUES GOMES

Lisboa, 1894
Imprensa Nacional
1.ª edição
tomo I [único publicado]
24,5 cm x 15,5 cm
2 págs. + CLXXVI págs. + 632 págs.
encadernação de amador recente em tela com as capas de brochura espelhadas
não aparado
exemplar estimado; miolo limpo, as duas primeiras e as duas últimas folhas com sinais de envelhecimento
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota de abertura de João Augusto Marques Gomes (1853-1931):
«[...] No presente volume, apesar de ser já assás crescido o numero de paginas que contém, não podémos ir alem da quéda do ministerio Passos [Manuel], porque tendo de preceder a historia das differentes administrações, que se succederam no poder durante aquelle periodo, de um esboço sobre os partidos politicos em Portugal de 1820 a 1834, e de fazer a historia, embora succinta, do partido miguelista desde a concessão de Evora Monte até que este tentou de novo erguer o estandarte da revolta em abril de 1837, não nos sobrou campo para mais. [...]»

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Andanças do Demónio



JORGE DE SENA
capa de Luís Filipe de Abreu

Lisboa, 1960
Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
19,3 cm x 14,6 cm
240 págs.
subtítulo: Histórias Verídicas e Fantásticas e outras ficções realistas, antecedidas por um elucidativo prefácio
colecção dirigida por Nataniel Costa
encadernação editorial gravada a negro e relevo seco na pasta anterior e a branco na lombada
exemplar como novo
da muito rara tiragem de exemplares encadernados de origem
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nem só obras de «desenredo» (Joaquim Manuel Magalhães, Um Pouco da Morte, Editorial Presença, Lisboa, 1989) terão notabilizado Sena. O ensaio, como se sabe, os prefácios ou os posfácios às suas traduções foram uma componente importante da sua expressão, e principalmente a prosa ficcional – ou obras de enredo – deu-lhe oportunidade de desenhar do natural alguns dos tiques e manias de portugueses.

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Andanças do Demónio [junto com] Novas Andanças do Demónio



JORGE DE SENA
capas de Luís Filipe de Abreu e João da Câmara Leme

Lisboa, 1960 e 1966
Estúdios Cor, Lda.
Portugália Editora
1.ª edição (ambos)
2 volumes (completo)
[19 cm x 13,5 cm] + [19,2 cm x 13,3 cm]
240 págs. + 252 págs.
exemplares muito estimados, o primeiro por abrir *; miolo limpo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do inevitável prefácio do próprio Sena ao segundo volume:
«[...] Não é evidentemente para [os] críticos que eu escrevo os prefácios, embora eles precisem muito das minhas luzes. São inteiramente livres de proclamar que não presta o que eu faço: embora já seja tarde para o dizerem. [...]
Do mesmo modo que sucedia na minha anterior colectânea de contos, os desta apresentam alguma variedade temática e técnica, e mesmo, quanto a esta última, algum experimentalismo que, por incrível que pareça a críticos portugueses, é original. [...]
[...] para estas coisas tão modernas, como a discussão do que seja estilo e técnica, não há como lerem-se os clássicos. É ao que veementemente solicito a crítica portuguesa que demasiado não os lê, mesmo quando, na aparência, se ocupa deles... [...]»

* Exemplar da variante com a capa não envernizada.

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Sequências

JORGE DE SENA
nota prévia de Mécia de Sena

Lisboa, 1980
Moraes Editores
1.ª edição
19,9 cm x 15,6 cm
136 págs.
[capa de José Escada (cromo colado sobre cartolina tipo kraft)]
colecção Círculo de Poesia
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro póstumo do poeta que – diz-nos a esposa Mécia de Sena –, à excepção de três poemas, se encontrava inédito.

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O Festim das Serpentes Novas


ISABEL DE SÁ
prefácio de Maria Isabel Barreno

Porto, 1982
Brasília Editora
1.ª edição
18,5 cm x 13,2 cm
68 págs.
ilustrado com desenhos da Autora e um retrato da mesma por Graça Martins
folha de rosto impressa a duas cores
exemplar em bom estado de conservação
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do texto de Isabel Barreno:
«[...] O mundo é grande demais para poder ser equacionado em palavras.
Coisas sobram, sempre, sempre. [...]»

