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quarta-feira, fevereiro 13, 2019



ANTONIO NOBRE
desenhos de Eduardo Moura e Julio Ramos
retrato do Autor «d’après Thomaz Costa»

Paris – Lisboa / Rio de Janeiro – São Paulo – Belo Horizonte, 1913
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Francisco Alves
3.ª edição
20 cm x 11 cm (esguio)
176 págs.
profusamente ilustrado a cores
encadernação antiga meia-francesa em pele e papel de fantasia com ferros a ouro na lombada, nervuras pespontadas, cantos em pele
muito pouco aparado, sem as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
180,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição graficamente muito elegante, é a verdadeira 3.ª edição, que serviu à Renascença Portuguesa, no mesmo ano, de modelo para uma pseudo-terceira de circulação nortenha.
Trata-se do poeta que melhor soube trazer para dentro da retórica dos versos, já depurado, o romantismo narrativo das Viagens na Minha Terra de Garrett:
«[...] E o carro ia aos solavancos.
Os passageiros, todos brancos,
Ressonavam nos seus gabões:
E eu ia álerta, olhando a estrada,
Que em certo sitio, na Trovoada,
Costumavam sair ladrões.

Ladrões! Ó sonho! Ó maravilha!
Fazer parte d’uma quadrilha,
Rondar, á Lua, entre pinhaes!
Ser Capitão! trazer pistolas,
Mas não roubando, – dando esmolas
Dependuradas dos punhaes... [...]»

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Despedidas, 1895-1899



ANTONIO NOBRE
pref. José Pereira Sampaio (Bruno)

Porto, 1902
ed. Augusto Nobre [irmão do Poeta]
1.ª edição
23 cm x 14,9 cm
10 págs. + 128 págs.
impresso em papel superior avergoado
luxuosa encadernação em meia-inglesa com cantos em pele e gravação a ouro na lombada
conserva as capas de brochura
aparado e carminado somente à cabeça
exemplar muito estimado; miolo limpo
inclui a fotografia do Autor em brometo de prata que aparece somente em alguns poucos exemplares
140,00 eur (IVA e portes incluídos)

Editado por altura do segundo aniversário da morte de Nobre, documenta aquilo que pode ter sido o embrião de um segundo livro de versos.

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telemóvel: 919 746 089

Lisboa


ANTONIO NOBRE
nota introdutória de Henrique de Campos Ferreira Lima

Lisboa, 1914
[Typ. do Annuario Commercial]
2.ª edição [1.ª edição em separata]
23,7 cm x 16 cm
16 págs.
subtítulo: Publicada em homenagem á secção de Archeologia Lisbonense da «Associação dos Archeologos Portuguezes» pela sua brilhante iniciativa na orginasação da «Exposição Olissiponense»
impresso em papel superior avergoado
composto manualmente
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Publicação autónoma de um poema que, apesar de vir inserido no volume póstumo Despedidas, aí sob título mais extenso, a Associação dos Arqueólogos Portugueses reclamava possuir o respectivo autógrafo.

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Primeiros Versos



ANTONIO NOBRE

Porto, 1921
Editado por Augusto Nobre
1.ª edição («edição posthuma»)
21,9 cm x 14,5 cm
4 págs. + 156 págs. + 2 folhas em extra-texto
subtítulo: 1882-1889
ilustrado
impresso sobre papel superior Whatman
exemplar estimado, capa manchada, restauro na lombada; miolo limpo, indícios ocasionais de foxing
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Contrariamente ao que indica o catálogo Biblioteca do Dr. Laureano Barros (ref. 3952, Porto, 2010), elaborado pela Livraria Manuel Ferreira, os exemplares correctos da vertente obra incluem dois retratos de António Nobre.

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Cartas e Bilhetes-Postais a Justino de Montalvão




ANTÓNIO NOBRE
org., pref. e notas de Alberto de Serpa

Porto, 1956
Livraria Figueirinhas
1.ª edição
21,2 cm x 15,7 cm
200 págs. + 3 folhas em extra-texto
impresso a duas dores sobre papel superior
exemplar estimado, lombada amarelecida pela continuada presença da luz; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita do escritor Alberto de Serpa
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata o volume da reunião de «[...] simples cartas de confidência a amigo distante, com os olhos só nas linhas e a alma apenas em desabafo, uns e uma sem atenção à posteridade. Mas porque o homem que as escreveu é António Nobre, pertencem ao mais alto da nossa História Literária. [...]» Assim justifica Serpa, no prefácio, a humilde edição.


