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quinta-feira, março 06, 2025

Despedidas, 1895-1899



ANTONIO NOBRE
pref. José Pereira Sampaio (Bruno)

Porto, 1902
ed. Augusto Nobre [irmão do Poeta]
1.ª edição
230 mm x 149 mm
10 págs. + 128 págs.
impresso em papel superior avergoado
luxuosa encadernação em meia-inglesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
conserva as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a fotografia do Autor em brometo de prata que aparece somente em alguns poucos exemplares
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Editado por altura do segundo aniversário da morte de Nobre, documenta aquilo que pode ter sido o embrião de um segundo livro de versos.

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pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089   [chamada para rede móvel nacional]

domingo, janeiro 19, 2025

O Festival de João de Deus


aa.vv.

Lisboa, 1905
Antiga Casa Bertrand – José Bastos – Editor
1.ª edição [única]
188 mm x 138 mm
XXXII págs. + 508 págs. + 3 extra-textos (sendo o que vem junto da portada uma caricatura do Poeta da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro)
subtítulo: Poesias, Estudos litterarios, manifestações da Imprensa e collectividades scientificas, na Celebração do LXV anniversario do Poeta, pela Mocidade das Escholas com um Escorso biographico de João de Deus por Theophilo Braga
encadernação modesta de amador em meia-inglesa imitação de pele com gravação a ouro na lombada
aparado, conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
95,00 eur (IVA e portes incluídos)

Reunião das participações com que, pelos 65 anos de idade, homenagearam o poeta algumas escolas e colectividades do país, e intelectuais como, à cabeça Teófilo Braga, Tomás Ribeiro, Eugénio de Castro, Gonçalves Crespo, Alberto Pimentel, Júlio Dantas, Guerra Junqueiro, Sampaio Bruno, Heliodoro Salgado, Magalhães Lima, Ramalho Ortigão, Eça de Queirós, Diogo de Macedo ou António Nobre. A edição em livro desse reconhecimento colectivo acabou por ser póstumo.
Para além do «[...] seu apostolado do ensino popular, [as] luctas ferrenhas contra a Cartilha Maternal, tendo de reagir com réplicas em prosa e verso aos professores rotineiros, fizeram que se esquecesse o poeta das Flores do Campo e das Folhas Soltas, para admirarem o luminoso pedagogista. [...]» (da nota de abertura) Mas também a ele se deve um passo para a modernidade, contra o intocável António Feliciano de Castilho, a ele se deve, pois, «[...] a primeira condenação pública da escola ultra-romântica, defendendo um lirismo “purificado”, ligado à tradição dos cancioneiros galego-portugueses, às cantigas populares do romanceiro e a certos aspectos do Camões lírico. [...]» (in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990)

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quinta-feira, novembro 24, 2022

Só

 

ANTONIO NOBRE
ilust. Eduardo Moura, e Julio Ramos
retrato do autor «d’ après Thomaz Costa»


Paris – Lisboa | Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, 1913
Livraria Aillaud e Bertrand | Livraria Francisco Alves
3.ª edição
200 mm x 106 mm
176 págs.
profusamente ilustrado
ilustrações monocromáticas impressas a diferentes cores
luxuosa encadernação editorial inteira em pele goufrada com gravação a ouro nas pastas e na lombada, cercaduras em relevo seco, folhas-de-guarda em papel com motivos de florália
corte das folhas arredondado nos cantos e dourado à cabeça
conserva a capa anterior da brochura
exemplar em bom estado de conservação, fêstos frágeis; miolo muito limpo, restauro na primeira folha
PEÇA DE COLECÇÃO
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição graficamente muito elegante, é a verdadeira 3.ª edição, que serviu à Renascença Portuguesa, no mesmo ano, de modelo para uma pseudo-terceira de circulação nortenha.
Trata-se do poeta que melhor soube trazer para dentro da retórica dos versos, já depurado, o romantismo narrativo das Viagens na Minha Terra de Garrett:

«[...] E o carro ia aos solavancos.
Os passageiros, todos brancos,
Ressonavam nos seus gabões:
E eu ia álerta, olhando a estrada,
Que em certo sitio, na Trovoada,
Costumavam sair ladrões.

Ladrões! Ó sonho! Ó maravilha!
Fazer parte d’uma quadrilha,
Rondar, á Lua, entre pinhaes!
Ser Capitão! trazer pistolas,
Mas não roubando, – dando esmolas
Dependuradas dos punhaes... [...]»

