segunda-feira, setembro 30, 2019

Poemas




NELLY SACHS
org., trad. e pref. Paulo Quintela

Lisboa, 1967
Portugália Editora
1.ª edição
20,1 cm x 14,3 cm
XXX págs. + 258 págs. + 1 folha em extra-texto
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado; miolo irrepreensível, por abrir
inclui a cinta promocional
30,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, setembro 29, 2019

Le Fusil de Chasse



LE GAUYEUR

Paris, 1947
Flammarion, Éditeur
6.º milhar
texto em francês
20 cm x 14,5 cm
2 págs. + 126 págs.
ilustrado
exemplar estimado, restauros na lombada; miolo limpo
assinatura de posse no canto superior esquerdo do ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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A Guide to Birds of Southern Portugal



RANDOLPH CARY
ilust. Patrick Swift

Lisboa, 1973
s.i. [ed. autor ?]
1.ª edição
21,3 cm x 15,2 cm
260 págs.
profusamente ilustrado
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
37,00 eur (IVA e portes incluídos)


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sábado, setembro 28, 2019

Mediterrâneo – Ambiente e Tradição



ORLANDO RIBEIRO
capa de Sebastião Rodrigues

Lisboa, 1968
Fundação Calouste Gulbenkian
1.ª edição
19,1 cm x 13 cm
276 págs. + XX folhas em extra-texto
ilustrado
encadernação editorial em tela com sobrecapa impressa
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Escreve Suzanne Daveau (Centro de Estudos Geográficos de Lisboa) no sítio electrónico dedicado a Orlando Ribeiro:
«[...] São talvez as viagens, e os trabalhos delas resultantes, o melhor testemunho da sua actividade como geógrafo. Mas são também elas, por excelência, os elos que nos revelam as suas preocupações sociais com os territórios e povos estudados, e nos transportam à sua sensibilidade como fotógrafo, ao “fundo mágico da sua personalidade”, à qualidade literária da sua prosa. Viajante incansável, sobretudo em Portugal e Espanha na década de 40, e pelo Mundo fora entre 1950-1965, com destaque para o ultramar português, Orlando Ribeiro oferece-nos leituras de muitos lugares do Mundo em que a observação científica não se desliga da natureza como um todo, dos costumes, da arte e, sobretudo, do elemento humano.
Cidadão interveniente e profícuo prosador sobre muitos outros temas como a ciência, o ensino e a universidade, as reformas educativas ou os problemas coloniais, Orlando Ribeiro usou sempre de uma frontalidade que, se não diminuía o respeito científico que lhe era reconhecido, também nunca facilitou as suas relações com os órgãos de decisão, desde o Estado Novo ao período pós 25 de Abril. Por muito tempo teve, como resposta às suas opiniões, um invariável silêncio. Contrastando com o precoce reconhecimento a nível internacional, a difusão da sua obra e as honras oficiais, no seu próprio país, surgiram muito tardiamente. [...]»

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sexta-feira, setembro 27, 2019

Filologia Barranquenha


J. LEITE DE VASCONCELLOS
nota de Gaspar Machado

Lisboa, 1955
Imprensa Nacional
1.ª edição
22,6 cm x 16,7 cm
XVIII págs. + 218 págs.
subtítulo: Apontamentos para o seu estudo
exemplar estimado; miolo limpo
50,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da nota editorial de Gaspar Machado:
«Representa este volume o último trabalho preparado directamente pelo saudoso professor, que o deixara já entregue ao prelo após uma primeira revisão. [...]»

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Miscelânea Scientífica e Literária Dedicada ao Doutor J. Leite de Vasconcellos


aa.vv.

Coimbra, 1934
Imprensa da Universidade
1.ª edição
27 cm x 19 cm
VI págs. + 1 folha em extra-texto (retrato do homenageado) + 532 págs.
ilustrado
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Edição encabeçada por um título oportunista, sob o qual não se vislumbra que os doutos textos antologiados – nenhum de Leite de Vasconcelos – necessitassem do chapéu do mestre arqueólogo para se abrigarem... Entre muitos, de investigadores nacionais e estrangeiros, apenas alguns nomes ainda agora sobreviventes em terra própria: Mosés Bensabat Amzalak, Edgar Prestage, Afrânio Peixoto, J. A. Pires de Lima, Fortunato de Almeida, etc.

