quinta-feira, março 23, 2017

Discurso Pronunciado no Comicio Anti-Jesuitico Realisado no Theatro de Recreios


ALEXANDRE BRAGA
pref. Deolindo de Castro e de Sá d’Albergaria

Porto, 1885
Typographia Occidental
1.ª edição
19,6 cm x 13,6 cm
154 págs. + 1 folha em extra-texto
encadernação modesta de amador, gravação a ouro na lombada
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo, primeira e última folhas muito aciduladas
carimbos de posse no ante-rosto
90,00 eur (IVA e portes incluídos)


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telemóvel: 919 746 089


terça-feira, março 21, 2017

Syndicalismo e Gréve Geral


JOSÉ PRAT
ARISTIDES BRIAND
trad. Ribeiro de Carvalho e Fernão Botto Machado

Lisboa, s.d.
Livraria Internacional – Almeida, Carvalho & C.ª
1.ª edição
19,1 cm x 12,4 cm
152 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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História Pátria – IV Classe


JOÃO GRAVE
CARDOSO JÚNIOR

Porto, 1930
Livraria Chardron, de Lelo & Irmão, Ld.ª, editores
s.i. [1.ª edição ?]
18,5 cm x 11,7 cm
172 págs.
profusamente ilustrado no corpo do texto a negro e a cor
encadernação editorial em tela encerada impressa a negro nas pastas e na lombada
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo, papel por vezes oxidado
valorizado pela extensa dedicatória dos editores ao então Director dos Serviços [Educativos ?] de Angola, Simeão Nunes Victória
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, março 20, 2017

Manual de Pilotagem


GUILHERME IVENS FERRAZ

Lisboa-Porto – Rio de Janeiro-São Paulo-Belo Horizonte, s.d. [circa 1910]
Biblioteca de Instrucção Profissional / Francisco Alves & C.ª
[1.ª edição]
18,4 cm x 11,9 cm
12 págs. + 344 págs. + 5 folhas em extra-texto + 2 desdobráveis em extra-texto
subtítulo: Navegação practica de cabotagem e longo curso. – Hydrographia.
profusamente ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação editorial em tela gravada a negro em ambas as pastas e na lombada
corte das folhas carminado
exemplar estimado; miolo com ocasionais sublinhados a lápis azul
assinatura de posse no frontispício
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, março 19, 2017

Fotografia Prática ao Alcance de Todos


CHARLES BOURÉE
trad. S. de Almeida

Porto, 1956
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
19,2 cm x 12,2 cm
80 págs. + 2 págs. em extra-texto
subtítulo: Manual prático que ensina a ser um bom fotógrafo-amador
ilustrado no corpo do texto e em separado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Danças Portuguesas



PEDRO HOMEM DE MELLO
traduções de Maurice Villemur e Elaine Sanceau

Porto, 1962
Lello & Irmão – Editores
1.ª edição
trilingue (Português / Francês / Inglês)
26,4 cm x 21,5 cm
104 págs.
profusamente ilustrado
encadernação editorial em sintético com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem de abertura ao livro:
«[...] o folclore português está na moda, o que em relação ao turismo, é já importante.
Na verdade, de ano para ano, vamos sendo mais visitados e os festivais típicos estão a multiplicar-se a olhos vistos.
Tudo isso revela gosto pelo regionalismo, se bem que ao forasteiro continuem a faltar elementos de orientação.
Numa palavra: não existe, entre nós, ainda, literatura coreográfica.
Aí está uma lacuna que tentaremos, agora, de algum modo, preencher...
A maioria dos nossos folcloristas mostram predilecção pelo canto, pelas letras das cantigas e pelo trajo e, se uma ou outra vez, se referem a danças, fazem-no, quase sempre, ao de leve ou, pelo menos de maneira a não provar a riqueza patente na técnica dos passos e na expressão das atitudes.
Bem ou mal, a recolha das danças encontra-se, principalmente, a cargo dos directores dos ranchos. [...]»
E a partir daqui Homem de Mello dá-nos uma autêntica, embora breve, enciclopédia da danças populares, distribuídas estas pelas respectivas regiões ou localidades do país.