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sexta-feira, agosto 07, 2015

O Ribatejo na Vida de Camões e na Obra de Fialho


VIRGÍLIO ARRUDA
prefácio de Francisco Câncio

Santarém, 1973
Junta Distrital de Santarém
1.ª edição
24,4 cm x 17,5 cm
XXIV págs. + 248 págs.
subtítulo: A propósito de algumas palavras ditas em Lisboa, na Casa do Ribatejo, na noite de 13 de Novembro de 1972
profusamente ilustrado
exemplar bem conservado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma cultíssima leitura de dois escritores de referência, num arco voltaico que liga o século XVI ao XIX. Arruda sublinha, no legado literário deles, o ascendente do lugar, das gentes e da paisagem ribatejanos.

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Itinerários Sentimentais [Os]


VIRGÍLIO ARRUDA

Santarém, 1974
Edição do Autor
1.ª edição
24,8 cm x 17,7 cm
XVI págs. + 624 págs.
ilustrado
exemplar estimado, contracapa manchada; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

É aqui deixada memória de lugares visitados por Arruda, que dá notícia da sua História e monumentos, a saber: a costa sul de França, Paris, Itália, Espanha (Galiza, Astúrias, Sevilha, Toledo, Madrid, etc.), a Escandinávia e o Norte de África.

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O «Fazendeiro» e o «Rei Filósofo»




VIRGÍLIO ARRUDA

Lisboa, 1978
[ed. Autor]
1.ª edição
24,9 cm x 18,8 cm
48 págs.
subtítulo: Herculano e o Imperador do Brasil
exemplar como novo; miolo irrepreensível
valorizado pela dedicatória manuscrita do Autor a Bernardo Júdice da Costa
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Depois de fazer uma panorâmica pelo percurso de vida do rei D. Pedro II, Arruda estabelece as linhas de amizade e semelhanças de carácter que o põem de par com o historiador liberal Alexandre Herculano. Ensaio inspirado sobretudo nos trabalhos de Pedro Calmon.

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quinta-feira, agosto 06, 2015

Linha de Terra


ANTÓNIO DE SOUSA
capa de Manuel Ribeiro de Pavia

Lisboa, 1951
Editorial Inquérito Limitada
1.ª edição
19 cm x 12,6 cm
66 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável, pequenos restauros na lombada; miolo limpo
rótulo da antiga casa leiloeira Soares & Mendonça colado na contracapa
carimbo de posse e selo de ordem de entrada em biblioteca no ante-rosto
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

António de Sousa (1898-1981), segundo a História da Literatura Portuguesa de António José Saraiva / Óscar Lopes (15.ª ed., Porto Editora, 1989), tendo editado desde os tempos da I Guerra Mundial, só por alturas da II mostra «[...] sabe[r] reduzir a uma lírica ironia um aliás inextinguível egotismo de sempre menino que, como o de António Nobre, se acolhe a um fundo folclórico da infância. [...]»

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Livro de Bordo



ANTÓNIO DE SOUSA
poema-pref. Vitorino Nemésio
ilust. Manuel Ribeiro de Pavia

Lisboa, 1957
Publicações Europa-América
2.ª edição
19,7 cm x 14 cm
164 págs.
ilustrado em separado a azul
exemplar estimado, capa manchada; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, agosto 05, 2015

Conferências e Mais Dizeres


FERNANDO EMYGDIO DA SILVA

Lisboa, 1963, 1964, 1966 e 1975
[ed. Autor]
1.ª edição (todos os vols.)
5 volumes (completo)
21,7 cm x 15,5 cm
[XXXII págs. + 368 págs.] + 400 págs. + 448 págs. + 428 págs. + [588 págs. + 1 folha em extra-texto]
exemplares muito estimados; miolo limpo
valorizados pelas dedicatórias manuscritas do Autor nos dois primeiros volumes
110,00 eur (IVA e portes incluídos)

De Fernando Emygdio da Silva, filho de Manuel Emygdio da Silva, se reúnem nestes volumes intervenções públicas de incontornável interesse histórico.

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Esta Palavra Lisboa...


FERNANDO EMYGDIO DA SILVA

Lisboa, 1945
Publicações Culturais da Câmara Municipal de Lisboa
1.ª edição
25,3 cm x 18,6 cm
30 págs.
exemplar estimado, sinais de antigas etiquetas nos topos da lombada; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Conferência lida nas comemorações do 797.º aniversário da conquista de Lisboa aos mouros.

