quinta-feira, julho 28, 2016

A Cal e a Fertilidade das Terras


M. [MAURICE] LENGLEN
trad. Luís Gama

Porto, Fevereiro de 1931
Edição da Enciclopédia da Vida Rural
[1.ª edição]
19,3 cm x 13,4 cm
40 págs.
ilustrado
capa impressa retro e verso
exemplar muito estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve guia instrutivo destinado aos lavradores, mas também ao público em geral.
Uma passagem do texto:
«[...] As ervas, os fenos, as forragens, as palhas colhidas em terrenos pobres em cal, constituem, geralmente, uma inferior alimentação para os gados, porque lhes não podem dar cal nas proporções que lhes são indispensáveis. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 27, 2016

Da Vida e da Morte dos Bichos






HENRIQUE GALVÃO
TEODÓSIO CABRAL
ABEL PRATAS
capas de Vasco, Stuart, Güy Manuel e Moura

Lisboa, 1936, 1938, 1941, 1944 e 1946
Livraria Popular de Francisco Franco
2.ª edição (I e II vols.), 1.ª edição (III, IV e V vols.)
5 volumes (completo)
24,4 cm x 17 cm
[256 págs. + 1 desdobrável em extra-texto (mapa a cor)] + 228 págs. + 240 págs. + 236 págs. + 256 págs.
subtítulos gerais: Subsídios para o estudo da fauna de Angola e notas de caça [I, II, III e IV]; Narrativas da caça grossa em África [V*]
subtítulos por volume: [I] Elefantes e rinocerontes; [II] O hipopótamo – A girafa – O Crocodilo – Os Javalis; [III] O lião; [IV] Búfalos, gorila, leopardos, antílopes, etc.
profusamente ilustrados
exemplares estimados, alguns restauros nas lombadas; no geral miolo limpo
acondicionados em estojo próprio de fabrico recente
300,00 eur (IVA e portes incluídos)

É preciso sublinhar que o vertente “estudo” teve por fonte de “informação” animais mortos em safaris levados a cabo por colonizadores africanistas: os supracitados autores da obra. A profusão e a diversidade das espécies “estudadas” dá-nos uma pálida ideia, não da fauna que existia então em África, mas sim daquilo que caminhava a passos largos para a irremediável extinção. Por muito menos, ainda recentemente se viu o rei de Espanha obrigado a retirar-se para os bastidores.

* Este volume extra-série já só indica Henrique Galvão como autor.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Revolução



HENRIQUE GALVÃO

Lisboa, 1933
s.i. [ed. Autor]
1.ª edição
16,6 cm x 12,2 cm
192 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, capa manchada e com pequenos defeitos na lombada; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Comédia dramática representada no Teatro Nacional Almeida Garrett no ano anterior à sua publicação em livro, numa época em que o oficial do exército Henrique Carlos da Malta Galvão não havia ainda – longe disso, antes pelo contrário – declarado guerra ao regime saído da ditadura implantada a 28 de Maio de 1926.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

O Velo d’Oiro


HENRIQUE GALVÃO
SILVA TAVARES
[maquettes de Eduardo Malta*]

Lisboa, 1936
Livraria Popular de Francisco Franco
1.ª edição
19 cm x 12,5 cm
2 págs. + 134 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
valorizado pela dedicatória manuscrita de Silva Tavares
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da adaptação teatral do romance homónimo de Galvão.

* Os referidos esquiços do pintor Eduardo Malta não se encontram reproduzidos no livro.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Castelos em África


ELAINE SANCEAU
trad. José Francisco dos Santos

Porto, 1961
Livraria Civilização
1.ª edição
22,1 cm x 15,1 cm
446 págs. + 18 págs. em extra-texto
ilustrado em separado
impresso sobre papel superior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Historiadora inglesa radicada no Porto após 1930, especialista na área dos Descobrimentos, Elaine Sanceau (1896-1978) contribuiu largamente para a difusão e o conhecimento do papel mercantil, mas também científico, de Portugal no mundo durante o Renascimento.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


D. Henrique, o Navegador


ELAINE SANCEAU
trad. José Francisco dos Santos

Porto – Lisboa – Rio de Janeiro, 1942
Livraria Civilização – Editora / Casa do Livro / Livros de Portugal, L.da
1.ª edição
20 cm x 13,4 cm
482 págs. + 14 folhas em extra-texto + 3 desdobráveis em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