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Catalogo das Obras de J. Leite de Vasconcellos



[JOSÉ LEITE DE VASCONCELOS]

s.l. [Lisboa], 1898
Typ. do Dia
1.ª edição
23 cm x 16,5 cm
16 págs.
subtítulo: Livros – Folhetos – Revistas (1879-1897)
acabamento com um ponto em arame
sem capas
acondicionado numa elegante pasta em cartolina
exemplar envelhecido mas aceitável; papel acidulado, limpo
20,00 eur (IVA e portes incluídos)

São catalogadas 108 espécies, entre «poesia», «ethnologia portugueza», «philologia», «assumptos diversos» e «publicações periodicas»… e nem é tudo, como mais tarde, em 1924, se verá por um Indículo elaborado por Moses Bensabat Amzalak.

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terça-feira, setembro 24, 2019

Livro da Matrícula dos Discípulos Ordinários da Aula Pública de Desenho, a Qual Principiou a Ter Exercício no 1.º de Dezembro do Ano de 1781


[ERNESTO SOARES, introd.]

Lisboa, 1935 [1936]
Eds. Bíblion
1.ª edição
25,5 cm x 17 cm
80 págs. + 1 desdobrável em extra-texto
impresso sobre papel superior avergoado
encadernação inteira em tela crua com a capa da brochura estampada
não aparado
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
tiragem declarada de 350 exemplares
25,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da Introdução:
«[...] A transcrição do livro que vai seguir-se é um magnífico subsídio para a biografia de muitos dos nossos melhores artistas dos finais do século XVIII e princípios do seguinte. [...]» Assim é, que aqui figuram, por exemplo, Domingos Sequeira e Vieira Portuense. E continua Ernesto Soares: «[...] A extensão e nenhum interêsse que teria a transcrição integral de cada um dos registos e a barafunda que daí adviria, conservando a ordem por que êles ali se encontram [no códice que serviu à criação da vertente indexação], levou-nos a alfabetar pelo último apelido os nomes inscritos. Conservámos, todavia, as indicações biográficas e as notas a êles referentes, filiação, naturalidade, idade, morada, categoria, número do fólio e designação do mestre. [...]» Que era a Aula Régia de Desenho? quem foram os seus mestres? – é algo que Ernesto Soares descortina nas suas apreciações do que terá sido o ensino dessa arte «no Convento dos Caetanos, ao Bairro Alto e a seguir no Largo do Pelourinho, Praça das Arrematações e Chafariz do Loreto. [...]»

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domingo, setembro 22, 2019

Historia Universal dos Terremotos, […]




JOACHIM JOSEPH MOREIRA DE MENDONÇA

Lisboa, 1758
Na Offic. de Antonio Vicente da Silva
1.ª edição
20,7 cm x 15 cm
12 págs. (não num.) + 272 págs.
subtítulo: […] que tem havido no mundo, | de que ha noticia, defde a fua creaçaõ até | o feculo prefente. | Com huma | narraçam individual | do Terremoto do primeiro de Novembro de 1755., e noticia | verdadeira dos feus effeitos em Lisboa, todo Portugal, Al- | garves, e mais partes da Europa, Africa, e América, | aonde fe eftendeu: | e huma | Dissertaçaõ phisica | sobre as caufas geraes dos Terremotos, feus | effeitos, differenças, e Prognofticos; e as | particulares do ultimo
ilustrado com duas vinhetas alusivas à cabeça das págs. 1 e 169
encadernação antiga coeva inteira em pele com nervuras na lombada, casas gravadas a ouro com motivo floral, perdeu o rótulo de título
aparado e marmoreado da época
exemplar muito estimado, pele das pastas um pouco esfolada; miolo limpo, papel sonante
RARA PEÇA DE COLECÇÃO
800,00 eur (IVA e portes incluídos)

Relativamente à vertente obra, de autor de que nada se sabe, diz-nos Inocêncio Francisco da Silva no seu Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo IV, n.º 1739, Imprensa Nacional, Lisboa 1860):
«[…] N’este livro […] tracta especialmente dos effeitos do terremoto do 1.º de Novembro de 1755, que presenceára ocularmente em Lisboa: pelo que é tido em conta de veridico. […]»

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Camilliana, n.º 1



Porto, 1 de Janeiro, 1916
dir. Alfredo de Faria
único número publicado
25,3 cm x 18,5 cm
2 págs. + 64 págs. + 2 págs. + 1 folha em extra-texto (retrato de Camilo)
impressão sobre papel superior, ornado com frisos, vinhetas e capitulares artísticos
exemplar muito estimado; miolo limpo, por abrir
40,00 eur (IVA e portes incluídos)

Entre os artigos sumarizados, um há de crucial importância, longo e minucioso, da autoria de Eduardo Sequeira – «A Infanta Capellista» – que nos conta das razões e circunstância determinantes para Camilo haver encarregado o impressor do sobredito mítico romance de «deitar tudo para as barricas do papel velho», e posteriormente o haver revisto (e feito publicar) noutra forma e com novo título (O Carrasco de Victor Hugo José Alves).