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Os Amigos Infelizes


PEDRO HOMEM DE MELLO

Porto, 1952
Edições Saber
1.ª edição
17,8 cm x 13 cm
8 págs. + 88 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
47,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sexta-feira, março 17, 2017

Novos Poemas (II)


VINICIUS DE MORAES

Rio de Janeiro, 1959
Livraria São José
1.ª edição
18,8 cm x 13,1 cm
56 págs.
subtítulo: 1949-1956
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo
47,00 eur (IVA e portes incluídos)

Precioso livrinho de versos do poeta brasileiro que mais se aproximou das formas orais de divulgação poética, quer na belíssima voz própria, quer musicado e cantado por compositores populares. Vinicius (1913-1980) inclui aqui, neste breve conjunto, conhecidos poemas como «O Operário em Construção», ou «Receita de Mulher».

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Para Viver um Grande Amor


VINICIUS DE MORAES
capa de Renato Vianna

Rio de Janeiro, 1962
Editôra do Autor
2.ª edição
20,9 cm x 14 cm
224 págs.
subtítulo: Poemas e Crônicas
exemplar estimado; miolo limpo
é o n.º 804 de uma tiragem não declarada
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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África de Sangue, do Oiro e da Morte


NORBERTO GONZAGA
capa de Roberto Nobre

Lisboa, 1942
Edições Universo
1.ª edição
18,6 cm x 12,5 cm
256 págs.
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Do texto introdutório do jornalista lisboeta radicado em Nova Lisboa (Angola) Norberto Gonzaga Martins (1898-?), cuja participação na resistência anticolonial o levara então ao exílio no Congo belga:
«[...] No que diz respeito directamente à Bélgica, êsse pequeno e admirável país, ao Congo detalhou, como natural, uma vida de crescente e pujante prosperidade. Uma organização metodizada se alicerçou no comêço da ocupação económica. A instituição nova adiantou, porém, o relógio do tempo, olvidando a insignificante ou mesmo nula preparação do meio, sem ambiente e escassas exigências [...]. Investiram-se capitais em grandes companhias, demandou-se uma protecção, nem sempre a mais compatível, norteando a sua bússola pelas intercorrências em jôgo – e à economia de um povo se arrancou o oiro, transformando-o em papéis de crédito. [...] Deslumbrou-se o mundo com um grande e aparatoso comércio de galas e cintilações. Subiram os papéis, os tais de crédito [...], e o delírio galvanizou as massas.
Mas foi-se além ainda: impunha-se. Parar seria morrer. E assim se provocou uma produção rasgada, descomedida, evoluindo na órbita de uma indústria, de um comércio, de uma agricultura, sectores activos que inesperadamente, artificiosamente, passaram a satisfazer o luxo de um Ultramar até ali quieto e ponderado. [...] E atulharam-se de artefactos, quinquilharias, bagatelas, os ventres dos navios. Do Congo viria em contra-partida, pensava-se na Bélgica e pensava-se na colónia, o produto compensador: o café, o algodão, as oleaginosas, o marfim, o oiro e os diamantes.
¡Que dèbâcle tremenda se verificaria depois, com a baixa de cotação dos géneros coloniais!
Riram a bom rir, esfregaram as mãos, os argentários do Mundo inteiro. Perpetrava-se uma loucura – a loucura da Bôlsa. Era tudo artifício. Êles bem o sabiam. E a Bélgica seria mais uma vítima do pano verde.
E foi. [...]»