O Caminho da Índia



ELAINE SANCEAU
trad. António Álvaro Dória

Porto, 1948
Livraria Civilização – Editora
1.ª edição
22,1 cm x 15,2 cm
280 págs. + 6 folhas em extra-texto + 1 desdobrável em extra-texto
ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo, vagas manchas nas primeiras e últimas folhas
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Uma Aventura Inquietante


JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
capa de Infante do Carmo

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
19,3 cm x 14,9 cm
324 págs.
exemplar como novo, por abrir
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Das notáveis notas finais do Autor:
«[...] Não tencionava reformar o mundo nem sublevar as almas. Queria, a par disso, e fugindo às tintas sombrias da Páscoa [Feliz], fazer a sátira do burguês solitário, comodista e misógino (que dormita no fundo de tantos homens), procurando levá-lo a tirar-se das dificuldades e contradições do seu carácter específico, sem o aniquilar. É sempre este “burguês” que eu persigo implacàvelmente, com riso e simpatia, através das minhas Reflexões.
Mordeu-me, desde logo, um escrúpulo: Eu era um universitário classificado, ex-bolseiro lá fora, de pedagogias e psicologias, orador conhecido, colaborador de revistas de doutrina e crítica, homem de “ideias” convicto, desinteressado e sem temor, ungido de renúncia, impermeável às tentações do Baal, e como tal condenado a subir risonhamente o meu calvário, para edificação e gozo da plateia. Um mártir em perspectiva, digamos. E além disso, uma promessa literária.
Como podia eu oxidar uma tão bela reputação de homem grave e responsável, com planos de reforma e salvação nos bolsos, voluntário da auto-imolação indispensável à tranquilidade geral das consciências, – rebaixando-me a escrever uma novela de imaginação sem qualquer “mensagem” visível, sem programa nem panfleto, e ainda por cima com um Fim Feliz?... Na nossa sociedade não pode haver um Fim Feliz, nem mesmo para um burguês da raça de Zacarias.
Não haveria nisso uma quase traição ou deserção, o renegar duma vida, duma vocação, duma responsabilidade? uma fatal contradição comigo mesmo e com os meus leitores? Iria eu, também, lançar ópio nos miolos das gentes, servir-lhes gato por lebre? cooperar na Grande Burla?... Cavar enfim a minha própria ruína, e atrasar o relógio da História por sete­centos escudos, um prato de lentilhas?...
Não era, decerto, uma novela policial ou de amor que esperavam de mim a meia dúzia de leitores sequiosos de mais intensos estímulos intelectuais. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

domingo, julho 24, 2016

Desvio da Agulha Magnetica a Bordo



J. [JOÃO] C. [CARLOS] DE BRITO CAPELLO

Lisboa, 1867
Imprensa Nacional
1.ª edição
23 cm x 16 cm
300 págs. + 9 desdobráveis (grande formato)
ilustrado no corpo do texto e em separado
encadernação antiga em meia-francesa gravada a ouro na lombada
exemplar estimado; miolo limpo
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Brito Capelo (1831-1901), irmão do explorador africano Hermenegildo Capelo, foi oficial da Marinha, tendo-se destacado como engenheiro hidrográfico e meteorologista. Os seus estudos acerca do campo magnético da Terra são reconhecidos como pioneiros.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


sexta-feira, julho 22, 2016

Sol Nascente – Quinzenário de ciência, arte e crítica



Porto, 30 de Janeiro de 1937 a 15 de Abril de 1940
dir. Carlos F. Barroso
ed. e proprietário Dilermando Marinho
43 números*
34 cm x 25,5 cm (estojo)
[41 x 16 págs.] + 24 págs. (n.º duplo 43-44)
exemplares muito estimados; miolo limpo
fascículos acondicionados num moderno estojo próprio em tela preta com o título impresso na tampa
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Periódico de oposição ao Estado Novo, vastamente colaborado, entre muitos outros, por escritores e artistas plásticos como Abel Salazar, Castelo Branco Chaves, Agostinho da Silva, Dórdio Gomes, Dominguez Alvarez, Afonso Ribeiro, Adolfo Casais Monteiro, Alberto de Serpa, Vicente Campinas, Mário Dionísio, João Pedro de Andrade, João Falco (Irene Lisboa), José Régio, Jorge Barradas, João José Cochofel, Fernando Namora, Mário Sacramento, Alves Redol, Dias Lourenço, Ruy Luís Gomes, Fernando Piteira Santos, Álvaro Cunhal, Manuel da Fonseca, etc. Tendo começado com alguns intelectuais ligados aos ideários republicano e presencista, acaba por, num violento confronto verbal entre as partes em disputa, deixar emergir um tom de combate revolucionário afecto ao neo-realismo e ao Partido Comunista, que, dentro do possível cavalgando a triagem da censura oficial, se estenderá até ao fecho da publicação.