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A Sereia



CAMILLO CASTELLO BRANCO
ilust. Manuel de Macedo e Roque Gameiro

Lisboa, 1900
Empreza da Historia de Portugal – Sociedade Editora
3.ª edição [1.ª edição ilustrada*]
22,8 cm x 17 cm
8 págs. + 328 págs.
ilustrado
encadernação editorial de luxo inteira em tela encerada com gravação polícroma na pasta anterior, a ouro na lombada e a negro na pasta posterior, identificada com a marca de Alf. [Alfredo] David – Enc.
elegantes folhas-de-guarda em papel de fantasia com motivos de florália
impresso sobre papel superior
exemplar estimado com algum desgaste nos bordos das pastas e na charneira; miolo limpo
37,00 eur (IVA e portes incluídos)

Uma passagem do texto de Camilo, datado de 1865!!!!, notável pela sua aguda interpretação das alterações, já então sentidas, no meio ambiente:
«[…] dia 15 de maio de 1762.
[…] O globo, n’aquelle tempo, movia-se em volta do sol com a regularidade assignada pelos astronomos. A gente ditosa, que então viveu, podia confiar-se nos entendidos em rotação dos planetas; e os sabios podiam sem receio responsabilisar-se pela pontualidade das estações. […]
Depois, porém, d’aquella epoca, desconcertaram-se os systemas das regiões altas. As pessoas muito espirituaes receiam que este desconcerto venha a desfechar em acabamento do mundo; outras, mais racionalistas, pretendem que a desordem das estações proceda de causas que, volvido um indeterminado periodo, cessem de existir. Ninguem se lembrou ainda de conjecturar que as vaporações constantes das fornalhas e o fluido electrico de que o ambiente está saturado, possam ter influido na substancia dos solidos e fluidos componentes do machinismo celeste, alterando-lhes o modo de actuarem sobre a terra. Se algum sabio estivesse de pachôrra para demonstrar a profundeza d’esta minha hypothese original, ficavamos convencidos nós de que a civilisação do fumo e a dos arames electricos, a final, acabariam de todo com a primavera. […]»

* «[…] A titulo de simples informação, diremos que no leilão de uma Camiliana,… por José dos Santos, 1916, e a pedido do Sr. Henrique Marques, foram postos em praça os desenhos originaes (40) que serviram para a reprodução das estampas que illustram esta edição, com a avaliação previa de 400$00. Não teve licitantes, apesar de na praça se encontrar então gente que dispunha de bastantes meios de fortuna. Estamos certos de que, lá fóra, um caso identico não teria a mesma solução. No nosso paiz o gosto pelas obras d’arte ainda não está bem apurado; e só parece apreciarem-se devidamente as que, já sem remedio, o estrangeiro nos leva muito contente e ufano da sua aquisição.» (Manoel dos Santos, Revista Bibliografica Camiliana, Livraria de Manoel dos Santos, Lisboa 1917)

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«A Sereia» de Camilo



JÚLIO DIAS DA COSTA

Lisboa, 1930
s.i. [ed. autor ?]
1.ª edição
22,9 cm x 16,3 cm
40 págs.
subtítulo: História da protagonista, segundo um manuscrito do século XVIII
exemplar estimado; miolo extensamente anotado a lápis pelo professor Lopes de Oliveira
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DE LOPES D’OLIVEIRA
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Inclui transcrita e prefaciada a Carta de um amigo a outro escrita do Porto ou Istória da vida de D. Joachina Antonia, chamada a Sereia, manuscrito que, em 1865, terá inspirado Camilo Castelo Branco na construção da sua obra A Sereia.