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quinta-feira, março 16, 2017

As Crianças Falam



ADRIANA AREAL CALVET, org.
ELSA ANAHORY, org.
grafismo de Victor Belém

Lisboa, 1973
Fernando Ribeiro de Mello / Edições Afrodite
1.ª edição
14,6 cm x 21 cm (oblongo)
96 págs.
profusamente ilustrado
impresso a sépia sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

As organizadoras do volume foram coadjuvadas, na compilação e escolha dos textos e desenhos infantis aqui mostrados, por Maria Júlia Carneiro de Almeida, pelo editor e sua mulher Antonina Ribeiro de Mello, por José Gabriel Pereira Bastos e Margarida Schiappa. A liberdade criativa dada às crianças envolvidas no projecto está na origem de um documento que devolve aos leitores adultos uma notável frescura de observação do mundo. Livro incomum numa casa editora que fez história por não se encontrar à venda...

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terça-feira, março 14, 2017

Alumiamento e Balisagem da Bahia de Lourenço Marques



HUGO LACERDA

Lisboa, 1906
Typographia da Livraria Ferin
1.ª edição
24,6 cm x 15,6 cm
32 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado (mapa)
exemplar estimado, pequenas falhas na dobra da lombada; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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frenesi 1980-1982




Lisboa, 1995 [Verão 1980 (1 a 11) – Inverno 1980-1981 (12 a 22) – Primavera 1982 (23 a 33)]
[dir. de Paulo da Costa Domingos]
edição fac-similada de apenas 50 exemplares encadernados em pele-de-diabo [3.ª edição]
colecção completa (33 folhas, capas originais, prefácio de Maio de 1995, historial das três tiragens, sumário descritivo de todas as colaborações)
21,8 cm x 15,6 cm
158 págs. + folhas de guarda
capa pintada à mão por Vera Pinto
acabamentos gráficos de vpcd sobre grafismo original de pcd
EXEMPLAR COM DEDICATÓRIA DO EDITOR AO POETA SURREALISTA ANTÓNIO JOSÉ FORTE:
«Para o comandante da luta nesta girândola implacável a saudação desesperada do | paulo da costa domingos | maio | 1995»

550,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da reedição comemorativa dos quinze anos do periódico que, na editora frenesi, antecedeu o início da publicação de livros. Periódico cuja importância se deverá nomeadamente à divulgação em primeira mão – estava-se no início da década de 80 – de autores traduzidos que vieram a ser ensaios de furo comercial nas mãos de editores para isso vocacionados, a saber, alguns apenas a título de boa memória: William S. Burroughs, Jim Morrison, Patti Smith, Tom Waits, Charles Bukowski, Jacques Rigaut, Tom Wolfe, Groucho Marx, Donald Barthelme.
Entre os autores portugueses encontrava-se o embrião poético do que veio a ser o “grupo frenesi”: Jorge Fallorca, Levi Condinho, Celeste Viriato, Rui Baião. Duas curiosidades: tanto Luísa Costa Gomes como António S. Ribeiro aí se estrearam.
O presente exemplar pertenceu a António José Forte.

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Os Pobres



RAÚL BRANDÃO
pref. Guerra Junqueiro
capa de Stuart

Paris – Lisboa | Porto | Rio de Janeiro [Brasil], 1925
Livrarias Aillaud e Beretrand | Livraria Chardron | Livraria Francisco Alves
3.ª edição
18 cm x 12 cm
330 págs.
encadernação editorial em tela com cromo colado na pasta anterior, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada, gravação a seco na pasta posterior
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Os Pescadores


RAUL BRANDÃO
capa de Alberto Sousa

Paris-Lisboa / Porto / Rio de Janeiro, 1923
Livrarias Aillaud e Bertrand / Livraria Chardron / Livraria Francisco Alves
1.ª edição
18 cm x 12 cm
328 págs.
encadernação editorial em tela gravada a ouro em ambas as pastas e na lombada
conserva a capa original da brochura
exemplar estimado; miolo irrepreensível
65,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Pecado de João Agonia | Irmã Natividade