* Com falta dos números 3 e 38.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 20, 2016

As Aventuras de Tibicuera




ERICO VERISSIMO
desenhos de Ernst Zeuner

Rio de Janeiro – Pôrto Alegre – São Paulo, 1947
Edição da Livraria Globo
4.ª edição
22,3 cm x 15,4 cm
180 págs. + 4 folhas em extra-texto
subtítulo: Que são também as aventuras do Brasil
profusamente ilustrado a preto no corpo do texto e a cor em separado
cartonagem editorial a cor e relevo seco
exemplar manuseado mas aceitável, com pequenas falhas de papel nas pastas; miolo limpo
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

História do Brasil para a juventude e para as escolas, contada num suave estilo efabulatório que cobre quatrocentos anos de vida do herói da narração.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Caçadas de Pedrinho


MONTEIRO LOBATO
capa e ilust. Manoel Victor Filho

São Paulo (Brasil), 1976
Editora Brasiliense
25.ª edição
20,8 cm x 14,6 cm
72 págs.
profusamente ilustrado
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Monteiro Lobato (1882-1948) notabilizou-se não apenas por meio das obras que escreveu, e entre estas é longa a lista de infanto-juvenil, mas sobretudo por ser o pioneiro da impressão de livros no Brasil, que anteriormente eram impressos em Portugal.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


terça-feira, julho 19, 2016

O Emprestimo Externo


CUNHA LEAL

Lisboa, 1927
«Edição de um grupo de amigos e admiradores do ilustre homem publico sr. Cunha Leal» / Tipografia Formosa
1.ª edição
18,9 cm x 12,9 cm
88 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do Autor)
subtítulo: Alguns Documentos
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Na qualidade de dirigente da União Liberal Republicana, mas começando já a demarcar-se do apoio que dera ao golpe de Estado que derrubara a República a 28 de Maio de 1926, Cunha Leal, também então governador do Banco de Angola, põe aqui em causa a política de recurso a um auxílio financeiro externo, levada a cabo pelo ministro das Finanças, Sinel de Cordes. O vertente volume reúne toda a documentação relativa ao referido episódio, cuja controvérsia se estendeu à imprensa periódica da época.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


As Minhas Memórias – Coisas de Tempos Idos



CUNHA LEAL

Lisboa, 1966, 1967 e 1968
Edição do autor
Livraria Petrony [depositário]
3 volumes (completo)
21,8 cm x 15,8 cm
372 págs. + 480 págs. + 432 págs.
subtítulos: vol. I – Romance duma época, duma família e duma vida de 1888 a 1917; vol. II – Na periferia do tufão. De 1 de Janeiro de 1917 a 28 de Maio de 1926; vol. III – Arrastado pela fúria do tufão. De 28 de Maio de 1926 a 4 de Dezembro de 1930
exemplares estimados; miolo limpo
LOTE VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA NO VOL. I
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