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Portugal de Relance



MARIA RATTAZZI
[trad. Guiomar Torrezão*]

Lisboa, 1882 [aliás, 1881]
Livraria Editora de Henrique Zeferino
1.ª edição
2 volumes brochados em 1 volume (completo)
20,3 cm x 13,6 cm
[6 págs. + LXXVI págs. + 194 págs.] + [2 págs. + 218 págs.]
título original: Le Portugal á Vol d’Oiseau
exemplar estimado, restauros pontuais na capa, pequenas falhas de papel na lombada; miolo limpo, por abrir
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Livro de apontamentos de viagem, um dos aspectos graves de Portugal de Relance, desta princesa sobrinha-neta de Napoleão I, incide, por exemplo (mau exemplo), na denúncia à polícia portuguesa da localização de algumas casas de jogo clandestino, o que seria suficiente para fixar o seu mau carácter no desprezível intuito. Mas isso pouco seria, não fôra o chorrilho continuado de afirmações de baixo calibre para o país e as gentes que a receberam entre 1876 e 1879. Antero reagiu de imediato, Rafael Bordalo Pinheiro estampou-lhe num magnífico desenho o ar atrevido. Mas é a controvérsia com Camilo Castelo Branco – que veio a público responder-lhe munido de uma linguagem como “duas pedras na mão” – o que fez deste livro um ícone do racismo que os países ricos nutrem pelos países pobres. Precisamente, no longo prefácio a esta tradução portuguesa, Rattazzi lhe responde, dando azo a nova vasa da fina pena literária camiliana, assim como a folhetos assinados por outros figurantes da época.

* Tradutor não identificado, mas que Brito Aranha, no Diccionario Bibliographico Portuguez (tomo XVIII, Imprensa Nacional, Lisboa 1906), refere assim: «[…] A traductora foi D. Guiomar Torrezão, que passava por ser amiga dedicada da Rattazzi. […]»

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sábado, setembro 21, 2019

A Revolução Portugueza, 1907-1910



MACHADO SANTOS

Lisboa, 1911
Papelaria e Typographia Liberty de Lamas & Franklin
1.ª edição
24,3 cm x 15,7 cm
174 págs. + 1 desdobrável em extra-texto [intercalado nas págs. 104-105]
subtítulo: Relatório
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação inteira em tela encerada, com gravação a ouro na lombada e relevo seco nas pastas
pouco aparado, conserva as capas de brochura
exemplar em bom estado de conservação; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
85,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da portada:
«[...] Depois da proclamação da Republica, os heroes e os organisadores da revolução cahiram sobre o Paiz como nuvem de gafanhotos. O Governo Provisorio tomou-os a serio e os verdadeiros foram postos de banda.
Seria caso virgem na historia não succeder assim.
O nosso relatorio desmascara-os, porque, no momento da acção, ninguem sabe onde se esconderam.»

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Estudos Sobre a Monarquia



JORGE BORGES DE MACEDO
AFONSO BOTELHO
ANTÓNIO DE SOUSA LARA
MÁRIO RAPOSO
JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO
pref. António Assis Teixeira, Benedita Ameal, e Gonçalo de Sampaio e Mello

Lisboa, 1984
[Conferências no Grémio Literário]
1.ª edição
24 cm x 17,2 cm
236 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
40,00 eur (IVA e portes incluídos)


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O Estado Actual da Causa Monarchica


C. [CARLOS] MALHEIRO DIAS

Lisboa, 1912-1913
Typographia Editora José Bastos
1.ª edição
25,8 cm x 19,6 cm
4 págs. + 324 págs.
ilustrado
encadernação coeva em meia-francesa com cantos em pele, gravação a ouro na lombada
aparado e carminado somente à cabeça
conserva as capas de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
120,00 eur (IVA e portes incluídos)


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quinta-feira, setembro 19, 2019

A Coimbra Académica do Meu Tempo[,] 1913-18



JORGE DE SEABRA
capa de José de Seabra

Porto, 1948
Livraria Tavares Martins (deposit.)
1.ª edição
21,8 cm x 15,7 cm
232 págs. + 12 folhas em extra-texto
subtítulo: Crónicas publicadas em o jornal de Castelo Branco, «Beira Baixa», de Março de 1940 a Abril de 1947
ilustrado em separado
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR
27,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Código da Praxe Académica de Coimbra


MÁRIO SARAIVA DE ANDRADE
VICTOR DIAS BARROS
coadjuvados por Américo Patrão (dux-veteranorum), Arlindo Pinto Gonçalves, Fausto Vaz Morais e Jorge Serrano Pinto (veteranos)

Coimbra, 1957
Coimbra Editora, Limitada
1.ª edição
19,2 cm x 12,9 cm
6 págs. + 116 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do género de livro amplamente estudado nos meios universitários. Aliás, aqueles que demasiado acreditaram neste género de conhecimentos, e entre dois copos de álcool se lhe aplicaram, não há dúvida que, sem grandes obstáculos, vieram a ocupar os lugares do poder, da finança e da liderança neste país... É assim, é o passo iniciático para, na idade adulta, o ingresso numa qualquer sociedade secreta.

