JULIÃO QUINTINHA
Lisboa, 1932
Casa Editora: – Nunes de Carvalho
2.ª edição
193 mm x 127 mm
368 págs. + 12 folhas em extra-texto (reprod. fotog.)
subtítulo: Impressões do Congo Belga, Africa Equatorial Francesa, Transvaal,
Nyasaland, Tanganyka, Zanzibar, Mombaça, Adem e Egipto
ilustrado
modesta encadernação inteira em tela encerada com gravação a ouro na lombada,
folhas-de-guarda em papel de fantasia com motivo floral
aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
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terça-feira, dezembro 09, 2025
Terras do Sol e da Febre
domingo, novembro 17, 2024
Figuras das Guerras de África
JULIÃO QUINTINHA
Lisboa, 1936
Editorial Cosmos
1.ª edição
179 mm x 120 mm
[36 págs. + (2 + 4 págs. em extra-texto)]
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)
São “figuras”, segundo Quintinha, o capitão Roque de Aguiar, o tenente Sanches
de Miranda, e o alferes Chamusca, todos ligados a “façanhas” coloniais
portuguesas nas campanhas em Moçambique.
pedidos para:
pcd.frenesi@gmail.com
telemóvel: 919 746 089 [chamada para rede móvel nacional]
domingo, agosto 04, 2024
Terras de Fogo
JULIÃO QUINTINHA
capa e contracapa de Bernardo Marques
Lisboa, 1923
Edição do Autor (Livraria Depositaria Portugal-Brasil)
2.ª edição (3.º milhar)
191 mm x 124 mm
184 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e
portes incluídos)
segunda-feira, fevereiro 18, 2019
Africa Misteriosa
JULIÃO QUINTINHA
Lisboa, s.d. [1931]
Casa Editora Nunes de Carvalho
2.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
456 págs + 12 folhas em extra-texto
subtítulos: [1.º vol.] Crónicas e impressões duma viagem
jornalistica nas Colónias da Africa Portuguêsa
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável, restauros na lombada;
miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes
incluídos)
Trata-se de apenas o primeiro volume de uma trilogia de
reportagens ultramarinas.
pedidos
para:
telemóvel:
919 746 089
Vizinhos do Mar
JULIÃO QUINTINHA
Lisboa, 1929
Editora Portugal Ultramar – Limitada
3.ª edição
19 cm x 12,2 cm
144 págs.
exemplar muito estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Imagens de Actualidade
JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
ilust. António Lopes
Lisboa, 1933
Casa Editora: Nunes de Carvalho
2.ª edição
19 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação inteira em sintético com gravação a ouro na
lombada
aparado
conserva as capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo
25,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Reunião de breves estudos literários em torno de Guerra
Junqueiro, Teófilo Braga, Gomes Leal, Wenceslau de Morais, Antero de Quental,
Raúl Brandão, Camilo Castelo Branco, Fialho de Almeida e Eça de Queirós.
pedidos para:
telemóvel: 919 746 089
Cavalgada do Sonho
JULIÃO QUINTINHA
capa de Bernardo Marques
Lisboa, 1924 [aliás, 1925]
Portugal-Brasil, Sociedade Editora – Arthur Brandão &
C.ª
1.ª edição
19 cm x 12,2 cm
244 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
20,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Figura de referência para a vila de Silves, onde nasceu e
chegou a dirigir o concelho, tendo sido operário e, depois, alfaiate
estabelecido, veio a destacar-se como jornalista e como tal fez carreira, na
República e, sob apertada vigilância das polícias, na Ditadura. Como escritor
de ficção, pode enquadrar-se no neo-realismo sui generis que teve Ferreira de Castro por modelo.
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domingo, agosto 14, 2016
Aldeia em Festa
BOAVENTURA PASSOS
posfácio de Julião Quintinha
capa de Roberto Nobre
Lisboa, 1942
Editorial Organização, Limitada
1.ª edição
19,1 cm x 12,2 cm
176 págs. + 1 folha em extra-texto
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
30,00 eur (IVA e
portes incluídos)
Irmão do conhecido poeta Bernardo de Passos, o prosador e
caricaturista Boaventura Rodrigues de Passos (1885-1935) foi um claro
republicano e maçon, que, do muito
que escreveu, nada deixou publicado em vida. O vertente livro veio confirmar
dotes já por ele evidenciados no exercício de um jornalismo programático, como
diz Julião Quintinha: «[...] Há nestas páginas sabor regional e qualquer coisa
da cálida e exuberante natureza algarvia. Mas, fora de dúvida, embora à
superfície, e envoltas em graciosa ironia, elas tangem temas sociais que são de
tôda a parte e de todos os tempos. [...]»
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