BERNARDO SANTARENO
pref. Deniz Jacinto
capa de Augusto Sobral

Porto, 1961
Edição do Autor / Divulgação, dist.
1.ª edição
19,7 cm x 14,2 cm
176 págs.
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na nota editorial de badana, diz-nos o escritor humorista Armando Ferreira:
«Bernardo Santareno, entregue a uma inspiração poética, a um amor piedoso pela condição humana, analista dos instintos sexuais, das angustiosas lutas da pureza e dos sentidos, deixa nas suas peças bem assinada a sua personalidade e o seu prazer de escrever; e é nesta entrega absoluta à obra de inspiração em flagrante contraste com os autores dramáticos que “vão escrever” ou precisam “escrever” peças, que reside a excepcional valorização deste autêntico dramaturgo, numa panorâmica de desolações.»

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António Marinheiro


BERNARDO SANTARENO
capa de António Emílio Teixeira Lopes
na contracapa texto de António Pedro

Porto, s.d. [1960]
Divulgação (edição do Autor)
1.ª edição
21 cm x 13,6 cm
120 págs.
subtítulo: O Édipo de Alfama
encadernação modesta de amador em tela com gravação a azul na lombada
ligeiramente aparado
conserva ambas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


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António Marinheiro


BERNARDO SANTARENO
capa de Otelo Azinhais

Lisboa, 1966
Edições Ática
2.ª edição
19,8 cm x 18,4 cm
156 págs.
subtítulo: O Édipo de Alfama
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Crime de Aldeia Velha


BERNARDO SANTARENO
ilust. Jorge Brandeiro
maquette de Baptista Fernandes

Lisboa, 1959
Edições Ática Limitada
1.ª edição
20 cm x 14,4 cm
244 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
encadernação modesta de amador em tela com gravação a azul na lombada
ligeiramente aparado
conserva ambas as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Inferno


BERNARDO SANTARENO
capa de Otelo Azinhais

Lisboa, s.d. [1967]
Edições Ática
1.ª edição
19,9 cm x 17,9 cm
228 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Peça de teatro baseada em factos reais sucedidos no Reino Unido nos anos 60, e que foram dados a conhecer através da imprensa diária como o caso dos “amantes diabólicos de Chester”.

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O Judeu


BERNARDO SANTARENO
ilust. Otelo

Lisboa, 1966
Edições Ática, Limitada
1.ª edição
19,5 cm x 18,4 cm
240 págs.
capa impressa no verso
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota final do autor:
«Nesta narrativa dramática aproveitámos, com leves alterações, textos originais de António José da Silva, do Cavaleiro de Oliveira (segundo a tradução de Aquilino Ribeiro), de Luís António Verney, de D. Luís da Cunha, dos Livros Sagrados Judaicos, dos Processos Inquisitoriais, do Regimento do Santo-Ofício, de Samuel Usque, do Cardeal Cunha, de Ribeiro Sanches, de António Ferreira, de Sebastião de Carvalho e Melo, de Vilhena Barbosa, de António José Saraiva, uma pragmática d’El-Rei D. João V, uma carta de Alexandre de Gusmão, um despacho datado de 1747 e dirigido ao Governador de Angola, etc. [...]»

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A Promessa


BERNARDO SANTARENO
capa de Suarez

Lisboa, 1959
Edições Ática, Limitada
2.ª edição
19,7 cm x 14,5 cm
120 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar muito estimado; miolo limpo
carimbos de posse no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Para além da encenação de António Pedro, no Teatro Experimental do Porto, em 1957, A Promessa foi levada ao cinema em 1972 pelo realizador António Macedo, e mereceu o repúdio consumado e a proibição da censura marcellista.

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telemóvel: 919 746 089


O Duelo


BERNARDO SANTARENO

Lisboa, 1961
Edições Ática, Limitada
1.ª edição
19,9 cm x 14,4 cm
208 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo limpo, restauro tosco na folha das págs. 181-182
carimbos de posse no ante-rosto e na pág. 9
22,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, março 13, 2017

20 Years of Rolling Stone – What a Long, Strange Trip It’s Been


aa.vv.
Jann S. Wenner, org.

