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terça-feira, abril 28, 2020

Lira Açoriana [partituras]


FERNANDO LOPES-GRAÇA
pref. J. M. Bettencourt da Câmara

Angra do Heroísmo, 1992
Edição da Secretaria Regional da Educação e Cultura – Direcção Regional dos Assuntos Culturais – Região Autónoma dos Açores
1.ª edição
297 mm x 210 mm
128 págs.
subtítulo: Ciclos de canções com piano sobre poemas de Antero de Quental, Vitorino Nemésio, Ivo Machado – Canções populares
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

quarta-feira, março 11, 2020

A Música Portuguesa e os Seus Problemas


FERNANDO LOPES GRAÇA

Coimbra, 1959
Vértice (Edição do Autor)
1.ª edição
2.º volume (apenas este vol.)
192 mm x 130 mm
222 págs. (6 das quais em 3 folhas desdobráveis)
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
inclui a folha-volante promocional
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089

quarta-feira, julho 03, 2019

Introdução à Música Moderna


FERNANDO LOPES GRAÇA

Lisboa, 1942
Edições Cosmos
1.ª edição
193 mm x 132 mm
128 págs.
ilustrado
composto manualmente em Elzevir
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo, por abrir
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se de um ensaio histórico-musicológico panorâmico sobre as quatro primeiras décadas do século XX, período que viu, sobretudo no Ocidente, o explodir de todas as artes em simultâneo, em todas as direcções experimentais. Lopes Graça, num reconhecimento pluridisciplinar, assinala essa transversalidade logo nas primeiras páginas do seu ensaio: «[...] A evolução da música moderna não foi mais rápida nem mais perturbadora do que a da técnica, do que a da ciência, do que a da política. A história é mais lógica e coerente do que a muitos parece. Se se deixou de andar de tipóia, se se pode comunicar ràpidamente de um continente para o outro, se é possível pôr um pulmão artificial a um fabiano, se se podem fazer explorações na estratosfera, se se descobriram os métodos de organizar racionalmente a produção, – ¿como havia a música de estar ainda a celebrar os deuses no Walhall [...] com o acorde de nona? [...]»

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telemóvel: 919 746 089


Bases Teóricas da Música


FERNANDO LOPES GRAÇA

Lisboa, 1944
Edições Cosmos
1.ª edição
19,4 cm x 13,2 cm
128 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


Musicália



FERNANDO LOPES GRAÇA

Coimbra, 1967
Vértice
2.ª edição (1.ª edição: «edição portuguesa corrigida e aumentada»)
19,2 cm x 12,3 cm
304 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Obra inicialmente publicada no Brasil sete anos antes, e que beneficia aqui do acréscimo de artigos entretanto escritos e publicados por Lopes Graça na imprensa periódica.

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telemóvel: 919 746 08

Disto e Daquilo



FERNANDO LOPES-GRAÇA
sobrecapa de Romeu Pinto da Silva
grafismo de Rodrigues de Oliveira

Lisboa, 1973
Edições Cosmos
[1.ª edição]
19,7 cm x 13,4 cm
328 págs.
todas as páginas cuidadosamente impressas a duas cores com filetes à cabeça e ao pé da mancha de texto e capitulares nas aberturas
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Quando se refere o compositor Lopes-Graça muita gente esquece, ou ignora, o fino escritor que ele também era, embora confinado ao ensaísmo e a alguma crónica ou polémica de costumes. O presente volume integrava-se, por isso mesmo, no empreendimento de edição das suas obras literárias levado a cabo por um editor alerta.

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segunda-feira, novembro 20, 2017

Tristão


THOMAS MANN
trad. Hildegard Bettencourt e Fernando Lopes Graça

Lisboa, Maio de 1941
Editorial «Inquérito», Ld.ª
1.ª edição
18,8 cm x 12,5 cm
80 págs.
exemplar estimado, com sinais de foxing na capa e na contracapa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tristão alude ao mito romântico wagneriano de Tristão e Isolda. Novela escrita em 1903, por um jovem autor que veio a ser nobilitado e considerado, no plano expressivo, como um herdeiro de Goethe ou de Heine, e, na profundidade da sua reflexão literária, posto a par de Kant. Se durante a Primeira Guerra Mundial foi apologista do confronto bélico e das “razões alemãs”, já durante a Segunda – que, entre outros crimes nazis, teve por objectivo o genocídio dos não-arianos – Mann, depois de fugir para os Estados Unidos, assume-se como agente democrático da propaganda difundida via BBC-Londres.

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segunda-feira, agosto 14, 2017

Coplas que grandes músicos e poetas populares escreveram para o espectáculo Portugal Anos 40


aa.vv.

Lisboa, 1982
Tipografia Minerva do Comércio [Teatro Experimental de Cascais]
1.ª edição («1.º e 2.º milhares»)
20,6 cm x 14,6 cm
12 págs.
subtítulo: Estreado nos átrios da Fundação Calouste Gulbenkian em 16 de Abril de 1982 para dar testemunho do que nos referidos anos ocorreu e dar uma mãozinha à Exposição da Arte Portuguesa dos ditos anos aberta na galeria que fica ao lado
acabamento com um ponto em arame
exemplar como novo
peça de colecção
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tal como diz o subtítulo, tratava-se de um complemento à exposição patente na Fundação Calouste Gulbenkian e respectivos colóquios. Para além de ser uma interessante compilação de versos que serviram a várias revistas teatrais nos anos 40, também reúne os versos das Canções Heróicas de Fernando Lopes-Graça, da autoria de José Gomes Ferreira e Mário Dionísio. A ideia dramática deveu-se ao poeta e actor Carlos Wallenstein, com texto de Luiz Francisco Rebelo e encenação de Carlos Avilez.

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