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sexta-feira, julho 31, 2026

A Sopa dos Ricos

 

SANTOS FERNANDO
capa de Leonel Fabião


Lisboa, 1970
Edição do Autor | Livraria Ler, Lda. (distr.)
1.ª edição
206 mm x 147 mm
308 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)Da promoção editorial:

«Numa colónia de férias inóspita e paradoxal, um grupo de milionários de todo o mundo procura descer aos infernos e purificar a consciência. Em trinta dias de desconforto físico e moral, os magnatas tentam redimir-se do pecado da abastança, vivendo e partilhando o triste reino dos pobres.
O humor poderoso do maior escritor português do género. “Com uma ideia” – escreve Millôr Fernandes – “da mais absoluta originalidade, Santos Fernando consegue fazer rir (ou chorar – à vontade), mostrando toda a miséria dos ricos, num painel que é um verdadeiro pátio dos milagres da sociedade de consumo.»

pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

sábado, janeiro 17, 2026

A, Ante, Após, Até


SANTOS FERNANDO
capa de A.[ntónio] Garcia

Lisboa, 1957
Parceria António Maria Pereira – Livraria Editora
1.ª edição
192 mm x 134 mm
248 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

O Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000) não é particularmente exuberante no tratamento biobibliográfico que lhe dá... Tem até que recorrer a um escritor menoríssimo para lhe fazer a folha; mas nem sempre o elogio é benéfico, vindo de quem vem... Lastimar-se o «silêncio tenebroso» que se abateu sobre a obra de Santos Fernando pela pena dum escribazeco que ninguém conhece, de nada vale. E depois, Santos Fernando, num contexto hodierno infestado de uma literatura ligeira sem pés nem cabeça, faz figura de clássico. O próprio Dicionário, apesar de tudo, reconhece nele que, «Personalidade sensível às injustiças sociais, produziu um tipo de ficção humorística denunciador do cenário sócio-político do antigo regime». Que mais precisará um autor para durar?...
Capa mencionada e reproduzida com especial relevo no catálogo António Garcia, designer – Zoom in / Zoom out (Mude – Museu do Design e da Moda, Lisboa, 2010).

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sexta-feira, maio 30, 2025

A Bolsa do Canguru


SANTOS FERNANDO
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d. [1961]
Livraria Bertrand
1.ª edição
189 mm x 125 mm
288 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

O Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000) não é particularmente exuberante no tratamento biobibliográfico que lhe dá... Tem até que recorrer a um escritor menoríssimo (Fernando Grade) para lhe fazer a folha; mas nem sempre o elogio é benéfico, vindo de quem vem... Lastimar-se o «silêncio tenebroso» que se abateu sobre a obra de Santos Fernando pela pena dum escribazeco que ninguém conhece, de nada vale. E depois, Santos Fernando, num contexto hodierno infestado de uma literatura ligeira sem pés nem cabeça, faz figura de clássico. O próprio Dicionário, apesar de tudo, reconhece nele que, «Personalidade sensível às injustiças sociais, produziu um tipo de ficção humorística denunciador do cenário sócio-político do antigo regime». Que mais precisará um autor para durar?...
Capa não mencionada na monografia Paulo-Guilherme (Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 2012).

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segunda-feira, janeiro 13, 2025

Tempo de Roubar

 


SANTOS FERNANDO
capa de Miguel Flávio

Lisboa, 1964
Publicações Europa-América, Lda.
1.ª edição
183 mm x 118 mm
152 págs.
exemplar estimado, vincos na capa; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] um escritor que, no domínio da ficção humorística, tem, para além de muitas outras qualidades, o mérito raro de procurar sempre, dentro de um espírito de fecunda insatisfação, renovar os seus processos, depurar e enriquecer o seu estilo, imprimir às suas obras um cunho cada vez mais pessoal.
Daí a sensação de frescura que suscita a leitura desta deliciosa história em que nos são contadas as aventuras desse quixote da ladroagem que é D. Ramón de Olloniego, cujas peripécias o leitor seguirá, não só com interesse, pelo que nelas existe de gracioso humor, mas ainda, e sobretudo, com aquela simpatia que está na base de toda a adesão. É que, por toda a obra, perpassa um halo de poesia, insinuam-se uma fantasia subtil e uma ternura caricatural que cativam e encantam. [...]»

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terça-feira, novembro 28, 2023

Computa, Computador, Computa


MILLÔR FERNANDES
capa de Avelino [do Carmo]
posf. Baptista-Bastos, e Santos Fernando

Lisboa, 1973
Editorial Futura - Carlos & Reis, Lda.
1.ª edição (em Portugal)
184 mm x 126 mm
136 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

De seu nome completo Milton Viola Fernandes, foi jornalista, caricaturista, dramaturgo, tradutor, guionista, etc. Personalidade jocosa, o que lhe acarretou múltiplos desaguisados com a censura brasileira e com os chefes-de-redacção dos periódicos por onde passou. Recorde-se, dos finais da sua longa permanência na revista O Cruzeiro, como, ao ser-lhe comunicada, pelo então “reformador” redactorial Odilo Costa Filho, uma ampla liberdade de intervenção, retorquiu Millôr: «Odilo, você vai me perdoar, mas ninguém pode me dar liberdade. Pode tirar, mas dar não pode.» E assim ocorreu: a publicação, em 1963, de A Verdadeira História do Paraíso suscitou da população católica uma estúpida onda de indignação que culminou com a sua saída do periódico.
A vertente peça de teatro, escrita para a actriz brasileira Fernanda Montenegro, ilustra em tom maior o seu sentido crítico niilista.

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domingo, novembro 12, 2023

Seis Gramas de Paraíso


SANTOS FERNANDO

Lisboa, s.d. [1959]
Livraria Bertrand
1.ª edição
190 mm x 126 mm
220 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo irrepreensível, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA A CAETANO DE CARVALHO, FUTURO SUB-SECRETÁRIO DE ESTADO DE MARCELLO CAETANO
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, agosto 13, 2023

A Árvore dos Sexos


SANTOS FERNANDO

s.l. [Mem Martins], Maio de 1974
Publicações Europa-América, Lda.
1.ª edição
185 mm x 133 mm
200 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Notícia editorial na contracapa da edição brasileira, publicada quase em simultâneo:
«A Árvore dos Sexos, em Bondomil, cidade imaginária, tem o estranho poder de engravidar todas as mulheres que comem seus saborosos frutos. No mundo das convenções, apesar de feitiçaria, essa incrível consequência de um ato inocente provoca as mais inesperadas situações onde Santos Fernando navega com seu arpão de crítico de fundo social e fere, ao mesmo tempo que faz rir.
O que acontecerá na hora do parto? Essa é uma pergunta que vale exatamente o preço deste livro... Um dos melhores escritores de língua portuguesa, Santos Fernando atinge com A Árvore dos Sexos o ponto mais alto, até hoje, da sua carreira.»

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terça-feira, fevereiro 22, 2022

Absurdíssimo


SANTOS FERNANDO
ilust. Avelino Carmo

s.l., 1972
Publicações Europa-América, Lda.
2.ª edição
185 mm x 133 mm
160 págs.
profusamente ilustrado
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial na contracapa:
«[...] Editado no Brasil, [...] Absurdíssimo reúne vinte e duas histórias, traçadas com a verve, o toque surreal e a “ilogicidade” que Santos Fernando, observador perspicaz e humorista excepcional, vai buscar em cada um de nós e nos oferece para que possamos, através dele, rir de nós próprios.»

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