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Três Cartas Inéditas para José de Castro


ANTÓNIO NOBRE
pref. e notas de Manuel Mendes
ilust. Loys Delteil

s.l. [Lisboa], 1957
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,8 cm
36 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo, folha de couché da gravura com sinais de antiga humidade
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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terça-feira, outubro 30, 2018

Os de Paris a João de Deus


aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
32,6 cm x 24,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo limpo
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Homenageando o lírico algarvio João de Deus (1830-1896), abre a publicação o magnífico Eça de Queirós, seguido de outros escritores como Jayme de Séguier, Moniz Barreto, Silva Lisboa ou António Nobre; e de ilustradores como Sousa Pinto ou Teixeira Lopes. Do compositor Óscar da Silva é reproduzida a sua notação musical para o poema Engeitadinha de João de Deus.

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Os de Paris a João de Deus



aa.vv.
org. Xavier de Carvalho

Paris–Lisboa, 1895
Guillard, Aillaud & Cia
1.ª edição [número único]
34 cm x 25,8 cm
28 págs.
profusamente ilustrado a cor
impresso sobre papel superior
encadernação inteira em sintético gravada a ouro na pasta anterior
não aparado
conserva as capas de brochura
exemplar estimado, pequenos restauros periféricos na capa da brochura; miolo limpo
75,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quarta-feira, janeiro 03, 2018

António Nobre e a Païsagem de Coimbra


SALVADOR DIAS ARNAUT

Coimbra, 1940
[ed. Autor ?]
[1.ª edição]
19 cm x 13,2 cm
64 [- 2] págs.
composto manualmente
impressão sobre papel avergoado
exemplar estimado; miolo limpo e por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do texto de uma conferência proferida pelo conhecido médico e historiador.

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quinta-feira, junho 07, 2012

O Poeta do Só


RAPOSO DE OLIVEIRA
capa de Ezequiel Pereira

s.l. [Lisboa], 1928
Livraria Central Editora
1.ª edição
24,4 cm x 16 cm
32 págs. [não num.]
exemplar estimado, restauros na capa; miolo limpo
ostenta colado no verso da capa o rótulo da Biblioteca do Conservatório Nacional
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR «A TOMAZ BORBA | AO PATRICIO E AO ARTISTA ILUSTRE»
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Poema elegíaco, alusivo à vida e obra do poeta ultra-romântico António Nobre (1867-1900).

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ANTONIO NOBRE

Porto, 1944
Imprensa Moderna, Ltd. [ed. herdeiros]
7.ª edição
19,5 cm x 13 cm
278 págs. + 5 folhas em extra-texto
ilustrado no corpo do texto em separado
exemplar muito estimado; miolo limpo
tiragem declarada de 2.000 exemplares numerados e assinados por Augusto Nobre (irmão de António Nobre)
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição modesta, a cujos poemas anexaram um minucioso conjunto de Notas e reproduções fotográficas esclarecedoras de muitas passagens nos poemas de Nobre.

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ANTÓNIO NOBRE

Porto, 1962
Livraria Tavares Martins
12.ª edição
21,7 cm x 15,6 cm
224 págs. + 6 folhas em extra-texto
impresso sobre papel superior
ilustrado com reproduções de emendas do autor à edição original dos seus versos
exemplar em bom estado de conservação, mantendo intacto o papel de cristal protector da capa; miolo limpo
autenticado pelo carimbo de M. Nobre da Costa, representante dos herdeiros do poeta
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

António Nobre, que bem soube trazer para dentro da retórica dos seus versos o romantismo já depurado das Viagens na Minha Terra de Garrett:
«[...] E o carro ia aos solavancos.
Os passageiros, todos brancos,
Ressonavam nos seus gabões:
E eu ia álerta, olhando a estrada,
Que em certo sitio, na Trovoada,
Costumavam sair ladrões.

Ladrões! Ó sonho! Ó maravilha!
Fazer parte d’uma quadrilha,
Rondar, á Lua, entre pinhaes!
Ser Capitão! trazer pistolas,
Mas não roubando, – dando esmolas
Dependuradas dos punhaes... [...]»

É este escritor que um poeta nosso contemporâneo recente – João Miguel Fernandes Jorge – louvava no semanário Expresso (11 de Abril, 1987) nos seguintes termos: «[...] O é uma lição de portugalidade, aprendi nele Portugal e foi ele que me conduziu à monarquia, por exemplo [...]. Penso que toda a poesia arrasta consigo um sentido de mensagem, por isso o Nobre me seduziu. O Nobre é um dos mentores do Estado Novo. [...]»


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António Nobre – Precursor da Poesia Moderna



JOÃO GASPAR SIMÕES

Lisboa, s.d.
2.ª edição
18,8 cm x 12,3 cm
96 págs.
subtítulo: Com uma Breve Antologia
colecção Cadernos Culturais «Inquérito», dirigida por Eduardo Salgueiro
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de uma conferência realizada no Ateneu Comercial do Porto e no Instituto Francês em Lisboa, em 1939, «ilustrada com recitativos de D. Manuela Porto» (da nota do editor).

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