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quarta-feira, setembro 18, 2019

Motivos de Teatro



AUGUSTO RICARDO
pref. Araújo Pereira
capa de Sousa Mendes

Lisboa, 1934
Casa Editora Nunes de Carvalho
1.ª edição
19,2 cm x 13,2 cm
280 págs.
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
assinatura de posse no ante-rosto
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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segunda-feira, setembro 16, 2019

Alguns Documentos Inéditos sôbre Uriel da Costa



A. DE MAGALHÃES BASTO

Coimbra, 1930
Imprensa da Universidade
1.ª edição
24 cm x 15,7 cm
26 págs. + 1 folha em extra-texto
ilustrado
exemplar envelhecido mas aceitável; miolo limpo
VALORIZADO PELA DEDICATÓRIA MANUSCRITA DO AUTOR A JOÃO DE OLIVEIRA RAMOS
17,00 eur (IVA e portes incluídos)


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domingo, setembro 15, 2019

A Francesa


NITA CLÍMACO

Lisboa | Paris, 1968
Edição da Autora / Editorial Organizações, Lda. (dist.)
1.ª edição
18,4 cm x 11,4 cm
204 págs.
título completo: A Francesa – Encontros (dois mini-romances)
exemplar manuseado mas aceitável; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Mãe do pintor e escritor Michel Horta e Costa, Nita Clímaco foi correspondente em Paris para a revista Eva, além de ter publicado cinco livros, entre os quais merece destaque um livro – A Salto (1967) – acerca da emigração durante a vigência do Estado Novo.

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Falsos Preconceitos



NITA CLÍMACO
capa de Enrique Ribó

Paris – Lisboa, 1964
Edição da Autora
1.ª edição
17,6 cm x 10,8 cm
160 págs.
exemplar estimado; miolo limpo
22,00 eur (IVA e portes incluídos)

Nota editorial na contracapa:
«Nita Clímaco é conhecida pelos seus muitos artigos espalhados periòdicamente pela imprensa portuguesa, artigos enviados de Paris na sua qualidade de correspondente de jornais e revistas portuguesas. “Falsos Preconceitos” é o seu primeiro romance, um romance que confunde as fronteiras existentes entre a reportagem e a novelização. Como não podia deixar de ser, Nita Clímaco escolheu Paris como cenário deste seu livro, movendo as suas personagens no mais famoso dos bairros da capital francesa: em St. Germain-des-Prés.
Esta situação do conflito também não nasceu do acaso. Ao chegar a Paris, onde já festejou o seu vigésimo primeiro aniversário, Nita Clímaco instalou-se no bairro existencialista, bairro que habitou durante nove anos, escrevendo as suas primeiras impressões de Paris em cadernos gatafunhados à tarde na sombra poética das árvores seculares do Jardim do Luxemburgo.
Outras tardes passou-as Nita Clímaco no ‘seu bairro’ sentada nas esplanadas dos cafés mais em voga como o ‘Mabillon’, o ‘Deux Magots’, o ‘Flore’. Assim, a pouco e pouco, conseguiu descobrir e, mais ainda, compreender (compreender nem sempre é sinónimo de assentimento…) o comportamento de uma juventude marcada pelos anos da guerra e pelas doutrinas discutidas do existencialismo e, mais tarde, da nova vaga.
Elsa Maxwel, a célebre ‘comadre’ desaparecida ainda em 1963, que convidava frequentemente Nita Clímaco para os seus ‘cocktails’ e jantares, e Carmen Tessier, influenciaram extraordinàriamente a autora de “Falsos Preconceitos”, quer no estilo mordaz e inconfidente, quer nos processos jornalísticos utilizados. À força de correr para os estúdios, de passar aí horas seguidas, buscando uma indiscrição, uma entrevista, Nita Clímaco ganhou uma maneira de ver cinematográfica. E este contacto permanente com o cinema não deixou, também, de influenciar o seu estilo literário. Este seu livro “Falsos Preconceitos” é a prova flagrante da influência exercida em Nita Clímaco pelo Cinema, influência de que resultou a utilização literária duma linguagem cinematográfica posta ao serviço dum romance que vem trazer ao público português uma nota inédita de compreensão de Paris, de St. Germain-des-Prés e… da sua ‘fauna’…»

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As Mãos e os Frutos


EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1960
Iniciativas Editoriais
2.ª edição
18,1 cm x 12,9 cm
36 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DE POSSE DO ESCRITOR E. M. DE MELO E CASTRO
50,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Coração do Dia



