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segunda-feira, julho 20, 2026

Apontamentos


IRENE LISBOA

Lisboa, 1943
[ed. Autora ?]
Gráfica Lisbonense
1.ª edição
193 mm x 131 mm
288 págs.
exemplar manuseado mas muito aceitável; miolo irrepreensível
55,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Livro de reflexão acerca de tudo e de nada, em que o exercício intelectual da própria escrita é constantemente interrogado nos seus meios e fins.

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sábado, junho 13, 2026

Lisboa e Quem Cá Vive [junto com] Fôlhas Volantes



JOÃO FALCO [pseud. de Irene Lisboa]

Lisboa, 1940
Seara Nova
1.ª edição (todos)
3 volumes (completo)
166 mm x 113 mm
2 x 32 págs. + 54 págs.
acabamento com um ponto em arame nos dois primeiros
exemplares estimados, capas empoeiradas; miolo limpo
130,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, fevereiro 23, 2025

O Pouco e o Muito



IRENE LISBOA

Lisboa, s.d. [1956]
Portugália Editora
1.ª edição
[193 mm x 125 mm] + 1 folha-volante
292 págs.
subtítulo: Crónica Urbana
exemplar estimado; miolo limpo
inclui folha com listagem das obras de Irene Lisboa
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, agosto 25, 2024

O Vestido Vermelho

STIG DAGERMAN
trad. e prefácio de Irene Lisboa
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Editorial Estúdios Cor, Lda.
1.ª edição
193 mm x 143 mm
336 págs.
é o n.º 28 da Colecção Latitude, dirigida por Nataniel Costa
exemplar estimado; parcialmente por abrir
sinais do efeito continuado da luz na lombada
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota de badana na 2.ª edição, assinada P.C.D., edição à qual o editor suprimiu o Prefácio da tradutora (Edições Antígona, Lisboa, 1989):
Enfim, a morte estigmatiza a vida de todos os homens. Diz-se que é para a consciência da morte que nascemos... E se alguns parece quererem iludir tal facto, e a sua vida se destrói na ignorância da morte, certo é que outros – menos, talvez – fizeram delas um arame vibrátil cujas ressonâncias preserva o tempo. E, inalienavelmente, ainda outros – escassíssimos estes – converteram a acerada dor no sentimento estruturante da sua permanência. Depressa o Mundo, avaro de estima, desrespeitando-os, acelerou neles a fatalidade.
Quando a 5 de Outubro de 1923 nascia o sueco Stig Dagerman, era para a paixão da morte a certeza a que se propunha. Todos os seus escritos prenunciam e pronunciam a laboriosa construção de edifício assim. Ou barca... – já que um navio é sempre uma casa à deriva. O niilismo de Dagerman por demais se afigura a nossa esperança soçobrada nos adiamentos que o século vem impondo à mudança do Homem, à superação daquilo que nos aliena. Anarquista. Anarquista da abrupta falésia stirneriana; enigmaticamente ele teve um senso da dádiva social (ou seja da Vida colectiva) como poucos. Bastaria referir que o seu primeiro casamento partiu da generosidade em conferir um nome sueco a uma refugiada anarco-sindicalista alemã, durante a II Guerra Mundial.
Atribuir, embora com subtileza, a uma infância infeliz a causa dos males que sempre atormentaram quem luta por inverter o avesso opaco da subvivência parece-me um logro excessivo. Toda a revolta que demora em concretizar os objectivos pressupostos degenera, vazando o vazio do Mundo no coração do Homem. Sedento de apaziguamento, Dagerman saciou-se com o suicídio, aos 31 anos de idade...
À tradução da escritora Irene Lisboa nada disto escapa.

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domingo, maio 19, 2024

Modernas Tendências da Educação


IRENE LISBOA
ilustrações de Ilda Moreira

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
189 mm x 130 mm
116 págs.
ilustrado no corpo do texto
composto manualmente em Elzevir
cartonagem editorial, com folhas-de-guarda impressas
exemplar estimado; miolo irrepreensível
20,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Da Introdução da autora:
«[...] Os próprios jornais e as pessoas ilustradas apenas se preocupam com o analfabetismo, como se aí estivesse a mola de tôda a educação.
Não é, porém, de analfabetismo que aqui vamos tratar. A ler, tôda a escola hoje ensina, em mais ou menos tempo. Qualquer criança que cumpra o quatriénio das nossas escolas primárias fica apta a percorrer um jornal e a escrever uma carta. Não é, portanto, contra o analfabetismo que iremos travar peleja. Não é êsse o único benefício (o de o debelar) que os verdadeiros pedagogos atribuem à escola, ao seu espírito e à sua função. Consideram-na capaz de ajudar à educação integral da criança: de lhe fornecer meios de a desenvolver em todos os sentidos, mentalmente, física e moralmente.
O intuito dêste livrinho é, pois, o de apresentar uma porção de quadros de escolas em que as crianças são postas em condições de aprender muita coisa alegremente e com actividade. Descrever-se-á nêle a vida de algumas escolas novas, dando-se o relêvo preciso aos fins que elas teem em vista. [...]»

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