É toda a História nacional de uma época de grandes convulsões o que temos aqui patente, pela mão de um dos seus protagonistas. Há que sublinhar à cabeça a limpidez literária de exposição com que o Autor nos reporta o que, sendo ele governador do Banco de Angola, o tornou um dos mais notáveis e recalcitrantes opositores à ditadura salazarista. Obra de crucial importância para se perceber como essa oposição à política posta em marcha por Salazar / Quirino de Jesus teve raízes muito para além do conveniente “papão comunista”, e como os ajustes de contas eram distribuídos a torto e a direito por quem quer que, mesmo com razoabilidade, fizesse frente à “direcção única”. E foi nessa qualidade de governador que Cunha Leal, ao recomendar políticas económicas diversas – numa conferência pública proferida na Associação Comercial de Lisboa em 1930, expondo a degradante situação financeiro-produtiva de Angola – acabou por vir a conhecer, sob pretextos vários, «em fases sucessivas, o cárcere e a deportação, com o seu cortejo de violências».
Algumas passagens genéricas:
«[...] estamos sendo arrastados pelo ciclone que teve a longínqua origem em 28 de Maio de 1926. Na sua fase hodierna, os nossos Poderes Públicos já se não limitam a subordinar os graus de liberdade da pessoa humana e os seus correlativos movimentos físicos às determinações dum ditador que a si próprio e talvez – quem sabe? – com sinceridade se alcunhe de paternal, por isso que pretendem impor-nos obediência à fórmula tradicional do misticismo jesuítico – faz o que eu mande, pensa o que eu pense, quer o que eu queira. Irromper pela interioridade deste tufão a expressar desacordos e oposição venho-o fazendo ao longo de quarenta anos e ainda perduram no meu corpo e na minha alma as mataduras desse inconformismo. [...]
A minha presente tentativa explica-se, pura e simplesmente, pela ânsia de concorrer para a salvação duma nau preciosa prestes a naufragar, ou seja Portugal, já sem tripulação susceptível de grandes e oportunas reacções, num alheamento duma mística salutar.
Como é que se conseguiu efectivar esta descomunal constrição duma grei inteira, de modo a convertê-la em rebanho pávido, sorumbàticamente submisso, incapacitado, pelo menos na aparência, para os movimentos das gentes, que, em todas as emergências, sabem preservar a noção de dignidade? Em boa verdade, não havia, de início, um plano metódico de domesticação colectiva. Havia apenas – isso, sim – o firme intuito do reaccionarismo indígena de suscitar, com o apoio extorquido ao Exército por meios capciosos, um vendaval à custa de cuja força crescente se lhe tornasse possível varrer da superfície de Portugal os mais ligeiros resquícios de democracia, sempre com os olhos fitos, avidamente, na ressurreição, embora longínqua, da Monarquia de estirpe miguelista. [...]
Em que é que consistiu, por conseguinte, o mais valioso trunfo do seu sucesso? Em ter às suas omnipotentes ordens um Exército passivamente obediente para impor o seu receituário financeiro, acertado ou desacertado, sem prévia audiência do País e sem vislumbres de respeito pelos interesses colectivos, ainda quando absolutamente legítimos. A regra de conduta social passou a ser a seguinte: manda quem pode, obedece quem deve. [...]
Quem, neste ano já distante de 1967, meditar, porém, na tragédia angolana desencadeada em princípios de 1961, se for desprovido de cegueira partidarista, haverá de chegar, por certo, à conclusão de que a longínqua génesis desse fenómeno deva ser retrotraída aos erros iniciais de visão do Ditador português no tocante às directrizes da nossa política ultramarina, erros que, em 1930, me afoitei a obstaculizar, sem – ai de mim e ai do País! – ter força bastante para isso... [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


domingo, julho 17, 2016

Uma Viagem ao Amazonas


D. [DAVID] C. [CORREIA] SANCHES DE FRIAS
capa de Raphael Bordallo Pinheiro
ilust. Manuel de Macedo, Enrique Casanova, et alii

Lisboa, 1883
Typographia de Mattos Moreira & Cardosos [capa impressa na Litografia Guedes]
1.ª edição
21,2 cm x 14,4 cm
288 págs. + 13 folhas em extra-texto
ilustrado em separado
exemplar estimado, discretos restauros na lombada, vinco transversal na capa; miolo limpo
peça de colecção
80,00 eur (IVA e portes incluídos)

Sanches de Frias (1845-1922), tendo nascido em Arganil, radicou-se no Brasil como comerciante, mas, todavia, diz-nos Cândido de Figueiredo no seu Figuras Literárias, «[...] morrerá abraçado a Herculano e Castilho e nem a troco da mais fulgente glória perpetrará um galicismo [...]». O seu rigor idiomático, assim como a sua vasta cultura, apesar da distância, levaram-no a cultivar elegantemente géneros tão díspares como a biografia literária, o relato de viagens, versos, dramaturgia, crónica de costumes , etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Ciranda de Pedra


LÍGIA FAGUNDES TELES
sobrecapa de Edmundo Muge

Lisboa, 1956
Editorial Minerva
1.ª edição (em Portugal)
18,7 cm x 13 cm
248 págs.
capa impressa a duas cores e relevo seco sobre cartolina amarela, sobrecapa polícroma
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da notícia editorial na contracapa:
«Considero Ciranda de Pedra uma coisa muito séria que eleva a autora definitivamente ao primeiro team dos romancistas do Brasil.» (Erico Veríssimo)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Poemas do Tempo Presente


