[a] CARLOS REIS
et alii
prefs. Manuel Maria Carrilho, e José Saramago
[b] CARLOS REIS, JOSÉ SARAMAGO, EDUARDO LOURENÇO, e ANTONIO CANDIDO
(DE MELLO E SOUZA) (textos), e ROGÉRIO RIBEIRO, NIKIAS SKAPINAKIS, e
JOSÉ GUIMARÃES (pinturas)
capas e grafismos de Paulo da Costa Domingos
Lisboa, 2000
Biblioteca Nacional | Edições Inapa, S.A.
1.ª edição [única]
2 volumes (completo)
[318 mm x 228 mm] + [311 mm x 221]
[a] 288 págs. + [b] 32 págs.
subtítulo: Por ocasião do I Centenário da Sua Morte
ambos profusamente ilustrados
[a] encadernação editorial em tela gravada a seco, com sobrecapa, folhas-de-guarda
impressas
[b] acabamento com dois pontos em arame
exemplares como novos
inclui autocolante reproduzindo a capa
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)
Incontornável catálogo de referência à obra de Eça, para o qual tanto Carlos
Reis, este na qualidade de director da Biblioteca Nacional, como Saramago e
Lourenço deram contribuições inéditas.
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telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, agosto 23, 2026
Eça de Queirós: A Escrita do Mundo
segunda-feira, agosto 03, 2026
A Caverna
Lisboa, 2000
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
210 mm x 135 mm
352 págs.
exemplar como novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
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segunda-feira, julho 27, 2026
O Homem Duplicado
JOSÉ SARAMAGO
Lisboa, Outubro de 2002
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
210 mm x 136 mm
320 págs.
exemplar como novo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Trata-se de uma edição original, publicada em vida do autor – autor que foi ostensivamente
contra as mexidas “académicas” no idioma português – e, portanto, anterior à falsificação
ortográfica das correntes edições.
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domingo, maio 03, 2026
A Jangada de Pedra [junto com cartaz da adaptação cinematográfica]
quinta-feira, abril 09, 2026
Levantado do Chão
JOSÉ SARAMAGO
capa e arranjo gráfico de José Araújo
Lisboa, 1983
Editorial Caminho
4.ª edição
210 mm x 137 mm
368 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
95,00 eur (IVA e portes incluídos)
É o livro charneira na obra do escritor. Antes, independentemente das suas qualidades reconhecidas entre pares na arte, era um escritor encurralado por um crónico reduzido número de vendas; o vertente romance projectá-lo-á entre os leitores vulgares de Lineu, trazendo-lhe uma justa admiração crescente. A controvérsia que sempre os seus romances causaram – a pontos de um ministro de Estado passar a ser conhecido pela triste figura de ignorante que fez ao vetar a candidatura de Saramago a um prémio literário – radica apenas no preconceito ideológico contra as vozes de um partido político. No geral os seus adversários nunca o leram, porque a maior homenagem a um escritor é ser lido.
Do vertente livro disse a professora universitária Maria Lúcia Lepecki:
«[...] Construído numa dignidade de linguagem de todo invulgar, numa beleza conteudística e formal quase dolorosa, espelho do modo afectivo e inteligente como José Saramago está no mundo enquanto homem político e intelectual, Levantado do Chão é, mais que envolvente, avassalador. Uma força da natureza, se tal é lícito chamar a um produto cultural.»
Esta 2.ª edição ainda apresenta impresso na portada um núcleo de dedicatórias, encimado por «À Isabel [da Nóbrega], sempre», que o escritor fará desaparecer em posteriores reedições.
O Evangelho Segundo Jesus Cristo
JOSÉ SARAMAGO
Lisboa, 1991
Editorial Caminho SA
1.ª edição
209 mm x 132 mm
448 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Estava-se em plena governação cavaquista & aliança-democrática, ou
seja, a direita nos seus primeiros anos de revanchismo. Altura propícia para a incultura
proverbial deste país atacar a Cultura. O provocatório livro do escritor
comunista José Saramago parecia, então, procurar um desejado afrontamento entre
as forças em contenda, e conseguiu-o pela voz e pelos actos censórios do opaco
subsecretário de Estado da tutela, um tal Sousa Lara. Não deu em nada, tal
como, dez anos antes, em nada viera a saldar-se o assalto à editora & etc
por causa da publicação de um folheto também dito “atentatório” da “boa moral”
cristã. Não deu em nada… quere-se dizer: rendeu ao Lara, posteriormente, em
2016, uma condecoração oficial pelos lindos serviços prestados à horda de
Cavaco Silva.