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Cousas & Lousas


MANUEL EMYGDIO DA SILVA (L. MANO)

Lisboa, 1958
Edição Comemorativa do Centenário do Nascimento do Autor
1.ª edição
2 volumes (completo)
21,8 cm x 15,2 cm
[XXVIII págs. + 1 folha em extra-texto + 352 págs.] + [2 págs. + 520 págs. + 1 folha em extra-texto]
subtítulo: Crónicas (1903-1910)
exemplares muito estimados; miolo limpo, com as habituais manchas nas folhas confinantes ao papel couché dos extra-textos
valorizados pela dedicatória do promotor da homenagem, Luís António de Carvalho Viegas, administrador-delegado do Jardim Zoológico e de Aclimação
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Deputado pelo Partido Progressista em 1900, escritor e jornalista, mas também profissionalmente ligado à direcção e destinos dos caminhos-de-ferro em Portugal, assim como aos do Jardim Zoológico. Caberá ao seu filho, Fernando Emygdio da Silva (1886-1972), outro interessado promotor deste espaço, legar-nos a respectiva história.

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terça-feira, agosto 04, 2015

Lisboa Moderna



ZACHARIAS D’AÇA

Lisboa, 1906
Livraria Editora Viuva Tavares Cardoso
1.ª edição
19,4 cm x 12,7 cm
2 págs. + 528 págs.
encadernação de amador em sintético com gravação a ouro na lombada
pouco aparado, conserva ambas as capas de brochura
exemplar muito estimado, capa anterior machada; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o último livro de Zacarias de Aça (1839-1908), que regista um pouco de todos os assuntos de seu interesse como cronista. Memória dos seus amigos poetas e prosadores (Herculano, Júlio César Machado, Garrett, Castilho e, sobretudo, Bulhão Pato), também dos melhores representantes de belas-artes e artes gráficas (João Cristino da Silva, Rafael Bordalo Pinheiro, entre outros), e, como não poderia deixar de ser, apontamentos interessantíssimos acerca dos desportos, em que avultam a caça (Aça foi, em 1875, fundador e director do primeiro periódico cinegético), o tiro, a esgrima e as touradas.

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Macandumba


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de António P. Domingues

Lisboa, 1978
Edições 70
1.ª edição
20 cm x 13,9 cm
204 págs.
exemplar estimado, pequenas esfoladelas na capa; miolo limpo
carimbo de Oferta do Editor no ante-rosto
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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No Antigamente na Vida


JOSÉ LUANDINO VIEIRA

Lisboa, Maio de 1974
Edições 70
1.ª edição
18 cm x 12,5 cm
224 págs.
subtítulo: Estórias
exemplar muito estimado, sem qualquer sinal de quebra na lombada; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Luandino Vieira, para além das perseguições policiais que a ordem fascista de Salazar lhe moveu, e, por consequência, tortura e prisão, é para o mundo literário o melhor representante da inscrição da oralidade crioula angolana – precisamente, a fala quibundo dos musseques periféricos a Luanda – na matriz da língua portuguesa. Podemos até, sem exagero, compará-lo ao grande escritor brasileiro João Guimarães Rosa: o vertente livro é disso exemplo.

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La Vraie Vie de Domingos Xavier suivi de Le Complet de Mateus


LUANDINO VIEIRA
trad. Mário de Andrade e Chantal Tiberghien

prefácio de Mário de Andrade

Paris, 1971
Présence Africaine
1.ª edição
17,5 cm x 11,6 cm
160 págs.
exemplar muito estimado, apresenta apenas ligeiras manchas na capa dianteira
peça de colecção
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome próprio José Vieira Mateus da Graça, o angolano Luandino representa a vanguarda da luta anti-colonial em Angola.
Da notícia de contracapa:
«[...] Cet ouvrage jette une lumière brutale sur les prisons d’Angola. Il s’agit surtout d’une peinture sociologique de la résistance que les Angolais de Luanda, à la veille du déclenchement de la lutte armée, opposent à la domination portugaise.
Domingos Xavier et Mateus – deux personnages exemplaires, parmi ces militants anonymes de la nuit coloniale qui forgent l’avènement de l’espérance révolutionnaire.
Le complet de Mateus, récit de l’absurdité de la torture, a été porté à l’écran par Sarah Maldoror sous le titre Monangambééé.
Le sort de Luandino Vieira ainsi que les thèmes de ses nouvelles rappellent nos devoirs de solidarité avec un peuple qui, depuis l’aube du 4 février 1961, poursuit courageusement une guerre de libération nationale, sous la conduite du M.P.L.A.»

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