Nova Iorque, 1987
Friendly Press, Inc.
1.ª edição
texto em inglês
27,7 cm x 21,5 cm
464 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Compilação de algumas das melhores entrevistas a figuras determinantes na cultura popular e musical anglo-saxónica entre os sixties e os eighties. Escritores como Tom Wolfe, Hunter S. Thompson ou Greil Marcus, fotógrafos como Avedon ou Annie Leibovitz, desenhadores como Ralph Steadman, artistas como Bob Dylan, Sting, Bruce Springsteen, Stevie Wonder ou Michael Jackson – falam aqui na primeira pessoa do singular, num poderoso retrato da jovem história norte-americana, em que não são esquecidos os temas quentes da época, como a guerra no Vietname, o assassinato de John Lennon ou o significado do festival de Woodstock em termos geracionais.

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Duas Estórias


LUANDINO VIEIRA

Lobito, Outubro de 1974
Cadernos Capricórnio
1.ª edição
20,9 cm x 14,9 cm
20 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Luuanda



LUANDINO VIEIRA

Belo Horizonte (Brasil), 1965
Editora e Distribuidora «Eros», Ltda.
1.ª edição brasileira
18,9 cm x 13,5 cm
168 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
inclui a rara cinta editorial
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

Esta edição de Luuanda é efectivamente a primeira edição comercial do livro mítico do Autor (talvez o mais metodicamente ilegalizado e destruído pela ditadura do Estado Novo), e que esteve na origem do assalto policial e imediato encerramento da Sociedade Portuguesa de Escritores, após a atribuição, por parte desta, de um prémio literário a Luandino Vieira... com base na edição original clandestina de 1964. Facto curioso, em 1969 (segundo uma local do Diário de Notícias de 6 de Março) foram julgados no Tribunal da Boa-Hora quatro responsáveis por uma certa edição pirata, que, segundo informação divulgada na revista Coelacanto, #02 (Junho de 2013), se trataria desta, dita de Belo Horizonte (quem sabe se impressa num comboio em andamento...).
Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001):
«[...] Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em liberdade condicional e [com] residência fixa, regressando a Angola em 1975. [...]»
Referenciado igualmente em Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005) e em Livros Proibidos no Regime Fascista (Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).

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Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
ilust. José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição (tiragem especial)
24,2 cm x 16,6 cm
192 págs. + 3 folhas em extra-texto
ilustrado
impresso a duas cores sobre papel offset mate
capa a uma cor, sobrecapa a duas cores com janela aberta a cortante
exemplar como novo
é o n.º 260 de uma tiragem limitada a 500 exemplares numerados e assinados por Luandino Vieira e José Rodrigues
130,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da contracapa da tiragem normal:
«A publicação de Luuanda (1964 – em Luanda) foi condicionada pelo regulamento do Prémio Mota Veiga, ainda hoje o prémio de maior projecção literária de Angola. Uma edição impessoal a vários títulos: não pôde ser revista ou sequer orientada por Luandino Vieira. E foi nesse formato desejadamente humilde, – um livrinho de bolso com uma impressiva capa desenhada pelo autor –, que o Luuanda foi surpreendido, meses depois, com nova distinção: o Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores [o que motivou, levados a cabo pelo regime salazarista, o assalto e encerramento desta associação de classe].
Eram três estórias escolhidas entre uma dezena de trabalhos (inéditos), todos eles irmanados no estilo e sobretudo num fundo de humor e carinho, um sorriso permanente de bondade calma qualquer que fosse a intensidade lírica, dramática ou pitoresca dos temas tratados. Esta nova edição é assim, de algum modo, a primeira pela difusão que a outra não teve e por ter sido agora acompanhada e revista pelo autor – uma revisão essencialmente tipográfica, sem alterações de vulto no texto original.
Na mais debatida questão relativa a esta obra – o aproveitamento estilístico das potencialidades linguísticas locais – tem agora o leitor a possibilidade de ajuizar por si. A linguagem do autor, identificada com a dos seus personagens, é ou não um processo literário adequado e legítimo em relação à matéria tratada, à realidade da ficção? No Luuanda a linguagem é personagem: a forma é conteúdo, fusão dialéctica cravada na realidade. [...]»
Do Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. VI, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2001):
«[...] Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em liberdade condicional e [com] residência fixa, regressando a Angola em 1975. [...]»
Referenciado igualmente em Livros Proibidos no Estado Novo (Assembleia da República, Lisboa, 2005) e em Livros Proibidos no Regime Fascista (Presidência do Conselho de Ministros – Comissão do Livro Negro Sobre o Regime Fascista, Lisboa, 1981).