EUGÉNIO DE ANDRADE

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,1 cm x 13 cm
32 págs.
composto manualmente na mítica Tipografia Ideal sita à Calçada de São Francisco em Lisboa
acabamento com dois pontos em arame
exemplar muito estimado; miolo irrepreensível
ostenta colado no ante-rosto o ex-libris de António Sousa Falcão
67,00 eur (IVA e portes incluídos)


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Jardim das Tormentas



AQUILINO RIBEIRO
pref. Carlos Malheiro Dias

Paris – Lisboa | Rio de Janeiro – S. Paulo – Belo Horizonte, 1913
Aillaud, Alves & Cia – Livraria Bertrand | Francisco Alves & Cia
1.ª edição
17,7 cm x 12 cm
XX págs. + 322 págs. [aliás, 316 págs. (num. errada)]
encadernação editorial inteira em tela encerada, gravação a branco na pasta anterior e na lombada, relevo seco na pasta posterior
exemplar em bom estado de conservação; miolo limpo
assinatura de posse de J. P. Chaves Ferreira no frontispício
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se do primeiro livro de Aquilino Ribeiro (1885-1963).

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Terras do Demo


AQUILINO RIBEIRO

Paris / Lisboa, 1919
Livrarias Aillaud e Bertrand / Aillaud, Alves & Cia.
1.ª edição
18,2 cm x 12 cm
X págs. + 2 págs. + 316 págs.
encadernação editorial em tela com ferros a ouro na pasta anterior e na lombada
exemplar muito estimado, apenas a lombada dá mostras da acção prolongada da luz
75,00 eur (IVA e portes incluídos)

Manuel Mendes, no seu Aquilino Ribeiro (na colecção A Obra e o Homem, Editora Arcádia, Lisboa, 1960), sublinha:
Da «[...] medida das coisas e do homem tirou o escritor a bitola da sua invenção, que alcança ao mesmo passo a grandeza dos largos horizontes e a mofina desventura daquela existência de criaturas desterradas do Mundo. Quem percorre as estradas dali [ref. Beira Alta], ou se afoita pelos caminhos e pára nos povoados, sente o hálito amargo das Terras do Demo, respira a atmosfera por vezes negra que envolve as tristes felicidades, os dramas e as angústias que o escritor nos descreve. Ali bebeu Aquilino, com o leite materno, as dores e as alegrias do homem e da terra, e aprendeu o falar do Povo, tão característico como o seu sentir, que se mantém incorrupto, renitente a toda a mescla, no típico e no genuíno da sua tradição.
Destas circunstâncias provém o cunho de assombrosa autenticidade da obra de Aquilino Ribeiro. O mesmo vento da serra varre em fúria as páginas dos seus romances, como varre os caminhos do monte, e com ele uivam à compita os lobos e uiva o homem na sua estreme fereza e adâmica humanidade. [...]»

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Andam Faunos pelos Bosques



AQUILINO RIBEIRO
[capa de Abel Manta]

Paris / Lisboa, 1926
Livrarias Aillaud e Bertrand
1.ª edição (5.º milheiro)
18,8 cm x 12,3 cm
XVI págs. + 330 págs.
encadernação editorial em tela encerada com gravação a ouro e relevo seco nas pastas e na lombada
conserva a capa anterior de brochura
exemplar estimado; miolo limpo
autenticado com o sinete do Autor
carimbo de posse no ante-rosto e ex-libris de Carlos J. Vieira no verso da pasta anterior
30,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de abertura ao estilo de longa carta a Brito Camacho, em que justifica a dedicatória da obra e dá pequenas achegas pelo conteúdo que na leitura se verá, ou como ele diz, num estilo inconfundível:
«[...] neste livro, os abades não são mais que um acidente; a personagem central é o génio da espécie. Ás almas santas, aos censores que me acoimam de cronista encartado de clérigos como Camilo de brasileiros, direi que são estes os últimos e irrevogáveis do meu guinhol. [...]
[...] se não temesse a pedantaria, aqui deixava a frase heróica e imoderada: fecha com êste trabalho o meu primeiro ciclo. [...]
Vou descer à urbs, depondo a pena que a crítica suficiente qualificou de regionalista. [...]»
E desceu realmente à cidade: no ano seguinte «Vive em Santo Amaro de Oeiras, passando o tempo entre as obrigações da Biblioteca, e o trabalho da sua obra. Implicado na revolta contra a Ditadura Militar, que eclodiu no Porto a 3, e em Lisboa a 7 de Fevereiro deste ano [1927], foge à perseguição policial, abala para a Beira Alta, e segue nesse mesmo ano para Paris – “E lá fui de mala aviada, a caminho do meu segundo exílio!” Nesta cidade, vive cerca de um ano. Foi então demitido do seu lugar da Biblioteca Nacional. Em fins deste ano, regressa clandestinamente a Portugal e acolhe-se à Soutosa [...]» (ver Manuel Mendes, Aquilino Ribeiro, Editora Arcádia Limitada, Lisboa, 1960).