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O Só é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»

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Só



ANTONIO NOBRE
desenhos de Eduardo Moura e Julio Ramos
retrato do Autor «d’après Thomaz Costa»

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, 1913
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
3.ª edição
20 cm x 11 cm (esguio)
176 págs.
profusamente ilustrado a cores
encadernação antiga meia-francesa em pele e papel de fantasia com ferros a ouro na lombada, nervuras pespontadas, cantos em pele
muito pouco aparado, sem as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Só



ANTÓNIO NOBRE

Porto, 1976
Livraria Tavares Martins
17.ª edição
217 mm x 156 mm
224 págs. + 6 folhas em extra-texto
impresso sobre papel superior
ilustrado com reproduções de emendas do autor à edição original dos seus versos
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
autenticado pelo carimbo de M. Nobre da Costa, representante dos herdeiros do poeta
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Nobre, que bem soube trazer para dentro da retórica dos seus versos o romantismo já depurado das Viagens na Minha Terra de Garrett:
«[...] E o carro ia aos solavancos.
Os passageiros, todos brancos,
Ressonavam nos seus gabões:
E eu ia álerta, olhando a estrada,
Que em certo sitio, na Trovoada,
Costumavam sair ladrões.

Ladrões! Ó sonho! Ó maravilha!
Fazer parte d’uma quadrilha,
Rondar, á Lua, entre pinhaes!
Ser Capitão! trazer pistolas,
Mas não roubando, – dando esmolas
Dependuradas dos punhaes... [...]»

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O Só é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»

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quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Lisboa


ANTONIO NOBRE
nota introdutória de Henrique de Campos Ferreira Lima

Lisboa, 1914
[Typ. do Annuario Commercial]
2.ª edição [1.ª edição em separata]
23,7 cm x 16 cm
16 págs.
subtítulo: Publicada em homenagem á secção de Archeologia Lisbonense da «Associação dos Archeologos Portuguezes» pela sua brilhante iniciativa na orginasação da «Exposição Olissiponense»
impresso em papel superior avergoado
composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação autónoma de um poema que, apesar de vir inserido no volume póstumo Despedidas, aí sob título mais extenso, a Associação dos Arqueólogos Portugueses reclamava possuir o respectivo autógrafo.

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Primeiros Versos



ANTONIO NOBRE

Porto, 1921
Editado por Augusto Nobre
1.ª edição («edição posthuma»)
21,9 cm x 14,5 cm
4 págs. + 156 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: 1882-1889
ilustrado
impresso sobre papel superior Whatman
exemplar estimado, capa manchada, restauro na lombada; miolo limpo, indícios ocasionais de foxing
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contrariamente ao que indica o catálogo Biblioteca do Dr. Laureano Barros (ref. 3952, Porto, 2010), elaborado pela Livraria Manuel Ferreira, os exemplares correctos da vertente obra incluem dois retratos de António Nobre.

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Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão




ANTÓNIO NOBRE
org., pref. e notas de Alberto de Serpa

Porto, 1956
Livraria Figueirinhas
1.ª edição
21,2 cm x 15,7 cm
200 págs. + 3 folhas em extra-texto
impresso a duas dores sobre papel superior
exemplar estimado, lombada amarelecida pela continuada presença da luz; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do escritor Alberto de Serpa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata o volume da reunião de «[...] simples cartas de confidência a amigo distante, com os olhos só nas linhas e a alma apenas em desabafo, uns e uma sem atenção à posteridade. Mas porque o homem que as escreveu é António Nobre, pertencem ao mais alto da nossa História Literária. [...]» Assim justifica Serpa, no prefácio, a humilde edição.


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Três Cartas Inéditas para José de Castro


ANTÓNIO NOBRE
pref. e notas de Manuel Mendes
ilust. Loys Delteil

s.l. [Lisboa], 1957
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
36 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, folha de couché da gravura com sinais de antiga humidade
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 03, 2018

António Nobre e a Païsagem de Coimbra


SALVADOR DIAS ARNAUT

Coimbra, 1940
[ed. Autor ?]
[1.ª edição]
19 cm x 13,2 cm
64 [- 2] págs.
composto manualmente
impressão sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo e por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do texto de uma conferência proferida pelo conhecido médico e historiador.

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quinta-feira, junho 07, 2012

Só



ANTONIO NOBRE

Porto, 1944
Imprensa Moderna, Ltd. [ed. herdeiros]
7.ª edição
19,5 cm x 13 cm
278 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
tiragem declarada de 2.000 exemplares numerados e assinados por Augusto Nobre (irmão de António Nobre)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição modesta, a cujos poemas anexaram um minucioso conjunto de Notas e reproduções fotográficas esclarecedoras de muitas passagens nos poemas de Nobre.

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António Nobre – Precursor da Poesia Moderna



JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, s.d.
2.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
96 págs.
subtítulo: Com uma Breve Antologia
colecção Cadernos Culturais «Inquérito», dirigida por Eduardo Salgueiro
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência realizada no Ateneu Comercial do Porto e no Instituto Francês em Lisboa, em 1939, «ilustrada com recitativos de D. Manuela Porto» (da nota do editor).

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