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Luuanda


JOSÉ LUANDINO VIEIRA
capa de José Rodrigues
grafismo de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1972
Edições 70
3.ª edição
18,2 cm x 12,6 cm
192 págs.
exemplar muito estimado, sem quaisquer sinais de quebra na lombada; miolo irrepreensível
conserva o encarte anunciando para breve a edição de uma tiragem especial da obra
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, março 11, 2017

A Bolsa do Canguru


SANTOS FERNANDO
capa de Paulo-Guilherme

Lisboa, s.d. [1961]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,7 cm
288 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes já incluídos)

O Dicionário Cronológico de Autores Portugueses (vol. V, Publicações Europa-América, Mem Martins, 2000) não é particularmente exuberante no tratamento biobibliográfico que lhe dá... Tem até que recorrer a um escritor menoríssimo (Fernando Grade) para lhe fazer a folha; mas nem sempre o elogio é benéfico, vindo de quem vem... Lastimar-se o «silêncio tenebroso» que se abateu sobre a obra de Santos Fernando pela pena dum escribazeco que ninguém conhece, de nada vale. E depois, Santos Fernando, num contexto hodierno infestado de uma literatura ligeira sem pés nem cabeça, faz figura de clássico. O próprio Dicionário, apesar de tudo, reconhece nele que, «Personalidade sensível às injustiças sociais, produziu um tipo de ficção humorística denunciador do cenário sócio-político do antigo regime». Que mais precisará um autor para durar?...
Capa não mencionada na monografia Paulo-Guilherme (Imprensa Nacional – Casa da Moeda, Lisboa, 2012).

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Seis Gramas de Paraíso


SANTOS FERNANDO

Lisboa, s.d. [1959]
Livraria Bertrand
1.ª edição
19 cm x 12,8 cm
220 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, alguma sujidade na contracapa; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, março 09, 2017

Emigrantes [junto com] Ferreira de Castro Desmascarado [junto com] Ferreira de Castro «Moralista»



a) FERREIRA DE CASTRO
capa de Stuart Carvalhais
b) e c) JOAQUIM CARDOSO

Lisboa, 1928, 1953 e 1966
Livraria Renascença de Joaquim Cardoso, Editor
1.ª edição [todos]
[19,2 cm x 12,4 cm] + [19,4 cm x 12,3 cm] + [18,6 cm x 12,2 cm]
336 págs. + 40 págs. + 16 págs.
subtítulo (b): A verdade àcêrca do romance “Emigrantes”
exemplares estimados; miolo limpo
carimbo de posse no ante-rosto do espécimen (b)
PEÇA DE COLECÇÃO
250,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição primitiva do romance que catapultou Ferreira de Castro para a ribalta literária, após uma boa dúzia de títulos de fraco sucesso, a que se juntam dois libelos contra si, do seu ex-editor Joaquim Cardoso, um deles a denunciar as circunstâncias traiçoeiras em que ficou sem os direitos de publicação para posteriores tiragens, perdidos em favor da Livraria Guimarães. Conta aí, também, como Ferreira de Castro chegou aos fundamentos documentais que estiveram na base do argumento ficcional de Emigrantes, documentos esses, de cuja compilação e redacção em tosco afirma Cardoso sua, a autoria.