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Manual de Pintura e Caligrafia

JOSÉ SARAMAGO
capa e plano gráfico de Luís Duran
Lisboa, 1976
Moraes Editores
1.ª edição
200 mm x 140 mm
352 págs.
subtítulo: Ensaio de Romance
exemplar muito estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)
Das fichas de leitura do serviço de Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, assinada por Joana Varela em 1984:
«Se José Saramago quisesse ser exacto e gostasse de desvendar segredos, em vez de “Manual de pintura e caligrafia”, chamaria muito simplesmente ao seu livro “Manual de vida”, porque, no fundo, é só disso que se trata: Um pintor de retratos da alta burguesia lisboeta, H., começa simultaneamente o retrato “oficial” de S., administrador de uma empresa, um retrato clandestino onde procura pôr o que no primeiro se escapa e uma espécie de diário. A como que finura que o segundo retrato instala na sua pintura, é homóloga da finura da reflexão que a escrita inaugura – e ambas tendem para a ruptura: do modo de vida, do modo de arte, do modo de pensamento. Tudo acaba por convergir numa teoria, aliás por diversas vezes expressa no livro: toda a literatura é autobiográfica, todo o retrato é auto-retrato, toda a forma de arte é forma de vida. E vice-versa. O que o livro relata, portanto, é, na primeira parte, uma conversão à estranheza da intimidade e, na segunda, à sua habitação – no entanto, porque o escritor só deve falar de tudo que sabe, a primeira parte, a do cinismo, a da distância, a da auto-impiedade é infinitamente superior à conclusão, adocicada por um encontro que tem a dupla vantagem e cegueira de ser amoroso e político. De qualquer forma, [...] pensamos que a sua aquisição é recomendável.»
As Intermitências da Morte
Lisboa, 2005
Editorial Caminho
1.ª edição
209 mm x 138 mm
216 págs.
sem a sobrecapa de origem
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)
Uma significativa passagem deste grandioso livro:
«No dia seguinte ninguém morreu. O facto, por absolutamente contrário às normas da vida, causou nos espíritos uma perturbação enorme [...].
[...] Quando os filósofos, divididos, como sempre, em pessimistas e optimistas, uns carrancudos, outros risonhos, se dispunham a recomeçar pela milésima vez a cediça disputa do copo de que não se sabe se está meio cheio ou meio vazio, a qual disputa, transferida para a questão que ali os chamara, se reduziria no final, com toda a probabilidade, a um mero inventário das vantagens ou desvantagens de estar morto ou de viver para sempre, os delegados das religiões apresentaram-se formando uma frente unida comum com a qual aspiravam a estabelecer o debate no único terreno dialéctico que lhes interessava, isto é, a aceitação explícita de que a morte era absolutamente fundamental para a realização do reino de deus e que, portanto, qualquer discussão sobre um futuro sem morte seria não só blasfema como absurda, porquanto teria de pressupor, inevitavelmente, um deus ausente, para não dizer simplesmente desaparecido. Não se tratava de uma atitude nova, o próprio cardeal já havia apontado o dedo ao busílis que significaria esta versão teológica da quadratura do círculo quando, na sua conversação telefónica com o primeiro-ministro, admitiu, ainda que por palavras muito menos claras, que se se acabasse a morte não poderia haver ressurreição, e que se não houvesse ressurreição, então não teria sentido haver igreja. Ora, sendo esta, pública e notoriamente, o único instrumento de lavoura de que deus parecia dispor na terra para lavrar os caminhos que deveriam conduzir ao seu reino, a conclusão óbvia e irrebatível é de que toda a história santa termina inevitavelmente num beco sem saída. Este ácido argumento saiu da boca do mais velho dos filósofos pessimistas, que não ficou por aqui e acrescentou acto contínuo, As religiões, todas elas, por mais voltas que lhes dermos, não têm outra justificação para existir que não seja a morte, precisam dela como do pão para a boca. [...]»