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El Hombre Que Mató al Diablo


AQUILINO RIBEIRO
trad. A. González-Blanco

Madrid, 20 de Setembro de 1924
Publicaciones Prensa Gráfica
1.ª edição
14,8 cm x 11,3 cm
64 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado, capa com vagos sinais de lepisma; miolo irrepreensível
PEÇA DE COLECÇÃO
90,00 eur (IVA e portes incluídos)

Trata-se da absoluta edição original de uma novela a que, mais tarde, em 1930, Aquilino veio a dar uma forma literária diversa, expandindo-a para um romance com umas boas três centenas e meia de páginas.

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A Traição


AQUILINO RIBEIRO

Lisboa, s.d. [1922]
Editorial, Ld.ª
1.ª edição
14,4 cm x 10 cm
32 págs.
acabamento com um ponto em arame
exemplar estimado; miolo limpo
PEÇA DE COLECÇÃO
65,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jovem autor, nesses anos 20, à semelhança de Ferreira de Castro também Aquilino preferiu que certas tentativas literárias ficassem perdidas sem reedição, hoje apenas alvo do apreço e busca continuada dos bibliófilos.

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As Solicitações e Emboscadas


MÁRIO DIONÍSIO
capa de Tereza Arriaga

Coimbra, 1945
Atlântida
1.ª edição
19,6 cm x 13,1 cm
96 págs.
impresso sobre papel superior avergoado
exemplar estimado, capa com restauros e empoeirada; miolo irrepreensível
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Da página electrónica da Casa da Achada – Centro Mário Dionísio:
«O que nos fica, finda a leitura deste livro, não é a imagem de um homem fazendo gestos para que o vejam: é a imagem de uma alma segredando aos outros qualquer coisa impossível de calar.» (João Gaspar Simões)

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O Riso Dissonante


MÁRIO DIONÍSIO

Lisboa, 1950
Centro Bibliográfico
1.ª edição
19,2 cm x 13,5 cm
68 págs.
é o 4.º volume da colecção Cancioneiro Geral
composto manualmente em Elzevir
exemplar estimado; miolo limpo
VALORIZADO PELA ASSINATURA DO AUTOR
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Jorge de Sena, na 3.ª série das Líricas Portuguesas (Portugália Editora, Lisboa, 1958), é parco na afirmativa:
«[...] nos poemas mais conseguidos, o drama da esperança sempre frustrada, e que, não obstante, “desponta sob o manto cúmplice das coisas”, é incisivamente expresso.»

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Conflito e Unidade da Arte Contemporânea


MÁRIO DIONÍSIO

Lisboa, 1958
Iniciativas Editoriais
1.ª edição
18,2 cm x 12,9 cm
40 págs.
ilustrado
acabamento com dois pontos em arame
exemplar estimado; miolo limpo
35,00 eur (IVA e portes incluídos)

Texto de uma conferência de reflexão acerca das artes plásticas.

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Obra Poética



RUY BELO
org. e posf. Joaquim Manuel Magalhães e Maria Jorge Vilar de Figueiredo (vol. 3)
capas de Saldanha Coutinho

Lisboa, 1981 e 1984 (vol. 3)
Editorial Presença, Lda.
1.ª edição
3 volumes (completo)
20,8 cm x 14 cm
248 págs. + 348 págs. + 496 págs.
exemplares muito estimados; miolo limpo
70,00 eur (IVA e portes incluídos)

O poeta (e ensaísta) Joaquim Manuel Magalhães evoca, em duas citações, a lúcida posição de Ruy Belo (1933-1978) perante a matéria comezinha, de pouca sabedoria, de quem julga um texto literário por padrões de legalidade linguística:
«E, na escola, o professor falará aos seus alunos [a propósito do poema] de sinónimos e fá-los-á construir orações e analisar regras gramaticais. Nessa altura, a palavra foi deslocada da sua missão original. Resta-lhe a possibilidade de ser purificada através da parábola ou da metáfora, ou da imagem, ou do símbolo. […]
A arte é precisamente passagem da quotidiana matéria da natureza, de afectos e ideias, a um estado poético de símbolo e de sonho.»