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Emigrantes


FERREIRA DE CASTRO
capa de Stuart

Lisboa,
Livraria Editora Guimarães & C.ª
3.ª edição (8.º milhar)
19,2 cm x 12,2 cm
284 págs.
exemplar estimado, restauro na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Sete Espigas Vazias


GARIBALDINO DE ANDRADE
ilust. Manuel Ribeiro de Pavia

s.l., s.d. [Lisboa, 1956 (seg. BNP)]
Orion
1.ª edição
19,4 cm x 12,5 cm
368 págs.
ilustrado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
35,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Homem e o Sardão


GARIBALDINO DE ANDRADE
capa de Victor Palla

Lisboa, 1960
Editora Arcádia Limitada
1.ª edição
18 cm x 10,6 cm
160 págs.
exemplar como novo
tem o n.º 1.010 do controlo de tiragem pela Sociedade Portuguesa de Escritores
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

«[...] Em 1953 parte para Angola e estabelece-se em Palanca, Huíla, levando a cabo uma consistente experiência pedagógica, só possível por amor à terra e pelas características do seu carácter extraordinariamente dinâmico, insatisfeito e perfeccionista, que o levaram a escrever: “O que se deseja é sempre mais valioso do que o que se alcança”, afirmação que nos ajuda a compreender tanto as suas persistentes intervenções no meio social como o itinerário interior do Autor, o que a obra escrita não contradiz. Muda-se, em 1957, para Sá da Bandeira e, quatro anos depois, concretiza, com Leonel Cosme, um acalentado sonho antigo: as Publicações Imbondeiro. Esta editora viria a tornar-se a maior de Angola e a influenciar de tal maneira a vida literária da província que foi coagida a suspender as suas actividades no ano de 1965. [...] Quanto à sua obra de ficção, ela mostra claramente a luta sistemática que foi travando contra o adverso meio social e político da altura, que acabou por ser mais poderoso que ele. O Homem e o Sardão, centrado no indivíduo só e sem esperanças e numa expressão angustiadamente sóbria e seca, manifesta a mudança quase radical, do ponto de vista psicológico, que se operara entretanto no Autor, tão distante do anterior entusiasmo épico e místico com que representara o homem alentejano em luta pelos seus direitos e justiça social.» (Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, vol. IV, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1998)

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quarta-feira, março 08, 2017

Mátria

NATÁLIA CORREIA

Lisboa, 1968
[ed. Autora ?]
Tip. Rios & Irmão, Lda.
1.ª edição
20,6 cm x 14,9 cm
24 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar manuseado mas com o miolo muito limpo
peça de colecção
160,00 eur (IVA e portes incluídos)

É o conjunto de poemas mais desabridamente violento da literatura portuguesa. Nenhum sarcasmo – apenas ódio ao triunfo do mal.
Uma passagem:
«[...]
Os sonhos vão erguer-se sobre as patas traseiras
e as árvores gritar o seu direito ao voto
não mais o iceberg de sanguessugas
flutuando no peito do soldado
nem crocodilos sob os pés do homem
como perseguir-se em trífide num sonho
com sua asma de comboio atrasado

Não mais pasta amarela de tiranos na boca
não mais bilis de deus não mais veneno
no copo da carícia preferida
não mais nascermos para corda de roupa
íntimas peças da morte penduradas
a todo o comprimento de puxarmos
a carga insone de uma alheia vida

Não mais fraque de pedra de corpos espiados
Vai ser o tempo de florirem as letras
no livro das mulheres perfeitamente nuas
não mais ignorantes como sábios
os sonhos vão soltar seus pombos de água pura
o rio de Anaíta a molhar-nos os lábios

Vai ser o dia de despejo dos ilustres
a quarta-feira da cinza dos solenes
o Maio da Matrona vai ser a Páscoa dos amantes
que vão trepar a música das árvores
até que o céu se banhe na nascente dos seus lustres
até que um cuco saia do relógio das veias
anunciando que a bilha do teu sono se quebra
e outra vez te espalhas poeira de diamantes
oh sol que te levantas com braçadas de ovelhas
Anaíta oh vontade de sermos semelhantes

Vai ser no ano dois mil soluços do teu filho
oh Madre de algodão nas feridas da esfera
Primavera de naves à velocidade riso
vai ser o estado Anaíta da matéria [...]»