DUARTE GALVÃO
capa da pintora Bertina Lopes

Lourenço Marques, 1960
[ed. Autor]
1.ª edição
19,8 cm x 14,2 cm
4 págs. + 98 págs.
exemplar estimado, contracapa ligeiramente esfolada; miolo limpo
peça de colecção
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Heterónimo literário do poeta e antropólogo moçambicano Virgílio Diogo de Lemos (1929-2013), que também assinou obras sob os nomes Bruno dos Reis ou Lee-Li Yang, este Duarte Galvão esteve na génese da folha de poesia anticolonial Msaho. O vertente livro de versos foi apreendido pela polícia política do Estado Novo. No ano seguinte, Virgílio de Lemos é preso juntamente com alguns nacionalistas, acusados de actividades subversivas, acabando libertos por insuficiência de provas. Será durante o seu posterior exílio parisiense que Virgílio de Lemos vai sobressair como jornalista de televisão e rádio. «Sendo um dos vanguardistas da lírica moçambicana», escreveu o poeta António Cabrita (in A Invenção das Ilhas, uma antologia de Virgílio de Lemos, EPM-CELP, Lisboa, 2009), «e defensor do conceito do “barroco-estético” para as literaturas de língua portuguesa, tem uma escrita poética fragmentária, sintética, eivada de imagens surrealistas, duma dimensão cósmica, perpassada pelo onirismo, as problemáticas existenciais e o erotismo [...].»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Banzés, Banzas e Fadistas


AMÉRICO CORTÊS PINTO

Lisboa, 1970
Revista de Portugal (separata)
1.ª edição
25 cm x 18 cm
24 págs. [num. 253 a 276]
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível, por abrir
17,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve, mas excelente, estudo filológico centrado na origem geográfica, histórica e etimológica da palavra banzé (espécie de desordem ou arruaça), que muito deve aos ajuntamentos à roda dos fadistas com suas banzas (ou guitarras).

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, julho 11, 2016

História Breve das Constituições Portuguesas


MARCELLO CAETANO

Lisboa, 1965
Editorial Verbo, Lda.
1.ª edição
181 mm x 116 mm
108 págs.
exemplar muito estimado, sem sinais de quebra na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes inclu+idos)

As constituições são aqui historiadas desde a Constituição liberal de 1822, num percurso acidentado que culmina na de 1933.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Ciência em Portugal


JOSÉ MARIANO GAGO, coord.
et alii
capa de Lígia Pinto [ilust. Carlos Calvet]

Lisboa, 1991
Comissariado Para a Europália 91 / Imprensa Nacional – Casa da Moeda
1.ª edição
21 cm x 14,7 cm
168 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

O professor Mariano Gago (1948-2015) anunciava aqui uma forte necessidade de renovação intelectual nos meios científicos nacionais, facto que veio a concretizar-se em larga escala nos anos subsequentes, anos esses (após 1995) em que Mariano Gago assumiu a direcção do Ministério da Ciência e Tecnologia. Entre outros nomes, podem ler-se neste volume, por exemplo, capítulos de Luís Filipe Barreto, Beatriz Ruivo, Cândido Marciano da Silva, Alberto Romão Dias, João Ferreira de Almeida, Maria Helena Mira Mateus, Maria de Sousa, Corália Vicente, etc.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quinta-feira, julho 07, 2016

Os Portugueses perante a Aliança Inglêsa


BOURBON E MENESES

Lisboa, s.d. (1941, seg. BNP)
Centro Tip. Colonial / Livraria Bertrand (depositária)
[1.ª edição ?]
18,1 cm x 12 cm
36 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Dicionário de Marinha – Inglês-Português | Português-Inglês


CÉSAR FERREIRA

Lisboa, 1943
Papelaria Fernandes
2.ª edição
bilingue
14 cm x 10,2 cm
172 págs. + 150 págs.
encadernação editorial em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Breve, mas muito útil dicionário, para patrões-de-costa e marinheiros se entenderem nas entradas e saídas de barra, sem abalroamentos nem melindre da Aliança. Da primeira para esta nova edição... naufragou, sem notícia do sucedido, um dos seus autores, o capitão de fragata António Carvalho Brandão.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário de Marinha – Inglês-Português | Português-Inglês


ANTONIO CARVALHO BRANDÃO, capitão de fragata
RAUL CESAR FERREIRA, engenheiro

Lisboa, 1922
Papelaria, Livraria e Tipografia Fernandes & C.ª, L.da
1.ª edição
bilingue
13,4 cm x 9,2 cm
4 págs. + 164 págs. + 148 págs.
encadernação editorial em tela encerada, gravação a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado; miolo limpo
assinaturas de posse nos ante-rostos
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Narrativas Navaes