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Todos os Nomes
JOSÉ SARAMAGO
Lisboa, 1997
Editorial Caminho, SA
1.ª edição
210 mm x 136 mm
280 págs.
volume com sobrecapa
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
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História do Cerco de Lisboa
JOSÉ SARAMAGO
Lisboa, 1989
Editorial Caminho
1.ª edição
210 mm x 135 mm
352 págs.
tiragem declarada de 50.000 exemplares
exemplar novo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)
Das Memorial
JOSÉ SARAMAGO
trad. Andreas Klotsch
Hamburgo, 1986
Rowohlt Verlag
1.ª edição
texto em alemão
211 mm x 136 mm
464 págs.
encadernação editorial inteira em tela gravada a cinza e negro na lombada,
sobrecapa impressa a duas cores directas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
50,00 eur (IVA e portes incluídos)
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As Opiniões que o DL Teve
JOSÉ SARAMAGO
capa de Lucília Louro
Lisboa, Janeiro de 1974
Seara Nova / Futura
1.ª edição
184 mm x 115 mm
224 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
45,00 eur (IVA e portes incluídos)
Reunião dos melhores artigos que ao longo de quase dois anos o escritor, na qualidade de editorialista, produziu anonimamente para as páginas do Diário de Lisboa. Aí avultam alguns que nem sequer puderam ser publicados, facto (censório) que, segundo a nota de apresentação deste livro, ainda editado antes do fim da ditadura do Estado Novo, «não precisa explicação». Trata-se, pois, do último livro de Saramago antes da queda do regime fascista.
Deste Mundo e do Outro
domingo, outubro 12, 2025
Deus Dorme em Masúria
domingo, setembro 21, 2025
Viagem a Portugal
quarta-feira, julho 09, 2025
As Opiniões Que o DL Teve
JOSÉ SARAMAGO
capa de Lucília Louro
grafismo de Acácio Santos
Lisboa, Janeiro de 1974
Empresa de Publicidade Seara Nova, S.A.R.L.
1.ª edição (em livro)
184 mm x 114 mm
224 págs.
exemplar muito estimado; miolo com orelhas nas págs. 37 e 155, sublinhado
lateral na pág. 36, parcialmente por abrir
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO ESCRITOR LUIZ PACHECO E DATAÇÃO DE 1985
60,00 eur (IVA e portes incluídos)
Pela data tardia a que Luiz Pacheco terá chegado ao conhecimento do vertente
livro de José Saramago, e pela irrelevância do sublinhado na referida página,
ficamos com uma ideia da irrelevância de muitas das opiniões do escritor “maldito”
Luiz Pacheco, hoje tão apreciado por uma geração de indigentes críticos.
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Uma Mulher em Berlim
CHRISTINE GARNIER
trad. de José Saramago
capa de Sebastião Rodrigues
Lisboa, 1957
Publicações Europa-América
1.ª edição
196 mm x 141 mm
288 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)
A autora, jornalista basto conhecida em Portugal pelo menos desde a publicação, em 1952, do seu livro autocomplacente Férias com Salazar [Parceria António Maria Pereira, Lisboa], surge-nos aqui (traduzida pelo comunista José Saramago, e numa editora da resistência antifascista) a assinar um romance característico da cidade que a guerra dividiu.
sábado, agosto 05, 2023
Casa de Correcção
pref. José Saramago
capa de Henrique Ruivo
Lisboa, 1972
Livraria Bertrand, S.A.R.L.
2.ª edição
191 mm x 123 mm
196 págs.
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes já incluídos)
Disse Eduardo Lourenço no prefácio à 3.ª edição do vertente livro: «Ninguém na nossa geração escreveu mais à flor do tempo do que Urbano Tavares Rodrigues. [...] Não houve metamorfose da sensibilidade ocidental dos últimos trinta anos, ética, artística, ideológica, curiosidade real ou suporte que não tivesse encontrado eco fascinado, espasmódico ou aflito no homem de espírito romântico e romanesco que é Urbano Tavares Rodrigues. [...]
A um público que nos anos cinquenta das suas novelas cosmopolitas não saía ainda de casa senão para voltar excitado às doçuras arcaicas de um mundo estofado em pele maternal, Urbano comunicou o frisson nouveau de visões, experiências, encontros, notícias, sonhos [...]. Com o mesmo fervor e exaltação, com a mesma equívoca fascinação com que sempre se moveu nas atmosferas onde a pulsão de morte se oferece os refinamentos do desejo ou dos seus simulacros, Urbano Tavares Rodrigues se fará em casa, na plácida e silenciosa casa portuguesa dos anos sessenta, o novelista da subversão nocturna, da revolução marginal [...].» (vd. Urbano Tavares Rodrigues – 50 Anos de Vida Literária, Porto, Edições Asa, 2003)
quarta-feira, fevereiro 01, 2023
Poesia 70 – 71
assinaturas de posse nos ante-rostos


