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domingo, março 05, 2017

Madrid em Chamas


Z. VILLALBA
trad. Eduardo de Castro e Almeida
pref. Marcello Caetano

Lisboa, 1936
s.i. [«Composto e impresso na secção de “Linotypes” de O Jornal do Comércio e das Colónias»]
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
164 págs.
subtítulo: Impressões vividas em Espanha
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota introdutória de Marcello Caetano:
«[...] a verdade do livro converte-se em interêsse do leitor, breve mudado em angústia e comoção. Todo um cenário de inferno se compõe no seu espírito, em que se destacam os monstros da revolução pseudo-proletária: e surgem os retratos sóbrios, mas exactos, dos frios algozes comunistas, executores de ódios e de velhas invejas recalcadas; a vil escumalha em tumulto, livre para dar expansão aos piores instintos humanos; os chefes que prégavam altruísmo, e precipitadamente ocupam as posições mais cobiçadas pela sua ânsia de domínio e gôzo; o jornalismo prevertido, os clubes judiciários, a tortura dos oprimidos e, a pôr uma nota clara nesta lúgubre, mas verídica narração, a alegria do ressurgimento, pois ressurgido se pode dizer o que sobreviveu à tragédia imensa de Madrid em chamas. [...]»

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sexta-feira, março 03, 2017

Tarantela


FRANCISCO DE SOUSA NEVES

Lourenço Marques, 1956
Tip. Minerva Central
1.ª edição
21,4 cm x 14 cm
140 págs.
exemplar estimado, capa suja; miolo limpo, por abrir
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro deste escritor e jornalista moçambicano, que veio a ter o seu livro seguinte publicado por Mário Cesariny na prestigiada colecção surrealista A Antologia em 1958.

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A Superstição Socialista



RAPHAEL GAROFALO, barão
trad. e pref. Julio de Mattos

Lisboa, 1904
Livraria Classica Editora de A. M. Teixeira
1.ª edição
18,7 cm x 12,3 cm
LXXII págs. + 256 págs.
encadernação da época em meia-inglesa com gravação a ouro na lombada
aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
carimbo de posse no frontispício
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, março 02, 2017

De Novo as Sombras e as Calmas


HELDER MOURA PEREIRA
capa de Lourdes Sendas

Lisboa, 1990
Contexto, Editora, Lda.
1.ª edição [da obra reunida]
18,5 cm x 12,1 cm
640 págs.
subtítulo: Poesia 1976-1990
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
55,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Pequeña Guía de la Historia de la Literatura Portuguesa (anónimo, Instituto Português do Livro, Lisboa, 1984):
«Se dio a conocer, junto a António Franco Alexandre, Joaquim Manuel Magalhães y João Miguel Fernandes Jorge, en una antología de poesía publicada en 1976. Una extrema sensibilidad hacia lo cotidiano destaca como línea de inspiración y aventura esencial de sus libros siguientes, donde la fluencia de la voz funde, en una originalidad de escritura creciente, los puntos iniciales  de referencia.»

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Nem por Sombras


HELDER MOURA PEREIRA
capa de Gil Maia sobre fotog. João Paulo Sotto-Mayor

Porto, 1995
Edições Afrontamento
1.ª edição
24 cm x 12,8 cm
80 págs.
exemplar como novo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Um Raio de Sol


HELDER MOURA PEREIRA

Lisboa, 2000
Assírio & Alvim
1.ª edição
20,5 cm x 14,6 cm
94 págs.
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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