JOÃO BRAZ D’OLIVEIRA, contra-almirante

Lisboa, s.d.
Portugal-Brasil, Sociedade Editora Arthur Brandão & C.ª
2.ª edição
23,2 cm x 15,5 cm
410 págs.
exemplar manuseado mas aceitável, pequenos restauros na capa; miolo limpo
60,00 eur (IVA e portes incluídos)

Pai do major de idêntico nome, com extensa bibliografia naval, tanto no domínio da navegação como no da estratégia, apresenta-nos aqui interessantes relatos de bordo literariamente memorizados e destinando-se ao saber e proveito das «[...] guarnições dos navios de guerra portuguezes. Não é um livro destinado á escola primaria, mas sim para depois de saberem ler aproveitarem algum tempo de folga do serviço, em leitura, que se relacione com a sua profissão; que lhes fale da Historia da Marinha, e dos feitos dos Marinheiros [...]
Intimamente ligada com a Historia de Portugal está a Historia da sua Marinha. [...]» (Do Prólogo)

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089

Noções de Manobra dos Navios



JOÃO BRAZ D’OLIVEIRA

Lisboa, 1893
Livraria Nacional e Estrangeira
1.ª edição
22,5 cm x 14,3 cm
208 págs.
encadernação modesta de amador sem qualquer gravação ou rótulo
pouco aparado, sem capas de brochura
exemplar estimado, fêsto anterior frágil; miolo limpo
assinatura de posse no frontispício
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Dicionário Corográfico do Arquipélago de Cabo Verde


ÁLVARO LERENO

Lisboa, 1952
Agência Geral do Ultramar
1.ª edição
23,3 cm x 16 cm
572 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
ocasionais carimbos da Sociedade de Língua Portuguesa
60,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


quarta-feira, julho 06, 2016

Estatuto Político-Administrativo da Província de S. Tomé e Príncipe


Lisboa, 1963
Agência-Geral do Ultramar
1.ª edição
21,3 cm x 15,2 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


segunda-feira, julho 04, 2016

Cultura e Analfabetismo


ADOLPHO COELHO
pref. António Sérgio

Porto, 1916
Edição da «Renascença Portuguesa»
1.ª edição (na presente forma)
19 cm x 12,1 cm
112 págs.
exemplar muiot estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Francisco Adolfo Coelho (1847-1919), professor de Filologia Românica e de Filologia Portuguesa, mais conhecido pela polémica suscitada aquando da sua conferência no Casino Lisbonense em 1871, subordinada ao tema do Ensino, foi um dos muitos defensores da sua laicização. Neste importante livro – que reimprime parte da colaboração de Adolfo Coelho no Boletim da Assistência Nacional aos Tuberculosos em 1910 – é defendida a ideia de que a escrita e a leitura não estão necessariamente no cerne da formação cultural dos indivíduos. Diz-nos ele, a dado passo: «[...] A arte delicada e a nobre architectura de Mycenas, os cantos immortaes dos poetas homericos, o extenso comercio da idade do bronze pertenciam todos a gente que nunca leu nem escreveu. [...]»

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Inéditos e Esparsos


JULIO DINIZ
pref. Sousa Viterbo

Lisboa, 1919
J. Rodrigues & C.ª, Editores
21.ª edição
2 tomos enc. em 1 volume (completo)
18 cm x 11,2 cm
[XXXIV págs. + 190 págs.] + 260 págs.
elegante encadernação editorial inteira em pele com ferros arte-nova na pasta anterior e na lombada
corte dourado à cabeça, cantos redondos, folhas-de-guarda impressas
exemplar em muito bom estado de conservação; miolo limpo
assinaturas de posse na primeira folha-de-guarda e no ante-rosto
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Importante texto de Sousa Viterbo. Quanto a Júlio Diniz, são sempre bem interessantes as notas despreocupadas que um escritor vai deixando aqui e ali. Sobretudo pelo seu pouco artifício, pela menos – mas nunca menor – vigilância que a escrita denota.

pedidos para:
telemóvel: 919 746 089


Inéditos e Esparsos


JULIO DINIZ
pref. Sousa Viterbo

Lisboa, 1921
J. Rodrigues & Comp.ª, Editores
23.ª edição
2 volumes em 1 brochura (completo)
19 cm x 12,2 cm
[XXXIV págs. + 190 págs.] + 260 págs.
exemplar muito bem conservado; miolo limpo, por abrir
25,00 eur (IVA e portes incluídos)


pedidos para:
telemóvel: 919 746 089