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País Possível


RUY BELO
capa de Dorindo Carvalho

Lisboa, 1973
Assírio & Alvim, Sociedade Editorial e Distribuidora, Lda.
1.ª edição
20,5 cm x 12,3 cm
80 págs.
impresso sobre papel superior
exemplar estimado; miolo irrepreensível
45,00 eur (IVA e portes incluídos)

Tirado da Nota do Autor:
«Este livro, que aparentemente poderia não passar de uma antologia visto que o integram um poema inédito e poemas extraídos dos meus últimos livros publicados, tem realmente uma unidade e é afinal um livro novo. E não o é apenas por eu publicar pela primeira vez na íntegra composições anteriormente truncadas por razões várias ou por eliminar ou emendar versos, por voltar a tentar suprimir o mais possível a pontuação, por resolver de vez “a guerra maiúsculas-minúsculas” a favor do lado mais fraco.
Este livro é um livro novo porque um livro de poesia é afinal um lugar de convívio, um local onde os poemas reagem uns contra os outros, se criticam mutuamente, se transformam uns nos outros. É um livro novo, em suma, porque a ele, como a nenhum outro livro meu, preside indubitavelmente uma unidade temática: a do mal-estar de um homem que, ao longo da vida, tem pagado caro o preço por haver nascido em Portugal; a problemática de uma consciência que sofre as contradições próprias da sociedade em que vive e de um homem que tem atrás de si vários passados e vive várias vidas simultaneamente e que intensamente se autodestrói; que se vai suicidando lentamente porque essa sociedade o destrói e assassina e o censura e a censura se instala na sua própria consciência. [...]»

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Despeço-me da Terra da Alegria


RUY BELO
pref. João Miguel Fernandes Jorge
capa de F. C.

Lisboa, 1978
Editorial Presença Lda.
2.ª edição (com dois poemas inéditos)
18 cm x 11,8 cm
80 págs.
exemplar estimado; miolo irrepreensível
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

São inéditos, relativamente à edição primitiva na colecção portuense O Oiro do Dia da editora Inova, os longos poemas «Enganos e desencontros» e «Poema para a Catarina».

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Na Senda da Poesia

RUY BELO
capa de Manuel Vieira

Lisboa, 1969
União Gráfica
1.ª edição
18,5 cm x 13,3 cm
344 págs.
exemplar como novo, sem qualquer sinal de quebra na lombada
35,00 eur (IVA e portes já incluídos)

Reunião de artigos, prefácios, justificações de tradução, etc. E uma grande lucidez acerca do meio literário circundante: «[...] Compram-se, muitas vezes com a amizade, moeda mais forte do que o dólar, críticos que digam bem. Leva-se a este domínio íntimo o velho princípio dos contratos: do ut des. Louvamos os outros para que nos louvem a nós. Fazemos-lhes favores para que, no momento oportuno, no-lo façam a nós. O leitor raramente repara. Chama-lhe a atenção, na página literária, o anúncio de um livro, volta a encontrar uma referência ao mesmo na secção de crítica, solicita-o uma entrevista que talvez o próprio autor tenha redigido e, mal se descuida, entra-lhe pelos olhos dentro a fotografia que aparece não se sabe bem a propósito de quê. Negociam-se comercialmente valores humanos que até aqui o pudor velava. A publicidade instala-se na própria consciência. Há o perigo de que o escritor, ao ouvir e ver tudo aquilo, se convença, tão longe foi a cadeia, de que não é ele que se está a adular a si próprio. Tomará como crítica válida para a delimitação da sua capacidade aquilo que, iludido, diz aos seus próprios ouvidos, como quem não quer a coisa. [...]»

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Hannibal e Napoleão




J. M. [JOSÉ MARIA] PEREIRA DE LIMA

Lisboa, 1905
Viuva Tavares Cardoso, Livraria Editora
2.ª edição
21,1 cm x 14 cm
332 págs. + 1 folha em extra-texto («Plano do Campo de Batalha de Waterloo»)
profusamente ilustrado no corpo do texto
encadernação inteira em tela crua com cromo estampado na pasta anterior e lombada estampada
não aparado, sem capas de brochura
exemplar muito estimado; miolo limpo, parcialmente por abrir
27,00 eur (IVA e portes incluídos)

José Maria Pereira de Lima (1853-1925), para além de historiador, professor catedrático e, como político, várias vezes eleito deputado monárquico, foi o criador do primitivo Mercado Geral do Gado, em Entrecampos (Lisboa), lugar onde mais tarde nasceu a Feira Popular.

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